sexta-feira, maio 31, 2013

Os belos detalhes da vida



Se uma pessoa não reparar nos belos detalhes da vida e nem se alimentar de coisas verdadeiramente inspiradoras, não espere ficar muito inspirado e nem conte inspirar muitas outras pessoas à sua volta. Comece por expirar longamente e depois abra bem os olhos para as coisas boas da Vida.


Pintura: Pavel Guzenko.

quinta-feira, maio 30, 2013

A genealogia bíblica matters?

Hoje de manhã li as genealogias narradas no primeiro livro de Crónicas. As listas genealógicas da Bíblia provavelmente são consideradas as partes mais aborrecidas e monótonas de ler. Não há acção ou enredo, nem existem grandes factos dramáticos que nos prendam à leitura. Apenas pais que geraram filhos e filhos que geraram mais filhos. Os seus nomes. Que lições podemos extrair de uma interminável lista de nomes?

Na introdução ao livro de Crónicas, na sua paráfrase Bíblica A Mensagem, Eugene Peterson diz que "A história sagrada não foi construída por meio de forças impessoais ou ideias abstractas; foi tecida através de nomes – pessoas, todas únicas. Crónicas apresenta uma defesa sólida contra a religião despersonalizada." Na miríade de seitas e religiões impessoais, que desprezam a individualidade, que tratam a pessoa como um mero objecto utilitário dentro da máquina organizativa dos seus credos, Deus inspirou os seus servos a registarem longas listas com nomes de pessoas. Famílias. Avós, pais, filhos, netos, alguns bons, outros menos bons.

A genealogia relembra-nos que há uma história. Estamos aqui por causa de outros. Pode ser um tique de velho saudosista, de fartos cabelos brancos, mas quanto mais ouço para não se viver do passado, mais me apetece honrá-lo e valorizá-lo. A questão não é ficar prisioneiro ao nosso passado, tenha sido ele muito bom ou mau, é aprender com ele. Com os antepassados percebo que há uma linha condutora de Deus. No percurso da história percebe-se a mão bondosa e misericordiosa do Pai da história.

Ao contrário do que alguns iluminados pensam, a fé cristã não é uma coisa nova, nem precisa ser reinventada; ela assenta em nomes, conceitos e factos históricos do passado, especialmente no grande nome e obra de Jesus Cristo. É essa fé história que precisa ser lembrada, replicada e vivida hoje. Dou muitas graças a Deus por todo o meu passado. Por também fazer parte da árvore genealógica da vida e da graça de Deus. A genealogia bíblica matters. E muito.

terça-feira, maio 28, 2013

A subjectividade dos sentimentos

Uma vida norteada pelos sentimentos e emoções, ou pelo misticismo e espiritualidade balofa, será sempre uma vida manca, infeliz e instável. Ora está bem, quando se “sente bem”, ora está mal, quando as coisas não lhe correm de feição. Sente-se bem depois de uma “sessão espiritual forte”, mas passados uns dias, está vazio e sente-se mal outra vez. Sorri de manhã quando o cumprimentam e soluça à noite porque se sente só e triste. Quando tem a "sensação de calor" ou "energia espiritual" é uma maravilha e canta, mas depressa se sente como um frigorífico espiritual e chora. A vida governada pelos sentimentos é uma triste montanha-russa.

É melhor colocar a vida na firmeza objectiva da Palavra de Deus. Aquele que prudentemente escuta, pratica e assenta a sua vida nas Palavras de Cristo, poderão vir chuvas, ventos e tempestades, mas continuará sempre firme e satisfeito (Mateus 7:24-27). O céu e a terra passam, mas as Palavras de Jesus não hão de passar (Lucas 21:32). Elas são eternamente seguras e fiáveis. Feliz é a pessoa que medita na Palavra de Deus e coloca a sua confiança nela.

segunda-feira, maio 27, 2013

DesAcordo nos Tribunais

O juiz Rui Teixeira, que conduziu a instrução do processo "Casa Pia" e que agora está colocado no Tribunal de Torres Vedras, enviou uma nota à Direcção Geral de Reinserção Social (DGRS) em Abril onde se podia ler, que esta "fica advertida que deverá apresentar as peças em Língua Portuguesa e sem erros ortográficos decorrentes da aplicação da Resolução do Conselho de Ministros 8/2011 (...) a qual apenas vincula o Governo e não os tribunais".

Por sua vez, a DGRS pediu um esclarecimento ao juiz, ao que este respondeu dizendo que a "Língua Portuguesa não é resultante de um tal «acordo ortográfico» que o Governo quis impor aos seus serviços", disse o juiz, acrescentando que "nos tribunais, pelo menos neste, os factos não são fatos, as actas não são uma forma do verbo atar, os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso e a Língua Portuguesa permanece inalterada até ordem em contrário", noticiou ontem o Correio da Manhã.


Via Diário de Notícias.

Limpinho, limpinho, limpinho!


Foi uma limpeza tripla. "O último a Rennie, Rennie melhor!" LOL

domingo, maio 26, 2013

Deus é Senhor, nós somos servos

"Entre as pessoas imbuídas da Palavra de Deus, servo sempre foi a nossa identidade herdada. Servimos a Deus; Deus não nos serve. Deus dá as ordens, Deus faz as estipulações para o nosso serviço; nós as cumprimos. Deus é um Mestre bom e misericordioso, mas Deus não nos serve. O caminho de Deus, sempre, é usar servos. Servos: homens e mulheres sem posição, sem realizações, sem influência. O elemento essencial da identidade de um servo é não ser Deus, não estar no comando, não tomar a iniciativa. Ou, para expressarmos a mesma verdade de maneira positiva, o servo entra no que já foi decidido por outro, o que já está acontecendo, atento aos gestos e aos comandos do Mestre (Salmo 123)."

In: Eugene Peterson. O Caminho de Jesus e os atalhos da Igreja. São Paulo: Mundo Cristão, 2007, p. 200

sexta-feira, maio 24, 2013

A gratidão é contagiosa

A autora Barbara Johnson estava esgotada, estava atrasada, e no autocarro para o trabalho teve que ir em pé. Entrou rapidamente para o fundo do autocarro, quando uma voz animada na frente anunciou: "Está um lindo dia, não está?" Ela não conseguia ver o homem, mas ouvia os seus comentários enquanto ele descrevia o belo cenário "...esta ígreja... aquele parque... um cemitério... um quartel de bombeiros". A sua óptima atitude alegrou todos à sua volta. Depois, quando Johnson saiu do autocarro viu de relance o homem que tinha falado: um homem com um aspecto normal, que usava óculos escuros e uma bengala branca na sua mão!

"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus"
(1 Tessalonicenses 5:18)


No Devocional "A Palavra para Hoje", UCB Portugal.

quinta-feira, maio 23, 2013

Computador chinês

Depois de pagar as fitas adesivas que tinha acabado de comprar na loja de produtos chineses, a senhora que estava na caixa mostrou-me o seu computador portátil com o ecrã na posição vertical. Aflita, dizia-me num mandarim/português que tinha sido o filho mais novo a mexer no computador. Que não sabia repor as definições iniciais. Se eu a podia ajudar.

O anjo bom dizia-me para ajudar a pobre chinesa. O mau, lembrava-me que já era tarde e que estava atrasado. Olhei para o computador e constatei que o Windows 7 em chinês, para mim, era rigorosamente chinês. Para dificultar ainda mais, o ponteiro do rato dava saltos e estava muito preso. Igualmente chinês, portanto. Suspirei de alívio por não ser o Windows 8 - o botão Iniciar do 7 dá uma grande ajuda. Entretanto, chegou o presumível marido acompanhado do travesso infante.

Por entre saltos, acenos e muito mandarinhês à mistura, lá consegui alterar o aspecto do ecrã, escolhendo a orientação horizontal. No final, a senhora estava imensamente agradecida. Eu já tinha pago. Ainda em mandarinhês, disse-lhe que para a próxima queria um desconto. A família chinesa e o anjo bom sorriram ainda mais.

quarta-feira, maio 22, 2013

Conto e canto 47



Neste CANTO também se conta e canta a vida. Agradeço ao Senhor Deus por mais um ano de vida e por todas as vidas que, de alguma forma, Ele tem permitido que toquem e abençoem a minha existência aqui. Obrigado!

terça-feira, maio 21, 2013

Dos salários baixos e da pobreza digna

Cito as palavras de Chesterton, do seu delicioso livro que comecei a ler esta semana, que sendo do início do século passado (1910), são mais perspicazes que tantas tolas palavras e imagens populares dos nossos dias, tidas como sábias, mas que não passam de disparates.

"Ninguém aprecia a pobreza abjecta; o problema surge quando começamos a discutir a pobreza independente e digna. Ninguém aprecia a prostituição; mas nem todos gostamos de pureza. A única maneira de discutirmos os males sociais é passarmos imediatamente ao ideal social. Todos conseguimos identificar a loucura nacional; mas o que é a sanidade nacional? Dei a este livro o título de Disparares do mundo, e não é difícil identificar o conteúdo do mesmo. Pois o grande despropósito do mundo consiste em não perguntarmos qual é o propósito."

In: G. K. Chesterton. Disparates do Mundo. Lisboa: Alétheia Editores, 2013, p. 13.

segunda-feira, maio 20, 2013

Dois bebés

Da parte da manhã na nossa igreja, uma linda bebé foi apresentada e dedicada ao Senhor, para grande alegria da família e dos céus. À tarde, uma senhora já idosa, tornou-se bebé nascendo de novo, quando confiou na graça de Deus e creu no sacrifício expiatório do Senhor Jesus. Mais festa celestial. Deus é muito bom! Glória ao seu nome.

domingo, maio 19, 2013

A fome do ser humano

"Jesus não é solitário. Ele, Pai e Espírito são profundamente satisfeitos na comunhão da Trindade. Nós, não Ele, estamos famintos por algo."

John Piper

sexta-feira, maio 17, 2013

O Grande Som da Pequena Sala


Como era de esperar, o concerto de Samuel Úria ontem foi grande. Sala a abarrotar. Banda com um som portentoso. Convidados de luxo. Vozes extraordinárias. O próximo é na sala grande, a Suggia. Thanks Sami!

quinta-feira, maio 16, 2013

O concerto de Samuel Úria é hoje!


Concerto de Samuel Úria hoje no Porto, na Casa da Música. Lançamento oficial do disco "Grande Medo do Pequeno Mundo", com a participação de Márcia, Tiago Bettencourt, Jorge Rivotti e outras surpresas.

quarta-feira, maio 15, 2013

A Religiosa Timidez Portuguesa

"Um cristão evangélico quando se apresenta tem neste País de rapidamente clarificar que não é da IURD, não é Testemunha de Jeová e não é Mórmon. Ou seja, numa enorme quantidade de pessoas a simplificação ainda passa por: ou se é católico, ou se é ateu, ou se é de uma seita."

Tiago Cavaco, na esclarecedora dissertação que fez na Universidade Lusófona. AQUI.

terça-feira, maio 14, 2013

Alimentar o Amor

"Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do barulho das portas a abrir.

Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.

É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Faltam-nos guardiões.

É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos. O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade. Procriar é bestial. O que é lindo é educar.

Estou um pouco farto de revolucionários. Sei do que falo porque eu próprio sou revolucionário. Como toda a gente. Mudo quando posso e, apesar dos meus princípios, não suporto a autoridade.

É tão fácil ser rebelde. Pica tão bem ser irreverente. Criar é tão giro. As pessoas adoram um gozão, um malcriado, um aventureiro. É o que eu sou. Estas crónicas provam-no. Mas queria que mostrassem também que não é isso que eu prezo e que não é só isso que eu sou.
Se eu fosse forte, seria um verdadeiro conservador. Mudar é um instinto animal. Conservar, porque vai contra a natureza, é que é humano. Gosto mais de quem desenterra do que de quem planta. Gosto mais do arqueólogo do que do arquitecto. Gosto de académicos, de coleccionadores, de bibliotecários, de antologistas, de jardineiros.

Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões.
Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.

Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar."


Miguel Esteves Cardoso, As Minhas Aventuras na República Portuguesa. Assírio & Alvim, 1999.

Caminhar confiando na soberania divina

Caminhar confiando na soberania de Deus não só traz descanso e segurança, dá força, por mais terríveis que sejam os cenários, para prosseguir na caminhada com esperança.

segunda-feira, maio 13, 2013

Húngara comenta o jogo Porto - Benfica

Húngara faz um excelente resumo do jogo Porto - Benfica (2-1). Tente não se rir.

domingo, maio 12, 2013

A glória e a obra pertencem a Deus

"No Novo Testamento é a obra e não os obreiros que é glorificada."

Alfred Plummer

quinta-feira, maio 09, 2013

Quem anda à chuva... eventualmente constipa-se

Os judeus gostam de provérbios. A Bíblia Sagrada tem um livro inteiro só de Provérbios. Muita da proverbial sabedoria popular vai beber à Palavra de Deus a sabedoria do alto (que é a melhor água). Alguns provérbios populares encerram verdades simples, mas incontornáveis, como por exemplo o clássico: "Quem anda à chuva, molha-se." Se o ligarmos àquele outro bíblico que O "Pai que está nos céus... faz que a chuva desça sobre justos e injustos", pode-se chegar à conclusão natural que os santos que andam à chuva, também se molham e podem constipar-se. Dir-me-ão os utilitaristas Benthianos, que existem guarda-chuvas (ou "chapéus-de-chuva" no linguarejar sulista) como resposta existencialista para esses males. Mais uma vez os provérbios falam melhor que os mais amofinados pragmáticos: "há males que vêm por bem." E o outro "Uma água de Maio e três de Abril valem por mil." Mesmo constipado, há quem goste de provérbios.

quarta-feira, maio 08, 2013

Há Lugar!


Jónatas Miguel Pires - Há Lugar (c/ Selma Uamusse Van Nespen e Samuel Úria)

terça-feira, maio 07, 2013

A fé sincrética

Simão era um mágico que também tinha fé. A fé sincrética. A crença que mistura tudo e que espera receber algum tipo de lucro pessoal com a fé. Foi a fé de Caim, de Balaão, de Judas Iscariotes e de tantos outros. Ainda hoje essa "fé" gananciosa existe. Mas se alguém usa a fé para se promover, ter poder, prestígio pessoal ou para se sentir bem na sua busca espiritual, a melhor coisa que deve fazer é perder essa "fé", para então receber a verdadeira.

A fé de Simão é a fé do falso crente. O falso convertido tem sempre uma intenção errada. A fé do crente verdadeiro é um dom divino, não se alcança por bom comportamento, status espiritual, poder ou dinheiro. Vem de Deus e toca-nos para glorificá-lO. É a fé do salmista que exclama: "Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome seja a glória."

segunda-feira, maio 06, 2013

"Só dependemos de nós!?"

A frase "Só dependemos de nós" sempre foi ridícula, mas no actual momento futebolístico tornou-se anedótica.

Desperta, ó tu que dormes!



Este vídeo de Mr. Bean é um dos meus favoritos. É uma engraçada pantomina que satiriza todos os que dormem nas igrejas. E há tantos a dormir! Seja por cansaço, por distúrbios de sono, ou porque as pregações são secas (literalmente secas!) ou por qualquer outra razão, os dormentes sempre existiram e sempre existirão. Existem desde os primórdios da Igreja - basta recordar o jovem Êutico que, tomado por sono profundo, caiu do terceiro andar durante o extenso discurso do apóstolo Paulo.

Na minha pregação de ontem não vi ninguém a dormir. Pareceu-me que a congregação estava bem atenta e desperta. Um homem que passava na rua, entrou e ficou à porta da igreja a escutar a mensagem. Jesus, como sempre, também esteve presente e tornou a lançar o convite para quem quis ouvi-lo: "Vinde e vede!" Ele continua a chamar discípulos para O seguirem. O céu ainda está aberto. "Vem e vê!"

domingo, maio 05, 2013

O centro fulcral da existência

"As Escrituras não existem para transmitir ideias inertes. É um chamado para amar, e o amor que não leva à acção não é amor. Todos os dias da nossa vida, a Palavra deve ser um imperativo para redescobrir a verdade que, nas palavras de Hans Küng, 'todo o segredo e o centro da existência humana encontram-se na pessoa de Jesus Cristo'.

Na minha opinião, a maior necessidade da igreja hoje é conhecer Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Esse é o tema central de toda a doutrina do evangelho de João: 'Para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome' (João 20:31)."



In: Brennan Manning. Convite à loucura. São Paulo: Mundo Cristão, 2007, p. 53.

sexta-feira, maio 03, 2013

Jesus viu, vê e sabe

Não se sabe bem ao certo o que é que Natanael estava a fazer debaixo daquela figueira e que Jesus disse que viu. Natanael nunca tinha visto Jesus, mas Jesus conhecia-o bem e sabia. Que fazia Natanael? Jesus o sabe.

Passados cinco meses desde o início do ano, querendo Deus vamos acabar o primeiro capítulo da Sinfonia Joanina, no próximo Domingo. Não sei ao certo aquilo que Deus irá fazer ao meditarmos nesta passagem. Mas Jesus continua a saber. Deus o sabe.

quinta-feira, maio 02, 2013

Pagar ou não pagar, eis a questão?

Olhar para o talão da conta do almoço e constatar que o empregado se esqueceu de debitar o café. Aqueles dois segundos, ou talvez três, em que pensas não dizer nada ou então dizer tudo. A escolha pessoal, porém cósmica, de se ser ou não. A grande questão que transcende a Shakespeariana e nos reporta para o Éden: pecar ou não pecar. Um simples café - metáfora universal - que pode perfumar ou manchar. Chorar ou sorrir. Vais escolher o quê?