quinta-feira, junho 30, 2011
Da actualidade vã
Nem sempre o tenho conseguido, mas tento afastar-me aqui da análise rápida e imediatista da actualidade. Penso ser necessário algum afastamento temporal para se perceber bem os contornos reais dos factos. As reacções a quente ao tempo presente normalmente não são as mais lúcidas. É preciso o inverno chegar para se entender melhor o verão. Aquilo que perdura é o que vale.
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quarta-feira, junho 29, 2011
Cigano contra o 25 de Abril
Enquanto passo na rua, ouço um cigano a praguejar contra o 25 de Abril e a maldizer a classe política. Realmente Portugal mudou muito desde 1974.
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Poupar nas maiúsculas
Nunca escreva um e-mail (ou em blogues ou sites) totalmente em maiúsculas! Parece óbvio, mas para alguns extraterrestres ainda não é. Experimente clicar naquela tecla estranha que diz "Caps Lock".Para além de ser falta de educação, lê-se muito pior em maiúsculas e ainda pode ficar rouco de tanto gritar.
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terça-feira, junho 28, 2011
Pastelinho de Tentugal
Um pastelinho (ou dois) de Tentugal ao lanche, é muito melhor que 10 horas (ou mais) num ginásio qualquer!
Foto d'aqui.
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segunda-feira, junho 27, 2011
Que coisas produz o meu jardim?
A inimizade, o rancor, a inveja, o ódio e tantos outros sentimentos perniciosos que brotam do coração humano são como as ervas daninhas: crescem exponencialmente e não é preciso fazer muito para que eles se espalhem. Se não prestarmos atenção, atrofiam a beleza e a vida do jardim e assenhoream-se completamente dele. A melhor maneira de lidar com os males da alma, sejam eles quais forem, é arrancá-los à nascença e permitir que O Lavrador do céu regue e cuida da nossa vida interior todos os dias. Só assim se produzirão os belos frutos para a vida presente e eterna.
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domingo, junho 26, 2011
quarta-feira, junho 22, 2011
Revelações marinadas
O Apóstolo Paulo esperou catorze anos antes de partilhar acerca de uma experiência celestial e transcendente que um certo homem (o mais certo é ter sido ele próprio) vivenciou. Existem certas informações e revelações que são difíceis de digerir e por isso devem ficar a aguardar o tempo certo para vir à luz. Como as marinadas. Que ficam um certo tempo a repousar, a apurar e a aperfeiçoar o gosto. No final ficam muito mais saborosas. Algumas experiências, quando expostas antes do tempo, podem trazer mais trevas que luz. Nesta febre da relevância imediatista, desaprendeu-se a aguardar. Confesso que é das coisas que mais me custa, calar e esperar. Mas Deus está a ensinar-me. Reter a fala, parar o pé, deter a mão. Sossegar o espírito. As gloriosas Palavras do céu são e foram sempre cozinhadas em lume brando. Por maior e melhor que seja a grandeza da experiência, é sempre sensato calar a boca primeiro. Como bem disse o sábio Pregador, há "tempo de estar calado e tempo de falar."
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