Mostrar mensagens com a etiqueta Oração. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Oração. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, agosto 27, 2020

Deus faz-nos muito bem

 

"Até quando te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre?"  Salmo 13:1

"Até quando?" Pergunta David quatro vezes neste Salmo. É o lamento de uma alma só e cansada. Parece que Deus se esqueceu de David. Quanto mais tempo passa, parece que mais se adensa a tristeza e a sensação de orfandade. Ao contrário do que alguns evangélicos apregoam, os cristãos também se entristecem, desanimam e até podem ficar deprimidos.

Mas neste Salmo há uma grande reviravolta. David ora para que os seus chorosos olhos sejam limpos pela luz do Senhor (v. 3). A resposta vem nos lampejos luminosos da bondade de Deus que alegram o seu coração. David agora está alegre. A grande benignidade e salvação do Senhor, faz David cantar: "Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem."

Quando cremos no bondoso Deus e na sua salvação, a nossa alma aquece e alegra-se. Se pensarmos bem, Deus nunca está ausente. O Senhor é sempre presente e continua a fazer-nos muito bem.

domingo, agosto 16, 2020

A oração é o modo de vida do cristão

"A oração é a maneira de andar pelo Espírito. A oração é a forma de andar pela fé. Em outras palavras, é a respiração da vida cristã o dia todo. Apenas inspire e expire. É o modo como vivemos."

John Piper

terça-feira, agosto 11, 2020

Todavia, eu me alegrarei no Senhor

O livro de Habacuque ensina-nos a entregarmos as nossas dúvidas e aflições ao Senhor Deus através da oração e a caminharmos com fé e confiança no Senhor, no meio das nossas piores crises e lutas.

O capítulo 3 é uma oração em forma de cântico. Provavelmente este Salmo de adoração e louvor a Deus seria usado no templo em Jerusalém. É uma Teofania, ou seja, uma manifestação de Deus e dos seus propósitos. Martyn Lloyd-Jones disse que Habacuque agora só está interessado na glória de Deus e mais nada.

Quando Habacuque ouviu as respostas do Senhor temeu e tremeu. Estremeceu por todos os lados: lábios, ossos, ventre e coração (v.2 e 16). Em prantos, o profeta tem a noção clara da grandeza portentosa do Senhor e da sua podridão interior. Mais importante do que entender a origem da existência da mal no mundo (um dos grandes temas deste livro) é reconhecermos e arrependermo-nos da nossa própria maldade.

O profeta ao ouvir os juízos do Senhor clama por avivamento (v.2). “Avivar” aqui é um pedido de preservação da vida, é um rogo para não ser destruído na invasão babilónica que estava para vir. Mas também é um grito por renovação espiritual.

Normalmente o avivamento surge num quadro de perversidade e frieza espiritual. O avivamento vem de Deus e é um retorno à centralidade da Palavra de Deus, à conversão e santificação. Hernandes Dias Lopes diz que “Precisamos de um avivamento que coloque a igreja nos trilhos da sã doutrina e a desperte para viver piedosamente.”

Deus envia o avivamento espiritual quando vê quebrantamento, arrependimento e confissão. A glória de Deus torna-se manifesta a todos e um grande número de almas são salvas. Clamemos a Deus, conforme fez Habacuque: “Aviva, ó SENHOR, a tua obra!”

O livro termina de forma admirável. A invasão babilónica iria devastar a agricultura, o gado, as provisões e todo o sustento de Judá e do profeta. Muita fome e miséria estavam para acontecer. Mas mesmo assim, "ainda que...", o profeta declara a sua confiança em Deus: “Todavia, eu me alegrarei no Senhor!” (v. 18).

Alegrar-se em Deus quando as coisas correm de feição é relativamente fácil, o nosso grande desafio é continuar a confiar nele no meio das aflições desta vida e quando tudo parece ruir.

O profeta começou com dúvidas mas termina com fé. No capítulo 2 “o justo viverá pela fé”, no capítulo 3 “o justo está a viver pela fé!” Uma coisa é conhecermos intelectualmente a vida da fé, outra bem distinta é vivermos pela fé! Não se trata de negar as maldades ou meter a cabeça na areia quando tudo vai mal, nada disso! É confessar os nossos pecados e confiar em Deus em todas as circunstâncias.

A fé bíblica e madura é aceitar a vontade de Deus, independentemente dos resultados. Deus nem sempre muda a nossa conjuntura, mas pode transformar a nossa maneira de enfrentar as situações mais difíceis. Isso é viver pela fé!

O Livro começa com “o peso” do Profeta e termina com a alegria e a força do Senhor Jeová. Começa no mais no vale da dúvida e termina na mais alta montanha da fé. G. Campbell Morgan disse que “A nossa alegria é proporcional à nossa confiança. A nossa confiança é proporcional ao nosso conhecimento de Deus.” Podemos confiar em Deus porque Ele continua a ser o Senhor soberano que está no controlo de todas as coisas.

Aprendemos muito com Habacuque. É melhor subir à nossa torre de vigia para orar e ouvir Deus falar, do que reclamar e querer entender todos as sombras e contornos da nossa vida. A alegrarmo-nos no Deus da nossa salvação, independentemente das circunstâncias. A viver mais por fé e menos por vista.

sexta-feira, janeiro 17, 2020

Ser mais agradecido

"Tu que me deste tanto,
Dá-me uma coisa mais, um coração agradecido.
"

George Herbert
(Poeta britânico do século XVII)

quarta-feira, janeiro 08, 2020

7 Pensamentos sobre Unidade

"Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste." João 17:21


Sete pensamentos sobre a unidade pela qual Jesus orou, na sua oração chamada de sacerdotal, narrada no Evangelho de João 17:20-26:

1. A unidade cristã está vinculada a Cristo, transcende opiniões, consensos e sentimentos humanos.

2. Só na medida em que estamos e permanecemos em Cristo é que a unidade se aperfeiçoa.

3. Não é denominacional, nem ecuménica; ultrapassa interpretações particulares mas firma-se na mesma fé e doutrina.

4. A unidade é muito mais um sintoma do que um objectivo a perseguir; é a prova da presença gloriosa de Deus em nós.

5. Esta unidade reforça-se pela caminhada conjunta, pela oração, comunhão e serviço cristão.

6. A unidade cristã testemunha ao mundo do amor e da graça que há na unidade divina.

7. É uma unidade que reflecte a glória de Deus e aponta para ela.

quarta-feira, novembro 27, 2019

Precisamos da misericórdia divina



Jesus contou uma história sobre alguns religiosos que confiavam em si próprios, pensando que eram melhores que as outras pessoas. A religião pode transmitir duas mentiras: a primeira é que os crentes são bons e a segunda é que são melhores que os outros. A verdade é que tanto crentes como descrentes carecem muito da graça e da misericórdia de Deus.

O fariseu da história confiava em si e nas suas realizações. Julgava-se ética e moralmente superior aos outros, por ser fariseu, por jejuar duas vezes na semana e dar os seus dízimos. O seu erro era justificar a espiritualidade com as suas realizações. O logro de pensar ser melhor e mais espiritual por fazer muitas bondades e actividades. Mas confiar em si próprio e nas suas obras é não precisar de Deus.

Só temos verdadeira comunhão com Deus quando reconhecemos quem somos: pecadores; e quem Deus é: Santo. A oração do indigno publicano deve ser a nossa: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” Todos os dias precisamos de perdão e da misericórdia divina. Em vez de nos julgarmos superiores e desprezarmos os que nos rodeiam, que Deus nos ajude a depender mais da Sua graça e misericórdia. Amém!

terça-feira, julho 02, 2019

A oração transforma-nos



"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mateus 26:41).

John Piper disse que “o diabo odeia a oração e a nossa carne naturalmente não gosta dela.” Ou seja, o diabo não quer que oremos e o nosso EU também não. Por outro lado, Deus deseja que oremos. Não que Deus precise das nossas orações, nós é que precisamos delas. Não só por causa das respostas que Deus nos concede - e Deus sempre ouve e responde -, mas porque a oração transforma o nosso ser. Precisamos de orar por nós, pela nossa família, igreja, pelos líderes e governantes, pelos nossos inimigos. Orar por todos. Orar pelas coisas grandes e pelas coisas pequenas. Orar para não pecar. Orar sem cessar. Vamos orar? Amém.

quinta-feira, janeiro 24, 2019

Orações umbilicais

"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas das palavras do meu bramido e não me auxilias? Deus meu, eu clamo de dia, e tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego." (Salmo 22:1,2).

O Salmo 22 é grito de revolta de David contra Deus. Aparentemente Deus está indiferente às orações de David. Expressar o desalento a Deus por Ele não responder às orações é algo humano. Mas uma coisa é ficar impaciente com o silêncio divino, outra coisa, bem diferente, é pensar que a oração serve para satisfazer os nossos desejos egoístas. Há pessoas que têm raiva de Deus porque Ele não lhes faz as vontades. É terrivelmente infantil pensar que O Senhor tem a obrigação de nos dar tudo o que lhe pedimos. Na realidade, quem ora assim não está a orar ao Deus Altíssimo, mas ao seu próprio umbigo. A oração umbilical é sinal de uma fé imatura e imberbe. Se há coisa que os umbigos são bons é fazer a pessoa olhar para baixo e para si própria.

Mas este Salmo também é profético e messiânico. Cristo é verdadeiramente O Homem que foi desamparado por Deus na cruz, por causa do nosso pecado. Na sua oração, antes de ir à cruz, Jesus revelou a verdadeira essência da oração: "e, pondo-se de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua." (Lc 22:41,42). Orar é conhecer e fazer a vontade de Deus. Orar é aceitar os silêncios e as respostas divinas. Orar é estar disposto a morrer por Deus e para o nosso umbigo.

terça-feira, outubro 02, 2018

Aprender a esperar mais em Deus



Sou de raça impaciente. Estou a aprender a esperar. O salmista aconselha-nos a descansar no Senhor e a esperar nele (Sl. 37:7). Deus está a trabalhar no seu tempo e com o nosso tempo. É melhor esperar mais na graça de Deus do que tentar mudar o que ainda não chegou o tempo de Deus mudar. Esperar na graça e com graça. A verdadeira obra de Deus não vai lá com a impulsividade e a pressa humana. Deus não precisa das nossas rápidas intenções e nem das nossas ideias prontas.

Não há mornidão na passividade de esperar em Deus, porque mornos são os intemperados e os estão cheios de si. Mornos são aqueles que pensam que são bons e os que pensam que fazem grandes coisas (Ap 3:15-19). O que nos aquece é saber que, sendo nós intrinsecamente maus, Deus é bom. Diz-se que esperar é uma virtude, mas a espera virtuosa é a que se aquieta em Deus e na sua gloriosa vontade. "Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão" (Isaías 40:31).

"Senhor, perdoa a minha impaciência e ajuda-me a esperar mais em Ti!"

quinta-feira, setembro 14, 2017

Boas rotinas


"Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora, havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer." (Daniel 6:10).

Que grande exemplo, a excelente rotina de Daniel. "Três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus". Instigado por alguns líderes invejosos, colegas de Daniel, o rei Dario tinha assinado um decreto que proibia, durante trinta dias, que alguém fizesse pedidos a qualquer deus ou a qualquer outro homem, excepto ao rei Dario. A nova ordem não fez Daniel mudar a sua rotina e ele continuou a orar a Deus, três vezes ao dia. É interessante que não é relatado que Daniel orou por livramento, ou pelo aniquilamento dos seus inimigos ou contra leis perversas, ele "dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer." Daniel sabia que o soberano Deus estava no controle de todas as coisas. Nem sempre as rotinas na nossa vida são boas, mas a nossa responsabilidade é criar espaço para as boas rotinas. Viver na rotina da oração, gratidão e confiança em Deus. Perceber que é na rotina dos joelhos no chão que O Senhor vai ser glorificado. A rotina de dar graças a Deus por todas as circunstâncias da nossa vida. Amém!

domingo, julho 02, 2017

O diabo treme quando nós oramos

"A maior preocupação do diabo é afastar os cristãos da oração. Ele não teme os estudos, nem o trabalho e nem a religião daqueles que não oram. Ele ri da nossa labuta, zomba da nossa sabedoria, mas treme quando nós oramos."

Samuel Chadwick
(1860-1932)

quarta-feira, junho 07, 2017

Amar a Deus e odiar o mal

"Vós que amais o SENHOR, detestai o mal" (Salmo 97:10).

Os dois sentimentos mais fortes que existem no ser humano, talvez sejam o amor e o ódio. A Bíblia ensina-nos a amar a Deus e as pessoas. Ensina-nos também a não odiar ninguém, a não ser uma única coisa: o mal. Devemos detestar a maldade, a começar pela nossa. Quanto mais amamos a Deus mais detestamos o mal. Charles Spurgeon escreveu "Se você ama realmente o seu Salvador e deseja honrá-Lo, deteste o mal. Não há melhor cura para um cristão que ama o mal do que a comunhão abundante com o Senhor Jesus. Se você gasta bastante tempo com Jesus, será impossível ficar em paz com o pecado." O cristão odeia o mal porque ama Deus. E nesses intensos sentimentos, o crente ora por todos aqueles que espalham maldade, que sem saberem, são fantoches das hostes infernais do diabo. Amar o Bem. Odiar o mal.

quarta-feira, março 29, 2017

Oração funcional



A oração feita com fé ao Pai realmente funciona. Mais do que utilitária, a oração causa mudanças. A maior delas é em nós. Quanto mais se ora mais transformados somos. Quanto mais se roga pela bênção alheia, mais abençoado se é. Quanto mais se pede, mais se recebe.

segunda-feira, março 20, 2017

Perto do altar, longe de Deus

Na parábola que Jesus contou do fariseu e do publicano há duas orações, duas teologias, duas cosmosvisões: uma antropocêntrica, outra teocêntrica. A confiança no Homem versus a confiança em Deus. As obras e a Obra.

O pecador fariseu foi para perto do altar, altivo, orava consigo. Falava de si e comparava-se com os outros, julgando-se melhor que todos. O pecador publicano, ficou longe do altar, batia no seu peito e gemia: "Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!" Esta história foi contada, disse Jesus, por causa dos “que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros" (Lucas 18:9). Quem se acha muito certo e justo, despreza sempre O único justo e sempre certo Deus. Por outro lado, quem reconhece a sua própria malvadez é justificado pelo Altíssimo. A humildade verdadeira está mais relacionada com a convicção do pecado pessoal do que a tola ideia de ser impoluto ou melhor que os outros.

O santarrão fariseu saiu do templo contente consigo, mas do ponto de vista divino (que é o que conta) continuou condenado. O penitente publicano foi para sua casa justificado, perdoado e transformado. O fariseu esteve perto do altar mas longe de Deus, o publicano estava longe do altar mas perto do Senhor. A única oração que Deus ouviu foi a única oração que foi feita. Como bem disse Sproul: "Deus ouve as orações dos pecadores pois, além do Seu Filho, eles são a única classe de pessoas que oram."

O Reino de Deus pertence, não aos religiosos, aos que se acham bons, ou aos indivíduos que fazem coisas boas, o Reino de Deus pertence aos que sabem que não são nada sem O Pai. Como aqueles meninos que Jesus abraçou (Lucas 18:16-17). Os pequeninos são aqueles que confiam mais no Pai, na Sua graça e misericórdia, do que neles próprios. Sabem que não for a graça e a misericórdia de Deus continuariam irremediavelmente perdidos.

quinta-feira, janeiro 12, 2017

Sola Fide!

A convite da Aliança Evangélica Portuguesa e no âmbito da Semana Universal de Oração, partilhei ontem numa acolhedora igreja em Gaia, sobre a Sola Fide. É impossível agradar a Deus sem fé. A oração sem fé é morta. "Eu creio, Senhor! Ajuda-me na minha incredulidade."

A Reforma protestante lembrou a preciosa verdade bíblica, que a salvação não se conquista por obras humanas, é antes uma dádiva divina. Por muito que custe a engolir ao homem orgulhoso que pensa ser bom, que julga alcançar a salvação pelos seus próprios méritos e feitos, o cristianismo verdadeiro continua a defender que somos salvos exclusivamente pela graça, mediante a fé. Graça e fé que são dons de Deus. Não são as obras que nos salvam, é somente a Obra. A obra perfeita e completa de Jesus Cristo. O grande milagre da vida eterna é Ele próprio. "O justo viverá da fé".

quinta-feira, novembro 03, 2016

Tempo a sós com Deus

O tempo devocional não salva ninguém, mas ninguém que se diz crente em Deus deve ignorar a sua devoção diária com Ele. A vida espiritual só se mantém vigorosa com a leitura e meditação bíblica e a oração disciplinada. Investir no tempo diário a sós com Deus é melhorar o nosso tempo com todos. É um momento específico no dia mas que transcende o momento e o dia. Já estiveste hoje a sós com Deus?

domingo, outubro 23, 2016

A igreja é a arena principal

"A igreja é a arena principal em que aprendemos que a glória não consiste no que fazemos para Deus, mas no que Deus faz por nós."

In: Eugene Peterson. A linguagem de Deus. Editora Mundo Cristão, 2011, p. 247.

segunda-feira, junho 13, 2016

Antes que seja demasiado tarde

“Cinco minutos dentro da eternidade e nós desejaríamos ter sacrificado mais, chorado mais, clamado mais, confessado mais, amado mais, orado mais e ter dado muito mais.”

Leonard Ravenhill
(1907-1994 – Evangelista e escritor inglês)

terça-feira, maio 17, 2016

Regozijar, orar e pensar bem

No Domingo de Pentecostes preguei sobre algumas das evidências do fruto do Espírito Santo escondidas em Filipenses 4. O regozijo que permanece, a sábia moderação e a paz que transcende a lógica humana. Regozijo, moderação e paz derivam e estão fundamentadas no nosso relacionamento vital com Deus. Temos amor, alegria e paz quando voltamos os nossos pensamentos e orações para Deus. A oração e a gratidão não são uma fuga aos problemas, são o remédio divino. Pensar bem, ou seja, colocar os pensamentos em Deus e nas coisas boas da vida, faz-nos bem à vida. Os piores ladrões da alegria e da paz somos nós. Não esperemos resultados bons na vida quando enchemos a nossa mente de coisas más e vãs. Por outro lado, o profeta Isaías esclarece que Deus sempre conservará em paz aquele que tem a mente firme no Senhor, porque a sua confiança está em Deus. (Isaías 26:3). Assim seja.

terça-feira, dezembro 01, 2015

Pregador mudo

Desde a passada quinta-feira tenho estado afónico, quase sem voz. Imagino que há gente satisfeita com o meu mute (as minhas filhas andam contentíssimas!). Ficar sem pio é uma boa maneira de Deus mostrar a um pregador, que precisa depender mais do Senhor do que de si próprio. Foi só quando Jó se calou que Deus lhe revelou o remédio para as suas maleitas. A maior lição do pregador é aprender a calar-se diante de Deus. "Fala, Senhor, porque o teu servo ouve." Amém.