In: Kevin DeYoung. Super Ocupado. Editora Fiel, 2014, p. 39 e 40.
segunda-feira, fevereiro 29, 2016
Doces narcisistas
"Não é errado ser bondoso. Na verdade, ser servo é marca do cristão. A necessidade de agradar os outros é outra história. Voluntariar-se para vender doces por amor ao próximo é uma coisa. Oferecer-se para vender doces para que o próximo passe a amar você é bem diferente."
In: Kevin DeYoung. Super Ocupado. Editora Fiel, 2014, p. 39 e 40.
In: Kevin DeYoung. Super Ocupado. Editora Fiel, 2014, p. 39 e 40.
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sexta-feira, fevereiro 26, 2016
Amar e perdoar constantemente
Não existe nenhum tipo de relacionamento que subsista sem amor e perdão. Amamos quando perdoamos e perdoamos porque amamos. Amar intensamente e perdoar responsavelmente. Não chega amar uma vez ou perdoar só quatrocentas e noventa vezes. Amar e perdoar constantemente.
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segunda-feira, fevereiro 22, 2016
Tende bom ânimo!
"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (João 16:33).
Ontem estivemos numa bela Igreja em Braga, onde preguei acerca da paz e do ânimo que encontramos em Cristo. As pessoas querem paz. É um dos grandes desejos que se costuma fazer na passagem para um novo ano. Procura-se paz na natureza, nas religiões, nos "Reikis", nos relacionamentos, nos animais, nos livros, na música, na Internet, no dinheiro, nas viagens e em tantas outras coisas. O Homem quer sentir paz consigo próprio, com os outros e, sem o saber ou admitir, busca a paz com Deus.
Jesus disse que podemos experimentar a paz nele (João 16:33). Em Cristo temos acesso à paz de Deus e à paz com Deus. É uma paz celestial que transcende o sentir e o pensar (Filipenses 4:7). Não acontece só quando estamos bem ou quando as coisas nos correm de feição, é uma paz divina que recebemos quando depositamos a fé naquilo que Jesus é e realizou.
Isto não invalida que o cristão não tenha dificuldades, lutas e aflições. Foi o próprio Senhor Jesus que nos prognosticou aflições e perseguições neste mundo. A tal Teologia chamada da "prosperidade", que ensina que depois da conversão são só facilidades, riquezas e isenção de dores e sofrimentos é falsa! Os cristãos, neste tempo presente, têm aflições. Isso, contudo, não nos deve fazer perder o ânimo. Porquê? Porque a nossa força e coragem não estão relacionadas com o sentir, ou com coisas e circunstâncias. O ânimo cristão advém do facto de crermos na vitória de Jesus: “tende bom ânimo; eu venci o mundo", disse o nosso redentor.
É verdade que aqui o cristão deve contar com aflições, lágrimas e dores, mas isso não lhe deve tirar a paz. O facto do Príncipe da Paz ter vencido a morte, o pecado e o diabo na cruz, dá-nos coragem e tranquilidade para prosseguir. Quando cremos na sua portentosa vitória, ela torna-se nossa também (1 Jo 5:4-5).
Ontem estivemos numa bela Igreja em Braga, onde preguei acerca da paz e do ânimo que encontramos em Cristo. As pessoas querem paz. É um dos grandes desejos que se costuma fazer na passagem para um novo ano. Procura-se paz na natureza, nas religiões, nos "Reikis", nos relacionamentos, nos animais, nos livros, na música, na Internet, no dinheiro, nas viagens e em tantas outras coisas. O Homem quer sentir paz consigo próprio, com os outros e, sem o saber ou admitir, busca a paz com Deus.
Jesus disse que podemos experimentar a paz nele (João 16:33). Em Cristo temos acesso à paz de Deus e à paz com Deus. É uma paz celestial que transcende o sentir e o pensar (Filipenses 4:7). Não acontece só quando estamos bem ou quando as coisas nos correm de feição, é uma paz divina que recebemos quando depositamos a fé naquilo que Jesus é e realizou.
Isto não invalida que o cristão não tenha dificuldades, lutas e aflições. Foi o próprio Senhor Jesus que nos prognosticou aflições e perseguições neste mundo. A tal Teologia chamada da "prosperidade", que ensina que depois da conversão são só facilidades, riquezas e isenção de dores e sofrimentos é falsa! Os cristãos, neste tempo presente, têm aflições. Isso, contudo, não nos deve fazer perder o ânimo. Porquê? Porque a nossa força e coragem não estão relacionadas com o sentir, ou com coisas e circunstâncias. O ânimo cristão advém do facto de crermos na vitória de Jesus: “tende bom ânimo; eu venci o mundo", disse o nosso redentor.
É verdade que aqui o cristão deve contar com aflições, lágrimas e dores, mas isso não lhe deve tirar a paz. O facto do Príncipe da Paz ter vencido a morte, o pecado e o diabo na cruz, dá-nos coragem e tranquilidade para prosseguir. Quando cremos na sua portentosa vitória, ela torna-se nossa também (1 Jo 5:4-5).
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Dar a vida a Jesus
"Saio para pregar com dois objectivos em mente. Primeiro, que cada pessoa dê a sua vida a Cristo. Em segundo, independentemente de alguém lhe dar ou não a sua vida, eu lhe darei a minha."
Jonathan Edwards
Jonathan Edwards
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sexta-feira, fevereiro 19, 2016
Nas praias galileias com Jesus
Durante 3 anos, pela graça de Deus, preguei mensalmente na minha congregação sobre o Evangelho de João. Uma longa e detalhada caminhada. No passado Domingo chegámos ao último capítulo, o vigésimo primeiro, que muitos apelidam de Epílogo. Parecia que João tinha decretado o fim nos últimos versículos do capítulo vinte, mas ainda era preciso partilhar duas coisas muito importantes: Jesus supre as necessidades dos seus discípulos e Simão Pedro, que tinha negado Jesus, foi restaurado.
A praia junto ao lago da Galileia foi palco da tristeza e da alegria dos discípulos. O desânimo por pescaram toda a noite e nada apanharem e a felicidade por terem recolhido naquela manhã uma rede cheia de peixes. A frustração por agirem na sua força, o regozijo por obedeceram a Jesus. Quando eles chegaram à praia com o barco a abarrotar, Jesus já tinha peixes nas brasas e no pão. Jesus tem todo o poder e cuida sempre das nossas necessidades. Esquecemo-nos tanto destas verdades!
Naquela praia também teve lugar um diálogo amoroso. “Simão, filho de Jonas, amas-me?”, perguntou-lhe Jesus. “Sim, Senhor; tu sabes que te amo”, respondeu Simão. "Apascenta os meus cordeiros e as minhas ovelhas". Gostar de Jesus é bom mas amar é diferente. O Amor que perdoa e restaura é para ser vivido e partilhado. Amar Jesus implica atitudes, serviço, abnegação. A nossa responsabilidade é recolher e levar-lhe os seus peixes. Cuidar e alimentar as suas ovelhas. São dele.
O Evangelho termina como começou: com o testemunho da Palavra. Sem O Logos vivo que desceu do céu não há vida aqui e no porvir. Jesus é o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por Ele (Jo 14:6).
A praia junto ao lago da Galileia foi palco da tristeza e da alegria dos discípulos. O desânimo por pescaram toda a noite e nada apanharem e a felicidade por terem recolhido naquela manhã uma rede cheia de peixes. A frustração por agirem na sua força, o regozijo por obedeceram a Jesus. Quando eles chegaram à praia com o barco a abarrotar, Jesus já tinha peixes nas brasas e no pão. Jesus tem todo o poder e cuida sempre das nossas necessidades. Esquecemo-nos tanto destas verdades!
Naquela praia também teve lugar um diálogo amoroso. “Simão, filho de Jonas, amas-me?”, perguntou-lhe Jesus. “Sim, Senhor; tu sabes que te amo”, respondeu Simão. "Apascenta os meus cordeiros e as minhas ovelhas". Gostar de Jesus é bom mas amar é diferente. O Amor que perdoa e restaura é para ser vivido e partilhado. Amar Jesus implica atitudes, serviço, abnegação. A nossa responsabilidade é recolher e levar-lhe os seus peixes. Cuidar e alimentar as suas ovelhas. São dele.
O Evangelho termina como começou: com o testemunho da Palavra. Sem O Logos vivo que desceu do céu não há vida aqui e no porvir. Jesus é o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por Ele (Jo 14:6).
segunda-feira, fevereiro 15, 2016
A origem da desordem
"A desordem da vida diária é produto de desordem nos recônditos mais interiores do coração. As coisas não são como elas deveriam ser porque nós não somos como devíamos ser. Isso significa que a nossa compreensão de ocupados demais deve começar com o pecado que gera tantos outros pecados na nossa vida: orgulho."
In: Kevin DeYoung. Super Ocupado. Editora Fiel, 2014, p. 39.
In: Kevin DeYoung. Super Ocupado. Editora Fiel, 2014, p. 39.
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quinta-feira, fevereiro 11, 2016
Coração cheio
Quando andamos realmente ocupados com as boas coisas de cima, sobra naturalmente pouco tempo e espaço para nos preocuparmos com as coisas más de baixo. A melhor maneira de caminhar no tempo mau é andar de coração cheio com fé no Deus que transcende e controla o tempo. Os pés até se podem molhar, o coração cheio não.
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domingo, fevereiro 07, 2016
Viver conforme o Evangelho é evangelizar
"Se todos os cristãos começassem a agir e a viver conforme o Novo Testamento ensina, a Igreja não enfrentaria problemas para evangelizar. A questão se resolveria por si mesma. É porque estamos falhando como cristãos em nossa vida diária, comportamento e testemunho, que a Igreja exerce tão pouca influência e tão poucos são atraídos a Deus através do Senhor Jesus Cristo."
Martyn Lloyd-Jones
Martyn Lloyd-Jones
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