domingo, janeiro 13, 2019

A versatilidade sobrenatural do evangelho

"O evangelho tem a versatilidade sobrenatural para tratar das esperanças, dos temores e dos ídolos de cada cultura e de cada pessoa em particular."

In: KELLER, Timothy. Igreja Centrada. São Paulo: Editora Vida Nova, 2014, p. 54.

quinta-feira, janeiro 10, 2019

Influenciadores em Terra Estranha

Nos últimos 7 anos preguei de forma expositiva na minha congregação 7 livros da Bíblia. Este ano começamos com o profeta Daniel. O livro de Daniel é deveras extraordinário. É ao mesmo tempo histórico e profético, simples e misterioso, doutrinário e escatológico.

A temática central pode ser resumida numa sentença: “O Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens” (4:17; 2:21; 4:25,32; 5:21). Temos dificuldade em reconhecer que Deus é Deus na nossa história, mas Deus continua a ser O Senhor soberano. Como nos dias de Daniel, Deus tem o domínio total sobre tudo e todos, em toda a terra.

Daniel começa com o relato do cativeiro babilónico, que aconteceu por causa da divisão, desobediência e idolatria israelita. Se nós nos desviarmos do Senhor e da Sua vontade, Ele também vai tratar connosco e sofreremos igualmente muitas tristezas e dissabores.

O rei Nabucodonosor ordenou que fossem arrancados de Jerusalém os mais notáveis, inteligentes e bonitos jovens de linhagem real para o centro religioso da Babilónia. O objectivo era formatá-los à cultura e mentalidade dos caldeus e do império, para depois usá-los. A estratégia de satanás é desviar-nos das coisas de Deus, enchendo a nossa mente e coração com o pensamento dominante deste mundo.

Em vez de serem influenciados pela Babilónia, Daniel e os seus amigos conseguiram, com a ajuda de Deus, influenciá-la. Em vez de nos queixarmos das pessoas e das circunstâncias más que nos rodeiam, façamos também a diferença positiva onde estamos.


“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
- Rm 12:2.

domingo, janeiro 06, 2019

Mundo novo

"O propósito da redenção não é ajudar indivíduos a fugir desse mundo. É a vinda do reino de Deus para renovar o mundo. O propósito de Deus não é somente salvar indivíduos, mas criar um novo mundo baseado na justiça, na paz e no amor, ao invés de poder, conflitos e egoísmo. Se Deus é tão dedicado ao ponto de sofrer e morrer, cristãos certamente deveriam também buscar uma sociedade baseada no amor e na paz de Deus."

Timothy Keller

segunda-feira, dezembro 31, 2018

Tudo de facto pode mudar

Nada muda pelo simples facto da mudança da folha do calendário, mas com Deus, tudo de facto pode mudar.

#FelizAnoNovo

sábado, dezembro 22, 2018

Sim, eu celebro o Natal!

"Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lucas 2:14)

É muito provável que a data do nascimento de Jesus não tenha sido precisamente no dia 25 de Dezembro. Mas como a Bíblia não refere a data em concreto, não me interessam essas discussões. Celebro o Natal, não tanto pelo data do aniversário, mas para celebrar a encarnação do Filho de Deus. O mais importante do Natal é o mundo saber que Deus se fez carne um dia para que pudesse morrer e salvar mulheres e homens pecadores. Como eu. O objectivo do Natal é dar glória a Deus e trazer a paz aos corações atribulados das pessoas de hoje. Como não celebrar o Natal do meu querido redentor?

Desejo a todos um Natal Feliz com Jesus!

domingo, dezembro 16, 2018

Deus decidiu comunicar a sua luz, vida e amor connosco

"Não nos enganemos: para que Deus seja quem é, ele não precisa do mundo. Ele tem vida perfeita em si mesmo e de si mesmo: a sua luz, vida e amor circulam eternamente no Pai, Filho e Espírito e entre um e outro. Contudo, na sua liberdade, Deus decidiu não guardar para si a sua luz, a sua vida e o seu amor, mas compartilhá-los com o que não é Deus: a criação e a criatura humana de modo especial."

In: VANHOOZER, Kevin. Encenando o Drama da Doutrina. Editora Vida Nova, 2016, p. 96 [PT].

domingo, dezembro 09, 2018

Deus é bom, nós não

Não reconhecer a malignidade humana é não conhecer-se.