
quinta-feira, julho 17, 2025
É bom desconfiar das nossas certezas

segunda-feira, maio 12, 2025
O reino futuro de Deus para o presente
terça-feira, abril 15, 2025
Cristo sofreu para nos levar a Deus
quinta-feira, março 27, 2025
O mérito pertence a quem?
"Todas as religiões do mundo são essencialmente sistemas de mérito humano. Até aquelas que ensinam a misericórdia divina enfatizam que é preciso conquistá-la. Somente o cristianismo anuncia que Deus é misericordioso para com os pecadores, que não merecem a sua misericórdia. São aqueles cuja defesa consiste apenas no mérito de Cristo, e cujo único argumento é clamar com humildade e confiança: 'Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador!'"
In: STOTT, John. As controvérsias de Jesus. Viçosa, MG: Editora Ultimato, 2015, p.109.
segunda-feira, março 10, 2025
Deus transforma o mal em justiça e alegria
"O âmago da Bíblia e do cristianismo não é explicar a origem do mal, e sim demonstrar como Deus age e transforma o mal no seu oposto, ou seja, em justiça eterna e alegria."
- John Piper
segunda-feira, novembro 04, 2024
A fé cristã é teocêntrica
In: SPROUL, R.C.. A santidade de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2008, p. 207.
segunda-feira, outubro 21, 2024
Maturidade espiritual implica obediência
"A maturidade espiritual não se alcança com o passar dos anos, mas com a obediência à vontade de Deus."
- Oswald Chambers
terça-feira, outubro 01, 2024
O agora é importante para sempre
segunda-feira, setembro 09, 2024
É tudo pela graça de Deus
"Este ar que você inspirou agora é graça. O delicioso almoço que você comeu é graça. O encanto dos bebés é graça. As belezas naturais e as maravilhas celestes são graça. Vivemos em um mundo caído infiltrado pela graça. Onde quer que você olhe, você verá graça comum, em maior ou menor grau, e isso será motivo para louvar a Deus."
In: PIMENTEL, Vinicius Musselman. Inconformados. São Paulo: Fiel, 2018, p.19.
domingo, agosto 11, 2024
Os milagres de Jesus
"A Bíblia diz-nos que no início Deus não pretendia criar o mundo para que houvesse doença, fome e morte. Jesus veio para redimir onde houvesse erro e curar o mundo onde houvesse tristeza. Os seus milagres não são apenas provas de que ele detém poder, mas também uma maravilhosa amostra do que ele fará com esse poder. Os milagres de Jesus não são um simples desafio para a nossa mente, mas também uma promessa para o nosso coração de que o mundo que desejamos está a caminho."
In: KELLER, Timothy. A fé na era do cepticismo. São Paulo: Vida Nova, 2015, p. 125 [PT].
segunda-feira, agosto 05, 2024
Deus presente
Jesus é admiravelmente singular. A singularidade de Jesus
significa que Ele é único e absolutamente incomparável. Não há ninguém igual a
Jesus ou que se equipare a Ele. Há muitas concepções erradas acerca de Cristo.
Alguns dizem que Jesus foi apenas um bom mestre. Outros alegam que é um anjo,
um espírito, um deus. Muitos pensam que foi um mártir e que está morto. No
entanto, se alguém quer ter uma compreensão exacta de Cristo tem que ir às
fontes certas e seguras - as Escrituras Sagradas. Jerónimo, o patriarca da
igreja do século IV e V, escreveu: “ignorar
as Escrituras é ignorar Cristo”1.
Jesus tem atributos inigualáveis. Um dos aspectos distintivos de Jesus é que Ele é Deus. A Bíblia revela que só há um Deus, coexistente em três Pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo (Mt 3:16,17; Mt 28:19; 2Co 13:13). O Pai é Deus, Jesus é Deus, O Espírito Santo é Deus. Não são três deuses, é um só Deus, manifesto em três Pessoas da mesma substância, iguais em poder e glória. Neste artigo, proponho meditarmos na singularidade de Jesus Cristo como Deus.
No Antigo Testamento, Isaías tinha profetizado que uma virgem iria dar à luz um filho e que o seu nome seria Emanuel, que significa “Deus connosco” (Is 7:14; Mt 1:23). O nome de Jesus reverbera a presença divina. A encarnação de Jesus é a materialização do Deus que vem para ficar connosco. O melhor presente do Natal é Deus a tornar-se presente entre nós. Em Hebreus 1:3 é dito que O Filho é o resplendor da glória divina e a expressão exacta do seu Ser. Deus mostrou-se em Cristo. O próprio Pai diz do Filho: “Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, ceptro de equidade é o ceptro do teu reino” (Hb 1:8). Os hebreus precisavam admitir que Jesus é Deus e Rei. Essa constatação continua a ser necessária no mundo pós-moderno de hoje. Não chega aceitar que Deus se fez presente em Cristo, é necessário recebê-lo pela fé e sujeitar-se à sua soberania.
No evangelho de João (e nas suas Cartas), a divindade de Jesus é uma ênfase constante. “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (Jo 1:1). Este Verbo divino fez-se carne e habitou entre nós (Jo 1:14). No capítulo três, Jesus baralha o mestre Nicodemos ao afirmar que desceu do céu e ao mesmo tempo continua no céu (Jo 3:13). Somente Deus pode estar em dois lugares simultaneamente. Mais à frente no relato joanino, os religiosos judaicos ficam furiosos quando Jesus diz: “antes que Abraão existisse ‘EU SOU’” (Jo 8:58-59). Com estas palavras, Jesus vincula-se ao nome de Deus revelado a Moisés, o “EU SOU” (Êxodo 3:13-14) e assume de forma inequívoca a sua natureza eterna e divina.
Em João 10:30 Jesus proclama: “Eu e o Pai somos um.” Os judeus enfurecidos tentam apedrejá-lo acusando-o que se estava a fazer de Deus. E de facto estava, Jesus é Deus. Na sua primeira Carta, João testifica “que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1Jo 5:20). O apóstolo João não tinha dúvidas que Jesus é o verdadeiro Deus. Que ninguém ao ler estas linhas fique indiferente ao verdadeiro Deus Jesus, mas creia nele.
A Bíblia tem ironias curiosas. Uma das declarações mais claras acerca da divindade de Jesus foi proferida pelo mais céptico dos doze apóstolos de Jesus - o apóstolo Tomé. Quando Jesus ressuscitou, apareceu aos seus discípulos, mas Tomé não estava presente nessa aparição de Jesus (Jo 20:24-28). Quando lhe contaram que viram O Senhor ressurrecto, Tomé disse que só acreditaria se visse as marcas da crucificação de Jesus. Tomé é o pai da expressão “ver para crer”, tantas vezes usada hoje, que é apenas uma desculpa esfarrapada para justificar a teimosia de descrer perante os factos. Passados oito dias, O Senhor rompeu as paredes e fez-se presente - Jesus é Deus omnipresente! Voltando-se para Tomé desafiou-o: “Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega a tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente.” Jesus respondeu às indagações de Tomé sem estar presente quando ele as proferiu. Jesus sabe todas as coisas, porque também é Deus omnisciente!
Diante das evidências do poder divino do Jesus ressurrecto, Tomé
gritou: “Senhor meu, Deus meu” (Jo 20:28). Jesus aceitou essa
declaração, porque na verdade é Deus e Senhor! “Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e
creram!” disse Jesus. Mais felizes são os que crêem sem ver. Tomé creu na
ressurreição de Jesus e declarou a divindade e o Senhorio de Cristo. Era
necessário restaurar a fé do apóstolo relutante. Ele também seria um dos
fundamentos da Igreja (Ef 2:20). Gregório Magno, no século VI, disse que “a incredulidade de Tomé foi mais
proveitosa para nossa fé do que a fé dos discípulos que acreditaram, porque,
decidindo aquele apalpar para crer, nossa alma se afirma na fé, descartando
toda dúvida.”2 A
terrível descrença de Tomé acabou por resultar no testemunho claro e inequívoco
da divindade de Jesus.
O vocábulo grego “THEÓS” é a palavra mais usada para descrever Deus no Novo Testamento. Ela surge em sete passagens para se referir a Jesus: Jo 1:1; 1:18; 20:28; Rm 9:5; Tt 2:13; Hb 1:8; 2Pe 1:1. Não há dúvidas, Jesus é Deus. Além disso, no seu ministério terreno, em diversas ocasiões, Jesus recebeu e aceitou adoração (Mt 2:11; 14:33; 28:9,17; Lc 24:52; Jo 9:38). Se Jesus não fosse Deus, teria dito a essas pessoas para não O adorarem, porque somente Deus deve ser adorado (Dt 6:13; Lc 4:8; At 10:25-26; Ap 22:8-9).
Sim, só há um Deus e um mediador entre Deus e os homens –
Jesus Cristo, homem (1Tm 2:5). O facto de Jesus ser Deus reforça de forma
eterna as suas palavras e obra. Jesus veio a este mundo não só para manifestar
a sua divindade, mas também, como homem, para morrer pelos nossos pecados. Crer
em Jesus é confiar em Deus. Quem deposita a fé e esperança em Cristo é salvo. O
Deus Jesus fez-se presente no passado, faz-se presente no presente e
manifestar-se-á de forma gloriosa em breve, quando vier buscar a Sua Igreja.
Conforme John Piper relembra: “Nós, os
cristãos, não estamos a aguardar a chegada de um simples homem, mas a ‘gloriosa
manifestação do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo’ (Tt 2:13; 2Pe 1:1).”3.
Como não adorar, servir e amar o nosso Salvador Jesus Cristo, O grande Deus presente?
Jorge Oliveira
(Artigo publicado na edição nº 188, Julho 2024 , na Revista Refrigério)
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1. JERÓNIMO, Presbítero. Prólogo ao Comentário Sobre o Profeta Isaías.
2. GREGÓRIO MAGNO. Homiliæ in Evangelia. L.II, hom.6 [XXVI], n.7. In: Obras. Madrid: BAC, 1958, p.665.
3. PIPER, John. Um Homem chamado Jesus Cristo. Editora Vida, 2005, p.28.
quarta-feira, julho 03, 2024
Dizer-se cristão sem ser
"Não há nada mais insultuoso ao santo Nome de Deus do que professá-Lo com os teus lábios e negá-Lo com a tua vida."
- Martyn Lloyd-Jones.
segunda-feira, junho 03, 2024
Seguros nas mãos de Deus
domingo, abril 07, 2024
Acima de tudo, Deus é amor
domingo, março 03, 2024
A fé viva manifesta-se com obras
segunda-feira, fevereiro 05, 2024
A verdade só procede de uma voz
domingo, janeiro 21, 2024
Quem é Deus para ti?
segunda-feira, janeiro 08, 2024
Simultaneamente pecador e amado
segunda-feira, dezembro 18, 2023
Deus desce para subir connosco
In: C. S. LEWIS. Milagres. São Paulo: Editora Vida, 2006, p. 172.