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quarta-feira, maio 15, 2019

O jejum de bife e vinho não salva ninguém


"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie"
(Efésios 2:8,9).

Um destes dias, apareceu-me um adventista do sétimo dia a justificar a sua fé com a sua "santa" dieta vegetariana, com o seu jejum de bebidas alcoólicas, com o cumprimento da lei sabática e outras questões acessórias. De Jesus pouco ou nada falou. Fazer depender a nossa salvação de um suculento bife ou de um copo de vinho é ultrajante para a fé cristã e para o bife e vinho, se forem bons.

Somos salvos somente pela graça de Deus, por meio da fé na obra de Cristo na cruz. Juntar obras humanas à nossa salvação é insultar a Obra divina. Se a salvação estivesse condicionada ao nosso bom comportamento reprovávamos todos no teste divino. A salvação eterna não depende das roupas, comidas, bebidas, sacrifícios, nem de bondade ou obras meritórias que façamos. A salvação é só pela graça divina. Graça de nos amar ao ponto de nos alcançar. A glória pertence a Deus e à Sua Obra. O jejum de bife e vinho nunca salvou ninguém.

terça-feira, março 20, 2018

Aos pés do Noivo

O sermão deste Domingo foi no terceiro capítulo de Rute. É uma estranha história de amor. Noemi mandou a sua nora viúva lavar-se, perfumar-se, vestir-se bem e ir aquecer os pés do seu noivo: Boaz. Rute obedeceu. Estava bela por dentro e por fora. Ouviu e seguiu o conselho da sua sogra e foi ao encontro de Boaz. A voz de Deus faz-se ouvir muitas vezes nos conselhos das pessoas mais velhas e experientes.

Mais do que desejar um marido, Rute queria um lar. O casamento é importante, mas lembremo-nos que a felicidade não está no casamento. A felicidade está em Deus e na comunhão com Ele. Rute já se tinha abrigado debaixo das asas de Javé (2:12) e agora ia abrigar-se debaixo das asas de Boaz (3:9). A metáfora ilustra bem como deve ser o nosso relacionamento com Cristo: entrega, submissão, amor e comunhão.

É verdade que Boaz apanhou um grande susto quando sentiu Rute enrolada aos seus pés, mas como era um cavalheiro, respeitou-a. Mesmo estando bem comido e bebido, Boaz não foi grosseiro, nem agressivo e nem se aproveitou fisicamente de Rute. Como bom cavalheiro que era, prometeu casar com ela e ainda lhe encheu generosamente a capa com quilos de cereais. Quem ama dá e dá-se.

Assim como o noivo Boaz amou e resgatou Rute, Cristo ama e resgata a sua noiva, a igreja. Casar dentro da vontade do Senhor é uma grande bênção, mas casar com Cristo é o grande descanso para a alma. Aprendamos com Rute (e com Maria) e descansemos aos pés do Noivo Jesus. É o melhor lugar.

terça-feira, março 13, 2018

Somos todos caloteiros

Já não é primeira vez que recebo emails que não era suposto receber. Dir-me-ão que isso é comum, que todos os recebem. Sei que sim, mas não é de SPAM que estou a falar. Falo daqueles emails que sendo sérios, por algum equívoco, entram na nossa caixa de correio electrónico. Hoje recebi um a dizer-me para pagar as quotas de condomínio referente ao ano de 2017. Estamos em Março e uma pessoa, porventura com um endereço de email parecido com o meu, ainda não pagou o que deve. Talvez se tenha esquecido, ou está desempregado, ou em conflito com o Condomínio. Não sei. Sei que se cada pessoa pagasse as suas dívidas o mundo era melhor. Escrevi à pessoa que se enganou no email, que me pediu desculpa pelo lapso de acusar-me de ter uma dívida que não era minha.

Mas há dívidas que pensamos não ter, quando na verdade as temos. Além disso, mesmo que quiséssemos pagar estas dívidas não podíamos. São os nossos pecados. Nenhum bem deste mundo pode saldar a dívida concernente aos nossos pecados. Espiritualmente falando somos todos caloteiros. A única coisa que salda o nosso pecado é a morte. Jesus pagou essa nossa dívida na cruz. Cristo morreu por nós e pelos nossos pecados. Estávamos falidos espiritualmente, mas agora, pela fé em Cristo, podemos ficar ricos. Ricamente perdoados.

"Deus prova o seu amor para connosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." Romanos 5:8.

domingo, fevereiro 04, 2018

Dentro e fora do campo

"Do mesmo modo que a união faz a força, a discórdia leva a uma rápida derrota."

Esopo (escritor grego séc. VI a.C.)

sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Lembras-te do frasco de maionese e do café?

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Depois, perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos disseram que sim.

O professor tomou então uma caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco. Os fósforos preencheram os espaços vazios por entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio e eles voltaram a responder que sim.

A seguir, o professor pegou uma caixa de areia e verteu a areia para dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um sim retumbante.

O professor em seguida adicionou o café de duas chávenas ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se muito nesta ocasião.

Quando os risos terminaram, o professor comentou:
- Quero que percebam que este frasco é a vida! As bolas de golfe são os aspectos fundamentais da vida: Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, as coisas que te apaixonam. São coisas que mesmo que perdesses tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, são as pequenas coisas. Se colocarmos primeiro a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia.

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café? O professor sorriu e respondeu:
- Ainda bem que perguntas! Isso é para mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo. Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e do café.


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Esta história não é nova. Na verdade, colei-a aqui precisamente neste CANTO há 13 anos (sim, este blogue é dos velhos). Mas fez-me bem relê-la. O frasco da maionese fazia sentido no passado e continua a fazer sentido agora. Vale a pena viver com o frasco bem cheio. Vai um café?

sexta-feira, junho 02, 2017

Espuma de barbear no cabelo

Quando usas logo pela manhã creme de barbear no cabelo, em vez da espuma, ou não dormiste tudo, ou então estás mesmo a precisar de férias.

quinta-feira, agosto 25, 2016

O burkini é capaz de me ficar bem


Tendo em conta a protuberância do meu ventre, sou capaz de ficar menos ridículo na praia de burkini, do que se usar só calções. Haja sensatez!

quinta-feira, junho 16, 2016

Tento nos contentos

Algumas frases motivacionais para colocar em belos quadros no Facebook, Instagram, Google+ ou até mesmo no Twitter:

Por cair uma lágrima não acabam as tristezas.

A vitória nos matrecos ontem não garante o Euromilhões amanhã.

Pato não empata a pata.

A chuva da noite não impede nevoeiros matinais.

Mais vale um Angry Bird no ar do que dois porcos a voar.

Tento nos contentos e pouco contento nos tentos.


PS - Podem citar-me desde que citem o tipo de letra.

quarta-feira, maio 25, 2016

Subsídios para escolas públicas

A Jéssica idealizou uma réplica das 95 Teses de Martinho Lutero para participar numa exposição da sua escola. Os mais puristas argumentarão que as teses originais não seriam em formato livresco, mas mais importante que a forma das ditas, é tornar conhecida a fé reformista protestante nas Escolas. Públicas e privadas.

sexta-feira, maio 20, 2016

Vaca que voa (e chora)

É relativamente simples colocar uma vaca a voar, complicado mesmo é cortar as asas à taxa de desemprego e ao Défice em Portugal.

#Complicadex

quinta-feira, maio 05, 2016

Letras partidas

Disseram-me um destes dias que escrevo bem. Discordei a rir-me. Se me dissessem que escrevo mal provavelmente também me ria. Sei bem que juntar palavras – entrelaçamento que muito gosto – não é a mesma coisa que escrever bem. Partir pedras (para tirar uma selfie) não equivale a esculpir uma bela estátua. As letras dispersas no chão disseram-me para não desistir delas, um dia voltarão vitoriosas numa manhã de nevoeiro para salvar a minha escrita. Eu, ainda me estou a rir.

sexta-feira, janeiro 22, 2016

Voto Marcelo!

Pela parte que me toca, até porque não tenho muito tempo para isto, espero que Marcelo Rebelo de Sousa ganhe à primeira volta nas eleições presidenciais no próximo Domingo.

quarta-feira, dezembro 30, 2015

A grande caminhada anual

Hoje realizei a primeira “grande” caminhada do ano e perdi 277 Kcal! Paulo Portas foi-se embora com a minha constipação. O Sporting é só ganhar (somos mais NOS que os outros). Hoje vou fazer umas deliciosas "Francesinhas à la JO" para ilustres amigos. A minha mulher já tem cacete para fazer rabanadas quentinhas amanhã. Podem todos dizer-me o contrário, mas por mim o novo ano promete coisas maravilhosas. Vão para dentro que está chuva e frio (finalmente!) e desejo aos dois ou três (vá lá, quatro) teimosos leitores deste vosso CANTO, um ano novo muito abençoado cheio de bons sonhos (e farturas).

quarta-feira, novembro 25, 2015

Dificuldade em ver o seu perfil

Enquanto subíamos no elevador, a jovem agarrada ao telemóvel, ligado no sítio da letrinha " f " branca sobre a característica barra superior azul, dizia para a amiga: "ela é mesmo viciada no Facebook, passa o dia naquilo".

sexta-feira, novembro 06, 2015

O nariz comprido e o telefone velho

Um telefone velho arrumado já há muito tempo no topo de uma prateleira. As prateleiras de arrumação servem para arrumar coisas que pensamos que vamos usar. A verdade é que raramente as usaremos. Quanto mais prateleiras temos, mais velharias vamos entulhando. Enquanto me esticava para guardar uma saca pesada com cabos (que dificilmente irei usar), arrastei o malvado do telefone e ele caiu-me em cheio no nariz. A dor e o sangue. O pescoço torcido. Curar os estragos, aliviar pesos e seguir viagem.

Moral da estória:
"Nunca metas o nariz onde não fores chamado por um telefone velho."

domingo, agosto 23, 2015

Bela posta

Que bela posta dava este fim-de-semana futebolístico, mas não me apetece porque já jantei.

sexta-feira, maio 01, 2015

Desenho de uma língua

Estás a preparar um estudo bíblico sobre os importantes atributos divinos e a maneira como eles intervêm na nossa vida e de repente és interrompido pela esposa para fazeres imediatamente um desenho de uma boca com uma língua de fora, para a festa de aniversário da filha mais nova. A vida de um pregador protestante casado (dos Irmãos) basicamente é isto.

Sim, fiz o desenho da língua e a minha mulher deu-me um beijo.

quinta-feira, abril 23, 2015

Mil razões para ler livros

Um dia destes encontrei um pequeno livro de C. S. Lewis numa prateleira esquecida da histórica livraria da Porto Editora. Comprei-o logo. Em "A experiência de ler" Lewis discorre, com o brilhantismo que o caracteriza, do intrincado processo de escrita/leitura de um livro. Haverá realmente boa literatura? O que distingue um bom livro de um mau livro? É a capa? A história? A popularidade? O final? Lewis defende que o gosto pela leitura é, para os verdadeiros amantes de literatura, um fim em si mesmo e não um meio para qualquer outra coisa. A experiência de ler, com tudo o que isso abarca e envolve é o objectivo.

"A boa escrita incomoda sempre o leitor iliterato", diz Lewis. Mais importante que ler é saber ler-se. Quem chegou até aqui por causa do título deste post desengane-se. Não existem mil razões para ler livros precisamente porque os livros estimulam muito mais que mil neurónios por cada frase. Alguns dizem que o digital vai acabar por matar os livros no formato papel. Parece-me que os livros só acabam para quem nunca os lê. E isso, nota-se nos neurónios e em muitas outras coisas.

"O homem que se contenta com ser apenas ele próprio, e por conseguinte em ser menos vive numa prisão. Para mim, os meus olhos não são suficientes, quero ver através dos olhos de outras pessoas. A realidade, ainda que vista através dos olhos de muitos não é suficiente." C. S. Lewis.

Sim, há livros que são mais que palavras. Há palavras que são vida. Tenham um excelente dia.

quinta-feira, abril 16, 2015

Sim, Nespresso!

Não sei se alguém da Nespresso leu a minha nota de desagrado expressada aqui, mas ontem telefonou-me um gentil senhor da parte dessa empresa. Depois de analisarem a trapalhada que envolveu o arranjo da minha máquina de café, pediram-me desculpas. Num gesto simbólico, resolveram presentear-me com 2 chávenas Nespresso, uma pequena caixa de chocolates e o pedido para reatar a minha confiança na marca. O reconhecimento das faltas (quem as não tem?) é sempre a atitude mais sensata e se acompanhado de uma xícara com um bom café, ainda melhor. Para que se saiba que este blogue também é grato, fica aqui registado o agradecimento à Nespresso. Por estas e (mais) por outras, continuo a acreditar que vale a pena ser protestante. Vai um Arpeggio?

terça-feira, janeiro 20, 2015

Os bons protestantes são como os coelhos

Não é só em questões espirituais que os protestantes estão distanciados do discurso católico. Ao contrário do bom católico, o bom protestante procura ser parecido com os coelhos. O salto que se impõe não é para a modernidade, nem retórico, é mesmo físico. E não pedimos desculpa por isso.