segunda-feira, setembro 30, 2013
A inveja entre crentes
João Baptista ensina-nos a reconhecer a graça de Deus, dentro e fora das nossas portas, sem invejas, ciúmes ou partidarismos. O grande exemplo de seguidismo na fé cristã é quando Cristo cresce e nós diminuímos. Fácil falar, difícil viver e praticar. Pode custar-nos a cabeça. Leia tudo AQUI.
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sexta-feira, setembro 27, 2013
Aviso laranja
Não deixa de ser irónico que, no fim-de-semana em que há eleições em Portugal, penda sob o território nacional um terrível aviso laranja, prevendo-se muita chuva e ventos fortes. Talvez seja um bom tempo para recordar, dentro de portas, o filme: "Sei o que fizeste no verão passado". Há tempos adequados para se ter uma boa memória. O aviso está e será dado.
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quinta-feira, setembro 26, 2013
Anti-praxe
As praxes académicas provam que há um ditadorzinho escondido em cada pessoa. Se houvesse dúvidas.
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quarta-feira, setembro 25, 2013
Dos fracos, reza a história
Pouco se fala hoje da vida e das ideias do grande Rei Herodes Antipas, mas muitos continuam a falar e ensinar as sábias palavras, daquele que compreendeu que convinha diminuir, para que Cristo mais crescesse. No reino de Deus o crescimento funciona mais ou menos assim: quem mais diminui por Cristo é quem mais frutifica e perdura. Por dizer e viver na verdade, o frívolo Herodes Antipas mandou decapitar João Baptista. Cortaram-lhe a cabeça mas não conseguiram matar as suas ideias. A verdade de Cristo irá prevalecer sempre. Dos fracos, reza a verdadeira história - a eterna. "É necessário que Ele cresça e que eu diminua."
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terça-feira, setembro 24, 2013
Prossigamos em conhecer O SENHOR
Começou ontem o curso de discipulado que, pela graça de Deus, tenho vindo a ministrar na minha igreja há quatro anos. Relembrei os catorze simpáticos alunos, que a grande ambição na nossa vida deve ser conhecer Deus. Conhecer Deus é mais que tudo. Claro que devemos conhecê-lO, tendo sempre presente que nunca O iremos conhecer na sua plenitude. Para além da nossa notória insignificância e pequenez, se o homem sabe tão pouco do universo que lhe cobre a cabeça, como ousa pensar que conhecerá bem O Deus que tudo criou? Contudo, o repto profeta Oséias continua: "Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra" (Oséias 6:3). Que Ele nos ajude.
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domingo, setembro 22, 2013
A soberania divina e a responsabilidade humana
"Posso não entender a relação entre a soberania divina e a responsabilidade humana, mas compreendo realmente que o que procede da iniquidade do meu coração não pode ser atribuído à vontade de Deus."
R. C. Sproul
R. C. Sproul
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sexta-feira, setembro 20, 2013
Líderes chorões
"A pior coisa que um líder pode cultivar no seu coração é a auto-piedade. E a segunda coisa pior que um líder pode fazer na frente do seu povo é murmurar e reclamar", escreveu Kevin DeYoung. A questão não é que o líder tem que sofrer injustiças, dores e afrontamentos em silêncio, mas que há um lugar mais apropriado para chorar e lamentar - a sós com Deus. É verdade que os líderes também se magoam, ficam desencorajados e por vezes desanimam. No ministério pastoral há solidão, dores e cicatrizes. Mas o lamento contra a congregação e especialmente a auto-comiseração não vão resolver nada.
DeYoung alerta para estarmos vigilantes contra a auto-piedade, pois quando ela se aloja no nosso coração é como gangrena que corrói e mata. Afinal de contas, um líder chorão só está a evidenciar a sua infantilidade espiritual e a falta de confiança em Deus, que tudo vê e pode. A única coisa que um bom líder se deve queixar e lamentar é dos seus pecados (Lam. 3:39). E deixá-los.
DeYoung alerta para estarmos vigilantes contra a auto-piedade, pois quando ela se aloja no nosso coração é como gangrena que corrói e mata. Afinal de contas, um líder chorão só está a evidenciar a sua infantilidade espiritual e a falta de confiança em Deus, que tudo vê e pode. A única coisa que um bom líder se deve queixar e lamentar é dos seus pecados (Lam. 3:39). E deixá-los.
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quarta-feira, setembro 18, 2013
As águas não são todas iguais
Já tenho ouvido dizer que o sabor da água é todo igual. Não importa a marca ou a fonte, para muitos, a água sabe sempre a água. Mas para mim, o sabor das águas é sempre diferente. A Luso é diferente da Serra da Estrela e a Evian não é igual à Vitalis. As águas Pedras Salgadas são diferentes das Vidago e as Castello muito diferentes das Perrier.
Isto para não falar do sabor da água viva. Não, não estou a falar de Medusas ou alforrecas, falo da água viva que sacia a sede espiritual. Basta provar uma gota desta água celestial que se percebe logo a diferença. Quem verdadeiramente prova a água viva que só Jesus tem e dá, fica plenamente satisfeito.
Isto para não falar do sabor da água viva. Não, não estou a falar de Medusas ou alforrecas, falo da água viva que sacia a sede espiritual. Basta provar uma gota desta água celestial que se percebe logo a diferença. Quem verdadeiramente prova a água viva que só Jesus tem e dá, fica plenamente satisfeito.
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terça-feira, setembro 17, 2013
Rotineirices
Não me custa muito voltar ás minhas rotinas pessoais, custa-me um pouco é retornar às minhas rotinas dos outros.
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segunda-feira, setembro 16, 2013
Descarregar a Xungaria do Céu
Quem teve, como eu, o privilégio de estar sábado à noite na Optimus D'Bandada já ouviu a Xungaria do Céu, a nova loucura musical do "artista anteriormente conhecido como Tiago Guillul" e restantes artistas da FlorCaveira. Quem perdeu a bênção (lol), pode ouvir a partir de hoje, fazendo o "download legal e gratuito" (Optimus dixit!) AQUI.
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domingo, setembro 15, 2013
A verdadeira sabedoria
"'Quase toda a sabedoria que possuímos, ou seja, a sabedoria verdadeira e correcta, consiste de duas partes: o conhecimento de Deus e de nós mesmos.' [João Calvino - As Institutas da Religião Cristã] Um conhecimento superficial de Deus e um ponto de vista superficial sobre a natureza humana impedem as pessoas de considerarem a cruz como sabedoria salvadora de Deus."
In: Thomas K. Ascol. João Calvino: Amor à devoção, doutrina e glória de Deus. São Paulo: Editora Fiel, 2010, p. 180.
In: Thomas K. Ascol. João Calvino: Amor à devoção, doutrina e glória de Deus. São Paulo: Editora Fiel, 2010, p. 180.
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sexta-feira, setembro 13, 2013
A correlação gradativa da fé salvítica
É deveras importante a correlação gradativa que Deus estabeleceu para germinar a fé salvítica. Leiamos primeiro os versículos da Carta de Paulo aos Romanos (10:13-15):
"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!"
Um indivíduo só será salvo se invocar o nome de Deus. Para invocar a Deus, tem que receber fé, a fé que vem dele para nele crer. Para alguém crer em Deus e ser salvo, precisa também de ouvir. Tem que ouvir aquele que prega a salvação de Deus, baseada na sua Palavra. Só prega o Evangelho eficazmente quem é obediente ao chamado de Deus. A mensagem do pregador enviado produz paz quando, ao anunciar as coisas boas de Deus, são aceites.
Se por um lado é verdade que Deus pode salvar como e quem Ele quiser - a salvação é algo que só a Ele pertence -, o "processo normal" da fé salvítiva sobrevir, está na relação indissolúvel destes 4 verbos: pregar, ouvir, crer e invocar. Não pode haver invocação sem crença e não pode haver fé sem pregação da Palavra. Podemos dizer que na esfera da graça de Deus abundam sempre estas boas coisas.
"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!"
Um indivíduo só será salvo se invocar o nome de Deus. Para invocar a Deus, tem que receber fé, a fé que vem dele para nele crer. Para alguém crer em Deus e ser salvo, precisa também de ouvir. Tem que ouvir aquele que prega a salvação de Deus, baseada na sua Palavra. Só prega o Evangelho eficazmente quem é obediente ao chamado de Deus. A mensagem do pregador enviado produz paz quando, ao anunciar as coisas boas de Deus, são aceites.
Se por um lado é verdade que Deus pode salvar como e quem Ele quiser - a salvação é algo que só a Ele pertence -, o "processo normal" da fé salvítiva sobrevir, está na relação indissolúvel destes 4 verbos: pregar, ouvir, crer e invocar. Não pode haver invocação sem crença e não pode haver fé sem pregação da Palavra. Podemos dizer que na esfera da graça de Deus abundam sempre estas boas coisas.
quinta-feira, setembro 12, 2013
Paz d'alma
Quem não está a desfrutar da paz de Deus não pode estar bem consigo nem com o seu semelhante. Só a alma pacificada com Deus pode viver em paz consigo própria e pacificar os que a rodeiam.
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quarta-feira, setembro 11, 2013
Portugal não gosta das novas notas de 5 €
O dono do café perguntou-me há quanto tempo as novas notas de cinco euros tinham chegado a Portugal. Respondi-lhe que talvez há uns seis meses. "Há máquinas do Metro do Porto que continuam a não as reconhecer", dizia-me ele revoltado. Este país tem coisas lamentáveis que não se percebem.
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terça-feira, setembro 10, 2013
Conversa com o Mestre
O quarto Evangelho é pródigo em diálogos, ou não fosse este o Evangelho da revelação do Verbo, por excelência. Graças às conversas que Jesus travou com determinadas pessoas, nós hoje conhecemos muito daquilo que Deus quer que saibamos.
Nicodemos foi um dos que foi conversar com Jesus (João 3). Nicodemos era um importante líder religioso judeu, um “Príncipe dos judeus", pertencia ao Sinédrio, era uma figura representativa de uma classe influente e dominante. Talvez por isso Nicodemos tenha procurado Jesus “de noite”. A curiosidade nas coisas espirituais nem sempre é má. Se é verdade que há um tipo de curiosidade que mata, também é real que a curiosidade que procura e perscruta Deus nas boas fontes, é algo positivo.
Continue a ler no meu novo site, AQUI.
Nicodemos foi um dos que foi conversar com Jesus (João 3). Nicodemos era um importante líder religioso judeu, um “Príncipe dos judeus", pertencia ao Sinédrio, era uma figura representativa de uma classe influente e dominante. Talvez por isso Nicodemos tenha procurado Jesus “de noite”. A curiosidade nas coisas espirituais nem sempre é má. Se é verdade que há um tipo de curiosidade que mata, também é real que a curiosidade que procura e perscruta Deus nas boas fontes, é algo positivo.
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segunda-feira, setembro 09, 2013
"Just one more thing..."

Abençoada RTP Memória que está a repetir, desde o ano passado, os episódios do detective Colombo. Termos a capacidade de nos lembrarmos mais das coisas boas que das más, é uma preciosa graça divina. "Só mais uma coisa..." que nunca nos falte a memória do Bom.
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domingo, setembro 08, 2013
A providência divina nas nossas orações
Joel R. Beeke diz que "Deus ordenou a oração mais em benefício dos homens, como um exercício de piedade, do que em benefício dEle mesmo. As nossas orações não interferem na providência porque Deus, na sua providência, ordena os meios e os fins." Relembra o comentário de João Calvino (a propósito de Mateus 6:8), que aquilo que Deus «resolveu dar em sua própria vontade, antes mesmo de Lhe termos pedido, Ele o promete dar em resposta às nossas orações». Assim, conclui Beeke, "a oração é o meio ordenado por Deus pelo qual os crentes buscam e recebem o que Ele determinou fazer por eles desde a eternidade".
In: Joel R. Beeke. João Calvino: Amor à devoção, doutrina e glória de Deus. São Paulo: Editora Fiel, 2010, p. 256.
In: Joel R. Beeke. João Calvino: Amor à devoção, doutrina e glória de Deus. São Paulo: Editora Fiel, 2010, p. 256.
sábado, setembro 07, 2013
A espiritualidade do bacalhau lisboeta
Há quem diga que regressar é mau. Não penso assim. No caminho para o Porto paramos hoje na luminosa Capital, para visitar uns simpáticos amigos mouros. Comi um dos melhores bacalhaus espirituais que há memória (quem disse que não se come bem em Lisboa?). Mas melhor que o sabor (e a espiritualidade) de um bom bacalhau e de três deliciosas sobremesas (três!!!), é a companhia, a graciosidade e a doçura dos bons amigos. Obrigado Vilma, Artur e Toti. Que Deus continue a abençoar-vos.
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sexta-feira, setembro 06, 2013
Terminar a ganhar
A preparar o jantar com a minha esposa: douradas grelhadas, arroz branco, batatas fritas e uma bela salada colorida. A Sagres Bohemia já está fresquinha no frigorífico. Era bonito terminar estas férias com uma decisiva vitória lusa. Viva Portugal! :)
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quinta-feira, setembro 05, 2013
Pregadores esquilos
John Stott aconselha a propósito das leituras nas férias, que "um pregador precisa ser semelhante a um esquilo: deve aprender a catar e a armazenar matérias para os dias futuros do Inverno." Todo o leitor deve desenvolver a prática de marcar, sublinhar e anotar os seus livros. Nem de propósito, terminei hoje mais um livro, a excelente compilação de textos escrita por 18 pastores sobre João Calvino: Amor à devoção, doutrina e glória de Deus (Editora Fiel). Infelizmente, o Verão está a terminar, mas constato com alegria que deixei este livro, e alguns outros, todos riscadinhos.
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terça-feira, setembro 03, 2013
Almas viçosas
Há pessoas secas. Almas ressequidas que nunca produzem bons frutos porque não estão firmadas junto às águas da vida - a Palavra de Deus. Instilam e espalham secura, ódio e morte, inerentes à sua natureza mirrada. Ao contrário, a alma que tem prazer na Lei do Senhor e que medita nela, é uma pessoa frutífera e viçosa em todo o seu viver. Irradia paz e alegria, alastra a vida. Produz sempre belos frutos sumarentos, no tempo certo. As árvores frondosas saltam felizes junto ao rio da vida. Não serão queimadas. Celebrarão o seu Senhor eternamente.
(Salmo 1)
(Salmo 1)
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segunda-feira, setembro 02, 2013
Barba de Domingo à noite
Cortar a barba de três dias num Domingo à noite, antes de um lauto jantar numa calorenta esplanada é coisa rara em mim. Desfrutar, é a palavra.
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domingo, setembro 01, 2013
Cristo dá sentido a tudo
"Encontrar Cristo é tocar na realidade e experimentar a transcendência. Ele dá-nos o senso do nosso valor próprio e da nossa relevância pessoal porque dá-nos a certeza do amor de Deus por nós. Ele liberta-nos da culpa, porque morreu por nós, das cadeias do nosso egocentrismo mediante o poder da sua ressurreição, e do medo paralisante porque ele reina, e todos os principados e potestades do mal foram subjugados debaixo dos seus pés. Cristo dá sentido ao casamento e ao lar, ao trabalho e ao lazer, à personalidade e à cidadania. Ele introduz-nos na sua nova comunidade, que é a nova humanidade que está a criar. Desafia-nos a sair para algum segmento do mundo que não o reconhece, para ali testemunharmos dele e servi-lo. Ele promete-nos que a história, nem está destituída de significado nem é interminável, pois virá um dia em que voltará para a terminar, para destruir a morte e para introduzir o novo universo de justiça e paz."
John Stott
John Stott
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