Jürgen Moltmann
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domingo, abril 07, 2019
domingo, março 31, 2019
Jesus é a ponte divina e humana
"Porque em Jesus Deus se tornou humano, Ele não é apenas o Deus no outro lado do abismo: Ele é a ponte."
Timothy Keller
Timothy Keller
quinta-feira, março 14, 2019
Coração a arder no caminho
O caminho de Emaús simboliza desilusão e tristeza, mas também o reencontro com a viva esperança. Lucas conta a extraordinária história de dois discípulos de Jesus que passaram da sua maior tristeza para a maior alegria. Enquanto falavam entre si da repentina e "inglória" morte do Messias, O mesmo Cristo vivo aproximou-se. Caminha com eles. É maravilhosa esta discreta aproximação de Jesus. Porque nos ama muito, Jesus deseja estar e andar connosco. Fazer parte da nossa vida.
Enquanto caminhavam, O Messias explicou-lhes o que dele estava escrito nas sagradas Escrituras. Mas os seus olhos ainda estavam fechados para O conhecer. É dramático constatar que é possível caminhar ao lado do Jesus ressurrecto, ler e ouvir as Escrituras, sentir o coração a arder, "ir à Igreja", mas continuar cego sem conhecer verdadeiramente O Cristo.
Chegaram a Emaús. Estavam tão rendidos à presença daquele misterioso Homem, que lhe pediram para ficar com eles. Quando Jesus partiu o pão, abriram-se-lhes os olhos e conheceram finalmente Aquele que venceu a morte e está vivo. Entretanto, Jesus desapareceu. Para onde foi Jesus? Alguém disse que Jesus entrou no coração deles. Estava fora, agora está dentro. Ficaram tão transformados que resolveram voltar para Jerusalém naquela mesma noite e contaram tudo aos outros discípulos.
Quando Jesus abre os nossos olhos, Ele salva-nos e cura a nossa tristeza, desânimo, falta de esperança. As Escrituras dão fé e visão espiritual. Que o nosso coração possa estar cheio da presença amorosa do Ressurrecto, a arder com a sua poderosa mensagem. "E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?" (Lucas 24:32).
Enquanto caminhavam, O Messias explicou-lhes o que dele estava escrito nas sagradas Escrituras. Mas os seus olhos ainda estavam fechados para O conhecer. É dramático constatar que é possível caminhar ao lado do Jesus ressurrecto, ler e ouvir as Escrituras, sentir o coração a arder, "ir à Igreja", mas continuar cego sem conhecer verdadeiramente O Cristo.
Chegaram a Emaús. Estavam tão rendidos à presença daquele misterioso Homem, que lhe pediram para ficar com eles. Quando Jesus partiu o pão, abriram-se-lhes os olhos e conheceram finalmente Aquele que venceu a morte e está vivo. Entretanto, Jesus desapareceu. Para onde foi Jesus? Alguém disse que Jesus entrou no coração deles. Estava fora, agora está dentro. Ficaram tão transformados que resolveram voltar para Jerusalém naquela mesma noite e contaram tudo aos outros discípulos.
Quando Jesus abre os nossos olhos, Ele salva-nos e cura a nossa tristeza, desânimo, falta de esperança. As Escrituras dão fé e visão espiritual. Que o nosso coração possa estar cheio da presença amorosa do Ressurrecto, a arder com a sua poderosa mensagem. "E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?" (Lucas 24:32).
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domingo, março 03, 2019
domingo, fevereiro 17, 2019
A cruz é a beleza do cristianismo
"A crucificação de Jesus Cristo, que reflecte em retrospectiva uma eterna glória e beleza por meio da ressurreição, é o eixo central do Cristianismo em torno do qual tudo gira. Assim, o cruciforme (a forma de uma cruz) é a forma eterna que reveste o Cristianismo com a sua misteriosa beleza. Por outras palavras, a cruz é a forma que torna belo o Cristianismo! A cruz é a beleza do Cristianismo porque é na cruz que encontramos o amor co-sofredor e o perdão cruento na sua forma mais bela."
In: ZAHND, Brian. A beleza salvará o mundo. Paio Pires: Editora Letras D'Ouro, 2014, p. 26.
In: ZAHND, Brian. A beleza salvará o mundo. Paio Pires: Editora Letras D'Ouro, 2014, p. 26.
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sábado, fevereiro 09, 2019
Take Me to the Alley
Take me to the alley
Take me to the afflicted ones
Take me to the lonely ones
That somehow lost their way
Let them hear me say
I am your friend
Come to my table
Rest here in my garden
You will have a pardon
By: Gregory Porter
Take me to the afflicted ones
Take me to the lonely ones
That somehow lost their way
Let them hear me say
I am your friend
Come to my table
Rest here in my garden
You will have a pardon
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segunda-feira, fevereiro 04, 2019
Fé incontaminada na graça de Deus
A primeira coisa que fizeram aos jovens judeus prisioneiros na Babilónia foi mudar-lhes o nome (Daniel 1). A mudança dos nomes era uma forma de arrancar destes jovens a identidade, as raízes e tudo aquilo que os ligava a Deus e à nação de Israel. João Calvino diz "que os seus nomes foram mudados - para que o rei pudesse apagar dos seus corações e mente a memória da sua própria nação, forçando-os a rejeitarem as suas origens." Eles traziam gravado no nome a influência de Jeová e cunharam-nos com nomes dos deuses Babilónicos. Se há coisa que o mundo caído procura fazer aos cristãos é roubar-lhes a identidade de filhos de Deus e impor-lhes o pensamento da época.
Daniel decidiu no seu coração não se contaminar com as comidas do rei (1:8). Os judeus não estavam proibidos de comer carne e de beber vinho, mas aquela comida babilónica tinha sido oferecida aos ídolos. O problema não estava na comida em si, porque “Todas as coisas são puras para os puros” (Tito 1:15), mas naquilo que representavam aqueles manjares babilónicos. Não há consenso entre os ídolos e Deus. Quando andamos saciados com a comida celestial não queremos comer as iguarias do inferno.
“Deu Deus a Daniel graça e misericórdia" (v.9). Daniel podia morrer por rejeitar a comida do rei, mas a sua esperança estava na graça e misericórdia do Rei dos reis. Precisamos tanto da graça e da misericórdia de Deus! A graça divina não é um prémio por bom comportamento, mas a Bíblia ensina-nos que quanto mais obedecemos a Deus, mais Ele acrescenta a Sua graça e bênção à nossa vida! Foi assim com Noé, Abraão, Jacó, José, David, Raabe, com Daniel e com muitos outros.
Daniel e os seus amigos viveram num ambiente hostil e mau, mas mesmo ali, não se contaminaram espiritualmente e não permitiram que coisas de fora mudassem a fé que estava nos seus corações. Daniel não se queixou, não ficou revoltado e nem ficou agarrado às injustiças da Babilónia, Daniel permaneceu firmado na graça de Deus e foi um exemplo de fé para todos. Ainda hoje se fala da fé incontaminada de Daniel.
Daniel decidiu no seu coração não se contaminar com as comidas do rei (1:8). Os judeus não estavam proibidos de comer carne e de beber vinho, mas aquela comida babilónica tinha sido oferecida aos ídolos. O problema não estava na comida em si, porque “Todas as coisas são puras para os puros” (Tito 1:15), mas naquilo que representavam aqueles manjares babilónicos. Não há consenso entre os ídolos e Deus. Quando andamos saciados com a comida celestial não queremos comer as iguarias do inferno.
“Deu Deus a Daniel graça e misericórdia" (v.9). Daniel podia morrer por rejeitar a comida do rei, mas a sua esperança estava na graça e misericórdia do Rei dos reis. Precisamos tanto da graça e da misericórdia de Deus! A graça divina não é um prémio por bom comportamento, mas a Bíblia ensina-nos que quanto mais obedecemos a Deus, mais Ele acrescenta a Sua graça e bênção à nossa vida! Foi assim com Noé, Abraão, Jacó, José, David, Raabe, com Daniel e com muitos outros.
Daniel e os seus amigos viveram num ambiente hostil e mau, mas mesmo ali, não se contaminaram espiritualmente e não permitiram que coisas de fora mudassem a fé que estava nos seus corações. Daniel não se queixou, não ficou revoltado e nem ficou agarrado às injustiças da Babilónia, Daniel permaneceu firmado na graça de Deus e foi um exemplo de fé para todos. Ainda hoje se fala da fé incontaminada de Daniel.
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segunda-feira, dezembro 31, 2018
Tudo de facto pode mudar
Nada muda pelo simples facto da mudança da folha do calendário, mas com Deus, tudo de facto pode mudar.
#FelizAnoNovo
#FelizAnoNovo
sábado, dezembro 22, 2018
Sim, eu celebro o Natal!
"Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lucas 2:14)
É muito provável que a data do nascimento de Jesus não tenha sido precisamente no dia 25 de Dezembro. Mas como a Bíblia não refere a data em concreto, não me interessam essas discussões. Celebro o Natal, não tanto pelo data do aniversário, mas para celebrar a encarnação do Filho de Deus. O mais importante do Natal é o mundo saber que Deus se fez carne um dia para que pudesse morrer e salvar mulheres e homens pecadores. Como eu. O objectivo do Natal é dar glória a Deus e trazer a paz aos corações atribulados das pessoas de hoje. Como não celebrar o Natal do meu querido redentor?
Desejo a todos um Natal Feliz com Jesus!
É muito provável que a data do nascimento de Jesus não tenha sido precisamente no dia 25 de Dezembro. Mas como a Bíblia não refere a data em concreto, não me interessam essas discussões. Celebro o Natal, não tanto pelo data do aniversário, mas para celebrar a encarnação do Filho de Deus. O mais importante do Natal é o mundo saber que Deus se fez carne um dia para que pudesse morrer e salvar mulheres e homens pecadores. Como eu. O objectivo do Natal é dar glória a Deus e trazer a paz aos corações atribulados das pessoas de hoje. Como não celebrar o Natal do meu querido redentor?
Desejo a todos um Natal Feliz com Jesus!
domingo, dezembro 16, 2018
Deus decidiu comunicar a sua luz, vida e amor connosco
"Não nos enganemos: para que Deus seja quem é, ele não precisa do mundo. Ele tem vida perfeita em si mesmo e de si mesmo: a sua luz, vida e amor circulam eternamente no Pai, Filho e Espírito e entre um e outro. Contudo, na sua liberdade, Deus decidiu não guardar para si a sua luz, a sua vida e o seu amor, mas compartilhá-los com o que não é Deus: a criação e a criatura humana de modo especial."
In: VANHOOZER, Kevin. Encenando o Drama da Doutrina. Editora Vida Nova, 2016, p. 96 [PT].
In: VANHOOZER, Kevin. Encenando o Drama da Doutrina. Editora Vida Nova, 2016, p. 96 [PT].
terça-feira, novembro 27, 2018
Oração e acção
Terminei este Domingo a série de 8 mensagens em Colossenses que apelidei de “Tudo foi criado por Jesus e para Jesus” (Cl 1:16). Paulo fecha esta Carta ligando a oração à acção cristã.
As nossas orações devem ser perseverantes, vigilantes, gratas e recíprocas. Respirar enquanto se ora e orar enquanto se respira. A oração dirigida a Deus fomenta a gratidão e um coração grato ora com prazer. Oramos pelos outros e contamos que outros orem por nós.
Portar-se com sabedoria é aproveitar as oportunidades e definir prioridades. Saber viver bem é gerir bem a agenda e as palavras. Mais do que ganhar uma discussão ou provar que temos razão, falemos com temperança, que é sempre o melhor tempero das palavras.
No final desta preciosa carta, Paulo lista 10 pessoas que foram seus cooperadores. A obra de Deus faz-se com pessoas e Paulo sabia trabalhar em equipa. Destaca Tíquico, o servo fiel do Senhor, Onésimo o escravo que fugiu para ficar livre e, por causa da causa de Cristo, foi preso com Paulo, Aristarco e muitos outros. Realça Epafras, Marcos, Ninfa e Lucas, o médico amado, que permaneceu fielmente ao lado de Paulo até ao fim (2Tm 4:11). Ainda há tempo para encorajar Arquipo, o líder cansado, que está prestes a desanimar mas que deve cumprir o seu ministério.
A carta termina como começou: com a graça de Deus. A vida espiritual começa com a graça de Deus e vive-se na graça. Que a mensagem da graça divina continue a ecoar bem alto neste desgraçado mundo.
As nossas orações devem ser perseverantes, vigilantes, gratas e recíprocas. Respirar enquanto se ora e orar enquanto se respira. A oração dirigida a Deus fomenta a gratidão e um coração grato ora com prazer. Oramos pelos outros e contamos que outros orem por nós.
Portar-se com sabedoria é aproveitar as oportunidades e definir prioridades. Saber viver bem é gerir bem a agenda e as palavras. Mais do que ganhar uma discussão ou provar que temos razão, falemos com temperança, que é sempre o melhor tempero das palavras.
No final desta preciosa carta, Paulo lista 10 pessoas que foram seus cooperadores. A obra de Deus faz-se com pessoas e Paulo sabia trabalhar em equipa. Destaca Tíquico, o servo fiel do Senhor, Onésimo o escravo que fugiu para ficar livre e, por causa da causa de Cristo, foi preso com Paulo, Aristarco e muitos outros. Realça Epafras, Marcos, Ninfa e Lucas, o médico amado, que permaneceu fielmente ao lado de Paulo até ao fim (2Tm 4:11). Ainda há tempo para encorajar Arquipo, o líder cansado, que está prestes a desanimar mas que deve cumprir o seu ministério.
A carta termina como começou: com a graça de Deus. A vida espiritual começa com a graça de Deus e vive-se na graça. Que a mensagem da graça divina continue a ecoar bem alto neste desgraçado mundo.
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quinta-feira, novembro 22, 2018
A gratidão agrada a Deus

"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco."
(1 Tessalonicenses 5:18)
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domingo, novembro 11, 2018
Todos precisam da graça de Deus
"Ninguém é tão bom que não precise da graça de Deus, nem tão mau que não a possa receber."
Timothy Keller
Timothy Keller
quinta-feira, outubro 25, 2018
80 anos a Alumiar

A congregação cristã evangélica da qual tenho a honra de fazer parte, a Igreja Evangélica em Alumiara, está a comemorar 80 anos de existência em Canidelo, Vila Nova de Gaia. Somos um punhado de cristãos que se reúne há 80 anos, com a missão principal de glorificar e adorar a Deus, e proclamar a salvação que há no Senhor Jesus Cristo. Neste fim-de-semana, continuaremos a anunciar com alegria a graça de Deus e a dizer a quem nos quiser ouvir, que vale a pena desfrutar da comunhão com Jesus Cristo, todos os dias da nossa vida. Todos são bem-vindos.
"Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor." (1 Coríntios 1:9).
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terça-feira, outubro 02, 2018
Aprender a esperar mais em Deus

Sou de raça impaciente. Estou a aprender a esperar. O salmista aconselha-nos a descansar no Senhor e a esperar nele (Sl. 37:7). Deus está a trabalhar no seu tempo e com o nosso tempo. É melhor esperar mais na graça de Deus do que tentar mudar o que ainda não chegou o tempo de Deus mudar. Esperar na graça e com graça. A verdadeira obra de Deus não vai lá com a impulsividade e a pressa humana. Deus não precisa das nossas rápidas intenções e nem das nossas ideias prontas.
Não há mornidão na passividade de esperar em Deus, porque mornos são os intemperados e os estão cheios de si. Mornos são aqueles que pensam que são bons e os que pensam que fazem grandes coisas (Ap 3:15-19). O que nos aquece é saber que, sendo nós intrinsecamente maus, Deus é bom. Diz-se que esperar é uma virtude, mas a espera virtuosa é a que se aquieta em Deus e na sua gloriosa vontade. "Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão" (Isaías 40:31).
"Senhor, perdoa a minha impaciência e ajuda-me a esperar mais em Ti!"
sábado, agosto 18, 2018
Misericórdias de Deus novas em cada dia
"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim. Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele."
(Lamentações de Jeremias 3:22-24).
A misericórdia de Deus é plural. É muito bom saber que Deus não usa de misericórdia apenas uma só vez connosco, mas que as suas misericórdias são diárias e inesgotáveis. As misericórdias de Deus renovam-se a cada dia, porque todos os dias precisamos delas. Em cada dia Deus demonstra que nos ama, que cuida de nós e que está disponível para perdoar as nossas falhas quando as reconhecemos. Grande é o amor e a fidelidade do nosso Deus.
Talvez Lamentações de Jeremias seja um dos livros mais tristes na Bíblia, mas quando Jeremias meditou nas misericórdias do Senhor, a alegria e a esperança brilharam no seu coração. Também é assim connosco. Quando confiamos a cada dia nas misericórdias do Senhor, mais esperança inunda o nosso ser. As misericórdias de Deus renovam-se a cada manhã e elas são a causa de não termos sido destruídos ontem.
(Lamentações de Jeremias 3:22-24).
A misericórdia de Deus é plural. É muito bom saber que Deus não usa de misericórdia apenas uma só vez connosco, mas que as suas misericórdias são diárias e inesgotáveis. As misericórdias de Deus renovam-se a cada dia, porque todos os dias precisamos delas. Em cada dia Deus demonstra que nos ama, que cuida de nós e que está disponível para perdoar as nossas falhas quando as reconhecemos. Grande é o amor e a fidelidade do nosso Deus.
Talvez Lamentações de Jeremias seja um dos livros mais tristes na Bíblia, mas quando Jeremias meditou nas misericórdias do Senhor, a alegria e a esperança brilharam no seu coração. Também é assim connosco. Quando confiamos a cada dia nas misericórdias do Senhor, mais esperança inunda o nosso ser. As misericórdias de Deus renovam-se a cada manhã e elas são a causa de não termos sido destruídos ontem.
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domingo, julho 15, 2018
sábado, julho 14, 2018
Graça luminosa
Hoje fui ao cinema com a minha Raquel. Fomos ver o filme “First Reformed” (em português “No Coração da Escuridão”), realizado por Paul Schrader. Ethan Hawke é o Reverendo Toller, que pastoreia uma pequena igreja que está prestes a celebrar o seu 250º aniversário.
O Reverendo Toller vive atormentado com a culpa por ter incentivado o filho a alistar-se na guerra do Iraque. O filho morreu a combater e a mulher abandonou-o. Para piorar o quadro, Toller descobre que tem uma doença grave. Temos definitivamente um drama. Mas não um drama qualquer, um drama dos bons.
O ritmo do filme é deliciosamente lento (nestes tempos agitados precisamos escutar melhor a narração grave do diário do Reverendo). A paleta é quase monocromática. Bons enquadramentos, grandes planos, fotografia e som exemplares.
Defende-se o ambientalismo, mas o filme é mais do que um panfleto da GreenPeace. É a fé (e a fé falsa) que está omnipresente. Sobressaem as ligações podres de uma mega-igreja com os interesses políticos, económicos e financeiros. O mega-pastor da mega-igreja “gere” o pobre pastor que quase perdeu a esperança e a pequena igreja centenária moribunda.
Sem querer ser spoiler, o fim tona-se denso e, embora não seja muito inesperado, achei-o luminoso. A pior das trevas é sempre a interior. A graça e o amor brilham mais fortes na mais espessa das trevas do coração. Quando um homem reencontra a fé e a esperança, ganha a vida.
O Reverendo Toller vive atormentado com a culpa por ter incentivado o filho a alistar-se na guerra do Iraque. O filho morreu a combater e a mulher abandonou-o. Para piorar o quadro, Toller descobre que tem uma doença grave. Temos definitivamente um drama. Mas não um drama qualquer, um drama dos bons.
O ritmo do filme é deliciosamente lento (nestes tempos agitados precisamos escutar melhor a narração grave do diário do Reverendo). A paleta é quase monocromática. Bons enquadramentos, grandes planos, fotografia e som exemplares.
Defende-se o ambientalismo, mas o filme é mais do que um panfleto da GreenPeace. É a fé (e a fé falsa) que está omnipresente. Sobressaem as ligações podres de uma mega-igreja com os interesses políticos, económicos e financeiros. O mega-pastor da mega-igreja “gere” o pobre pastor que quase perdeu a esperança e a pequena igreja centenária moribunda.
Sem querer ser spoiler, o fim tona-se denso e, embora não seja muito inesperado, achei-o luminoso. A pior das trevas é sempre a interior. A graça e o amor brilham mais fortes na mais espessa das trevas do coração. Quando um homem reencontra a fé e a esperança, ganha a vida.
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domingo, julho 08, 2018
Calvinismo e Arminianismo harmonizados
"O que parece ser um problema impossível de ser resolvido no plano da história - como harmonizar a soberania divina com a liberdade humana - é resolvido na eternidade pela livre autodeterminação do Filho ao aceitar a vontade soberana do Pai. Em outras palavras, na aliança da redenção, 'a maior liberdade e o acordo mais perfeito coincidem.' "
In: VANHOOZER, Kevin. Encenando o Drama da Doutrina. Editora Vida Nova, 2016, p. 111.
In: VANHOOZER, Kevin. Encenando o Drama da Doutrina. Editora Vida Nova, 2016, p. 111.
quinta-feira, julho 05, 2018
Amar é olhar na mesma direcção
Quando se ama tudo fica mais fácil. Um coração cheio de ódio dificulta a vida, separa, ergue barreiras, quebra pontes. Quando não se ama não se tem interesse em ouvir ou resolver as conflitualidades inerentes a todo o relacionamento humano. Quem ama perdoa. Quem ama gosta de estar junto da pessoa amada. O amor não foge e nem se esconde. O amor genuíno é para caminhar assumidamente abraçado. Quem ama respeita as diferenças, porque amar não é ser igual, mas é olhar na mesma direcção. Quem ama caminha junto. O amor é um milagre que une corações.
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