sexta-feira, novembro 30, 2007

Porque amanhã é Dezembro



Ide e comprai (ou não) o maravilhoso álbum de Natal de Michael W. Smith. It's A Wonderful Christmas. É maravilhoso.

Natal

Para mim o Natal, na definição pagã do termo, começa e termina em Dezembro.

Resultados da greve

Hoje é dia de greve na função pública. Os sindicatos falam de uma adesão superior a 80%, o Governo refere uma adesão de menos de 10%. Na repartição onde trabalha a minha mulher, a percentagem foi de 75% de grevistas.

O estratagema de tentar falsear a verdade e desvalorizar as críticas já é muito antigo e típico dos sistemas autoritários e ditatoriais. Se há coisa boa na democracia é que normalmente a prepotência, a arrogância e a falsidade são derrubadas numa urna, com uma cruz.

quinta-feira, novembro 29, 2007

O homem que era Quinta-feira,

agora é Sexta.

quarta-feira, novembro 28, 2007

O último sopro da tia Eduarda

O último sopro apaga os mecanismos orgânicos do corpo e faz desfolhar a primeira página do segundo capítulo da existência.

terça-feira, novembro 27, 2007

Os sinos acompanham o louvor

Um pastor amigo de longa data contou-me que em certa região recôndita do norte de Portugal, o padre católico do lugarejo manda tocar pérfida e demoradamente o sino alto da sua igreja, precisamente na hora do culto protestante. Já é assim há alguns anos. As jovens, dilectas e fiéis cinquentenárias, dizem que não faz mal. Que até acompanha bem o louvor. Vozes roucas mas apaixonadas por Aquele que é o alvo de todo o louvor. Louvor esse, muito diferente dos shows de danças, luzes e sons propagados em muitos outros jovens palcos protestantes dos nossos dias, profissional, afinadíssimo e sem sinos, mas sem a chama, nem a paixão do louvor acompanhado a sinos católicos.

segunda-feira, novembro 26, 2007

Mataram-no porque gostava de vocês

Numa noite fria destas, vi agarradinho à minha amada e quentinha esposa o genial filme de Hitchcock, “Rear Window” (“A janela indiscreta”). Num ponto crucial do filme, a cena de amor do casal protagonista é interrompida por gritos estridentes. Alguém tinha estrangulado um pequeno cãozinho que andava a farejar o crime. A dona desesperada, grita da sua varanda para os vizinhos:

“Mataram-no porque gostava de vocês.
Só porque gostava de vocês!”