Segunda-feira, Maio 20, 2013

Dois bebés

Da parte da manhã na nossa igreja, uma linda bebé foi apresentada e dedicada ao Senhor, para grande alegria da família e dos céus. À tarde, uma senhora já idosa, tornou-se bebé nascendo de novo, quando confiou na graça de Deus e creu no sacrifício expiatório do Senhor Jesus. Mais festa celestial. Deus é muito bom! Glória ao seu nome.

Domingo, Maio 19, 2013

A fome do ser humano

"Jesus não é solitário. Ele, Pai e Espírito são profundamente satisfeitos na comunhão da Trindade. Nós, não Ele, estamos famintos por algo."

John Piper

Sexta-feira, Maio 17, 2013

O Grande Som da Pequena Sala


Como era de esperar, o concerto de Samuel Úria ontem foi grande. Sala a abarrotar. Banda com um som portentoso. Convidados de luxo. Vozes extraordinárias. O próximo é na sala grande, a Suggia. Thanks Sami!

Quinta-feira, Maio 16, 2013

O concerto de Samuel Úria é hoje!


Concerto de Samuel Úria hoje no Porto, na Casa da Música. Lançamento oficial do disco "Grande Medo do Pequeno Mundo", com a participação de Márcia, Tiago Bettencourt, Jorge Rivotti e outras surpresas.

Quarta-feira, Maio 15, 2013

A Religiosa Timidez Portuguesa

"Um cristão evangélico quando se apresenta tem neste País de rapidamente clarificar que não é da IURD, não é Testemunha de Jeová e não é Mórmon. Ou seja, numa enorme quantidade de pessoas a simplificação ainda passa por: ou se é católico, ou se é ateu, ou se é de uma seita."

Tiago Cavaco, na esclarecedora dissertação que fez na Universidade Lusófona. AQUI.

Terça-feira, Maio 14, 2013

Alimentar o Amor

"Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do barulho das portas a abrir.

Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.

É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Faltam-nos guardiões.

É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos. O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade. Procriar é bestial. O que é lindo é educar.

Estou um pouco farto de revolucionários. Sei do que falo porque eu próprio sou revolucionário. Como toda a gente. Mudo quando posso e, apesar dos meus princípios, não suporto a autoridade.

É tão fácil ser rebelde. Pica tão bem ser irreverente. Criar é tão giro. As pessoas adoram um gozão, um malcriado, um aventureiro. É o que eu sou. Estas crónicas provam-no. Mas queria que mostrassem também que não é isso que eu prezo e que não é só isso que eu sou.
Se eu fosse forte, seria um verdadeiro conservador. Mudar é um instinto animal. Conservar, porque vai contra a natureza, é que é humano. Gosto mais de quem desenterra do que de quem planta. Gosto mais do arqueólogo do que do arquitecto. Gosto de académicos, de coleccionadores, de bibliotecários, de antologistas, de jardineiros.

Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões.
Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.

Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar."


Miguel Esteves Cardoso, As Minhas Aventuras na República Portuguesa. Assírio & Alvim, 1999.

Caminhar confiando na soberania divina

Caminhar confiando na soberania de Deus não só traz descanso e segurança, dá força, por mais terríveis que sejam os cenários, para prosseguir na caminhada com esperança.

Segunda-feira, Maio 13, 2013

Húngara comenta o jogo Porto - Benfica

Húngara faz um excelente resumo do jogo Porto - Benfica (2-1). Tente não se rir.