Um avariou. O outro ainda funciona, mas tem trabalhado mais.
* Se vos apetecer.

A mensagem da cruz não é popular em muitos púlpitos, nem se prega em algumas igrejas – principalmente em certas “igrejas da moda” –, porque a mensagem da cruz é loucura para os que pensam ser sábios e escândalo para os que pensam ser capazes. Quem gosta de ouvir que para começar a viver, tem que morrer? Que o fruto só brota daqueles que são plantados juntamente com Cristo na semelhança da sua morte? Mas sem cruz não há verdadeiros discípulos de Cristo, porque a Palavra da cruz é a Vida e o poder de Deus. O segredo é a cruz.

O primeiro-ministro José Sócrates anunciou hoje que o IVA vai baixar de 21% para 20% em Julho deste ano, depois de ter afirmado repetidamente que a proposta da baixa de impostos era "leviana e irresponsável".
Ontem à noite, eu e a minha mulher resolvemos ir ao cinema ver o “Acordado”. A história de um homem rico que fica acordado na sala de cirurgia, enquanto lhe fazem um transplante ao coração. Um thriller camuflado de melodrama romântico, muito fraquinho, como fraco era o coração do protagonista Clay Beresford. A sequência inicial, com a bela Jessica Alba, prometia muito, mas com o desenrolar da narrativa vamos percebendo, numa previsibilidade evidente, que o desenlace será mau. O filme termina numa série apressada de flashbacks, apregoando um moralismo e quixotismo superficial, tão popular também em alguns evangélicos dos nossos dias.
Ainda vou a tempo de referir, que o pregador de Domingo no culto da minha igreja, numa curiosa dissertação sobre Ageu 1, relembrou a importância da memória. Páscoa, afinal de contas, é essencialmente a celebração da história - a memória da libertação. Melhor dizendo, a libertação da história.
João César das Neves, hoje no seu artigo de opinião do jornal Destak, diz acertadamente que “o mundo não sabe o que há-de fazer da Páscoa. Ao Natal transformou-o num cromo colorido e festa da família; aos santos populares reduziu-os a bailaricos e festival gastronómico; ri-se de Fátima. Mas da Páscoa não sabe o que fazer. Como se lida com a celebração anual da tortura e morte de um subversivo?”
A minha querida filha Rute tirou uma nota insuficiente no primeiro teste deste trimestre na disciplina de Físico-química. Não é normal a Rute tirar notas negativas, por isso ficamos um pouco apreensivos. Depois de conversarmos com ela, incentivámo-la a estudar mais. Sem estudo e esforço não há boas notas. 
Achei interessante o que Philip Yancey comentou hoje no Nosso Pão Diário, acerca da história do filho pródigo:
Passei os olhos pela “Desilusão de Deus" de Richard Dawkins e não demorei muitos parágrafos para perceber no contentor de lixo contemporâneo que aquilo se insere. Velhas ideias transvestidas de pós-modernidade. Resolvi ler “ O Deus de Dawkins” de Alister Mcgrath e li-o num fôlego, com muito agrado. Há contraditórios que valem muito mais que certas teses. A Vida é sempre melhor que qualquer teoria. Ou não fosse eu um assumido protestante.

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No Jornal de Notícias de hoje, uma página inteira dedicada à única orquestra de sinos em Portugal, a Orquestra de Sinos de Mão do Porto, com sede na Igreja Evangélica Baptista de Cedofeita. Nas celebrações dos 120 anos da igreja Baptista em Portugal, a Orquestra de Sinos apresentará um concerto no dia 24 de Abril na Igreja Anglicana de St. James, no largo da Maternidade. Que continuem a badalar por longos e prósperos anos.