quarta-feira, maio 05, 2010

O púlpito liberal

"No púlpito liberal, por exemplo, não se ouvirá nada sobre, inerrância e inspiração das Sagradas Escrituras; morte de Cristo como propiciação pelos nossos pecados; necessidade de arrependimento e fé no sacrifício de Cristo para a redenção do pecador; juízo final, como resposta inevitável da santidade divina ao desamor humano; igreja pura, que não negocia a verdade em nome do amor ecuménico. Interessante observar, que eles põe forte ênfase no compromisso social da igreja, mas pouco fazem. Na verdade, porque não crêem no que pregam. Seus cultos são bastante tradicionais, revelando um conservadorismo freudiano - verdadeira compensação para as inverdades que ensinam e pecados que praticam."

Visto no 5 Solas.

4 comentários:

Rubinho Osório disse...

Generalizações deste tipo são caminho seguro para se cometer injustiças e exageros.
Pode até existir, mas toma-se a parte pelo todo, o que transforma a afirmação em mentira.

Jorge Oliveira disse...

Não percebo onde está a generalização aqui. Não é a teologia liberal uma triste realidade em muitos púlpitos evangélicos? Não é o "Evangelho Social" o foco e alvo primordial de tantas igrejas?

A inerrância e inspiração da Palavra de Deus, a redenção de Cristo, o pecado original, a confissão, a necessária santidade, a inevitável justiça divina, o inferno e a perdição eterna, e outros assuntos importantíssimos da fé são pregados nesses púlpitos?

Não é este evangelho, um falso e mentiroso evangelho (Gálatas 1:6-8)?

Jorge Oliveira disse...

Agora penso que percebi o teu ponto de vista Rubinho. No texto em causa não é dito que em todos os púlpitos evangélicos se verifica aquela realidade, mas apenas nos liberais, ou seja, naqueles pregadores que propalam as heresias do liberalismo teológico (ler por exemplo aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_liberal)


Mal seria se todos os púlpitos das igrejas evangélicas fossem liberais.

Um abraço

Rubinho Osório disse...

Não, Jorge, eu não quis dizer isso. Eu disse que nem todos os chamados liberais agem da mesma forma, pensam do mesmo jeito, pregam - ou não - as mesmas coisas. O que eu quis dizer é que não se pode "jogar todos os gatos no mesmo saco" por que são cinza. Há infinitas variações de cinza.
Da mesma forma com a chamada "teologia conservadora". Não é una e homogênea, e portanto, não deve ser olhada como uma coisa só.
Classificar de "liberal" ou "conservador" é simplificar algo muito mais amplo e, ouso dizer, rico.