domingo, junho 18, 2017

Orgulhosamente legalista

"O legalismo obrigatoriamente produzirá orgulho no coração."

Watchman Nee

sábado, junho 17, 2017

Sujeitarmo-nos a Deus é resistir ao diabo

"Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós." (Tg 4:7)

Sujeitamo-nos a Deus quando reconhecemos que O Senhor é Senhor da nossa vida. Esta sujeição não é passiva, antes é uma confiança activa. Confiança que o poder da graça de Deus na nossa vida é melhor que as nossas melhores ideias. A nossa resistência ao diabo tem por isso que estar baseada no sangue de Jesus. Quando o Filho do Deus vivo se sujeitou ao Pai e foi obediente até à morte, venceu o diabo e todas as forças malignas. Quando nos sujeitamos e obedecemos à vontade de Deus, estamos de facto a resistir ao diabo. Satanás conhece bem o poder e o valor do sangue santo do Senhor Jesus Cristo. É um sangue poderoso para nos purificar de todo o pecado. O caminho para vencermos as tentações é o caminho da cruz. O cristão não está imune às tentações e ao mal, mas quando vivemos debaixo da potente mão de Deus, o diabo sempre se afastará de nós.

segunda-feira, junho 12, 2017

A luz de Deus quer brilhar em nós

Pela graça de Deus, iniciei ontem na nossa congregação uma série de mensagens sobre a Primeira Epístola do Apóstolo João. Escrita provavelmente em Éfeso, entre os anos 80 e 90 dC, esta preciosa carta pastoral é dirigida aos crentes da 2ª e 3ª geração de cristãos. João reafirma a estes crentes para retornarem aos fundamentos da fé e terem atenção aos falsos mestres que estavam a tentar contaminar as igrejas com as suas heresias (2:18, 26; 4:1-3).

João não começa a Carta com grandes saudações. Nesta espécie de Prólogo, o Presbítero João, à semelhança do seu Evangelho, destaca aquilo que é mais importante: A Palavra da Vida. O Logos eterno que se fez carne e habitou entre nós (1:4; João 1:14). Nesta era em que a imagem é celebrada como um dos grandes deuses, os cristãos devem retornar ao essencial: A Palavra-Cristo. Esta Palavra foi ouvida, contemplada, tocada e espalhada. Chegou até nós! Quando damos demasiada importância à imagem, às palavras dos outros ou às nossas, ficamos desapontados, mas se guardarmos e praticarmos a Palavra viva, a alegria invade o nosso ser (v. 4). O nosso desafio diário continua a ser termos comunhão real com O Verbo.

A santificação, a vida, a certeza, são grandes temáticas desta Epistola. Contudo, talvez a maior tónica da Primeira Carta Joanina é o amor. Afinal de contas, João ficou conhecido como o mais amoroso e meloso dos Apóstolos. Esta é a sua Carta de Amor. Sobressai também a realidade de Deus ser luz, não há nele qualquer sombra (v. 5). Deus é luz e habita na luz inacessível, mas somos gratos a Ele porque esta luz se tornou conhecida por Jesus Cristo – “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8:12).

Somos convocados a andar na luz da verdade, da santificação, do amor e da comunhão. Existem, contudo, vários obstáculos à comunhão com Deus. Por exemplo, pensar que se está na luz, estando ainda nas trevas (v. 6). Ou o terrível equívoco de se achar sem pecado, não percebendo a horrível pecaminosidade inerente à raça humana (v. 8; 10). Viver sem a consciência e o desejo de confessar pecados (v. 9).

Terminei o sermão fazendo 3 perguntas sobre as implicações do pecado na nossa vida e como o podemos evitar. O único remédio que resolve a problemática dos pecados é crermos que o sangue de Jesus é a única coisa que pode purificar os pecados (1 Jo 1:7, 9). Sim, quando admitimos e confessamos os pecados a Deus, Ele é fiel e justo para nos perdoar. João termina o seu argumento com uma solene advertência: “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis” (1 Jo 2:1).

Ser iluminados, confessar os pecados, deixá-los, perdoar e amar mais!

domingo, junho 11, 2017

Teologia fraca = crentes fracos

"Teologia fraca produz cristãos fracos e cristãos fracos não sobreviverão aos dias que estão por vir."

John Piper

quarta-feira, junho 07, 2017

Amar a Deus e odiar o mal

"Vós que amais o SENHOR, detestai o mal" (Salmo 97:10).

Os dois sentimentos mais fortes que existem no ser humano, talvez sejam o amor e o ódio. A Bíblia ensina-nos a amar a Deus e as pessoas. Ensina-nos também a não odiar ninguém, a não ser uma única coisa: o mal. Devemos detestar a maldade, a começar pela nossa. Quanto mais amamos a Deus mais detestamos o mal. Charles Spurgeon escreveu "Se você ama realmente o seu Salvador e deseja honrá-Lo, deteste o mal. Não há melhor cura para um cristão que ama o mal do que a comunhão abundante com o Senhor Jesus. Se você gasta bastante tempo com Jesus, será impossível ficar em paz com o pecado." O cristão odeia o mal porque ama Deus. E nesses intensos sentimentos, o crente ora por todos aqueles que espalham maldade, que sem saberem, são fantoches das hostes infernais do diabo. Amar o Bem. Odiar o mal.

domingo, junho 04, 2017

O anel do amor, verdade, dons e serviço

"Se amor e verdade andam juntos, e amor e dons andam juntos, então amor e serviço também andam juntos, uma vez que o verdadeiro amor sempre se expressa por meio do serviço. Amar é servir. Restam-nos, portanto, estes quatro aspectos da vida cristã que formam um anel ou um círculo que não pode ser quebrado: amor, verdade, dons e serviço. Pois o amor resulta em serviço, o qual, por sua vez, usa os dons, dentre os quais o maior é o ensino da verdade, mas a verdade, por sua vez, deve ser transmitida em amor. Cada um envolve os outros e, por onde quer que comecemos, todos eles são usados. 'O maior deles, porém, é o amor' (1 Cor. 13:13)."

John Stott

sexta-feira, junho 02, 2017

Espuma de barbear no cabelo

Quando usas logo pela manhã creme de barbear no cabelo, em vez da espuma, ou não dormiste tudo, ou então estás mesmo a precisar de férias.