quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Afinal o que é o Twitter?


Tentando responder um pouco à questão que a Carla levantou aqui, começo por dizer que não é muito fácil definir o que é Twitter. Pode-se dizer que é uma rede social mesclada numa espécie de mini-blogue. Os textos estão limitados a 140 caracteres, o que dá a possibilidade de colocar apenas uma ou duas frases pequenas.

O Twitter serve para passar mensagens curtas e informações de uma forma rápida e simples, quer no plano profissional, com familiares, num grupo de amigos, ou outros grupos específicos que façam parte do nosso Twitter. É uma maneira de dizer o que estamos a fazer ou pensar, partilhar uma mensagem curta, passar um linque, um aniversário, combinar algo, enfim, dizer disparates. Muitos disparates.

A verdade é que esta aplicação aparentemente ridícula e inútil, tem crescido de uma maneira brutal em todo o mundo. Penso que se explica pela necessidade intrínseca do ser humano para se mostrar e relacionar com os outros e também pela profunda curiosidade e bisbilhotice latente em cada um de nós.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

O Twitter é dos sábios (e dos loucos)

Uma das coisas boas do Twitter (talvez a única) é o facto dos textos estarem limitados a apenas 140 caracteres. Bem diz o santo Provérbio que "Na multidão de palavras não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente." Este meu poste por exemplo, no Twitter, já não era publicado. O melhor é calar-me, porque “até o tolo, quando se cala, será reputado por sábio”.

Magalhães deve ser alentejano

O ano escolar já vai longo e diz-se que o Magalhães está a custar a descobrir as escolas e a demorar muito para chegar às mãos dos alunos. Desconfio que quando chegarem, os alunos e os professores vão usá-los como máquinas calculadoras.

A indignação de um pai, Aqui.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Ele não gosta do CANTO

A Rute apresentou este humilíssimo CANTO a um colega de Escola. Contou-me que ele não gostou muito. Pareceu-lhe ser apenas uma profusão de imprecações despropositadas. Percebo-o. Talvez tenha alguma razão. Isto é capaz de ser mais um João Baptista com peles de camelo a clamar: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?”, do que uma meiga e submissa Maria que obedece tácita e prontamente ao seu Filho. Isto tem dias que mais se parece com os cinco primeiros capítulos de Isaías (“ai de mim”; “ai de mim”), do que com os amorosos cânticos de Salomão para as suas setecentas mulheres e quatrocentas concubinas. Mais o João que vislumbra o Apocalipse do que aquele que reclinava a cabeça no Mestre, sendo todavia o mesmo.

Mas por favor caro Tiago, sossega um pouco o ímpeto juvenil e lê outra vez estas humildes letras brancas. Ouve as músicas e tenta enxergar para além do fundo preto. Sei que és extremamente perspicaz e inteligente; se observares com um pouco mais de atenção, és capaz de encontrar uma réstia de luz e esperança num ou dois textos. Uma pequenina Luz que até pode desembaciar as mais obscuras lentes pessimistas e mesmo mudar a tua vida. Deus te abençoe.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Cortar nos adjectivos

No dia seguinte à festa do décimo quinto aniversário da minha querida filha Rute, contemplando a minha protuberante e empanturrada barriga, chego à conclusão que tenho mesmo de cortar nos adjectivos. Principalmente os adjectivos de camarão, que a minha mãe faz extraordinariamente e maravilhosamente (cá estão dois) bem. Claro que as doces e suculentas (mais dois, estão a ver?) locuções adjectivais da minha esposa também não ajudam nada. No próximo Domingo temos mais uma festa no grau superlativo, "que se junta" a esta. Malditos sejam, execráveis e deliciosos adjectivos que me tentam sempre aos pares.

Religião e "Panque-Roque" de Tiago Cavaco


Entrevista concedida à SIC, emitida ontem.

domingo, fevereiro 01, 2009

Viver para a eternidade

"Vivamos de tal forma que quando morrermos até os coveiros lamentem."
Mark Twain