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terça-feira, outubro 29, 2019

81 anos de boa história

A Igreja Evangélica em Alumiara, a igreja local da qual faço parte há 40 anos, celebrou no passado fim-de-semana 81 anos de existência em Canidelo, Vila Nova de Gaia.

Muita gente hoje sente-se marcada negativamente com as igrejas, as instituições religiosas e os líderes religiosos. Algumas dessas pessoas terão as suas razões, mas outras dizem mal porque talvez tenham tomado decisões erradas na sua vida. Sei que a nossa congregação tem coisas para Deus corrigir, eliminar e construir, mas amo a minha igreja. Amo as pessoas, os irmãos mais velhos e os mais novos, gosto das reuniões, dos estudos bíblicos, das orações, da forma de ser e fazer igreja.

Somos uma igreja cristã evangélica, histórica, tradicional, presente em Gaia há 81 anos. Pela graça de Deus, centenas de pessoas têm passado pela Igreja em Alumiara. Alguns irmãos já partiram para a presença gloriosa de Deus, muitos permanecem firmes no serviço do Senhor ali e outros estão congregados noutras igrejas locais. Nestes últimos anos, algumas famílias brasileiras têm nos visitado e alguns ficaram connosco. Estamos gratos a Deus por isso. Queremos ser uma família que acolhe.

Sinto-me abençoado por estar em uma igreja onde se prega o Evangelho, se ensina a sã doutrina, apoia missões e se procura glorificar a Deus. Ao Senhor Deus toda glória!


"Dou graças ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós, fazendo, sempre com alegria, oração por vós em todas as minhas súplicas, pela vossa cooperação no evangelho desde o primeiro dia até agora. Tendo por certo isto mesmo: que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao Dia de Jesus Cristo." (Filipenses 1:3-6)

segunda-feira, setembro 09, 2019

Oliveiras in Wonder London

As férias acabaram. Parece que passou mais rápido que o normal. Londres é uma cidade multi-cultural, vibrante, a fervilhar de vida, muita cor e movimento. Tinha estado lá com a minha Raquel há 28 anos, quando casamos, e este ano, retornamos com o fruto do enlace, as nossas preciosas filhas. O sonho da Jéssica tornado realizado.

Caminhamos em 7 dias mais de 100 Km (os protestantes também rasgam pés). Andamos de metro, comboio, táxi, barco. Muitos quilómetros de metro! Visitamos museus, belos jardins verdejantes, as muitas pontes sobre o Thames, o London Eye, as lojas, pubs, as praças repletas de gente. Desfrutamos de dias e noites muito quentes - tivemos dias com mais de 30 graus. Participamos de um culto abençoado no templo histórico de Charles Spurgeon: o Metropolitan Tabernacle.

É muito bom viajar em família. O melhor foi termos feito juntos esta viagem. O pior de tudo foi viajar com a Ryanair. Cobraram taxas absurdas pelas malas, não cumpriram horários, pilotos desastrados e não respeitam as pessoas. Desaconselho a todos a Ryanair!

Ficou muito por visitar, mas muito para guardar na memória e no coração.

God bless Britain!

terça-feira, novembro 13, 2018

O cristianismo começa na família

Depois de Paulo ter feito um apelo à santidade, vai falar das importantes relações familiares e laborais. A nossa espiritualidade vê-se pela forma como falamos e tratamos os outros, principalmente os nossos familiares. Talvez um dos grandes problemas dos cristãos actuais é não viverem a sua fé nas coisas comuns do seu dia-a-dia. Dizem que religião é coisa de Domingo e Deus não entra no seu trabalho, nas suas amizades, nas sua casa. Deus quer-se fazer presente em toda a nossa vida. O cristianismo começa na família.

Para que os relacionamentos funcionem existem princípios funcionais - amor, lealdade, respeito, amizade, equidade. Cristo é O grande modelo nos relacionamentos dos cristãos. O marido cristão deve amar a mulher, assim como Cristo nos amou. A esposa cristã deve ser sujeita ao seu marido, porque Cristo obedeceu até ao fim ao Pai celestial. Os filhos devem obedecer aos seus pais, porque Cristo foi um Filho obediente até ao fim. Os pais devem educar com paciência e sensatez, porque Cristo foi manso e humilde de coração. Os empregados devem servir com afinco os seus patrões porque Cristo veio para servir. Os patrões devem agir com justiça, porque Cristo manifestou a justiça de Deus.

A família continua a ser a base da nossa sociedade. A família é mais importante que tudo. Mais importante do que o trabalho, que os amigos, que as diversões, do que as reuniões da igreja. Quando falharmos exercitemos o amor e o perdão. É tempo de orarmos mais tempo em família e pelas famílias. É tempo de viver o que já conhecemos. É tempo reconstruir lares desfeitos. A mudança começa no nosso coração e quando permitimos que Jesus seja o Senhor da nossa vida e do nosso lar.

segunda-feira, setembro 17, 2018

A bênção da rotina diária

"Tirar férias de verão para construir poços em África é, para algumas pessoas, um chamado autêntico. Mas também o é consertar a canalização da casa de um vizinho, alimentar a família e compartilhar o fardo e as alegrias de uma igreja local. Aquilo que somos chamados a fazer todos os dias, exactamente onde Deus nos colocou, é rico e compensador."

In: HORTON, Michael. Simplesmente Crente. SP: Editora Fiel, 2016, p. 29.

sábado, setembro 15, 2018

Férias é família


As férias passaram, o trabalho recomeçou. Foi tempo de descanso, tempo de família, tempo de belos mergulhos nas piscinas e nas águas quentes do Sul, tempo para colocar as leituras em dia (li oito livros), tempo para serenar a alma, tempo para desligar a Internet, tempo para estar com bons amigos e para desfrutar de algumas outras boas coisas que só são possíveis nas férias. Soube a pouco, mas sabem bem estas vírgulas. Não tenho grande admiração por pessoas que se orgulham de nunca fazer férias, que vivem só para trabalhar, que não investem tempo no descanso. Afinal de contas, o Sábado não é invenção humana, foi Deus que o criou.

A tarde deste Sábado, foi uma espécie de prolongamento das férias, com mais um tempo fantástico em família num passeio a Santo Tirso. O dia culminou com um cachorro especial, com muito queijo derretido e regado com molho de "Francesinha à la JÓ". A dieta começa na segunda-feira.

sexta-feira, agosto 31, 2018

Compartilhar o que vai no coração

Tenho andado a rever nas férias a série "O Mentalista" com a minha filha Jéssica. Já vi esta série há algum tempo mas confesso que não me recordo da maior parte dos episódios. A idade tem estas coisas. Além disso, sou do género de pessoa que comenta o enredo dos filmes e das séries enquanto assiste. E diga-se, sem querer dar uma de "Mentalista", que normalmente costumo adivinhar o desfecho. Sei que a Jéssica gosta desta série (e do pai), porque lá vai suportando os meus comentários. Aliás, a Jéssica também vai partilhando o que pensa da série. Pior do que comentar filmes e séries é não compartilhar com aqueles que amamos o que vai na nossa mente e coração.

domingo, maio 13, 2018

Não há famílias perfeitas

"Desde que nossos pais caíram no Éden toda a raça humana foi atingida pelo pecado. Assim, não viemos de uma família perfeita, não somos uma pessoa perfeita, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Toda família tem as marcas do pecado. Falhamos uns com os outros. Decepcionamos uns aos outros. Temos queixas uns dos outros. A única maneira de uma família ter saúde emocional e vigor espiritual é exercendo o perdão constantemente. Precisamos tratar uns aos outros com honra. Precisamos perdoar-nos mutuamente. Precisamos investir nos relacionamentos a fim de que a nossa família viva de forma plena e desfrute de verdadeira felicidade."

Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, abril 26, 2018

A Jéssica faz 18 anos

A minha filha mais nova está mais velha. A Jéssica cresceu muito e faz hoje 18 anos. Sou muito grato a Deus pela vida da Jéssica e pela grande bênção que tem sido acompanhar o seu crescimento. A Jéssica é inteligente, perspicaz, humor fantástico, bonita, generosa, criativa e em muitos aspectos parecida comigo. Oro ao Senhor para que a Sua vontade continue a cumprir-se na tua vida.
Parabéns Jéssica! Amo-te muito.

terça-feira, abril 17, 2018

Esperança Renascida

A história de Rute começa com lágrimas e termina com alegria. Boaz foi procurar o familiar mais próximo de Elimeleque que, segundo a Lei, deveria dar sucessão à família do falecido. Boaz prometeu casar com Rute e cumpriu. Um bom marido é um homem de carácter, que cumpre com as palavras que promete e aquele que obedece à Palavra de Deus.

O familiar remidor primeiro interessou-se pelas terras de Elimeleque mas, quando soube que além de comprar as terras teria que cuidar de Noemi e de Rute, desistiu. Descalçou literalmente a bota e deu-a a Boaz. Mais do que um contrato legal ou arranjo circunstancial, este casamento foi providenciado por Deus. Rute buscou O Senhor e achou um marido. Devemos confiar em Deus em todos os aspectos da nossa existência.

Este casamento tinha propósitos santos e abençoadores. Agora a família de Noemi e Elimeleque tinha uma descendência. O menino chamou-se Obede, que foi pai de Jessé, que por sua vez foi o pai de David, o ancestral do Messias que haveria de vir - Jesus Cristo.

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Algumas aplicações deste santo romance:
1. A vida cristã não exclui adversidades. É a forma como lidamos com elas que faz com que vivamos bem ou mal. Noemi chegou a Belém amargurada e sem esperança, Rute não se abateu e foi à luta. A intervenção divina transformou o pranto em alegria. “O choro pode durar uma noite mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5).

2. O livro de Rute é um poema à soberania divina. Deus esteve sempre a comandar e a tecer os versos deste enlace amoroso. A fonte de todas as bênçãos é Deus, não o dinheiro, o prazer, a fama ou o trabalho. O Senhor é a nossa esperança.

3. Hernandes Dias Lopes disse que “Nenhum sucesso é final e nenhuma derrota é fatal”. A nossa história ainda não acabou. Deus continua a fazer milagres e o futuro, por vezes, traz surpresas agradáveis. É melhor começar e terminar bem do que começar bem e terminar mal. A melhor maneira de terminarmos bem é confiar em Deus todos os dias da nossa vida.

4. O objectivo grandioso do Senhor era, não só proporcionar um final feliz a um lar destroçado, mas expandir o final feliz a muitas outras famílias. David seria um dos ancestrais de Jesus Cristo, o Salvador. O Noivo Jesus já veio e amou tal forma a sua Noiva - a Igreja -, que morreu por ela e um dia vem buscá-la. Louvado seja o grande Redentor Jesus!

terça-feira, fevereiro 13, 2018

A bela mulher que aqueceu o Rei

"Sendo, pois, o rei David já velho e entrado em dias, cobriam-no de vestes, porém não aquecia. Então, disseram-lhe os seus servos: Busquem para o rei, nosso senhor, uma moça virgem, que esteja perante o rei, e tenha cuidado dele, e durma no seu seio, para que o rei, nosso senhor, aqueça." (1 Reis 1:1-2)

Estes primeiros versículos do livro de Reis são peculiares, fizeram-me sorrir. Na verdade, nunca ouvi ninguém pregar sobre eles e nunca li uma meditação sobre esta história. O Rei David, sendo velho, tinha muito frio. Resolveram cobri-lo com muitas vestes mas nem assim David aquecia. Então, os seus servos foram procurar uma moça virgem e bonita para aquecer o friorento Rei. Encontraram a bela sunamita Abisague que aceitou aquecer David. Levantam-se algumas questões: porque é que a sua esposa não o aquecia? Porque é que foi escolhida uma jovem sunamita? Não lemos se o plano resultou inteiramente, mas a Bíblia refere que o rei não teve relações sexuais com ela (v.4).

Sabe-se que este procedimento de aquecer os pés aos friorentos seria normal nos tempos antigos. Hoje o calor humano continua a ser muito importante e necessário. É verdade que a busca precipitada por aquecimento físico tem desgraçado muitas vidas, mas não há dúvida que o ser humano tem carências térmicas e afectivas. Nesta era de aquecimento global e ruído comunicacional, sofre-se de hipotermia relacional. Sofre-se de frieza física e de frieza emocional. O gelo da alma é o pior dos frios. É verdade que o calor humano pode aquecer o corpo, mas a presença do amor intenso de Deus conforta e abrasa a alma.

sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Lembras-te do frasco de maionese e do café?

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Depois, perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos disseram que sim.

O professor tomou então uma caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco. Os fósforos preencheram os espaços vazios por entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio e eles voltaram a responder que sim.

A seguir, o professor pegou uma caixa de areia e verteu a areia para dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um sim retumbante.

O professor em seguida adicionou o café de duas chávenas ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se muito nesta ocasião.

Quando os risos terminaram, o professor comentou:
- Quero que percebam que este frasco é a vida! As bolas de golfe são os aspectos fundamentais da vida: Deus, a família, os filhos, a saúde, os amigos, as coisas que te apaixonam. São coisas que mesmo que perdesses tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, são as pequenas coisas. Se colocarmos primeiro a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia.

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café? O professor sorriu e respondeu:
- Ainda bem que perguntas! Isso é para mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo. Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e do café.


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Esta história não é nova. Na verdade, colei-a aqui precisamente neste CANTO há 13 anos (sim, este blogue é dos velhos). Mas fez-me bem relê-la. O frasco da maionese fazia sentido no passado e continua a fazer sentido agora. Vale a pena viver com o frasco bem cheio. Vai um café?

quinta-feira, janeiro 11, 2018

Contra os fumos

A turma da minha filha mais nova visita hoje o Parlamento. Espero que os mesmos deputados que legislam sobre os danos do tabaco, combatam didacticamente os fumos alternativos.

terça-feira, dezembro 05, 2017

Mestre Rute Oliveira

Este é o dia em que a minha filha primogénita ficou Mestre em Auditoria. Estou muito grato a Deus pelo teu percurso académico, pelo teu exemplo, empenho e pela pessoa extraordinária que és.

Muitos Parabéns Rute!

sábado, setembro 30, 2017

Amar é amparar

Amar, respeitar, cuidar e amparar a família carnal também é amar e servir a Deus. Não perceber isto é não entender o chamado, a vocação e a responsabilidade cristã. Amar a Deus é amar e amparar o nosso próximo. Não há maior próximo do que o sangue do nosso sangue.

segunda-feira, julho 03, 2017

Descansar no criador do descanso



"E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera." (Génesis 2:3).

Um dia destes, a minha filha mais nova perguntou-me porquê é que Deus precisou descansar no final da sua criação. Obviamente que Deus não estava cansado. Aliás, a Palavra não diz propriamente que Deus descansou, mas que Ele descansou de toda a sua obra. Ou seja, O Senhor parou com o ciclo criativo do universo que tinha começado. Deus nunca se cansa (Isaías 40:28). Devemos estar muito gratos a Ele, porque até agora Deus continua a trabalhar (João 5:17).

O dia de descanso foi separado e implementado, não para Deus, mas para o homem. Jesus esclareceu bem isso: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado" (Marcos 2:27). O princípio que extraímos do sábado, mais do que uma regra religiosa, é que o ser humano precisa saber parar. Este descanso é muito mais do que parar de trabalhar, é sossegar e confiar naquele que criou e santificou o descanso. A grande bênção do sétimo dia também é profética - aponta para o completo descanso futuro, onde estaremos totalmente rendidos diante da presença de Deus. Até lá, aprendamos a sossegar em Deus.

segunda-feira, junho 26, 2017

Aprender nos bancos dos hospitais

Passei este Domingo em dois hospitais, a acompanhar o meu sogro. As doenças mentais são ainda muito incompreendidas e estigmatizadas. Afectam o próprio doente, a família e todos os que estão à volta. A medicação adequada e o acompanhamento médico e familiar são essenciais para tratar as enfermidades do foro mental e psiquiátrico.

Assiste-se a muito sofrimento nos hospitais. A sala de espera psiquiátrica não é excepção. Vi uma senhora agitada que não parava de repetir ao filho que queria ir embora. O filho, desesperado, insistia que ela tinha que ser vista e tratada. Um rapaz novo andava de um lado para o outro a contorcer-se. Uma mãe aflita, a dizer aos enfermeiros e a um polícia que não saía do hospital enquanto o seu filho não fosse internado. Quando o filho, um homem com os seus quarenta anos, saiu da consulta disse à mãe para vir embora. Ela não queria ir. Aconselhei-os a terem calma, que tudo se iria resolver. Agradeceram-me e saíram. As ambulâncias sempre a chegar. Gente a gemer. Muitas pessoas à espera nos corredores. Aprende-se a esperar num hospital público. Os médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar fazem o que podem. Fazem muito.

Não é só nos bancos das igrejas que se aprende ao Domingo (e tanto tenho aprendido ali), também se aprende imenso nos bancos e nos corredores destes hospitais. Aprende-se a confiar mais em Deus do que em nós próprios. Ou então pode-se ficar insensível, revoltado e amargurado. Pode-se aprender a orar. Pode-se aprender a esperar mais no Senhor. Que Deus nos ajude.

segunda-feira, maio 01, 2017

Servos inúteis felizes


Mais um fim-de-semana prolongado em cheio. E porque um blogue pessoal também pode (e deve) ser um registo pessoal, cá vai.

No sábado de manhã, Deus deu-me a graça de pregar o Evangelho do Senhor Jesus Cristo no funeral de um querido irmão da nossa congregação que tinha falecido na quinta-feira. No final da manhã de sábado, com a ajuda de outros irmãos e irmãs, realizei a apresentação de um bebé ao Senhor. Durante a tarde e noite, celebrámos a festa de aniversário da nossa filha mais nova com alguns familiares e muitos amigos.

No Domingo de manhã, continuei a exposição das bases de fé na Escola Bíblica Dominical da nossa igreja e da parte da tarde, partilhei uma breve meditação na Ceia do Senhor sobre a importância do corpo e do sangue de Cristo. No culto das 16 horas, preguei sobre a Parábola das 10 minas, a última da série de oito que iniciei no ano passado. Na noite de Domingo convidamos dois casais amigos para lancharem em nossa casa e desfrutarmos juntos de preciosa comunhão.

O feriado do Dia do Trabalhador serviu para descansar um pouco de manhã e no delicioso almoço que a minha mãe serviu, continuamos a confraternizar com o Artur, a Vilma e a Toti. Seguidamente visitámos o meu sogro no hospital, que pela graça de Deus está a melhorar e no final da tarde assistimos a um filme em família.


Existem crentes que pensam estar muito ocupados na obra do Senhor, mas o que fazemos é sempre diminuto comparado com aquilo que Deus fez e faz por nós. Uma das reflexões que retirei da pregação da parábola das 10 minas foi que quando servimos a Deus e anunciamos a Sua salvação somos apenas "servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer” (Lucas 17:10). Na economia de Deus só se torna útil, quem se considera inútil, fazendo o que tem que fazer.

Devemos orar mais, pregar mais, visitar mais, testemunhar mais e amar mais, enquanto há tempo. Cada cristão irá prestar contas ao Senhor pelo que fez e por aquilo que não fez. Haverá recompensas e punições. Estar envolvido com Deus e com a igreja local, vivendo e testemunhando do Evangelho de Cristo é um grande privilégio e uma santa obrigação. Quem está verdadeiramente envolvido na obra de Deus, não lhe sobra tempo para críticas, queixumes e lamúrias. Os servos que sabem ser inúteis estão felizes porque trabalham para o Seu Senhor.

quinta-feira, abril 27, 2017

Aprendei com o limoeiro

Quanto mais os parasitas atacam o nosso limoeiro, mais ele cresce. Quanto mais corto os ramos e folhas do nosso limoeiro, mais ele frutifica. Quanto mais limões oferecemos, mais limões nós temos. O nosso limoeiro não é nosso.

Cada um retire as conclusões e aplicações que achar pertinentes.

quarta-feira, julho 27, 2016

Celebrando o amor


O amor é para ser vivido e celebrado. Pela graça de Deus, festejo hoje com a minha esposa 25 anos de casamento. Tem sido uma grande bênção divina amar e amadurecer com a linda companheira que Deus me concedeu. Venham mais 25! Amo-te muito Raquel!

quarta-feira, maio 25, 2016

Subsídios para escolas públicas

A Jéssica idealizou uma réplica das 95 Teses de Martinho Lutero para participar numa exposição da sua escola. Os mais puristas argumentarão que as teses originais não seriam em formato livresco, mas mais importante que a forma das ditas, é tornar conhecida a fé reformista protestante nas Escolas. Públicas e privadas.