
O CANTO vai cantar para outra freguesia. Boas férias!

Hoje fui levar as minhas três estrelas lindas para a praia. Quando lá chegámos, inspirei profundamente aquele ar fresco da maresia, tão característico do mar e da praia, e trouxe-o para o escritório. Até o meu computador sorriu com o cheiro a marisco; e quando lhe contei que eu estava quase a entrar de férias, ele quase deu um salto de contentamento! Também tem calor e está muito cansadinho.


Ontem, eu e a minha mulher fomos ver o filme Infiltrado (Inside Man), realizado por Spike Lee. Clive Owen é o assaltante de bancos que conversa com um miúdo refém, dentro da Caixa forte do Banco que está a assaltar. Sentado em cima de um maço gigante de notas, Clive tenta acalmar o pequeno rapaz, talvez com os seus cinco anos, dizendo-lhe que em breve estará são e salvo em sua casa.
A minha resplandecente, amorosa, lindíssima e atenta esposa (isto para poupar nos adjectivos), descobriu que eu devia ter apanhado uma dose da vacina contra o tétano no ano de 1986. Então hoje, lá fui ao centro de saúde à "pica". A menina enfermeira enquanto preparava a dita, lembrou-me que enquanto a mãezinha controlou as vacinas tudo andou em ordem, agora depois de adulto... Também informou-me que, só este ano já morreram em Vila Nova de Gaia duas pessoas vítimas do Tétano. Uma dessas pessoas morreu na sequência de uma simples picadela de uma rosa.
Este elefante tinha a mania que era cegonha. Pensava que também tinha um bico, umas penas, asas enormes e que até podia trazer bebés de França.
Como um bom pacóvio que sou, lá aderi ao VIACTT. Alguns dias depois, mandaram o código com a chave de activação. Mas como veio em correio pessoal - ou seja supostamente ultra-pessoal-secreto - e eu não estava em casa no momento da entrega, tive que levantar a carta-código no posto dos Correios.
O coração é o cerne da vida humana e da vida espiritual. Para onde o nosso coração pender vai determinar toda a nossa felicidade ou infelicidade. Deus conhece as mais profundas intenções, anseios e afectividades do nosso coração, muito antes do seu primeiro batimento cardíaco. O melhor de tudo mesmo é entregar a Deus o que lhe pertence. Muito mais do que sacrifícios, dízimos ou actividades religiosas, Deus aguarda que lhe entreguemos completamente o nosso coração.
