Charles Swindoll
segunda-feira, outubro 08, 2018
Discordar bem
"Um dos sinais indicativos de maturidade é a capacidade de discordar sem se tornar desagradável."
Charles Swindoll
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terça-feira, outubro 02, 2018
Aprender a esperar mais em Deus

Sou de raça impaciente. Estou a aprender a esperar. O salmista aconselha-nos a descansar no Senhor e a esperar nele (Sl. 37:7). Deus está a trabalhar no seu tempo e com o nosso tempo. É melhor esperar mais na graça de Deus do que tentar mudar o que ainda não chegou o tempo de Deus mudar. Esperar na graça e com graça. A verdadeira obra de Deus não vai lá com a impulsividade e a pressa humana. Deus não precisa das nossas rápidas intenções e nem das nossas ideias prontas.
Não há mornidão na passividade de esperar em Deus, porque mornos são os intemperados e os estão cheios de si. Mornos são aqueles que pensam que são bons e os que pensam que fazem grandes coisas (Ap 3:15-19). O que nos aquece é saber que, sendo nós intrinsecamente maus, Deus é bom. Diz-se que esperar é uma virtude, mas a espera virtuosa é a que se aquieta em Deus e na sua gloriosa vontade. "Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão" (Isaías 40:31).
"Senhor, perdoa a minha impaciência e ajuda-me a esperar mais em Ti!"
domingo, setembro 23, 2018
Deixar Deus ser Deus
"Todo o pecado é uma entrega à tentação básica de ser como Deus. É um acto de rebelião contra a 'divindade' de Deus, a arrogante má vontade de uma pessoa para ser simplesmente o que ela é e deixar Deus ser Deus. O desejo humano de glória é uma forma particularmente séria de pecado porque nega a Deus a sua glória ímpar como Criador e Juiz."
John Stott
John Stott
sexta-feira, setembro 21, 2018
O grande sobretudo do amor
O grande pregador Spurgeon disse que o capítulo 3 de Colossenses começa no céu e acaba na cozinha. Começa com a ordem para pensarmos nas coisas de cima e termina com algumas exortações para pormos em ordem as coisas de baixo. O cristianismo não é só doutrina cristã (muito necessária, nestes dias), é prático e mexe com a nossa vida diária.
Como é que se explica a aparente contradição do v.3, que diz que já estamos mortos, com o v.5 que nos manda morrer? A verdade é que na visão perfeita e eterna de Deus (Ele está acima do tempo), os crentes já morreram na cruz com Cristo e estão sentados nos lugares celestiais (Efésios 2:6); mas no plano humano (na nossa existência temporal aqui), ainda lutamos com as coisas da velha natureza. "Mortificar" significa aceitar que estamos mortos e viver na perspectiva e visão divina. É morrer para o pecado e viver pela nova natureza do Jesus ressurrecto.
O pecado irrita Deus (v.5,6). Que ninguém pense que ficará impune ao juízo divino se viver no pecado. Como cristãos, somos chamados a despir a roupa velha e a vestimo-nos da roupa nova. A velha roupagem é transitória, a nova é poderosa e não ganha mofo. Paulo conclui que os cristãos, sobretudo, acima de tudo, devem vestir-se com amor (v.14). A veste última e superior do amor de Cristo, que é a força capaz de nos unir e manter unidos.
Devemos despir da nossa vida os farrapos do pecado e vestir as novas vestes do carácter de Cristo. O amor prático, que é mais que palavras e que se manifesta em atitudes de misericórdia, bondade, humildade, mansidão, paciência, perdão e compaixão. Se estivermos bem vestidos, vamos amar as pessoas à nossa volta e elas irão, muito provavelmente, render-se ao perfeito amor do Senhor. O grande sobretudo do amor pode cobrir uma multidão de pecados (1 Pedro 4:8).
Como é que se explica a aparente contradição do v.3, que diz que já estamos mortos, com o v.5 que nos manda morrer? A verdade é que na visão perfeita e eterna de Deus (Ele está acima do tempo), os crentes já morreram na cruz com Cristo e estão sentados nos lugares celestiais (Efésios 2:6); mas no plano humano (na nossa existência temporal aqui), ainda lutamos com as coisas da velha natureza. "Mortificar" significa aceitar que estamos mortos e viver na perspectiva e visão divina. É morrer para o pecado e viver pela nova natureza do Jesus ressurrecto.
O pecado irrita Deus (v.5,6). Que ninguém pense que ficará impune ao juízo divino se viver no pecado. Como cristãos, somos chamados a despir a roupa velha e a vestimo-nos da roupa nova. A velha roupagem é transitória, a nova é poderosa e não ganha mofo. Paulo conclui que os cristãos, sobretudo, acima de tudo, devem vestir-se com amor (v.14). A veste última e superior do amor de Cristo, que é a força capaz de nos unir e manter unidos.
Devemos despir da nossa vida os farrapos do pecado e vestir as novas vestes do carácter de Cristo. O amor prático, que é mais que palavras e que se manifesta em atitudes de misericórdia, bondade, humildade, mansidão, paciência, perdão e compaixão. Se estivermos bem vestidos, vamos amar as pessoas à nossa volta e elas irão, muito provavelmente, render-se ao perfeito amor do Senhor. O grande sobretudo do amor pode cobrir uma multidão de pecados (1 Pedro 4:8).
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segunda-feira, setembro 17, 2018
A bênção da rotina diária
"Tirar férias de verão para construir poços em África é, para algumas pessoas, um chamado autêntico. Mas também o é consertar a canalização da casa de um vizinho, alimentar a família e compartilhar o fardo e as alegrias de uma igreja local. Aquilo que somos chamados a fazer todos os dias, exactamente onde Deus nos colocou, é rico e compensador."
In: HORTON, Michael. Simplesmente Crente. SP: Editora Fiel, 2016, p. 29.
In: HORTON, Michael. Simplesmente Crente. SP: Editora Fiel, 2016, p. 29.
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sábado, setembro 15, 2018
Férias é família
As férias passaram, o trabalho recomeçou. Foi tempo de descanso, tempo de família, tempo de belos mergulhos nas piscinas e nas águas quentes do Sul, tempo para colocar as leituras em dia (li oito livros), tempo para serenar a alma, tempo para desligar a Internet, tempo para estar com bons amigos e para desfrutar de algumas outras boas coisas que só são possíveis nas férias. Soube a pouco, mas sabem bem estas vírgulas. Não tenho grande admiração por pessoas que se orgulham de nunca fazer férias, que vivem só para trabalhar, que não investem tempo no descanso. Afinal de contas, o Sábado não é invenção humana, foi Deus que o criou.
A tarde deste Sábado, foi uma espécie de prolongamento das férias, com mais um tempo fantástico em família num passeio a Santo Tirso. O dia culminou com um cachorro especial, com muito queijo derretido e regado com molho de "Francesinha à la JÓ". A dieta começa na segunda-feira.
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domingo, setembro 09, 2018
Quem ama sofre e resiste
"Apenas as pessoas capazes de muito amar podem também sentir aflições muito fortes; porém, essa mesma necessidade de amar oferece-lhes resistência à amargura e cura-as. Por isso a natureza moral do ser humano tem mais vitalidade do que a natureza física. A desgraça nunca mata."
In: TOLSTOI, Lev. Infância, Adolescência e Juventude. Lisboa: Relógio D'Água Editores, 2012, p. 115.
In: TOLSTOI, Lev. Infância, Adolescência e Juventude. Lisboa: Relógio D'Água Editores, 2012, p. 115.
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