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segunda-feira, janeiro 05, 2026

A verdadeira libertação


"E ouviu Deus o seu gemido e lembrou-se Deus do seu concerto com Abraão, com Isaque e com Jacó; e atentou Deus para os filhos de Israel e conheceu-os Deus." - Êxodo 2:24-25. 

O capítulo dois de Êxodo percorre cerca de oitenta anos num fôlego rápido. Moisés nasceu numa época em que o Faraó do Egipto ordenou a morte de todos os bebés hebreus do sexo masculino. A sua mãe Joquebede escondeu-o durante três meses, mas não podendo mais escondê-lo, colocou-o num cesto no rio Nilo. A filha de Faraó encontrou o menino e adoptou-o. Durante quarenta anos Moisés foi criado na casa de Faraó. A mão soberana do Senhor libertou Moisés da morte certa.

Um dia, ao ver um egípcio a maltratar um hebreu, Moisés matou esse egípcio e fugiu para Midiã. Ali, casou-se com Zípora, filha do sacerdote Jetro. Nas terras secas de Midiã, Moisés passou mais quarenta anos. Deus quer libertar-nos da força e vaidade do nosso ego. A formação do carácter de Moisés aconteceu num período de espera e sequidão.

Entretanto, Deus ouviu o gemido de Israel e chama Moisés, já com oitenta anos (Ex 7:7). O Moisés que foi preservado, transformado e chamado por Deus, vai agora libertar e conduzir o povo, rumo à terra prometida. Jesus é o nosso grande libertador e salvador. Ele também quer libertar a tua vida. "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres" (João 8:36). 

domingo, maio 18, 2025

É importante votar


A democracia não é um sistema perfeito, mas é o meio pelo qual a voz de uma pessoa se faz ouvir e pode fazer a diferença. Apelo ao voto. 

#Legislativas2025

quinta-feira, abril 24, 2025

Temendo e tremendo avança para Jesus

"Então, a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante de Jesus, e disse-lhe toda a verdade." - Marcos 5:33. 

Uma mulher tinha uma doença grave há mais de doze anos. Tinha gasto já todo o seu dinheiro com os médicos e era estigmatizada por todos. Num arrojo de fé e coragem, irrompeu por entre a multidão e tocou as vestes de Jesus. Foi instantaneamente curada. 

Jesus parou e perguntou: "Quem me tocou?" Os discípulos não entenderam a pergunta diante daquela multidão que se acotovelava com Ele. Mas Jesus sabia que tinha saído poder dele. Então, a mulher, temendo e tremendo, prostrou-se diante de Jesus e assumiu que tinha sido ela. Em vez de censurá-la, Jesus elogiou a fé daquela mulher: "Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada deste teu mal." 

Na verdade, não foram as vestes de Jesus que a curaram, foi a virtude de Jesus que possibilitou o milagre. A cura aconteceu na sequência de um acto de fé ousada. A fé não elimina o medo. Falta-nos esta fé que não se deixa tolher pelo medo e pelos obstáculos. A fé verdadeira avança em direcção a Jesus. A única fé que salva e liberta é aquela que é colocada em Jesus. O único Salvador. A verdadeira liberdade.

 

quinta-feira, abril 25, 2024

50 anos de democracia em Portugal


"A Democracia existe para o Povo, e não o Povo para a Democracia. Para esta são os partidos e não para eles a democracia. A política é para o serviço das pessoas e não estas para a política."

- Francisco Sá Carneiro


#50anos25abril #25deAbrilSempre

quarta-feira, abril 03, 2024

A Liberdade

Estamos a comemorar em Portugal os 50 anos da Revolução que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974, também chamada de Revolução dos cravos. A liberdade é uma coisa preciosa, a liberdade espiritual que podemos desfrutar através da fé em Cristo é ainda mais. 

O Apóstolo Paulo incentivou os crentes da região da Galácia a estarem “firmes na liberdade com que Cristo nos libertou!” (Gálatas 5:1-15). Esta liberdade é a libertação dos falsos ensinos especialmente dos que defendem que os rituais religiosos podem salvar. As religiões aprisionam as pessoas, Jesus Cristo liberta. Não dá para aceitar que o sacrifício de Jesus é a única coisa que nos salva e depois esforçar-se por ganhar a salvação com rituais. Só existe uma maneira de alguém ser salvo, é crer que Jesus Cristo é o único Salvador e Senhor.

"Cair da graça" (Gl 5:4) não significa perda da salvação. Essa expressão significa que quem confia que será salvo pelas obras religiosas está a recusar a graça de Deus. Ainda está separado de Cristo. Quando Deus salva alguém essa pessoa está salva eternamente. Paulo diz que não faz diferença para Deus estar circuncidado ou não (Gl 5:6), porque para Deus não importa se a pessoa é religiosa ou não é religiosa. O que importa é a fé colocada em Cristo. É necessário firmeza nessa fé. Mas não é por nos mantermos firmes na fé que iremos ser salvos, é por sermos salvos que vamos permanecer firmes na fé.

As doutrinas falsas têm grande impacto na vida das pessoas e nas igrejas. A má doutrina é pão estragado para a boca, a sã doutrina é bom alimento. Aqueles que ensinam que os cristãos precisam guardar alguma parte da lei de Moisés estão a ir contra o evangelho de Deus. A punição é certa para esses falsos mestres. Há uma grande responsabilidade para os que ensinam e pregam a Palavra de Deus. O púlpito não é um lugar sagrado, mas é um dos lugares onde o servo de Deus deve pregar a verdade e a liberdade que há no Evangelho.

A liberdade com que Cristo nos libertou não é para vivermos de qualquer maneira (Gl 5:13). Não podemos abusar da liberdade que Cristo nos dá. A liberdade cristã não é libertinagem. Que nenhum cristão pense que por ser salvo pela graça de Deus tem licença para pecar. Cuidado com a liberdade autónoma. “O que é a liberdade autónoma? É a liberdade em que o indivíduo é o centro do universo. Liberdade autónoma é a liberdade sem restrições”, esclarece Francis Shaeffer. 

A liberdade de Cristo implica fé, santidade, compromisso e serviço. A vida do cristão deve ser uma vida de serviço ao Senhor e aos outros. É a fé manifesta em actos amorosos. Devemos rejeitar o zelo religioso que negligencia o mais importante da fé - o amor. Se a minha forma de falar e viver não espelha o amor de Cristo então eu não estou a viver o verdadeiro cristianismo.

Alguns irmãos das igrejas da Galácia estavam a criticar a verdadeira doutrina e a dar ouvidos ao erro. Isso estava a destruir a vida espiritual uns dos outros e a enfraquecer as igrejas locais. Uma coisa é discordar pontualmente, outra coisa é discordar da verdade. Uma coisa é ser do contra, outra bem diferente e perversa é ser sempre do contra. Essa não é a vontade do Senhor.

Cristo libertou-nos das amarras dos rituais e das regras religiosas. Cristo libertou-nos da condenação eterna. Libertou-nos do poder de Satanás e do reino das trevas. Estamos libertos do poder do pecado, porque o nosso homem velho foi crucificado com Cristo. Cristo libertou-nos do egoísmo, da vida centrada em nós próprios e das coisas materiais. 

O convite libertador de Jesus continua a ecoar hoje: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres.” - João 8:36. A verdadeira liberdade está em Cristo. 

terça-feira, fevereiro 27, 2024

Filho de Sara ou de Agar?


Os judaizantes não davam tréguas às igrejas da Galácia. Como Cristo não lhes bastava, obrigavam os novos cristãos a guardarem os rituais judaicos. Paulo estava perplexo com os crentes da Galácia por estavam a dar ouvidos a esses enganadores. Ainda hoje, muitos tentam oprimir as pessoas com leis e rituais. Usam força, coacção emocional, material e espiritual. O servo de Deus deixa o Espírito Santo convencer as pessoas e lidera pelo amor, serviço e exemplo.

Para explicar a liberdade que temos em Cristo, Paulo vai usar uma alegoria (Gl 4:21-31). É uma alegoria, não por ser uma história fictícia, mas porque é uma narrativa verdadeira que simboliza algumas verdades espirituais muito práticas e esclarecedoras. 

Abraão teve dois filhos, um de uma escrava chamada Agar e outro da sua esposa chamada Sara, que era livre. Deus tinha prometido que Abraão seria pai de uma grande nação. Só que Sara era estéril e os dois já eram muito velhos. Numa espécie de tentativa para “ajudar Deus”, Sara disse a Abraão para se deitar com a escrava Agar. Ela engravidou e assim nasceu Ismael. Mais tarde, no tempo determinado por Deus, Sara também engravidou e nasceu Isaque, o filho prometido. 
 
A primeira ligação que Paulo faz entre Agar e Sara, é que elas representam duas Alianças. Agar simboliza a Antiga Aliança e Sara a Nova Aliança. Assim como Agar era escrava, a Antiga Aliança também estava presa a leis e rituais. A Nova Aliança, representada pela Sara livre, está ligada à liberdade de que podemos desfrutar através de Jesus Cristo. 
 
Os dois filhos também simbolizam aspectos muito importantes. O filho de Agar, Ismael, é o filho da carne. Nasceu de modo natural, de uma mulher escrava, de uma relação fora do casamento. É o resultado dos desejos egoístas e da precipitação carnal. Isaque, por outro lado, é o filho da promessa. Nasceu de uma mulher livre, segundo a vontade de Deus e de modo sobrenatural.
 
John MacArthur disse que “a concepção de Ismael representa a maneira do homem, o caminho da carne, já a de Isaque representa a maneira de Deus, o caminho da promessa. A primeira é semelhante ao caminho do auto-esforço religioso e à justiça das obras; a segunda é semelhante ao caminho da fé e à justiça imputada por Deus. Um é o caminho do legalismo, o outro o caminho da graça.”
 
A seguir, Paulo vai explicar que Agar simboliza também o Monte Sinai, que corresponde à cidade de Jerusalém. Isso era verdade por três razões. A primeira razão é porque a lei estava ligada ao Sinai, uma vez que foi dada por Deus nesse Monte, a Moisés e a Israel. A segunda razão, é porque em Jerusalém naqueles dias não existia liberdade total. Jerusalém estava cativa e amordaçada pelo império romano. A terceira razão, que é a pior escravidão de todas, estava relacionada com o fanatismo e o legalismo religioso dos judeus na "Cidade santa". Foi essa escravidão cega da religião que impediu que muitos Escribas, Sacerdotes, Fariseus e muitos judeus aceitassem o Messias Jesus, que veio para os salvar. 
 
Mas se Agar simboliza a Jerusalém terrena que está escravizada, Sara simboliza a Jerusalém livre, que é de cima, a Jerusalém celestial. A Jerusalém de cima, Paulo diz ser a nossa “cidade mãe” (Gl 4:26). Aqui “mãe” é uma metáfora para mostrar que a nossa verdadeira cidadania e segurança está no céu, com Deus. Entramos nessa Jerusalém celestial, não pela Lei, nem pelas boas obras ou rituais religiosos, mas somente pela graça e pelo sangue redentor de Jesus 
 
Paulo termina a alegoria dizendo que nós, os crentes em Jesus, "somos filhos da promessa, como Isaque” (v. 28). Ismael é o filho da carne, Isaque é o filho da fé. Isaque simboliza o novo pacto, a Aliança da graça, que tem origem em Deus e que trouxe a salvação e a libertação por Jesus Cristo. As pessoas que tentam conquistar Deus e a Sua salvação na força da carne, com boas obras e esforços humanos estão escravizados. A velha Aliança é a aliança das obras e baseia-se no esforço humano. A nova Aliança é a aliança da fé e fundamenta-se na obra exclusiva de Cristo e na graça de Deus. 
 
Se Agar simboliza o esforço humano que aprisiona a pessoa nos seus pecados e se Sara prenuncia a graça de Deus que oferece perdão e liberdade espiritual, fica a pergunta: És filho de Sara ou de Agar? 
Que possamos fazer nossas as palavras de Paulo aos Gálatas 4:31: “Sou filho, não da escrava, mas da livre!” Tudo isso acontece, não através de ritos religiosos, mas somente pela graça de Deus e pelos méritos de Jesus, quando cremos nele.

quinta-feira, fevereiro 08, 2024

Tu és Escravo ou Livre?

No início do Capítulo 4 de Gálatas Paulo apresenta um contraste entre a vida de escravo da Lei e a vida de um filho de Deus. Na verdade, é o grande contraste entre a Lei e a Graça. No mundo antigo, um herdeiro menor de idade só tinha direito à sua herança depois de atingir uma certa idade. Os pais encarregavam um tutor para instruir o filho e administrar a herança até ao tempo determinado pelo pai. Nesse sentido, o menino não era diferente dos escravos porque sendo livre, estava na mesma situação de um escravo, que não tinha direito legal a nenhum bem. 

Antes de Cristo, os judeus eram como meninos escravos do grande Tutor, a Lei mosaica. Estavam presos às letras dos “primeiros rudimentos do mundo”, que na verdade eram fracos e pobres, conforme Paulo explica no v. 9. Antes de conhecermos Cristo nós também éramos assim: prisioneiros do pecado, da religião, de nós próprios e daquilo que aprendemos.

Mas, na plenitude dos tempos, Jesus veio a este mundo. No tempo determinado por Deus, no tempo preciso da história humana, Deus enviou o seu Filho. O propósito da Sua vinda teve pelo menos quatro objectivos:

1º Redimir, salvar e libertar os prisioneiros da lei, da religião e do pecado.
2º Jesus também veio para nos adoptar como filhos. 
3º Para termos comunhão com O Deus triúno. 
4º Para deixarmos de ser escravos e sermos filhos e herdeiros de Deus. 

Quando nos arrependemos dos nossos pecados e recebemos Cristo como nosso Salvador, Deus envia o Espírito para termos comunhão com o Pai. Agora, já não somos escravos do pecado e da Religião, mas filhos de Deus. E se somos filhos de Deus, somos seus herdeiros. Escravo não tem herança, os filhos sim! Somos herdeiros da vida eterna, herdeiros do Reino, herdeiros das bênçãos do Senhor.

A grande pergunta: És escravo ou és livre? Um dos grandes problemas do ser humano é não saber o que é. Só há uma Pessoa que te pode tornar livre, é Jesus! “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres.” - João 8:36. Ligada à essa pergunta, outra: Se tu dizes que és livre porque é que vives como escravo?” Escravo das modas, escravo das opiniões, escravo dos vícios, escravo da ira, escravo da falta de perdão, escravo do pecado? Somos chamados a viver não na libertinagem do vale-tudo, mas na liberdade com que Cristo nos libertou.

Alguns crentes têm mente e comportamento de escravo. Oram pouco, lêem a Bíblia com superficialidade. Não têm compromisso com a Igreja. Faltam aos cultos. Não falam de Jesus. Mas se não temos verdadeira comunhão com o Pai e uns com os outros, estamos a ser maus filhos. Arrependamo-nos desses pecados! Afinal de contas, tu és e vives como um escravo ou como livre?

domingo, janeiro 20, 2019

Deus é livre

"Deus é livre. Eu sou livre. Deus é mais livre que eu. Se a minha liberdade colidir com a liberdade de Deus, eu perco. A Sua liberdade restringe a minha; a minha liberdade não restringe a Dele."

R. C. Sproul

domingo, julho 08, 2018

Calvinismo e Arminianismo harmonizados

"O que parece ser um problema impossível de ser resolvido no plano da história - como harmonizar a soberania divina com a liberdade humana - é resolvido na eternidade pela livre autodeterminação do Filho ao aceitar a vontade soberana do Pai. Em outras palavras, na aliança da redenção, 'a maior liberdade e o acordo mais perfeito coincidem.' "

In: VANHOOZER, Kevin. Encenando o Drama da Doutrina. Editora Vida Nova, 2016, p. 111.

quarta-feira, abril 25, 2018

25 de Abril

Na madrugada ouviu-se um canto
Uma criança que sonhava
Ser grande sem combater.

Correr solta nos campos
Campos de flores primaveris
Das papoilas e dos cravos

Grito de gaivota do mar
Soprado pelo vento livre
Somos livres para sonhar.

Jorge Oliveira

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Jerusalém é a Capital do mundo

Parece-me muito claro que um líder de uma nação tem toda a legitimidade para colocar a sua embaixada na cidade de um outro país que muito bem entender. Além disso, quando a decisão foi devidamente conhecida, anunciada e divulgada em campanha eleitoral e está devidamente ratificada pelo Congresso do seu país, ainda mais justificada está. Esta repentina indignação mundial deveria estar direcionada, não para a decisão de Donald Trump colocar a sua embaixada em Jerusalém, mas para a ameaça anunciada de uma nova intifada por parte do Hamas. A arma dos fracos é sempre a violência, o terrorismo e a guerra. São essas atitudes que devem merecer a condenação mundial.

Por outro lado, ninguém pode impedir as convulsões que estão por vir por causa de Jerusalém. Mais do que uma questão política, Jerusalém é matéria religiosa. Como bem lembra o meu amigo Normando, poderá ter começado o cumprimento profético de Zacarias 12:2, 3: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor... Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."

quinta-feira, agosto 03, 2017

Liberdade para não fazer tudo

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." (1 Coríntios 10:23).

Ao contrário do que muitos imaginam, os cristãos são livres para fazer todas as coisas. A liberdade é ar que o cristão respira. Por outro lado, sabendo o cristão que pode fazer todas as coisas, ele tem consciência que não deve dar lugar na sua vida a todas as coisas. Porquê? Porque nem tudo serve para glorificar a Deus e nem tudo vai abençoar a sua vida e a vida das outras pessoas à sua volta.

O problema não está propriamente nas coisas em si, mas nas consequências que elas provocam. E é certo que todas as coisas e todos os relacionamentos produzem consequências - boas ou más. Sabemos aquilo que nos convém através da Palavra de Deus, pela orientação do Espírito Santo, através de outros irmãos mais maduros na fé, algumas vezes, através das circunstâncias. A sabedoria está em escolher as coisas que nos ajudam a ficar mais firmes na graça de Deus e a rejeitar tudo aquilo que nos escravize, domine ou enfraqueça espiritualmente. Paulo já tinha referido anteriormente nesta carta, "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma" (1 Co 6:12).

domingo, julho 30, 2017

Coisas boas podem impedir as melhores

"Muitas vezes, coisas boas podem impedir que se alcancem as melhores. A plenitude da liberdade pode impedir a plenitude do amor. Seguir os nossos próprios caminhos pode impedir que outros conheçam o Caminho. As almas são ganhas por aqueles que estão preparados para serem usados quando o Espírito decide usá-los."

John MacArthur

sexta-feira, dezembro 09, 2016

Liberdade acorrentada

Na louca sugestão serpentina, pensamos ser mais livres e felizes se fizermos tudo o que nos apetece fazer. Não é preciso passar muito tempo, para descobrirmos que a liberdade desenfreada que procurávamos ter, é aquilo que mais escraviza o nosso ser. Certo dia, A verdadeira liberdade deixou-se acorrentar. Queria mostrar ao mundo, que o mundo não é livre se não for por ela capturado. "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres" (Evangelho segundo João 8:36).