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sábado, junho 22, 2019

Deus livra, salva e faz maravilhas

Terminei a série de mensagens "Influenciador em Terra Estranha" com Daniel na cova dos leões. Daniel estava velho, mas continuava a enfrentar provações. Quando o rei Dario constituiu diversos líderes no novo reino, Daniel distinguiu-se dentre todos, a tal ponto do rei ponderar que ele seria o seu sucessor. Claro que isto causou muita inveja a todos. Procuram apanhar Daniel em algo que o incriminasse, mas nada acharam. Faltam Daniéis nestes tempos de crise de integridade em que vivemos. Falta verdade e inteireza nos políticos, nos relacionamentos, entre famílias e amigos, nas relações laborais e até nos que se dizem religiosos.

Como nada encontraram, os invejosos de Daniel uniram-se contra Daniel e propuseram uma lei ao rei Dario para apanhá-lo. Uma lei que proibia a oração e o culto a Deus. As leis estatais muitas vezes tem actuado como instrumento de repressão e tentativa de extinção da fé. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a fé cristã não é apenas uma questão pessoal, que deve estar confinada às paredes dos templos. A fé verdadeira quer-se bem presente em todos as circunstâncias e lugares.

O decreto proibitório não inibiu Daniel, muito pelo contrário, como sempre fazia, Daniel foi orar a Deus. Diz o texto sagrado que Daniel tinha espírito excelente. A excelência de Daniel provinha do seu relacionamento vital com Deus. Podemos extrair algumas boas lições da atitude de Daniel:

1) Daniel não se defendeu e nem entrou em argumentações intermináveis com os seus inimigos. O Pai defende sempre os seus filhos.

2) O ancião Daniel não temeu as leis perversas dos homens e, mesmo correndo risco de vida, obedeceu a Deus que nos manda orar.

3) Daniel manteve a rotina de oração diária que já tinha. A nossa vitalidade espiritual depende da perseverança na oração.

4) Orou ajoelhado. Orar de joelhos não demonstra mais humildade nem dá mais poder, era assim que Daniel costumava orar. Oramos de joelhos porque, passado algum tempo, eles vão lembrar-nos que precisamos confiar mais no poderoso Deus do que nas nossas fortes articulações.

5) Daniel orava voltado para Jerusalém. Daniel não se tinha esquecido de Israel e nem das suas raízes. O reino de Deus continuava no seu coração. Qual é o reino e o Senhor que domina o teu coração?


Quando os inimigos de Daniel vieram contar ao rei Dario que Daniel tinha desobedecido à pérfida lei, ficou triste. Mas a lei era para cumprir e Daniel foi mandado para a cova dos leões famintos. Assim como o rei ficou cativo da sua própria lei, nós também ficamos prisioneiros das nossas más decisões e acções. Não nos admiremos se o sono fugir de nós.

Logo de manhã Dario foi confirmar o estado de Daniel e constatou que ele estava vivo. Um grande milagre! Os leões, como toda a criação, estão sujeitos a Deus. O diabo é comparado a um leão que ruge e que deseja devorar os cristãos fieis. Assim como os leões se alimentam de carne, uma vida carnal é alimento para o diabo. O segredo de Daniel é darmos lugar ao Espírito Santo e não à carne (Gl 5:16).

Daniel glorificou a Deus pelo milagre. Assim como Deus guardou Daniel, Ele pode também nos guardar e fechar a boca ao diabo. Tudo começa com oração. O rei mandou lançar na cova dos leões os invejosos inimigos de Daniel, juntamente com as suas famílias e imediatamente foram devorados. Quem fizer uma cova vai cair nela (Pv 26:27).

O Rei Dario escreveu a todos os povos que tremam e temam O Deus de Daniel, Ele é único Deus vivo que tem poder para livrar, salvar e fazer maravilhas (Dn 6:26). Daniel foi fiel a Deus e viveu de forma íntegra, não se deixando deslumbrar e nem contaminar com a grande Babilónia. Vale a pena ser fiel ao Senhor, confiar nele e testemunhar que Deus é maior e melhor que todos.

terça-feira, junho 04, 2019

Deus escreve sempre bem



Daniel conta que Belsazar era o segundo no reino da grande Babilónia. Para dar nas vistas, o Segundo deu um grande banquete para mil distintos convidados. Há gente que quer ser o primeiro em tudo. A festa tinha muita comida, bebida, riso, luxúria, depravação. As festas dão uma sensação de alegria e abastança mas nunca bastam ao espírito.

Não contente com a farra, Belsazar resolveu beber mais vinho nos utensílios sagrados que tinham sido trazidos do templo de Jerusalém. Enquanto bebia neles, o Segundo dava louvores aos seus deuses com os convivas. Belsazar não imaginava que naquela noite ia cair juntamente com a grande Babilónia. A morte surpreende sempre os mais incautos.

De repente, uns estranhos dedos sem corpo escreveram palavras na parede do palácio. O gargalhar de Belsazar mudou-se rapidamente para um grande temor e tremor de pernas. Uma frase enigmática tinha sido escrita pelos dedos divinos. "Deus escreve direito por linhas tortas". Os maiores sábios do reino nada conseguiram decifrar. Então, a rainha-mãe lembrou-se do profeta Daniel e mandaram-no chamar.

Se Daniel conseguisse interpretar a misteriosa frase, o Segundo prometeu-lhe o terceiro lugar no reino e muitos presentes. Mas Daniel não ficou impressionado com as ofertas. Um carácter santo é mais importante que as maiores importâncias deste mundo. Diante dos “mil grandes”, Daniel denunciou corajosamente o pecado de orgulho e idolatria de Belsazar. "MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM". Deus tinha visto arrogância de Belsazar e o reino da Babilónia ia acabar. Naquela mesma noite o Segundo que armou em Primeiro foi morto e Dario começou a reinar.

Os prazeres carnais deste mundo não compensam. Não desprezemos as coisas de Deus e nem misturemos a obra do Senhor com as nossas vaidades. O Deus da Palavra revela-se pela Palavra. Os seus dedos continuam a escrever a história do mundo e o fim das nações. A melhor coisa que podemos fazer nesta vida é crer e confiar na salvação de Deus, manifesta no Verbo Jesus.


Imagem: Rembrandt - Belshazzar's Feast (1635)

segunda-feira, abril 29, 2019

O reizinho e o Rei

O rei Nabucodonosor sonhava muito. Lemos em Daniel 4 que ele sonhou com uma árvore gigantesca que se espalhava por toda a terra, dando frutos e sombra a muitos. Porém, um anjo desceu do céu e disse que aquela árvore seria cortada, ficando apenas o tronco e as raízes.

Nenhum dos sábios da Babilónia conseguiu interpretar o sonho do rei, até que Daniel entrou em cena. Deus revelou a Daniel que a árvore representava o rei e o seu reino que se tinha espalhado sobre toda terra. Durante 7 tempos ele ia ficar sem o seu reino e reduzido a uma condição animalesca, até que reconhecesse que Deus tem todo o domínio e poder. Entretanto, Daniel deu-lhe o conselho de abandonar os seus pecados, fazer justiça aos pobres e talvez fosse poupado desta humilhação.

Passaram-se 12 meses. Infelizmente Nabucodonosor não acatou os bons conselhos de Daniel e continuou cheio de orgulho - é bom ouvir o conselho dos pais, dos professores, dos pastores e de gente madura e sábia. O rei vangloriou-se na sua força e disse ter construído aquele grande reino para a sua própria glória. “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda”, disse o sábio Salomão (Pv 6:18). O orgulho e a soberba arruínam a vida. Se há alguma conquista na nossa vida, reconheçamos que tem a mão portentosa do Senhor.


3 lições deste história real:

1) Deus é Rei dos céus e da terra. Ele concede autoridade e retira-a, rasga e restaura, eleva e derruba. Que nenhum líder religioso, governante, político, empresário ou dirigente pense que lidera pela sua própria força e que está fora do escrutínio e da actuação de Deus. Deus é O Rei!

2) Deus detesta o orgulho e a arrogância. “Qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado”, ensinou Jesus (Mt 18:14). O orgulho destrói relacionamentos, famílias, igrejas e países. C. S. Lewis escreveu que “O orgulho é um 'cancro espiritual': ele corrói até a própria possibilidade do amor, do contentamento e até do bom senso."

3) Deus é poderoso para salvar o pior dos pecadores. Se Ele converteu o coração orgulhoso e egoísta do rei Nabucodonosor, pode salvar o pior dos ditadores, políticos, terroristas, ateus ou descrentes. Ele quer reinar na tua vida também.

Todos temos um reizinho dentro de nós que pensa saber governar bem, mas só quando nos submetemos ao Rei dos reis que é Senhor dos senhores, é que começamos a saber viver.


Imagem: William Blake, Nabucodonosor, 1795 London Tate Gallery

terça-feira, março 26, 2019

Não nos curvaremos às estátuas!

O Rei Nabucodonosor até parece que quis materializar o sonho que tinha tido no capítulo 2 e mandou fazer uma gigantesca estátua em ouro no Capítulo 3 de Daniel. A estátua com cerca de 30 metros de altura seria mais um obelisco do que a imagem de uma pessoa. Servia para ostentar com orgulho o poderio babilónico e para exaltar os muitos deuses da grande Babilónia.

No dia da consagração da estátua, todos foram convocados. Ao ouvirem o som dos instrumentos, todas as pessoas tinham que se ajoelhar e adorar a estátua. Quem não o fizesse seria lançado imediatamente na fornalha de fogo ardente. Todos se curvaram menos 3 jovens: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Estes rapazes eram judeus que tinham sido feitos prisioneiros em Israel e, de acordo com a Lei de Deus, não se curvavam a estátuas.

O nosso Estado laico, que devia ser imparcial em assuntos religiosos, continua hoje a erigir muitas estátuas. Promove leis perversas, legaliza os fracos deuses deste tempo, certifica o relativismo, o egoísmo e a maldade. Além de fomentar o afastamento do Deus vivo, quer que os cristãos se curvem à sua agenda imoral. Porém, os servos do Deus Altíssimo preferem morrer do que curvarem-se aos Nabucodonosores deste século.

Alguns caldeus fizeram queixinhas de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego por eles não se vergarem à estátua. A sua motivação era a inveja dos cargos que eles tinham na Babilónia. A inveja é um veneno que corrói a vida do invejoso e de todos à sua volta. Estes ingratos caldeus, seriam os mesmos que foram poupados da morte por causa de Daniel e destes três amigos. Martinho Lutero disse que "existem três cães perigosos: a ingratidão, a soberba e a inveja, e quando mordem deixam uma ferida profunda". Os cristãos devem contar com invejas, lutas e provas. As provações servem para aferir e refinar a fé que temos em Deus.

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram levados ao Rei e não temeram nem o Rei e nem a ameaça de morte no forno ardente. Revelaram coragem e ousadia e não fizeram concessões. Tinham o esclarecimento espiritual para adorar e servir somente a Deus. Sabiam que Deus era poderoso para os livrar do fogo, mas também sabiam que Deus podia não querer livrá-los. A fé verdadeira aceita a vontade de Deus, seja ela qual for. Eles estavam dispostos a morrer por causa da fé exclusiva no Senhor.

Foram lançados amarrados ao Forno. De repente, surgiu um quarto Homem, semelhante ao “filho dos deuses”. Gosto de pensar que era O Senhor Jesus, numa das suas pré-encarnações. Dançavam os quatro homens, livres no meio da fornalha acesa. O diabo faz-se presente pela força e violência e usa o poder da imagem; Deus faz-se presente no meio das piores dificuldades através de Jesus. O diabo amarra, Jesus liberta-nos!


Amigos cristãos, não nos curvemos aos ídolos deste tempo e nem aos ídolos do nosso coração. Sirvamos ao único Deus e Senhor. Falemos a verdade!

segunda-feira, março 04, 2019

Sonhos e revelações

O poderoso rei Nabucodonosor, o tal que tinha invadido Jerusalém e que liderava um grande império, ficou muito perturbado por causa de um sonho. Os homens poderosos deste mundo têm limitações e perturbações, a começar nos seus sonhos. O rei chamou os magos, astrólogos e sábios do seu reino e pediu-lhes o impossível: que contassem o que ele tinha sonhado e que lhe explicassem o significado. Qualquer pessoa pode inventar uma interpretação de um sonho, mas saber aquilo que outra pessoa sonha é muito mais difícil. Como eles nada conseguiram, Nabucodonosor mandou matar todos os magos e sábios da Babilónia.

Perante a sentença de morte que pesava sobre a sua cabeça, Daniel e os seus amigos oraram ao Deus dos céus, pedindo-lhe misericórdia. Na sua compaixão, O Senhor revelou o sonho e a interpretação a Daniel. Nabucodonosor tinha sonhado com uma grande estátua feita de diferentes materiais: ouro, prata, cobre, ferro e barro. Uma pedra foi "cortada sem mão humana” (v.34) e lançada aos pés da estátua, acabando por destruir completamente a estátua. Cada material da estátua representava um reino e a pedra que crescia e enchia a terra representa Cristo e o seu reino (At 4.10-12; 1Pe 2.4; 6-8). O reino de Cristo terá a sua expressão máxima no Milénio e jamais será destruído (v.44; Ap 11:15).


Algumas das conclusões que retirei desta passagem:
1) Precisamos da misericórdia do Senhor para lidar com as dificuldades que se nos deparam todos os dias. Devemos interceder juntamente com os nossos irmãos em oração e intercessão.

2) Deus tem algo a dizer aos poderosos deste mundo, mesmo os injustos e maus. Deus é O Senhor dos senhores e O Rei dos reis.

3) A pessoa que teme a Deus não teme más notícias. Firma-se no Evangelho e fala a verdade com amor e coragem.

4) O reino de Cristo é maior do que os maiores impérios. Todos os poderosos e os seus reinos passarão, menos o reino do Filho. O Seu governo permanece para sempre.


Muitas pessoas hoje andam atrás de sonhos, visões e revelações mas a Bíblia é a revelação final e definitiva de Deus. É verdade que O Senhor pode falar através de sonhos mas eles NUNCA contradizem a Bíblia. Em vez de andarmos atrás de sonhos e revelações, leiamos e pratiquemos a Palavra de Deus. Jesus Cristo é a única salvação de Deus para o Homem.

“Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho.” (Hb 1.1).

segunda-feira, fevereiro 04, 2019

Fé incontaminada na graça de Deus

A primeira coisa que fizeram aos jovens judeus prisioneiros na Babilónia foi mudar-lhes o nome (Daniel 1). A mudança dos nomes era uma forma de arrancar destes jovens a identidade, as raízes e tudo aquilo que os ligava a Deus e à nação de Israel. João Calvino diz "que os seus nomes foram mudados - para que o rei pudesse apagar dos seus corações e mente a memória da sua própria nação, forçando-os a rejeitarem as suas origens." Eles traziam gravado no nome a influência de Jeová e cunharam-nos com nomes dos deuses Babilónicos. Se há coisa que o mundo caído procura fazer aos cristãos é roubar-lhes a identidade de filhos de Deus e impor-lhes o pensamento da época.

Daniel decidiu no seu coração não se contaminar com as comidas do rei (1:8). Os judeus não estavam proibidos de comer carne e de beber vinho, mas aquela comida babilónica tinha sido oferecida aos ídolos. O problema não estava na comida em si, porque “Todas as coisas são puras para os puros” (Tito 1:15), mas naquilo que representavam aqueles manjares babilónicos. Não há consenso entre os ídolos e Deus. Quando andamos saciados com a comida celestial não queremos comer as iguarias do inferno.

“Deu Deus a Daniel graça e misericórdia" (v.9). Daniel podia morrer por rejeitar a comida do rei, mas a sua esperança estava na graça e misericórdia do Rei dos reis. Precisamos tanto da graça e da misericórdia de Deus! A graça divina não é um prémio por bom comportamento, mas a Bíblia ensina-nos que quanto mais obedecemos a Deus, mais Ele acrescenta a Sua graça e bênção à nossa vida! Foi assim com Noé, Abraão, Jacó, José, David, Raabe, com Daniel e com muitos outros.

Daniel e os seus amigos viveram num ambiente hostil e mau, mas mesmo ali, não se contaminaram espiritualmente e não permitiram que coisas de fora mudassem a fé que estava nos seus corações. Daniel não se queixou, não ficou revoltado e nem ficou agarrado às injustiças da Babilónia, Daniel permaneceu firmado na graça de Deus e foi um exemplo de fé para todos. Ainda hoje se fala da fé incontaminada de Daniel.

quinta-feira, janeiro 10, 2019

Influenciadores em Terra Estranha

Nos últimos 7 anos preguei de forma expositiva na minha congregação 7 livros da Bíblia. Este ano começamos com o profeta Daniel. O livro de Daniel é deveras extraordinário. É ao mesmo tempo histórico e profético, simples e misterioso, doutrinário e escatológico.

A temática central pode ser resumida numa sentença: “O Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens” (4:17; 2:21; 4:25,32; 5:21). Temos dificuldade em reconhecer que Deus é Deus na nossa história, mas Deus continua a ser O Senhor soberano. Como nos dias de Daniel, Deus tem o domínio total sobre tudo e todos, em toda a terra.

Daniel começa com o relato do cativeiro babilónico, que aconteceu por causa da divisão, desobediência e idolatria israelita. Se nós nos desviarmos do Senhor e da Sua vontade, Ele também vai tratar connosco e sofreremos igualmente muitas tristezas e dissabores.

O rei Nabucodonosor ordenou que fossem arrancados de Jerusalém os mais notáveis, inteligentes e bonitos jovens de linhagem real para o centro religioso da Babilónia. O objectivo era formatá-los à cultura e mentalidade dos caldeus e do império, para depois usá-los. A estratégia de satanás é desviar-nos das coisas de Deus, enchendo a nossa mente e coração com o pensamento dominante deste mundo.

Em vez de serem influenciados pela Babilónia, Daniel e os seus amigos conseguiram, com a ajuda de Deus, influenciá-la. Em vez de nos queixarmos das pessoas e das circunstâncias más que nos rodeiam, façamos também a diferença positiva onde estamos.


“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
- Rm 12:2.