"Levantai ao alto os vossos olhos!" (v.26). O profeta Isaías diz-nos que aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças, eles correm, voam, caminham e não se cansam, porque confiam nAquele que nunca se cansa (v. 28-31). A vinda gloriosa do Senhor está para se manifestar e isso infunde-nos esperança. Ele galardoará os que anunciam as suas boas novas. Graças a Deus pela Sua renovação diária. Tudo passa, menos a Palavra do nosso glorioso Deus, porque ela subsiste eternamente.
sexta-feira, março 31, 2017
Levantai ao alto os vossos olhos
Hoje de manhã meditei um pouco em Isaías 40. O crente que espera e confia em Deus tem todas as razões para estar esperançoso quanto ao futuro. É verdade que a vida terrena por vezes nos cansa e até os jovens se cansam e desfalecem no auge do seu vigor. A vida passa muito rápido, é como a flor da erva que se desvanece com a brisa do vento.
"Levantai ao alto os vossos olhos!" (v.26). O profeta Isaías diz-nos que aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças, eles correm, voam, caminham e não se cansam, porque confiam nAquele que nunca se cansa (v. 28-31). A vinda gloriosa do Senhor está para se manifestar e isso infunde-nos esperança. Ele galardoará os que anunciam as suas boas novas. Graças a Deus pela Sua renovação diária. Tudo passa, menos a Palavra do nosso glorioso Deus, porque ela subsiste eternamente.
"Levantai ao alto os vossos olhos!" (v.26). O profeta Isaías diz-nos que aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças, eles correm, voam, caminham e não se cansam, porque confiam nAquele que nunca se cansa (v. 28-31). A vinda gloriosa do Senhor está para se manifestar e isso infunde-nos esperança. Ele galardoará os que anunciam as suas boas novas. Graças a Deus pela Sua renovação diária. Tudo passa, menos a Palavra do nosso glorioso Deus, porque ela subsiste eternamente.
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quarta-feira, março 29, 2017
Oração funcional

A oração feita com fé ao Pai realmente funciona. Mais do que utilitária, a oração causa mudanças. A maior delas é em nós. Quanto mais se ora mais transformados somos. Quanto mais se roga pela bênção alheia, mais abençoado se é. Quanto mais se pede, mais se recebe.
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domingo, março 26, 2017
Iniciativa divina
"A obra divina precisa ser iniciada com a iniciativa divina."
Watchman Nee
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segunda-feira, março 20, 2017
Perto do altar, longe de Deus
Na parábola que Jesus contou do fariseu e do publicano há duas orações, duas teologias, duas cosmosvisões: uma antropocêntrica, outra teocêntrica. A confiança no Homem versus a confiança em Deus. As obras e a Obra.
O pecador fariseu foi para perto do altar, altivo, orava consigo. Falava de si e comparava-se com os outros, julgando-se melhor que todos. O pecador publicano, ficou longe do altar, batia no seu peito e gemia: "Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!" Esta história foi contada, disse Jesus, por causa dos “que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros" (Lucas 18:9). Quem se acha muito certo e justo, despreza sempre O único justo e sempre certo Deus. Por outro lado, quem reconhece a sua própria malvadez é justificado pelo Altíssimo. A humildade verdadeira está mais relacionada com a convicção do pecado pessoal do que a tola ideia de ser impoluto ou melhor que os outros.
O santarrão fariseu saiu do templo contente consigo, mas do ponto de vista divino (que é o que conta) continuou condenado. O penitente publicano foi para sua casa justificado, perdoado e transformado. O fariseu esteve perto do altar mas longe de Deus, o publicano estava longe do altar mas perto do Senhor. A única oração que Deus ouviu foi a única oração que foi feita. Como bem disse Sproul: "Deus ouve as orações dos pecadores pois, além do Seu Filho, eles são a única classe de pessoas que oram."
O Reino de Deus pertence, não aos religiosos, aos que se acham bons, ou aos indivíduos que fazem coisas boas, o Reino de Deus pertence aos que sabem que não são nada sem O Pai. Como aqueles meninos que Jesus abraçou (Lucas 18:16-17). Os pequeninos são aqueles que confiam mais no Pai, na Sua graça e misericórdia, do que neles próprios. Sabem que não for a graça e a misericórdia de Deus continuariam irremediavelmente perdidos.
O pecador fariseu foi para perto do altar, altivo, orava consigo. Falava de si e comparava-se com os outros, julgando-se melhor que todos. O pecador publicano, ficou longe do altar, batia no seu peito e gemia: "Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!" Esta história foi contada, disse Jesus, por causa dos “que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros" (Lucas 18:9). Quem se acha muito certo e justo, despreza sempre O único justo e sempre certo Deus. Por outro lado, quem reconhece a sua própria malvadez é justificado pelo Altíssimo. A humildade verdadeira está mais relacionada com a convicção do pecado pessoal do que a tola ideia de ser impoluto ou melhor que os outros.
O santarrão fariseu saiu do templo contente consigo, mas do ponto de vista divino (que é o que conta) continuou condenado. O penitente publicano foi para sua casa justificado, perdoado e transformado. O fariseu esteve perto do altar mas longe de Deus, o publicano estava longe do altar mas perto do Senhor. A única oração que Deus ouviu foi a única oração que foi feita. Como bem disse Sproul: "Deus ouve as orações dos pecadores pois, além do Seu Filho, eles são a única classe de pessoas que oram."
O Reino de Deus pertence, não aos religiosos, aos que se acham bons, ou aos indivíduos que fazem coisas boas, o Reino de Deus pertence aos que sabem que não são nada sem O Pai. Como aqueles meninos que Jesus abraçou (Lucas 18:16-17). Os pequeninos são aqueles que confiam mais no Pai, na Sua graça e misericórdia, do que neles próprios. Sabem que não for a graça e a misericórdia de Deus continuariam irremediavelmente perdidos.
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sexta-feira, março 17, 2017
Saudades do futuro
Era um sujeito tão nostálgico, mas tão nostálgico, que até sofria com saudades das coisas futuras que já tinham acontecido na sua mente.
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quarta-feira, março 15, 2017
Umbigo inchado
Na tentativa de ocultar o ventre mais perfeito e contido, esconde-se sempre a pança mais inchada e ufana. É verdade que todos temos um umbigo, mas há umbigos escondidos que são mais proeminentes daqueles que andam descaradamente à mostra. A coisa mais feia e indecorosa que faz inchar a barriga não é - ao contrário do que se pensa - a cerveja, é o orgulho de se julgar superior e melhor que os outros.
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terça-feira, março 14, 2017
A fé verdadeira não é uma muleta
A fé verdadeira em Deus não é uma muleta para fracos. A fé que se faz muleta nem sequer é fé, é uma deformidade existencial. A fé que nos sustenta não é um acessório para a vida, é a própria Vida.
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