quarta-feira, julho 08, 2009

Confissões de S. Jorge (4)

Detesto palavrões.

8 comentários:

Lou Mello disse...

Eu também, mas eles escapam, às vezes, especialmente diante dos tiranos (as).

Catarina disse...

Me too. O problema é quando as pessoas alegam "motivos culturais". Ando sempre à bulha com os meus amigos de Braga por causa disso :)

José Carlos disse...

Detesto palavrões, não os pronuncio e condeno os que, à minha beira, o fazem. Geralmente digo-lhes: "Já tens dentinhos... podias falar melhor..."

Vilma disse...

E aquela expressão que é comumente usada no Porto, mas que sabemos a conotação dela, é palavrone? :))

Jorge Oliveira disse...

Vilma,
Qual expressão?

Vilma disse...

Não digo... na minha terra é palavrão! :)

Jorge Oliveira disse...

Não sei qual é a expressão (mas desconfio), agora pergunto-me se na Mouraria se resolvesse que "tripas à moda do Porto" fosse um enorme palavrão, o resto dos habitantes da "paisagem" portuguesa ficariam inibidos de a usar?
Era o que faltava...
:)

Vilma disse...

Jorge:
Foi-me explicado pelo meu marido, que a expressão CARAGO que é usada aí em cima, não tem a conotação ofensiva que lhe atribuímos aqui para baixo.
Ela tem um teor mais tipo: Que chatice, Ora bolas, algo do género.
A conotação que, erradamente lhe atribuimos, não é a que eu pensava.
Tal como determinadas expressões que aí em cima são ofensivas e aqui não e vice versa.
As palavras, no fundo, têm o poder que a "carga" lhe dá.
Muitas vezes, ao proferirmos um inocente "Ora bolas" ou "Xiça", etc, apesar de não serem ofensivas, a carga delas, no fundo, é a mesma. APenas lhe damos um desvio mais inocente.

Está tudo esclarecido.
Um bem haja mouro.
:)