quinta-feira, julho 05, 2007
Famílias portuguesas em vias de extinção
Fecham-se Maternidades, Escolas, Centros de saúde e Fábricas. Promove-se o abandono das terras - paga-se para não cultivar. O interior do País (e a margem Sul, ao que parece) está cada vez mais desertificado. Famílias inteiras emigram.
Que país estamos a construir? Parece que estamos a esquecer-nos que a família é a base fundamental da sociedade sadia e desenvolvida. Quanto valem as famílias portuguesas?
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quarta-feira, julho 04, 2007
Diz que é uma espécie de rosa à Benfica
Aliás, aquilo nem sequer é rosa, é mais um rosinha. Uma espécie de rosa. Vá lá, um rosinha meio rosado. Um rosa parecido com o verdadeiro rosa.
Suas rosinhas andorinhas... ihihihih
Suas rosinhas andorinhas... ihihihih
"São rosas, senhor, são rosas!"
- São rosas, senhor Comendador! São rosas, senhor Comendador!
- Rosas no Benfica? Quereis enganar-me?
- Uma benfiquista não mente, senhor. - Começam a crescer as orelhas ainda mais.
Dona Luz abriu o manto e deixou cair uns horrorosos equipamentos cor-de-rosa deslavado.
terça-feira, julho 03, 2007
Evangelho amordaçado
O que pode embaraçar mais a igreja na pregação do evangelho, não é o diabo, é a própria igreja. É a nossa maledicência, negligência e ausência que amordaça o Evangelho. Somos nós!
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segunda-feira, julho 02, 2007
"Tu sempre estás comigo"?
“E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas. Mas era justo alegrarmo-nos e regozijarmo-nos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; tinha-se perdido e foi achado.” Lucas 15:31-32
O dinheiro que o filho pródigo esbanjou, o seu comportamento devasso e perdulário parece que não foram muito relevantes para o seu pai. O que verdadeiramente importou e alegrou o pai foi a presença do seu filho. Fora da presença do pai, o filho estava morto e perdido, mas na casa do Pai, havia vida, alegria, fartura e amor. O filho mais velho não entendeu que, para o pai, aquilo que era mais precioso e valioso era estar com os filhos. A presença dos filhos bastava-lhe. Eles próprios.
E na nossa vida, estamos a valorizar o quê?
O dinheiro que o filho pródigo esbanjou, o seu comportamento devasso e perdulário parece que não foram muito relevantes para o seu pai. O que verdadeiramente importou e alegrou o pai foi a presença do seu filho. Fora da presença do pai, o filho estava morto e perdido, mas na casa do Pai, havia vida, alegria, fartura e amor. O filho mais velho não entendeu que, para o pai, aquilo que era mais precioso e valioso era estar com os filhos. A presença dos filhos bastava-lhe. Eles próprios.
E na nossa vida, estamos a valorizar o quê?
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