quinta-feira, Julho 24, 2014

Seguro com O soberano Deus

Confiar que O soberano Deus sabe e conhece tudo, mesmo os pensamentos e intenções mais ocultas, dá segurança e paz no presente e no futuro. É reconfortante saber que O Deus que nos guia hoje, vê e conhece o amanhã melhor do que nós vimos ontem. Quem caminha com Deus está seguro.

terça-feira, Julho 22, 2014

Primeiro a fé ou a regeneração?

No milagre da salvação o que acontece primeiro, a fé ou o novo nascimento? Tem o homem poder para ressuscitar a si próprio da morte espiritual? No coração da teologia reformada ressoa o axioma: "A regeneração precede a fé", recorda R. C. Sproul.

Leia o seu interessante artigo AQUI.

segunda-feira, Julho 21, 2014

Que nunca nos falte a Luz

De repente a luz falhou e foi tudo abaixo. A falta de luz é tramada. As trevas são más. Quando voltou, já não havia net, televisão e telefones. Estas coisas costumam avariar aparelhos. Perdem-se trabalhos. Os computadores, por exemplo, detestam estes cortes de energia. Os alarmes parece que também não simpatizam muito com cortes. Ninguém gosta de cortes. Depois de longos minutos de espera, que pareciam horas, a luz lá voltou. Ninguém gosta de esperar, mas faz-nos bem. Aprende-se a parar. A electricidade é importante (e caríssima!), mas há uma luz maior e melhor. A Bíblia diz que "Deus é luz, e não há nele treva nenhuma" (1 João 1:5). Deus não é luz, mas Ele esparge a sua luz. Quem crê e anda com Deus anda na luz espiritual e relacional. Torna-se filho da Luz.

Quando andava no serviço militar, depois de conversar com um colega acerca dos assuntos da fé, ele acusou-me que essas coisas eram só para uns quantos "iluminados". Nessa altura não gostei muito. O tom era ironicamente depreciativo. Hoje não me importaria assim tanto. A iluminação não é, nem fruto do nosso esforço, nem por causa da "nossa bondade". Mas compreendo agora que sem iluminação divina o homem nada pode saber relativamente às coisas espirituais. "Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo" (2 Coríntios 4:6). A luz é divina, mas vê-se. Jesus afirmou que era a luz que veio a este mundo: "Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas" (João 12:46). Quando cremos em Jesus, saltamos das trevas para a sua maravilhosa luz.

Mas podemos pensar que estamos na luz e estarmos enganados. O apóstolo João diz: "Aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas" (1 João 2:9). Rejeitar, desprezar ou odiar o nosso irmão que vemos, equivale a fazer isso tudo ao "Pai das luzes" e estar no pior dos negrumes. Uma das provas, ou evidência, que alguém está na luz é o amor pelo próximo (1 João 2:10). O caminho da luz é o caminho do amor. Amar é iluminar. Não um amor propriamente nosso, mas a luz que reflectimos da essência da natureza divina que está em nós. A luz ainda brilha. Que nunca nos falte. "Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz" (João 12:36).

domingo, Julho 20, 2014

Perseverar na esperança

"O homem superior é o que permanece sempre fiel à esperança; não perseverar é de poltrões."

Eurípides (Poeta grego, do século V A.C.)

sexta-feira, Julho 18, 2014

"Lila"

quarta-feira, Julho 16, 2014

O sorriso do novo dia

O ardor quente e suado da tarde de verão tinha-se ido deitar há muito. Ciciava agora uma fresca brisa nocturna. Um cão ladrava ferozmente. Os dedos tamborilavam no teclado numa cadência sincopada. Exaurido pelas palavras, tentava resistir com elas. Há palavras que cansam mais que o pior dos trabalhos. Rememorando tudo, inspirou profundamente a aragem fresca. Continuar a labutar. Nas pequenas colunas do computador reboava, tal qual sussurro profético: "When the Lord gets ready, you've got to move!" E depois fez-se silêncio. O cão tinha-se calado. Estava a chegar o Novo dia. Trazia o sorriso.

terça-feira, Julho 15, 2014

A fé morta

A fé emocional é inconstante. Tal qual pragana ao vento, ela oscila e bamboleia entre o céu e a terra. É o tipo de crente que umas vezes está lá em cima, normalmente quando as coisas lhe correm de feição; outras vezes, cai em profundo desânimo e fica prostrado por terra, quando surgem obstáculos, contrariedades, tentações e aflições. Salta, louva e ora a Deus com muita alegria uns dias, noutros dias, desespera e chora como se Deus não existisse. Esta fé está edificada, não em Deus, mas nas paixões, nos sentimentos e nos instáveis impulsos do coração humano. É uma fé volátil e perigosa. Seca e mirra porque não tem profundidade. É uma fé morta porque nunca foi regada e fundamentada na Palavra de Deus. É a fé sem obras, meramente mental e emocional.

A fé que vem de Deus, pelo contrário, é viva, crescente e gera obediência a Ele e à sua Palavra. Sejam quais forem as circunstâncias, permanece focada no autor, aperfeiçoador e consumador desta fé: Jesus Cristo. Esta é a fé que vence o mundo, a carne e o diabo. É a única fé que agrada a Deus.

domingo, Julho 13, 2014

O riso da fé

“A fé em Jesus ri das impossibilidades.”

Charles T. Studd

sábado, Julho 12, 2014

Identificação com Cristo e a Igreja

Hoje é dia de baptismos na nossa Igreja. O baptismo é algo marcante na vida do crente. Jesus disse que quem crer nele, deve ser baptizado - "Quem crer e for baptizado será salvo" (Mc 16:16). O baptismo, para além de ser um acto de obediência a Jesus, é a identificação com a sua morte e ressurreição. É também a porta de entrada para a comunhão plena e efectiva com a igreja local e para o serviço do Senhor. Alguém disse que é um "sinal externo da fé interna.” Não é o fim da carreira cristã, é um dos primeiros passos. Uma oportunidade maravilhosa para testemunhar a todos que Jesus Cristo ainda hoje continua a dar salvação, vida e propósito a todos os crêem nEle.

quarta-feira, Julho 09, 2014

A dicotomia entre o sagrado e o profano

Quase a terminar a sua primeira carta à Igreja em Corínto, o Apóstolo Paulo escreve verdades profundas acerca da ressurreição e da segunda vinda do Senhor Jesus Cristo. O capítulo quinze é um dos mais esclarecedores relativamente à sublime realidade da ressurreição. As verdades são tão arrebatadoras que até parece que o Apóstolo já está no céu. Depois vem o último capítulo da Carta. No capítulo dezasseis, Paulo fala de coisas práticas, terrenas, fala de dinheiro, dos seus projectos e planos. Destes dois capítulos percebemos que Deus, não só tem interesse nas coisas espirituais, mas também tem algo a dizer no que concerne às materiais.

Hoje, muitas pessoas confinam o "sagrado" a um momento particular, a um dia específico, um templo, uma cerimónia. Depois vivem os outros dias no "mundo", não permitindo que Deus toque o seu quotidiano. O estudo, o trabalho, os relacionamentos, a diversão, pertencem ao domínio do secular. Deus e a fé não têm nada a ver com isso. Infelizmente, muitos líderes evangélicos apoiam este erro insinuando que só as actividades eclesiásticas "são de Deus" e que tudo o resto é mundano e "do diabo". Grande engano.

John Stott diz que "O dualismo, ou o divórcio entre as coisas sagradas e seculares tem sido uma tendência desastrosa na história da igreja." Paulo não pode ser acusado disso. Nas suas cartas, ele transitava simultaneamente entre o sagrado e o secular. Para Paulo "Todas as coisas são puras para os puros" (Tito 1:15). Talvez fosse esse texto que Spurgeon tinha em mente quando disse que "Para um homem que vive para Deus nada é secular, tudo é sagrado". A fé do cristão verdadeiro afecta e percebe-se em toda a sua mundividência e vivência. Quando pensa, come, bebe, estuda, trabalha, descansa, diverte-se ou faz qualquer outra coisa, deve fazê-lo "para a glória de Deus" (1 Coríntios 10:31). O mundo secular e profano não mete medo ao cristão. Para ele é uma oportunidade maravilhosa para ser santo e tornar conhecida a glória de Deus.