Não percebo o que dizem (julgo ser russo), mas cumpre-se o ditado português que diz acertadamente para "Não meter o nariz onde não é chamado!". Para a próxima, em vez de ser a penca, é a língua!
sexta-feira, novembro 04, 2011
Não meter o nariz onde não é chamado!
Não percebo o que dizem (julgo ser russo), mas cumpre-se o ditado português que diz acertadamente para "Não meter o nariz onde não é chamado!". Para a próxima, em vez de ser a penca, é a língua!
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"No ano de sequidão, não se perturba"
A coisa mais maravilhosa de se crer e confiar verdadeiramente no Deus criador e sustentador do universo, é que podem vir crises, desempregos, guerras, misérias, fogos, Neros e bestas esfaimadas, que a alegria, a paz e o amor continuarão a brotar do mais profundo do ser. A verdadeira Vida não depende das circunstâncias, sejam boas ou más, procede de Deus e da sua preciosa graça. Feliz é o homem que coloca a sua esperança no Senhor.
"Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja esperança é o SENHOR. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto."
Jeremias 17:7,8
"Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja esperança é o SENHOR. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto."
Jeremias 17:7,8
quinta-feira, novembro 03, 2011
Boa e má memória
Para se cultivar bons relacionamentos é fundamental ter boa memória para as coisas boas e má para as más. Estou a aprender. A idade é uma boa professora.
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Mensagens torpedo
Acho muito engraçado os brasileiros usarem a palavra "torpedo" para uma mensagem escrita por telemóvel, vulgo "sms". Quando a ouço (ou leio), penso sempre num portentoso disparo bombástico, desferido de um telemóvel para o outro. Outras vezes, imagino que são certos e determinados "torpedos" que resultam da ingestão de alguns flatulentos alimentos, nomeadamente feijões ou castanhas. Recebo (e dou) alguns desses "sms" todos os dias.
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quarta-feira, novembro 02, 2011
"Vox populi", voz impopular
Não deixa de ser tremendamente irónico que os grandes arautos europeus da democracia estejam apavorados com o referendo proposto pelo primeiro-ministro George Papandreou ao povo da Grécia. Se a voz do povo não conta, para que serve a democracia? Este referendo matará o Euro, a velha Europa ou a democracia?
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Ditos e mitos da política portuguesa
«A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.
O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo. Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.
O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores. Acresce que a incompetência se contagia às empresas privadas que vivem de favores do Estado e que, para isso apenas, contratam traficantes de influência. Com dirigentes destes, a produtividade só poderia ser fraca. E ganham demais? Não me parece que salários altos alguma vez tenham sido o problema de Portugal. Pelo contrário, é lamentável que tenhamos chegado a 2011 com um ordenado bruto médio de 900 euros, o que representa um rendimento líquido mensal de 711 euros. Isto é ganhar muito? Finalmente, é agora moda pedir aos portugueses que poupem. Mas vir pedir a um povo, que tem salários de miséria, para poupar é, no mínimo, ridículo e insultuoso. E inútil. Todo este chorrilho de mentiras e moralismos apenas servem para disfarçar a incapacidade dos políticos. O que os portugueses precisam não é de lições de moral, mas sim de governantes competentes e sérios.»
Paulo Morais, Professor Universitário, no Correio da Manhã.
O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo. Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.
O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores. Acresce que a incompetência se contagia às empresas privadas que vivem de favores do Estado e que, para isso apenas, contratam traficantes de influência. Com dirigentes destes, a produtividade só poderia ser fraca. E ganham demais? Não me parece que salários altos alguma vez tenham sido o problema de Portugal. Pelo contrário, é lamentável que tenhamos chegado a 2011 com um ordenado bruto médio de 900 euros, o que representa um rendimento líquido mensal de 711 euros. Isto é ganhar muito? Finalmente, é agora moda pedir aos portugueses que poupem. Mas vir pedir a um povo, que tem salários de miséria, para poupar é, no mínimo, ridículo e insultuoso. E inútil. Todo este chorrilho de mentiras e moralismos apenas servem para disfarçar a incapacidade dos políticos. O que os portugueses precisam não é de lições de moral, mas sim de governantes competentes e sérios.»
Paulo Morais, Professor Universitário, no Correio da Manhã.
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terça-feira, novembro 01, 2011
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