Tenham um Ano Novo abençoado! #Feliz2018
sexta-feira, dezembro 29, 2017
As grandes mudanças no Ano Novo
A passagem de ano não tem nada de extraordinário, é simplesmente a viragem de um dia para o outro. Não acontecem grandes mudanças na nossa vida só porque avança um número na contagem do tempo. As maiores mudanças são sempre interiores, começam no céu e tocam o coração humano. Mas a vida também é feita de marcos, de ciclos e transições. O novo ano não é uma folha completamente limpa, porque o novo faz-se com o velho, mas é uma página em branco que pode ser escrita. O ano velho passou e o novo pode ser um bom pretexto para a tomada de melhores decisões. Mais do que prometermos mundos e fundos, permitamos que Deus opere no nosso coração as pequenas grandes mudanças todos os dias da nossa vida.
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domingo, dezembro 24, 2017
O tema central da Bíblia
"O cristianismo é uma religião de resgate. Ele declara que Deus tomou a iniciativa, através de Jesus Cristo, de libertar-nos dos nossos pecados. Este é o tema central da Bíblia." John Stott.
"E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados." (Mateus 1:21).
"Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." (Lucas 19:10).
"Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores." (1 Timóteo 1:15).
"E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo." (1 João 4:14)
In: Stott, John. Cristianismo básico. Editora Ultimato, 2007, p. 109.
"E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados." (Mateus 1:21).
"Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." (Lucas 19:10).
"Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores." (1 Timóteo 1:15).
"E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo." (1 João 4:14)
In: Stott, John. Cristianismo básico. Editora Ultimato, 2007, p. 109.
quarta-feira, dezembro 20, 2017
A esperança natalina
A esperança que resplandece do Natal não deriva da alegria festiva da época, nem do brilho das luzes ou das comidas e bebidas natalícias; a esperança do Natal advém do Aniversariante - Jesus Cristo. Ao tomar a forma humana, Jesus viveu e sofreu as contrariedades, agruras e tensões da nossa humanidade. Como Jesus Cristo venceu a morte e continua vivo, a esperança sorri para nós. O Filho de Deus é a única esperança para os filhos dos homens. A esperança continua a nascer no coração de todo aquele que acolhe Jesus.
domingo, dezembro 17, 2017
Coisas más a pessoas boas?
"Porque é que coisas más acontecem a pessoas boas? Isso só aconteceu uma vez na história e essa pessoa foi injustiçada voluntariamente."
R.C. Sproul (1939-2017)
R.C. Sproul (1939-2017)
sábado, dezembro 16, 2017
O Dom maiúsculo
"Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável." (2 Coríntios 9:15).
Deus dá-nos bênçãos e dá-se a si próprio. O Senhor concedeu-nos um mundo, um contexto, uma família, uma vida, mas a sua dádiva maior foi, sem sombra de dúvidas, o Seu Filho Unigénito. Jesus é o dom maravilhoso de Deus à humanidade. O Natal basicamente é a história da dádiva divina. O versículo desta meditação está inserido num contexto de incentivo à partilha de ofertas materiais, contudo, o dom inefável de Deus - O Senhor Jesus Cristo - não se compara à melhor das nossas ofertas materiais. A dádiva amorosa e sacrificial que Deus fez por nós é incomparável. Os nossos donativos são importantes para Deus e para a sua obra, mas as nossas ofertas não se equiparam à maior generosidade que Deus demonstrou para connosco.
Deus amou-nos e deu-se no seu Filho. Jesus tomou forma humana para que pudesse morrer por nós e pelos nossos pecados. Sim, faz todo o sentido falar da Páscoa no Natal. A motivação da encarnação é sobretudo passional. Graças a Deus pela suprema dádiva do Pai, O Senhor Jesus Cristo. Ele é o maior e melhor Dom. Jesus é o Dom maiúsculo.
Deus dá-nos bênçãos e dá-se a si próprio. O Senhor concedeu-nos um mundo, um contexto, uma família, uma vida, mas a sua dádiva maior foi, sem sombra de dúvidas, o Seu Filho Unigénito. Jesus é o dom maravilhoso de Deus à humanidade. O Natal basicamente é a história da dádiva divina. O versículo desta meditação está inserido num contexto de incentivo à partilha de ofertas materiais, contudo, o dom inefável de Deus - O Senhor Jesus Cristo - não se compara à melhor das nossas ofertas materiais. A dádiva amorosa e sacrificial que Deus fez por nós é incomparável. Os nossos donativos são importantes para Deus e para a sua obra, mas as nossas ofertas não se equiparam à maior generosidade que Deus demonstrou para connosco.
Deus amou-nos e deu-se no seu Filho. Jesus tomou forma humana para que pudesse morrer por nós e pelos nossos pecados. Sim, faz todo o sentido falar da Páscoa no Natal. A motivação da encarnação é sobretudo passional. Graças a Deus pela suprema dádiva do Pai, O Senhor Jesus Cristo. Ele é o maior e melhor Dom. Jesus é o Dom maiúsculo.
quarta-feira, dezembro 13, 2017
O Espírito da verdade e o espírito do erro
“Precisamos manter o equilíbrio bíblico, evitando por um lado a extrema superstição que crê em tudo, e por outro a desconfiança extrema que não crê em nada.”
John Stott.
No sermão de Domingo preguei sobre o capítulo 4 da Primeira Carta de João. Os primeiros versículos do capítulo fazem o contraste entre o Espírito da verdade com o espírito do erro. Na segunda parte do capítulo, o Apóstolo João discorre acerca do amor de Deus que se traduz em amor fraternal. Não deixa de ser deveras interessante que João ligue o Espírito de verdade ao amor. Amar não significa aceitar todas as coisas. Andar na verdade, mais do que defender uma ideia correcta, é andar e permanecer em Cristo e na sua Palavra.
Num tempo de tanta confusão espiritual, o alerta do Apóstolo é pertinente: “Não creiais em tudo, antes provai tudo” (v.1). O inclusivismo, a ingenuidade e a ignorância nas coisas espirituais são perigosas. Continuam a existir hoje muitos falsos profetas que enganam, manipulam e tentam deturpar a verdade. Devemos estar atentos e averiguar se os ensinamentos espirituais que ouvimos têm origem em Deus ou se têm outra proveniência.
Aquilo que se diz acerca de Jesus Cristo é crucial para perceber o Espírito da verdade do espírito do erro. Por exemplo, sobre a encarnação de Jesus. O Jesus dos gnósticos não era o Jesus encarnado, portanto, estavam a acreditar e propagar um Jesus falso. A Palavra de Deus, a Bíblia, é sempre a régua, a métrica, a pauta espiritual que define se algo é de Deus ou não. O cristão verdadeiro ouve e segue Jesus Cristo.
Por outro lado, não precisamos temer as seitas, o diabo ou o mundo - “Maior é Deus que está em nós” (v.4). O Espírito de Deus, O Espírito da verdade, está nos filhos de Deus e é mais poderoso do que todo o erro e mentira. A vitória é espiritual e intelectual. Os argumentos são divinos. Não há verdade sem o amor de Deus, mas sobre o amor de Deus escreverei num próximo post que este já vai longo.
John Stott.
No sermão de Domingo preguei sobre o capítulo 4 da Primeira Carta de João. Os primeiros versículos do capítulo fazem o contraste entre o Espírito da verdade com o espírito do erro. Na segunda parte do capítulo, o Apóstolo João discorre acerca do amor de Deus que se traduz em amor fraternal. Não deixa de ser deveras interessante que João ligue o Espírito de verdade ao amor. Amar não significa aceitar todas as coisas. Andar na verdade, mais do que defender uma ideia correcta, é andar e permanecer em Cristo e na sua Palavra.
Num tempo de tanta confusão espiritual, o alerta do Apóstolo é pertinente: “Não creiais em tudo, antes provai tudo” (v.1). O inclusivismo, a ingenuidade e a ignorância nas coisas espirituais são perigosas. Continuam a existir hoje muitos falsos profetas que enganam, manipulam e tentam deturpar a verdade. Devemos estar atentos e averiguar se os ensinamentos espirituais que ouvimos têm origem em Deus ou se têm outra proveniência.
Aquilo que se diz acerca de Jesus Cristo é crucial para perceber o Espírito da verdade do espírito do erro. Por exemplo, sobre a encarnação de Jesus. O Jesus dos gnósticos não era o Jesus encarnado, portanto, estavam a acreditar e propagar um Jesus falso. A Palavra de Deus, a Bíblia, é sempre a régua, a métrica, a pauta espiritual que define se algo é de Deus ou não. O cristão verdadeiro ouve e segue Jesus Cristo.
Por outro lado, não precisamos temer as seitas, o diabo ou o mundo - “Maior é Deus que está em nós” (v.4). O Espírito de Deus, O Espírito da verdade, está nos filhos de Deus e é mais poderoso do que todo o erro e mentira. A vitória é espiritual e intelectual. Os argumentos são divinos. Não há verdade sem o amor de Deus, mas sobre o amor de Deus escreverei num próximo post que este já vai longo.
domingo, dezembro 10, 2017
Sou o que sou pela graça de Deus
"Não sou o que posso ser, não sou o que devo ser, não sou o que quero ser, não sou o que espero ser; mas agradeço a Deus porque não sou o que outrora era, e posso dizer com o grande apóstolo: 'Pela graça de Deus, sou o que sou.'"
John Newton
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quinta-feira, dezembro 07, 2017
Jerusalém é a Capital do mundo
Parece-me muito claro que um líder de uma nação tem toda a legitimidade para colocar a sua embaixada na cidade de um outro país que muito bem entender. Além disso, quando a decisão foi devidamente conhecida, anunciada e divulgada em campanha eleitoral e está devidamente ratificada pelo Congresso do seu país, ainda mais justificada está. Esta repentina indignação mundial deveria estar direcionada, não para a decisão de Donald Trump colocar a sua embaixada em Jerusalém, mas para a ameaça anunciada de uma nova intifada por parte do Hamas. A arma dos fracos é sempre a violência, o terrorismo e a guerra. São essas atitudes que devem merecer a condenação mundial.
Por outro lado, ninguém pode impedir as convulsões que estão por vir por causa de Jerusalém. Mais do que uma questão política, Jerusalém é matéria religiosa. Como bem lembra o meu amigo Normando, poderá ter começado o cumprimento profético de Zacarias 12:2, 3: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor... Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
Por outro lado, ninguém pode impedir as convulsões que estão por vir por causa de Jerusalém. Mais do que uma questão política, Jerusalém é matéria religiosa. Como bem lembra o meu amigo Normando, poderá ter começado o cumprimento profético de Zacarias 12:2, 3: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor... Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
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terça-feira, dezembro 05, 2017
Mestre Rute Oliveira
Muitos Parabéns Rute!
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domingo, dezembro 03, 2017
Pensando em Cristo
"Ninguém jamais pensou demasiado em Cristo"
J. C. Ryle
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sábado, dezembro 02, 2017
A grande esperança no Natal
Por muitas tristezas e desapontamentos que experimentemos neste mundo, continua a cintilar a grande esperança que veio do outro mundo. A Luz que irrompeu do Presépio continua a iluminar e a aquecer os nossos corações hoje. O favor e a paz de Deus que beijaram este mundo ainda resplandecem. A esperança da vida está na vida sujeita e satisfeita com O Deus que se fez Menino. Que a graça e a paz que irrompeu na história de Natal se faça a nossa história hoje. "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor" (Lc 2:14 NIV).
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