quinta-feira, abril 30, 2009

A padronização da fé

Os cristãos depois de vinte séculos de cristianismo ainda não entenderam que não se pode reduzir a fé a um único comportamento estereotipado. Cristo é grandioso demais para caber num único modelo humano.

6 comentários:

Dra. costa disse...

O próprio Cristo não era estereotipado e quebrava paradigmas e protocolos. Pensando com os botões, será que a Igreja de nossos dias quer tomar seu lugar, querendo ser mais padronizada que o PADRÃO??? Tempos tortuosos.

profpardal disse...

Concordo plenamente.
Acho que a "alta" igreja devia pensar nisso.

Paula disse...

No entanto, continuamos a criticar quem é diferente...

Catarina disse...

E ainda bem que assim é! Deus não se pode reduzir às nossas «caixinhas». O que não significa que não haja modelos de igreja melhores que outros. Com a experiência é que se aprende, se reconstrói e progride.

lhomatos disse...

Caro Jorge,

Puxa, e quanto tempo mais a gente vai demorar para praticar isso? Quanto mais parece que as coisas se elucidam, mais a lucidez se converte em um novo 'movimento' que tenta quebrar paradigmas e, no fim das contas, vira só mais um modelo.

Abraço,
Luiz Henrique Matos

Jorge Oliveira disse...

Boa noite Lou,

A história da Igreja está recheada de "novos movimentos" que desejavam genuinamente manifestar Cristo, mas passado algum tempo logo se conformam e fecham a certos padrões e rituais humanos. Movimentos espirituais de Deus que rapidamente ficam transformados em pesadas organizações humanas.

Não tenho a certeza, mas parece que paradoxalmente Deus desenhou a Igreja para que assim seja. Um Corpo vivo que precisa de permanente mudança e renovação.

Um abraço