segunda-feira, setembro 28, 2015
Cegueira política e religiosa
A acérrima defesa de um partido político em detrimento de outros, a cobro de uma capa religiosa ou fundamentalista, soa-me sempre a cegueira militante. Aprender a respeitar as escolhas de cada pessoa é mais do que um valor democrata, é um princípio verdadeiramente cristão.
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quinta-feira, setembro 24, 2015
Testemunho e propaganda
Os evangélicos sempre tiveram dificuldade em perceber a diferença entre testemunho e propaganda. Falar e viver Cristo não é a mesma coisa que granjear prosélitos para uma religião. A Bíblia é fundamental à fé, mas é possível, desgraçadamente, conhecer e falar da Bíblia sem não estar a viver a Palavra transformadora de Deus. É muito diferente apontarmos para a Luz e encandearmos os olhos das pessoas com uma lanterna. Se percebermos o princípio basilar de que é Deus que convence e salva, as nossas palavras ficarão no seu devido lugar. O melhor então é ficar calado? Não! É falar, viver e apontar sempre para Cristo. E contar sempre com Ele. Sempre.
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segunda-feira, setembro 21, 2015
Vitória na corrida
Depois de um dia intenso na minha igreja, onde tivemos uma maravilhosa celebração de baptismos, incentivei outra igreja em Gaia a não desanimar, antes, a perseverar na corrida. Sim, a correr a lenta e por vezes dolorosa maratona da vida cristã. O escritor aos Hebreus lembra que para se correr bem, mais importante do que livrar-se do peso excessivo do corpo é livrar-se dos pesos excessivos da alma. Para chegarmos à meta, temos que abandonar o pecado e também tudo o que nos embaraça, distrai e atrapalha. Não focalizar a nossa atenção nos problemas e nem em quem vai atrás ou à nossa frente, mas a concentrar o nosso olhar naquele que já venceu e espera por nós: Jesus Cristo. Aprender a correr com Jesus e com os olhos fitos nele não é uma fantasia religiosa na carreira da vida, é a vitória na corrida.
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terça-feira, setembro 15, 2015
O perdão liberta, anima e levanta
O grande escritor John Stott conta que leu uma declaração de um director de um grande hospital para doentes mentais na Inglaterra com a seguinte sentença: “Eu poderia dar alta a metade dos meus pacientes amanhã se eles pudessem ter certeza de que foram perdoados”.
Quem não perdoa fica paralisado na vida. Fica acorrentado ao passado, no presente e impedido de caminhar no futuro. Quem quer prosseguir na vida tem mesmo que perdoar. Perdoar-nos a nós próprios, perdoar a quem nos ofende e, acima de tudo, aceitar o perdão gracioso de Deus.
Uma das razões porque o Apóstolo João escreveu a sua primeira carta foi para (nos) lembrar que através do nome, ou seja, da Pessoa, autoridade e obra de Deus em Cristo, os nossos pecados são perdoados. “Filhinhos, escrevo-vos porque, pelo seu nome, vos são perdoados os pecados” (1 João 2:12).
O perdão liberta, anima e levanta aquele que estava paralisado pela culpa, ressentimento e pecados. Porque muitas vezes não conseguimos nem temos vontade de perdoar, a fé é essencial no perdão. “E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo; perdoados te são os teus pecados” Mateus 9:2. E o que era paralítico, por causa do perdão de Jesus, levantando-se, começou finalmente a andar.
Quem não perdoa fica paralisado na vida. Fica acorrentado ao passado, no presente e impedido de caminhar no futuro. Quem quer prosseguir na vida tem mesmo que perdoar. Perdoar-nos a nós próprios, perdoar a quem nos ofende e, acima de tudo, aceitar o perdão gracioso de Deus.
Uma das razões porque o Apóstolo João escreveu a sua primeira carta foi para (nos) lembrar que através do nome, ou seja, da Pessoa, autoridade e obra de Deus em Cristo, os nossos pecados são perdoados. “Filhinhos, escrevo-vos porque, pelo seu nome, vos são perdoados os pecados” (1 João 2:12).
O perdão liberta, anima e levanta aquele que estava paralisado pela culpa, ressentimento e pecados. Porque muitas vezes não conseguimos nem temos vontade de perdoar, a fé é essencial no perdão. “E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo; perdoados te são os teus pecados” Mateus 9:2. E o que era paralítico, por causa do perdão de Jesus, levantando-se, começou finalmente a andar.
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domingo, setembro 13, 2015
A unidade pela qual Jesus orou
"Jesus não considera que a unidade organizacional pode ser mantida com instrumentos de poder. Nem tampouco se trata apenas de uma unidade de ideias afins ou uma coligação com base em sentimentos convergentes. Não, a unidade que Jesus pede para a igreja tem como paradigma e origem a unidade do Pai e do Filho no Espírito Santo. Essa unidade é continuamente demonstrada no agir e falar de Jesus. Ela é caracterizada pela liberdade e integralidade, mediante uma preservação nítida e intencional das diferenças."
Werner de Boor
Werner de Boor
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terça-feira, setembro 08, 2015
Seguimentos
Não me peças para seguir-te se não estiveres disposto a vir comigo.
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segunda-feira, setembro 07, 2015
Encontrar o verdadeiro descanso
Não é o primeiro a dizer-me que ficou mais cansado nas férias do que se estivesse a trabalhar. Seja pelas muitas actividades e viagens realizadas nas férias ou simplesmente por não fazer nada - e não fazer nada também cansa bastante -, há pessoas que nem a repousar conseguem encontrar descanso.
O verdadeiro descanso, mais do que físico, é interior. E em matéria de interioridade, Jesus é o grande especialista. Aprender a descansar em Cristo é a grande lição que se afigura imprescindível, seja em trabalho ou em férias. Não só ir a Jesus para receber a paz de Deus, mas permanecer em Cristo para estar e andar descansado com Deus e os outros. Jesus é suficientemente poderoso para serenar a mais atribulada das almas. Ele continua de braços abertos com o seu meigo convite:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma" (Mateus 11:28-29).
O verdadeiro descanso, mais do que físico, é interior. E em matéria de interioridade, Jesus é o grande especialista. Aprender a descansar em Cristo é a grande lição que se afigura imprescindível, seja em trabalho ou em férias. Não só ir a Jesus para receber a paz de Deus, mas permanecer em Cristo para estar e andar descansado com Deus e os outros. Jesus é suficientemente poderoso para serenar a mais atribulada das almas. Ele continua de braços abertos com o seu meigo convite:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma" (Mateus 11:28-29).
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A visão estética da santidade de Deus
"O que distingue o regenerado do irregenerado é que o primeiro vê a beleza da santidade. O segundo vê apenas a santidade de Deus. Por isso mesmo, os demónios no inferno vêem que Deus é santo, mas continuam no inferno. Portanto, é a visão estética que separa o salvo do não salvo."
In: Gerald McDer. Grandes Teólogos. Editora Vida Nova, 2013, p. 130.
In: Gerald McDer. Grandes Teólogos. Editora Vida Nova, 2013, p. 130.
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