terça-feira, junho 19, 2018

Felizes os mortos que morrem no Senhor

"E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam."
(Apocalipse 14:13)

No sábado passado partiu para a presença gloriosa de Deus o homem que O Senhor usou para me falar do grande amor de Deus. O Pastor Álvaro Ribeiro foi um grande evangelista, um pastor fervoroso, um marido amoroso, um pai e um avô exemplar, um homem de oração, um bom amigo. Nos últimos anos da sua vida foi acometido de uma doença grave, mas esse "espinho na carne" nunca o impediu de continuar a pregar, evangelizar, assistir aos cultos e a amar as pessoas. Morreu a servir. Morreu de pé. Morreu feliz, porque felizes são aqueles que morrem no Senhor.

Dou muitas graças a Deus por ter conhecido o Pastor Álvaro e a sua querida família. Se o Álvaro não me tivesse incentivado a receber Jesus e a Sua salvação, talvez eu ainda estaria perdido hoje. Provavelmente não teria tido a bênção que tive, de pregar no seu funeral da mesma graça divina que ele me partilhou há 39 anos. A Deus toda a glória para sempre.

quinta-feira, junho 14, 2018

Felizes os teimosos que labutam

Felizes os teimosos que, dentro da vontade de Deus, persistem em orar, semear, investir e labutar na obra do Senhor. Mesmo que sofram lutas, dores, retrocessos e desapontamentos, no tempo devido, serão consolados, recompensados e verão os frutos do seu trabalho persistente.

"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor." (1 Coríntios 15:58).

domingo, junho 10, 2018

Sem perdão não há cristão

"Ser cristão significa perdoar o imperdoável, porque Deus perdoou o indesculpável em ti."

C. S. Lewis

terça-feira, junho 05, 2018

Práxis cristã equivocada

A minha práxis pode indiciar a fé que professo, mas aquilo que eu faço não autentica, nem valida O Deus da minha fé. O melhor dos cristãos não comprova Deus e o pior dos cristãos não O desacredita. A frase atribuída a Mahatma Gandhi, que tantas vezes é citada, ilustra esse erro: "Amo o cristianismo, mas odeio os cristãos, pois não vivem segundo os ensinamentos de Cristo." O grande equívoco de Gandhi está em avaliar o cristianismo meramente pelas atitudes dos cristãos. Muito mais importante que a conduta dos cristãos é O Cristo dos cristãos. Não somos convocados a amar o cristianismo, mas a amar o próprio Cristo. Ele é a verdade.

Esta também é a falácia dos religiosos legalistas (especialmente alguns defensores da teologia arminiana): o cristão é aquele que se esforça por praticar o bem e fazer boas acções todos os dias da sua vida para manter a sua salvação. O legalista esforça-se por provar a veracidade de Cristo, pelas suas próprias razões, posicionamentos e comportamentos. O cristão torna-se assim a régua da verdade. Só que quem verdadeiramente vive e testifica bem da verdade é O Deus triúno (João 8:18; 5:32).

Isto significa que os cristãos podem viver de qualquer maneira? Não. Aquilo que eu penso, digo ou faço como cristão é muito importante pois revela que tipo de Deus tenho na minha vida e o tipo de relacionamento que tenho com Ele. Mas a práxis central do cristianismo não são os cristãos, é Cristo e a Sua obra redentora. A práxis de Cristo está acima, muito acima, da melhor práxis cristã. Em última análise, nunca houve, não há e provavelmente nunca haverá um cristão que viva plenamente todos os ensinamentos de Cristo. Como cristãos e como igreja de Cristo estamos sempre a falhar. Cristo, contudo, nunca falha.

domingo, junho 03, 2018

O sofrimento é combatível com o amor

"O sábio e redentor amor de Deus na tua vida é perfeitamente compatível com terrível sofrimento. Basta olhar para Jesus."

Timothy Keller

sábado, junho 02, 2018

Avivamento contínuo

O avivamento é obra do Espírito Santo. Os diferentes avivamentos que Deus realizou na história judaica e cristã revelam um padrão comum de quebrantamento, arrependimento e conversão ao Senhor. O avivamento do Espírito Santo provoca confissão de pecados, retorno à Palavra de Deus, alegria contagiante, oração comunitária, desejo por mais santidade, amor fraternal e intrepidez missionária.

Franklin Ferreira escreve no seu livro Avivamento para a Igreja que o "Avivamento é um poderoso e soberano derramamento do Espírito Santo sobre a igreja local, em resposta às orações dos cristãos, no qual essa igreja é completamente transformada, passando por uma reforma doutrinária e de santificação que resulta em muitas conversões simultâneas e na transformação radical da cultura ao redor por meio de missões, da educação e de reformas sociais."

O vento e o fogo do avivamento genuíno do Espírito Santo, varre e queima tudo aquilo que não presta e aviva a mais mortiça das almas. Precisamos desesperadamente do avivamento contínuo do Espírito Santo.

segunda-feira, maio 28, 2018

Eutanásia? Não!

Ao contrário do que nos querem vender nestes dias, a eutanásia não é um direito humano. Nenhuma pessoa tem o direito de escolher quando deve morrer porque ninguém teve o direito de escolher quando devia nascer. A vida e a morte pertencem a Deus. Orar, cuidar, aliviar e amparar quem sofre? Sim! Ajudar a matar? Não!