#Legislativas2025
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domingo, maio 18, 2025
É importante votar
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quinta-feira, abril 25, 2024
50 anos de democracia em Portugal
"A Democracia existe para o Povo, e não o Povo para a Democracia. Para esta são os partidos e não para eles a democracia. A política é para o serviço das pessoas e não estas para a política."
- Francisco Sá Carneiro
#50anos25abril #25deAbrilSempre
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quinta-feira, fevereiro 24, 2022
Mais uma lamentável guerra
Começou mais uma lamentável guerra. Mais uma triste evidência do egoísmo humano. Homens que não hesitam em ceifar outras vidas para satisfazer os seus caprichos imperiais, políticos e económicos. É também mais uma demonstração da nossa pobre condição humana na loucura de tentar controlar e invadir pela força a vida dos outros. Nós cristãos, mais uma vez, oramos. Sabemos que estão previstas mais guerras, tumultos e sedições. Sabemos também que o fim está cada vez mais perto. Oramos e confiamos no soberano Deus e Senhor.
"E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis, porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim." - Marcos 13:7.
#PrayForUkraine
quinta-feira, janeiro 27, 2022
Eleições forçadas
No próximo Domingo vamos mais uma vez a eleições legislativas. Eleições antecipadas. Eleições forçadas, porque os partidos de esquerda, que aprovaram os últimos Orçamentos do Estado, desta vez, resolveram não se entender. O Presidente da República tinha avisado que se isso acontecesse íamos às urnas. E aqui estamos.
A clivagem esquerda / direita acentuou-se e, em plena pandemia, fracturou ainda mais o país. Agora, em plena campanha eleitoral, há promessas de todos os partidos da esquerda e da direita, que se ganharem já estão disponíveis para se entenderem. A política é tramada. O poder político é um bife que todos querem comer ao mesmo tempo, cru ou queimado.
O cristão não deve fazer da política a sua bandeira. Defendo a laicidade do estado. Quando se mistura a religião com a política dá sempre problemas. Além disso, os políticos não conseguem resolver o principal problema do ser humano, que é o pecado. Somente Deus, através de Jesus Cristo sabe e pode fazer isso. Isto não significa que os cristãos não podem ter um envolvimento político, mas devem saber separar as águas. E as águas políticas normalmente são todas muito turvas.
Aconselho todos a votar. Domingo, se Deus permitir, votarei. Analisei as propostas e vou votar de acordo com a minha consciência e no partido que entendo ser o melhor para o país. Seja qual for o resultado, como cristão continuarei a orar pelo governo e por todos os deputados eleitos. Oro para que Deus faça de Portugal uma nação livre, próspera e temente a Deus. Oro para que cada português reconheça que só "O Senhor é Deus nos céus e na terra, e não há outro além dele." (Dt 4:39).
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quarta-feira, setembro 29, 2021
A inebriante loucura dos poderes
Há nos políticos (e em todos os poderes em geral) uma inebriante loucura de se julgar dono do mundo e das pessoas. Um sopro e tudo passa.
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quinta-feira, fevereiro 20, 2020
Enquanto há vida, há esperança!
Os projectos de lei que propõem a despenalização da morte assistida foram aprovados hoje no Parlamento. Infelizmente a votação não me surpreendeu. A maioria dos nossos deputados tiveram medo do debate alargado, do esclarecimento aberto, da opinião de muitos profissionais de saúde. Mas penso que nada está perdido. Vale a pena lutar pela vida. Ainda pode existir um referendo, o nosso Presidente da República pode vetar a lei ou enviá-la para o Tribunal Constitucional. Enquanto há vida, há esperança. Essa é uma das grandes razões porque continuamos a dizer Sim à Vida e a ser contra contra a eutanásia.
segunda-feira, fevereiro 17, 2020
Sim à vida!
O meu amigo Jorge Cruz é um excelente médico, que escreveu um artigo esclarecedor na revista Iberoamericana de Bioética: A eutanásia e seus argumentos. Contra a eutanásia estão muitos médicos, enfermeiros, políticos, juristas, ateus, religiosos, formadores de opinião e muitos cidadãos. Não escamoteando os terríveis contornos do sofrimento humano, são muitos os problemas que se levantam com a legalização da morte assistida.
Começa logo nos direitos, liberdades e garantias pessoais, estabelecidas na nossa Constituição. O Artigo 24.º do Capítulo 1 diz que "A vida humana é inviolável". Ao Estado compete defender, preservar e proteger a vida humana. Não é legítimo que a morte dos cidadãos esteja nas mãos de políticos ou médicos. Até pode ficar mais barato ao Estado antecipar a morte, mas o valor de uma vida humana é inegociável. Incentivar a investigação médica; equipar o Serviço Nacional de Saúde com mais e melhores médicos, enfermeiros e meios; aumentar o investimento nos cuidados paliativos, devem ser algumas das respostas do Estado.
Um segundo problema, está no erro trágico da antecipação da morte. O avanço da ciência nas últimas décadas é notório. Quem tem a certeza que a maleita incurável de hoje não tem cura amanhã? Existe muita precipitação na nossa sociedade. Vive-se de forma desenfreada, teme-se pela solidão, e não se está preparado para ligar com as dores e a velhice. É verdade que cuidar de pessoas doentes dá muito trabalho. Acompanhei familiares e amigos até ao seu último fôlego de vida e sei que custa. Conheço o desgaste emocional e físico que implicou acompanhar o meu sogro nos seus últimos anos de vida. Valeu a pena. Quem ama, cuida.
Um terceiro aspecto para não aceitarmos a eutanásia é a experiência terrível dos poucos países em que ela está legalizada. Há negócios tenebrosos nas clínicas da morte, erros grosseiros, pessoas deprimidas que pedem a morte, jovens a serem eutanasiados, um quadro de desesperança. Desesperança legalizada e institucionalizada. Sabe-se que a eutanásia na Bélgica e Holanda foi usada para matar pessoas com depressão ou ansiedade. A ideia de que “eu faço o que quiser com a minha vida” ou "sou eu quem escolhe a minha morte", fazem sentido na defesa do suicídio, não na defesa da eutanásia.
Por último, a questão espiritual. Reconheço que este aspecto poderá ser o mais subjectivo para alguns, mas não deixa de ser relevante. O ser humano é mais que um corpo. Quem decide matar-se está desesperado e destroçado na sua alma. Matar a vida é rejeitar Deus, O Senhor e autor da vida. O poder da vida e da morte pertencem somente a Deus. Por mais doloroso e incompreensível que seja o sofrimento, acredito que há propósito nele. Jesus Cristo escolheu esse caminho para ir à cruz e morrer pelos nossos pecados. Digo sim à vida, mesmo com dores, porque creio que a vida vindoura para os crentes em Jesus será muito melhor.
---
Assine a petição para se realizar um Referendo à Eutanásia em Portugal AQUI.
Começa logo nos direitos, liberdades e garantias pessoais, estabelecidas na nossa Constituição. O Artigo 24.º do Capítulo 1 diz que "A vida humana é inviolável". Ao Estado compete defender, preservar e proteger a vida humana. Não é legítimo que a morte dos cidadãos esteja nas mãos de políticos ou médicos. Até pode ficar mais barato ao Estado antecipar a morte, mas o valor de uma vida humana é inegociável. Incentivar a investigação médica; equipar o Serviço Nacional de Saúde com mais e melhores médicos, enfermeiros e meios; aumentar o investimento nos cuidados paliativos, devem ser algumas das respostas do Estado.
Um segundo problema, está no erro trágico da antecipação da morte. O avanço da ciência nas últimas décadas é notório. Quem tem a certeza que a maleita incurável de hoje não tem cura amanhã? Existe muita precipitação na nossa sociedade. Vive-se de forma desenfreada, teme-se pela solidão, e não se está preparado para ligar com as dores e a velhice. É verdade que cuidar de pessoas doentes dá muito trabalho. Acompanhei familiares e amigos até ao seu último fôlego de vida e sei que custa. Conheço o desgaste emocional e físico que implicou acompanhar o meu sogro nos seus últimos anos de vida. Valeu a pena. Quem ama, cuida.
Um terceiro aspecto para não aceitarmos a eutanásia é a experiência terrível dos poucos países em que ela está legalizada. Há negócios tenebrosos nas clínicas da morte, erros grosseiros, pessoas deprimidas que pedem a morte, jovens a serem eutanasiados, um quadro de desesperança. Desesperança legalizada e institucionalizada. Sabe-se que a eutanásia na Bélgica e Holanda foi usada para matar pessoas com depressão ou ansiedade. A ideia de que “eu faço o que quiser com a minha vida” ou "sou eu quem escolhe a minha morte", fazem sentido na defesa do suicídio, não na defesa da eutanásia.
Por último, a questão espiritual. Reconheço que este aspecto poderá ser o mais subjectivo para alguns, mas não deixa de ser relevante. O ser humano é mais que um corpo. Quem decide matar-se está desesperado e destroçado na sua alma. Matar a vida é rejeitar Deus, O Senhor e autor da vida. O poder da vida e da morte pertencem somente a Deus. Por mais doloroso e incompreensível que seja o sofrimento, acredito que há propósito nele. Jesus Cristo escolheu esse caminho para ir à cruz e morrer pelos nossos pecados. Digo sim à vida, mesmo com dores, porque creio que a vida vindoura para os crentes em Jesus será muito melhor.
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Assine a petição para se realizar um Referendo à Eutanásia em Portugal AQUI.
terça-feira, setembro 24, 2019
Tudo é política, tudo é religião
Tenho evitado falar da actualidade política. Não é a minha causa, mas se pensarmos bem, tudo é política e tudo é religião. A sociedade mais ateia é política e a sociedade mais anárquica é religiosa. Por mais que se queira separar as águas, as ideias, as crenças e as descrenças estão sempre presentes, dentro e fora das águas.
Um estudo divulgado hoje no Parlamento Europeu diz que a insatisfação com a política é a principal razão apontada para a taxa de abstenção recorde de 68,6% verificada em Portugal nas eleições europeias deste ano. Há um desencantamento geral em relação à maior parte dos políticos. O debate político e ideológico tem sido fraco. Todos querem conquistar o "centrão", mas a virtude já não mora no meio há muito.
Falta coragem para lutar pelas boas ideias e pelas boas causas. Tratar as pessoas como indivíduos e não como meros contribuintes. Falta valorizar o trabalho e aumentar os míseros salários de quem trabalha. Falta apoiar mais as famílias, os filhos, os velhos, os doentes. Que cada um vote em quem acha que mais contribuirá para o bem de todos. A minha causa continua a ser Jesus Cristo. Mais do que política e religião, Cristo é a resposta para este mundo perdido. Só Ele pode dar vida e esperança real.
Um estudo divulgado hoje no Parlamento Europeu diz que a insatisfação com a política é a principal razão apontada para a taxa de abstenção recorde de 68,6% verificada em Portugal nas eleições europeias deste ano. Há um desencantamento geral em relação à maior parte dos políticos. O debate político e ideológico tem sido fraco. Todos querem conquistar o "centrão", mas a virtude já não mora no meio há muito.
Falta coragem para lutar pelas boas ideias e pelas boas causas. Tratar as pessoas como indivíduos e não como meros contribuintes. Falta valorizar o trabalho e aumentar os míseros salários de quem trabalha. Falta apoiar mais as famílias, os filhos, os velhos, os doentes. Que cada um vote em quem acha que mais contribuirá para o bem de todos. A minha causa continua a ser Jesus Cristo. Mais do que política e religião, Cristo é a resposta para este mundo perdido. Só Ele pode dar vida e esperança real.
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segunda-feira, junho 24, 2019
Falta senso de comunidade
"Estou convencido de que as pessoas em todo o mundo simplesmente não nos ouvirão se, mesmo tendo a doutrina certa e a política correcta, não tivermos sentido de comunidade."
Francis A. Schaeffer
Francis A. Schaeffer
terça-feira, junho 04, 2019
Deus escreve sempre bem

Daniel conta que Belsazar era o segundo no reino da grande Babilónia. Para dar nas vistas, o Segundo deu um grande banquete para mil distintos convidados. Há gente que quer ser o primeiro em tudo. A festa tinha muita comida, bebida, riso, luxúria, depravação. As festas dão uma sensação de alegria e abastança mas nunca bastam ao espírito.
Não contente com a farra, Belsazar resolveu beber mais vinho nos utensílios sagrados que tinham sido trazidos do templo de Jerusalém. Enquanto bebia neles, o Segundo dava louvores aos seus deuses com os convivas. Belsazar não imaginava que naquela noite ia cair juntamente com a grande Babilónia. A morte surpreende sempre os mais incautos.
De repente, uns estranhos dedos sem corpo escreveram palavras na parede do palácio. O gargalhar de Belsazar mudou-se rapidamente para um grande temor e tremor de pernas. Uma frase enigmática tinha sido escrita pelos dedos divinos. "Deus escreve direito por linhas tortas". Os maiores sábios do reino nada conseguiram decifrar. Então, a rainha-mãe lembrou-se do profeta Daniel e mandaram-no chamar.
Se Daniel conseguisse interpretar a misteriosa frase, o Segundo prometeu-lhe o terceiro lugar no reino e muitos presentes. Mas Daniel não ficou impressionado com as ofertas. Um carácter santo é mais importante que as maiores importâncias deste mundo. Diante dos “mil grandes”, Daniel denunciou corajosamente o pecado de orgulho e idolatria de Belsazar. "MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM". Deus tinha visto arrogância de Belsazar e o reino da Babilónia ia acabar. Naquela mesma noite o Segundo que armou em Primeiro foi morto e Dario começou a reinar.
Os prazeres carnais deste mundo não compensam. Não desprezemos as coisas de Deus e nem misturemos a obra do Senhor com as nossas vaidades. O Deus da Palavra revela-se pela Palavra. Os seus dedos continuam a escrever a história do mundo e o fim das nações. A melhor coisa que podemos fazer nesta vida é crer e confiar na salvação de Deus, manifesta no Verbo Jesus.
Imagem: Rembrandt - Belshazzar's Feast (1635)
quinta-feira, abril 25, 2019
Cravos da liberdade

45 anos de democracia em Portugal.
Celebro o cravo porque a música da liberdade também se fez com ele.
E porque há cravos que libertam mais que outros, exulto pelos cravos
que crucificaram Aquele que nos liberta.
Só com Cristo somos verdadeiramente livres.
#25deAbril
terça-feira, março 26, 2019
Não nos curvaremos às estátuas!
O Rei Nabucodonosor até parece que quis materializar o sonho que tinha tido no capítulo 2 e mandou fazer uma gigantesca estátua em ouro no Capítulo 3 de Daniel. A estátua com cerca de 30 metros de altura seria mais um obelisco do que a imagem de uma pessoa. Servia para ostentar com orgulho o poderio babilónico e para exaltar os muitos deuses da grande Babilónia.
No dia da consagração da estátua, todos foram convocados. Ao ouvirem o som dos instrumentos, todas as pessoas tinham que se ajoelhar e adorar a estátua. Quem não o fizesse seria lançado imediatamente na fornalha de fogo ardente. Todos se curvaram menos 3 jovens: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Estes rapazes eram judeus que tinham sido feitos prisioneiros em Israel e, de acordo com a Lei de Deus, não se curvavam a estátuas.
O nosso Estado laico, que devia ser imparcial em assuntos religiosos, continua hoje a erigir muitas estátuas. Promove leis perversas, legaliza os fracos deuses deste tempo, certifica o relativismo, o egoísmo e a maldade. Além de fomentar o afastamento do Deus vivo, quer que os cristãos se curvem à sua agenda imoral. Porém, os servos do Deus Altíssimo preferem morrer do que curvarem-se aos Nabucodonosores deste século.
Alguns caldeus fizeram queixinhas de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego por eles não se vergarem à estátua. A sua motivação era a inveja dos cargos que eles tinham na Babilónia. A inveja é um veneno que corrói a vida do invejoso e de todos à sua volta. Estes ingratos caldeus, seriam os mesmos que foram poupados da morte por causa de Daniel e destes três amigos. Martinho Lutero disse que "existem três cães perigosos: a ingratidão, a soberba e a inveja, e quando mordem deixam uma ferida profunda". Os cristãos devem contar com invejas, lutas e provas. As provações servem para aferir e refinar a fé que temos em Deus.
Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram levados ao Rei e não temeram nem o Rei e nem a ameaça de morte no forno ardente. Revelaram coragem e ousadia e não fizeram concessões. Tinham o esclarecimento espiritual para adorar e servir somente a Deus. Sabiam que Deus era poderoso para os livrar do fogo, mas também sabiam que Deus podia não querer livrá-los. A fé verdadeira aceita a vontade de Deus, seja ela qual for. Eles estavam dispostos a morrer por causa da fé exclusiva no Senhor.
Foram lançados amarrados ao Forno. De repente, surgiu um quarto Homem, semelhante ao “filho dos deuses”. Gosto de pensar que era O Senhor Jesus, numa das suas pré-encarnações. Dançavam os quatro homens, livres no meio da fornalha acesa. O diabo faz-se presente pela força e violência e usa o poder da imagem; Deus faz-se presente no meio das piores dificuldades através de Jesus. O diabo amarra, Jesus liberta-nos!
Amigos cristãos, não nos curvemos aos ídolos deste tempo e nem aos ídolos do nosso coração. Sirvamos ao único Deus e Senhor. Falemos a verdade!
No dia da consagração da estátua, todos foram convocados. Ao ouvirem o som dos instrumentos, todas as pessoas tinham que se ajoelhar e adorar a estátua. Quem não o fizesse seria lançado imediatamente na fornalha de fogo ardente. Todos se curvaram menos 3 jovens: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Estes rapazes eram judeus que tinham sido feitos prisioneiros em Israel e, de acordo com a Lei de Deus, não se curvavam a estátuas.
O nosso Estado laico, que devia ser imparcial em assuntos religiosos, continua hoje a erigir muitas estátuas. Promove leis perversas, legaliza os fracos deuses deste tempo, certifica o relativismo, o egoísmo e a maldade. Além de fomentar o afastamento do Deus vivo, quer que os cristãos se curvem à sua agenda imoral. Porém, os servos do Deus Altíssimo preferem morrer do que curvarem-se aos Nabucodonosores deste século.
Alguns caldeus fizeram queixinhas de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego por eles não se vergarem à estátua. A sua motivação era a inveja dos cargos que eles tinham na Babilónia. A inveja é um veneno que corrói a vida do invejoso e de todos à sua volta. Estes ingratos caldeus, seriam os mesmos que foram poupados da morte por causa de Daniel e destes três amigos. Martinho Lutero disse que "existem três cães perigosos: a ingratidão, a soberba e a inveja, e quando mordem deixam uma ferida profunda". Os cristãos devem contar com invejas, lutas e provas. As provações servem para aferir e refinar a fé que temos em Deus.
Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram levados ao Rei e não temeram nem o Rei e nem a ameaça de morte no forno ardente. Revelaram coragem e ousadia e não fizeram concessões. Tinham o esclarecimento espiritual para adorar e servir somente a Deus. Sabiam que Deus era poderoso para os livrar do fogo, mas também sabiam que Deus podia não querer livrá-los. A fé verdadeira aceita a vontade de Deus, seja ela qual for. Eles estavam dispostos a morrer por causa da fé exclusiva no Senhor.
Foram lançados amarrados ao Forno. De repente, surgiu um quarto Homem, semelhante ao “filho dos deuses”. Gosto de pensar que era O Senhor Jesus, numa das suas pré-encarnações. Dançavam os quatro homens, livres no meio da fornalha acesa. O diabo faz-se presente pela força e violência e usa o poder da imagem; Deus faz-se presente no meio das piores dificuldades através de Jesus. O diabo amarra, Jesus liberta-nos!
Amigos cristãos, não nos curvemos aos ídolos deste tempo e nem aos ídolos do nosso coração. Sirvamos ao único Deus e Senhor. Falemos a verdade!
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segunda-feira, maio 28, 2018
Eutanásia? Não!
Ao contrário do que nos querem vender nestes dias, a eutanásia não é um direito humano. Nenhuma pessoa tem o direito de escolher quando deve morrer porque ninguém teve o direito de escolher quando devia nascer. A vida e a morte pertencem a Deus. Orar, cuidar, aliviar e amparar quem sofre? Sim! Ajudar a matar? Não!
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quarta-feira, abril 25, 2018
25 de Abril
Na madrugada ouviu-se um canto
Uma criança que sonhava
Ser grande sem combater.
Correr solta nos campos
Campos de flores primaveris
Das papoilas e dos cravos
Grito de gaivota do mar
Soprado pelo vento livre
Somos livres para sonhar.
Jorge Oliveira
Uma criança que sonhava
Ser grande sem combater.
Correr solta nos campos
Campos de flores primaveris
Das papoilas e dos cravos
Grito de gaivota do mar
Soprado pelo vento livre
Somos livres para sonhar.
Jorge Oliveira
terça-feira, abril 10, 2018
Do despotismo no desportismo (e não só!)
Esta crise no Sporting é uma crise de resultados, mas sobretudo, é sintoma da má liderança. Talvez o maior problema do Presidente Bruno de Carvalho seja o problema que é mais comum em todas as lideranças: o despotismo. O logro de pensar que o poder tem sempre toda a razão. Infelizmente não é só no desportismo que há despotismo. Onde há autoridade existe essa possibilidade. A sede do poder cego, cega. O mau uso do poder faz mal à saúde. De todos.
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terça-feira, março 06, 2018
Aquilo que vai mudar o mundo
Dietrich Bonhoeffer diz que é um erro presumir que há soluções cristãs para todos os problemas humanos [Ética, Assírio & Alvim, p.310]. É interessante notar que Jesus enquanto aqui andou, não se ocupou em solucionar os problemas sociais, políticos e económicos. A sua proposta era fundamentalmente redentora. A sua solução era celestial, não terrena. Jesus veio por causa da Justiça divina, não para resolver as injustiças humanas.
Isto não quer dizer que a Cristo e a igreja não tenham respostas para este mundo. Significa que a solução dos cristãos para a este mundo aponta para os passos redentores do Cristo. A nossa proposta não é mudar o mundo do ponto de vista humano, mas fazer o apelo ao arrependimento e à conversão interior. Mudança de coração que gera mudança de vida. A primeira e grande tarefa da igreja é anunciar a salvação do redentor. A Igreja é convocada a ser testemunha da liberdade que brota do sepulcro vazio, não das liberdades que brotam do pensamento humano.
Se o testemunho da salvação por Cristo não unir as igrejas cristãs, particularmente as evangélicas, é porque elas estão longe da solução preconizada por Jesus. Se o evangelismo não nos une, é porque não somos cristãos. Aquilo que vence e muda o mundo é a fé no Cristo redentor. "Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?" (1 João 5:5).
Isto não quer dizer que a Cristo e a igreja não tenham respostas para este mundo. Significa que a solução dos cristãos para a este mundo aponta para os passos redentores do Cristo. A nossa proposta não é mudar o mundo do ponto de vista humano, mas fazer o apelo ao arrependimento e à conversão interior. Mudança de coração que gera mudança de vida. A primeira e grande tarefa da igreja é anunciar a salvação do redentor. A Igreja é convocada a ser testemunha da liberdade que brota do sepulcro vazio, não das liberdades que brotam do pensamento humano.
Se o testemunho da salvação por Cristo não unir as igrejas cristãs, particularmente as evangélicas, é porque elas estão longe da solução preconizada por Jesus. Se o evangelismo não nos une, é porque não somos cristãos. Aquilo que vence e muda o mundo é a fé no Cristo redentor. "Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?" (1 João 5:5).
quinta-feira, janeiro 11, 2018
Contra os fumos
A turma da minha filha mais nova visita hoje o Parlamento. Espero que os mesmos deputados que legislam sobre os danos do tabaco, combatam didacticamente os fumos alternativos.
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quinta-feira, dezembro 07, 2017
Jerusalém é a Capital do mundo
Parece-me muito claro que um líder de uma nação tem toda a legitimidade para colocar a sua embaixada na cidade de um outro país que muito bem entender. Além disso, quando a decisão foi devidamente conhecida, anunciada e divulgada em campanha eleitoral e está devidamente ratificada pelo Congresso do seu país, ainda mais justificada está. Esta repentina indignação mundial deveria estar direcionada, não para a decisão de Donald Trump colocar a sua embaixada em Jerusalém, mas para a ameaça anunciada de uma nova intifada por parte do Hamas. A arma dos fracos é sempre a violência, o terrorismo e a guerra. São essas atitudes que devem merecer a condenação mundial.
Por outro lado, ninguém pode impedir as convulsões que estão por vir por causa de Jerusalém. Mais do que uma questão política, Jerusalém é matéria religiosa. Como bem lembra o meu amigo Normando, poderá ter começado o cumprimento profético de Zacarias 12:2, 3: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor... Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
Por outro lado, ninguém pode impedir as convulsões que estão por vir por causa de Jerusalém. Mais do que uma questão política, Jerusalém é matéria religiosa. Como bem lembra o meu amigo Normando, poderá ter começado o cumprimento profético de Zacarias 12:2, 3: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor... Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
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quinta-feira, outubro 26, 2017
Painel: 500 Anos Reforma Protestante

Painel: 500 Anos Reforma Protestante
Sábado - 28 Outubro 2017 | 21 horas
Auditório Escola Secundária Inês de Castro | Canidelo - V. N. Gaia
No dia 31 de Outubro deste ano celebra-se os 500 anos da Reforma Protestante. A Igreja Evangélica em Alumiara assinala essa data marcante, promovendo um Painel com 5 distintos oradores que abordarão as consequências e o impacto da Reforma Protestante na política, economia, ciência, religião e relações sociais. Este Painel será conduzido pela jornalista Sara Antunes de Oliveira. Inscrições gratuitas aqui.
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quinta-feira, agosto 17, 2017
A neutralidade religiosa não existe
Assim como não acredito que uma pessoa possa ser neutra politicamente (o não posicionamento político é política), também não creio que há pessoas que possam ser neutras do ponto de vista espiritual. No campo religioso, dizer que não se acredita em nada equivale ao mais extremado dos posicionamentos espirituais, que é crer em tudo. O inferno está cheio de gente "neutra" que encolheu os ombros. A pior das religiões (e uma das mais populares) é a crença na descrença. Só que a descrença é mortífera.
"Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigénito Filho de Deus." (João 3:18).
"Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigénito Filho de Deus." (João 3:18).
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