Mostrar mensagens com a etiqueta Filosofia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filosofia. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, julho 31, 2018
Crescendo aprendendo
Nem sempre aprendemos quando crescemos, mas crescemos sempre quando aprendemos. Crescer bem é aprender a viver o bem.
Etiquetas:
Coelet,
Existencialismos,
Filosofia,
Gotículas
quinta-feira, junho 28, 2018
O riso divino
Não é preciso morrer para vislumbrar o sorriso de Deus. É preciso ver melhor. O diabo também se ri, mas o riso do diabo é como o gargalhar do louco que ri para não chorar. Já o sorriso divino sustenta e alimenta-nos a alma. Tonifica e consola o mais desalentado dos corações. Deus sabe rir - será sempre o último e o primeiro a rir-se. Quem sabe que Deus se ri também sorri. Ri-se de si próprio e com Deus.
Etiquetas:
Filosofia,
Rir faz bem,
Sementes,
Teologia
domingo, fevereiro 04, 2018
Dentro e fora do campo
"Do mesmo modo que a união faz a força, a discórdia leva a uma rápida derrota."
Esopo (escritor grego séc. VI a.C.)
Esopo (escritor grego séc. VI a.C.)
sexta-feira, fevereiro 02, 2018
Lembras-te do frasco de maionese e do café?
Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Depois, perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos disseram que sim.
O professor tomou então uma caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco. Os fósforos preencheram os espaços vazios por entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio e eles voltaram a responder que sim.
A seguir, o professor pegou uma caixa de areia e verteu a areia para dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um sim retumbante.
O professor em seguida adicionou o café de duas chávenas ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se muito nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou:
- Quero que percebam que este frasco é a vida! As bolas de golfe são os aspectos fundamentais da vida: Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, as coisas que te apaixonam. São coisas que mesmo que perdesses tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, são as pequenas coisas. Se colocarmos primeiro a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia.
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café? O professor sorriu e respondeu:
- Ainda bem que perguntas! Isso é para mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo. Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e do café.
---
Esta história não é nova. Na verdade, colei-a aqui precisamente neste CANTO há 13 anos (sim, este blogue é dos velhos). Mas fez-me bem relê-la. O frasco da maionese fazia sentido no passado e continua a fazer sentido agora. Vale a pena viver com o frasco bem cheio. Vai um café?
O professor tomou então uma caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco. Os fósforos preencheram os espaços vazios por entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio e eles voltaram a responder que sim.
A seguir, o professor pegou uma caixa de areia e verteu a areia para dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um sim retumbante.
O professor em seguida adicionou o café de duas chávenas ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se muito nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou:
- Quero que percebam que este frasco é a vida! As bolas de golfe são os aspectos fundamentais da vida: Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, as coisas que te apaixonam. São coisas que mesmo que perdesses tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, são as pequenas coisas. Se colocarmos primeiro a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia.
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café? O professor sorriu e respondeu:
- Ainda bem que perguntas! Isso é para mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo. Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e do café.
---
Esta história não é nova. Na verdade, colei-a aqui precisamente neste CANTO há 13 anos (sim, este blogue é dos velhos). Mas fez-me bem relê-la. O frasco da maionese fazia sentido no passado e continua a fazer sentido agora. Vale a pena viver com o frasco bem cheio. Vai um café?
Etiquetas:
Amigos,
Bom fim-de-semana,
Cantos,
Existencialismos,
Família,
Filosofia,
Humor,
Teologia
terça-feira, agosto 01, 2017
A realidade é além
Até os cépticos desconfiam que há mais realidade para além daquilo que se consegue enxergar com olhos humanos. Os cristãos têm a certeza que a única realidade que existe é essa.
Etiquetas:
Caminhantes,
Existencialismos,
Fés,
Filosofia,
Teologia
segunda-feira, março 06, 2017
A razão é uma questão de fé
"É inútil falar constantemente da alternativa entre a razão e a fé. A razão é ela própria uma questão de fé. É um acto de fé afirmar que os nossos pensamentos têm alguma relação com a realidade, por mínima que seja."
G. K. Chesterton
G. K. Chesterton
Etiquetas:
Citações,
Existencialismos,
Fés,
Filosofia,
Teologia
domingo, dezembro 11, 2016
Viver todos os dias o Evangelho
"Não há pior falácia do que aquela que considera o Evangelho de Jesus Cristo como algo sobre o que devemos pensar somente quando se está na igreja, ou passando certo período em meditação. Não. O Evangelho deve ser aplicado a todos os aspectos da nossa vida."
Martyn Lloyd-Jones
Martyn Lloyd-Jones
Etiquetas:
Citações,
Existencialismos,
Fés,
Filosofia,
Graça,
Protestantes
terça-feira, agosto 30, 2016
O pior dos medos
De todos os medos que há no mundo, talvez o pior seja o medo de se entregar incondicionalmente nas mãos de Deus. Tudo começa naquilo que o filósofo Kierkegaard apelidou de salto da fé, a passagem da ética e relativismo humano para o Absoluto divino. O medo de entregar o controlo da nossa vida a Outrem, assusta-nos, mas vencer este medo é única salvação humana. O impulso é dado por Deus, o salto é nosso. O crente que confia e salta para os braços do Cristo ressurrecto, é salvo.
quinta-feira, junho 16, 2016
Tento nos contentos
Algumas frases motivacionais para colocar em belos quadros no Facebook, Instagram, Google+ ou até mesmo no Twitter:
Por cair uma lágrima não acabam as tristezas.
A vitória nos matrecos ontem não garante o Euromilhões amanhã.
Pato não empata a pata.
A chuva da noite não impede nevoeiros matinais.
Mais vale um Angry Bird no ar do que dois porcos a voar.
Tento nos contentos e pouco contento nos tentos.
PS - Podem citar-me desde que citem o tipo de letra.
Por cair uma lágrima não acabam as tristezas.
A vitória nos matrecos ontem não garante o Euromilhões amanhã.
Pato não empata a pata.
A chuva da noite não impede nevoeiros matinais.
Mais vale um Angry Bird no ar do que dois porcos a voar.
Tento nos contentos e pouco contento nos tentos.
PS - Podem citar-me desde que citem o tipo de letra.
Etiquetas:
Citações,
Filosofia,
Humor,
Maluquices,
Palavras
sábado, outubro 31, 2015
Voltaram os bons costumes na FNAC
A Jéssica está a iniciar-se nas artes da Filosofia. Comprámos ontem na FNAC o conhecido livro de Fernando Savater, "Ética para Um Jovem". Ao pagar, notei que a jovem funcionária ia colocar o livro num saco plástico. "Já oferecem outra vez o saco de embrulho?" perguntei-lhe. Ela disse que sim a sorrir. Também fiquei contente pela FNAC não se render a alguns disparates "ético/políticos".
domingo, abril 12, 2015
sexta-feira, dezembro 12, 2014
Nem muito amargo nem muito doce
Peço a Deus que não me deixe secar na amarga estrada da desesperança, nem engordar com a melosa quimera da superficialidade.
Etiquetas:
Existencialismos,
Filosofia,
Gotículas,
Oração,
Palavras
domingo, dezembro 07, 2014
segunda-feira, novembro 10, 2014
quinta-feira, outubro 16, 2014
O prazer de gostar de tudo e de nada
O Hedonismo andava sempre de braço dado com o Relativismo moral. Um dia descasaram-se e continuaram infelizes à procura da felicidade.
quarta-feira, setembro 24, 2014
Um Breve Artigo no Tempo
O cientista Shephen Hawking numa entrevista a um jornal espanhol, entre outras coisas, afirmou que: “Não há nenhum Deus. Sou ateu. A religião crê nos milagres, mas estes não são compatíveis com a Ciência”. A propósito destas declarações, João Pereira Coutinho escreveu ontem um brilhante artigo na Folha de S. Paulo:"O conhecimento é uma aventura em aberto. O que significa que aquilo que saberemos amanhã é algo que desconhecemos hoje; e esse 'algo' pode mudar as verdades de ontem. [...] Um cientista que diga como vai ser o futuro, sem obviamente conhecer todos os factores que irão moldar esse futuro, não é um cientista. É um charlatão.
[...]
Deus não é uma questão rigorosamente filosófica. E discutir a sua existência (ou inexistência) em termos filosóficos (leia-se: 'racionais') é um diálogo de surdos, que tentam falar racionalmente sobre um assunto do qual não possuem qualquer prova. Ou então é um diálogo de cegos, que insistem em descrever a paisagem que imaginam ter à frente.".
Todo o artigo AQUI.
Etiquetas:
Actualidade,
Caminhantes,
Citações,
Fés,
Filosofia,
Media,
Sementes,
Sociedade,
Teologia
terça-feira, setembro 23, 2014
Cumpridor perverso
É possível cumprir com todas as legalidades e preceitos e ser ao mesmo tempo mau e perverso com o seu semelhante. Até numa alma zelosa há maldade escondida. Porventura a pior.
Etiquetas:
Caminhantes,
Desencantos,
Existencialismos,
Filosofia,
Mundanidades,
Teologia
domingo, julho 20, 2014
Perseverar na esperança
"O homem superior é o que permanece sempre fiel à esperança; não perseverar é de poltrões."
Eurípides (Poeta grego, do século V A.C.)
Eurípides (Poeta grego, do século V A.C.)
Etiquetas:
Caminhantes,
Citações,
Filosofia,
Sementes
terça-feira, julho 01, 2014
Aprender a ouvir
Um jovem procurou o grande filósofo Sócrates para ser instruído na arte da oratória. O rapaz falou sem parar. Falou, falou, falou. Depois de ter estado muito tempo calado, Sócrates resolveu tapar a boca do jovem com a sua mão. “Vou ter que cobrar o dobro do preço do treinamento”, disse o filósofo. "O dobro?” estranhou o jovem. “Sim, para seres um bom líder vou ter que te ensinar duas longas lições: a primeira, aprenderes a refreares a língua e a segunda, aprenderes a usar a língua correctamente.”
Ninguém aprende nada se não aprender a ouvir. É fundamental ouvir mais do que se fala, diz o apóstolo Tiago: "Todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar." (Tiago 1:19). Deus reforça esse princípio, não só por meio da sua Palavra escrita, como através da nossa própria fisionomia - temos dois ouvidos e só uma boca. O famoso Shemá dos judeus começa com o verbo "ouvir": “OUVE, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” (Deuteronómio 6:4-6). Para amar é preciso ouvir. Ninguém sabe amar se não aprender a escutar. Ouvir o que se gosta e o que não se gosta. Ouvir bem, guardar o melhor. Ouvir, aprender, amar.
Ninguém aprende nada se não aprender a ouvir. É fundamental ouvir mais do que se fala, diz o apóstolo Tiago: "Todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar." (Tiago 1:19). Deus reforça esse princípio, não só por meio da sua Palavra escrita, como através da nossa própria fisionomia - temos dois ouvidos e só uma boca. O famoso Shemá dos judeus começa com o verbo "ouvir": “OUVE, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” (Deuteronómio 6:4-6). Para amar é preciso ouvir. Ninguém sabe amar se não aprender a escutar. Ouvir o que se gosta e o que não se gosta. Ouvir bem, guardar o melhor. Ouvir, aprender, amar.
quinta-feira, novembro 14, 2013
O finito não pode alcançar o infinito
A pretensão de pensar que se conhece muito acerca de Deus e das suas obras é a pior das ilusões religiosas. Gosto daquele frase de John Wesley “tragam-me um verme que possa entender um homem e eu lhes mostrarei um homem que possa entender o Deus triúno.” Onde estávamos quando Deus fundou a terra? pergunta o Deus criador a Jó e indirectamente a nós também (Jó 38:4)? Nas questões do conhecimento divino, quem pensa que sabe, nada sabe.
R. C. Sproul diz no seu livro "Defendendo a sua fé" (Editora CPAD) que "A teologia cristã afirma a incompreensibilidade de Deus, uma noção não somente bíblica, mas filosófica. Como João Calvino expressou, 'o finito não pode alcançar o infinito' (finitum non capax infiniti). Nenhuma criatura, sendo finita, não importa o seu nível de inteligência ou a abrangência do seu conhecimento, poderia sondar inteiramente a profundidade de um ser infinito. Para ter um entendimento exaustivo e compreensível de um ser infinito, alguém deveria ser infinito." O pouquíssimo que vamos sabendo, conhecemos pela sua revelação graciosa. Contudo, diz Sproul, embora "o nosso conhecimento de Deus seja parcial, isso não indica que seja sem valor ou falso."
Conhecer Deus é o nosso grande desígnio e propósito, mas sem a ajuda divina nada saberemos. A porta de entrada dessa aprendizagem, que é mais relacional do que intelectual, é o reconhecimento e a aceitação da nossa própria finitude, pequenez e pecaminosidade. Saber quem Deus é irá glorificar sempre O Senhor, saber quem somos também.
R. C. Sproul diz no seu livro "Defendendo a sua fé" (Editora CPAD) que "A teologia cristã afirma a incompreensibilidade de Deus, uma noção não somente bíblica, mas filosófica. Como João Calvino expressou, 'o finito não pode alcançar o infinito' (finitum non capax infiniti). Nenhuma criatura, sendo finita, não importa o seu nível de inteligência ou a abrangência do seu conhecimento, poderia sondar inteiramente a profundidade de um ser infinito. Para ter um entendimento exaustivo e compreensível de um ser infinito, alguém deveria ser infinito." O pouquíssimo que vamos sabendo, conhecemos pela sua revelação graciosa. Contudo, diz Sproul, embora "o nosso conhecimento de Deus seja parcial, isso não indica que seja sem valor ou falso."
Conhecer Deus é o nosso grande desígnio e propósito, mas sem a ajuda divina nada saberemos. A porta de entrada dessa aprendizagem, que é mais relacional do que intelectual, é o reconhecimento e a aceitação da nossa própria finitude, pequenez e pecaminosidade. Saber quem Deus é irá glorificar sempre O Senhor, saber quem somos também.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






.jpg)