quinta-feira, maio 31, 2007

“Ai de mim”

Isaías o profeta, passou muitos dias (cinco capítulos!) a reclamar acerca dos pecados dos outros. Dizia ele “ai dos que” fazem isto, “ai dos que” fazem aquilo. Mas no capítulo seis, perante a portentosa visão da glória do Deus que é Santo, Santo, Santo, falou: “ai de mim”. Quando Isaías ouviu a voz poderosa daquele que faz estremecer o céu, a terra e as entranhas do homem, constatou a impureza do seu falar e a fragilidade do seu próprio ser.
Precisamos continuamente ouvir essa Voz, para calar a nossa.

quarta-feira, maio 30, 2007

Deus criou todas as coisas



"Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas." Apocalipse 4:11

"I SING OF THE JO"


Instalei uma nova funcionalidade na barra lateral do CANTO, melhor dizendo no "I SING OF THE JO": a tradução automática da Babelfish. Se a versão portuguesa do CANTO já era de ir às lágrimas, a versão do "I SING OF THE JO" é de estalar a rir! Mas quem é que lhes manda construir torres de Babel?

Perder o Pote mas ganhar o Arco

A minha filha Jéssica contou-me uma noite destas a história do Noddy e o Arco-Íris. Nesta história o Noddy e o ursinho Rechonchudo tentam encontrar o pote de ouro que está no fim do arco-íris na Cidade dos Brinquedos. Depois de se aventurarem pelo Bosque Sombrio, encontram o pote de ouro e resolvem levá-lo embora. Só que surge um problema, o arco-íris só funciona com o pote no final. Sem pote não há arco. Depois de considerarem um pouco, eles escolhem ficar sem o pote de ouro, mas com o Arco-íris.
Gostei tanto da história que a minha filha de sete anos maravilhosamente leu, que prometi-lhe contá-la aqui.

Temos muito a aprender com o Noddy e com as crianças. Hoje nas igrejas também existem pessoas que querem ficar com o pote e com o arco. Rapidamente se constata que quando alcançam o pote, perdem o arco. O Arco-íris fala-nos do céu, do seu brilho, da paz, da esperança e do porvir. O grande contador de histórias Jesus perguntou: “Que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” e noutro lugar: “Porque que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?”. Que adianta conquistar materialmente tudo, mas perder o brilho do céu?

Abram alas para o Noddy! Para Deus.

terça-feira, maio 29, 2007

2017


Imagem do recém inaugurado aeroporto “Mário Lino” nas terras desérticas do Sul.

Feira do livro


Sábado à noite fui à feira do livro com a minha família. Cumpriu-se a tradição (existem tradições boas) e uma herança familiar: sou grato ao meu pai por um dia, sendo eu ainda uma criança a caminhar para a adolescência, ter atravessado a Ponte da Arrábida comigo, não para me levar a um prostíbulo, mas para irmos juntos à feira do livro no Porto. Este ano, reparei que andava pouca gente no Palácio de Cristal. Os livros estão caros e como diz o meu amigo Tiagão, quase já não compensa comprar na Feira. Ainda se os Ciganos (os genuínos) se metessem no ramo, talvez os preços baixassem, mas aí, as capas e os sacos iriam perder também alguma qualidade. Além disso, existem “outras Feiras” que os vendem incompreensivelmente mais baratos que o “preço de feira” das editoras. Constatei mais uma vez que, tirando a Sociedade Bíblica, não existiam editoras nem livros de inspiração evangélica ali representados, são poucos os (bons) empresários e leitores protestantes. Lá compramos uns livritos e voltamos felizes à CIDADE de Gaia (eheh), que se diz que poderá acolher a próxima edição do certame, com os bolsos ainda mais vazios, mas saciados com os bons sacos das editoras na mão.


Imagem: Vincent van Gogh, The Yellow Books, 1887

segunda-feira, maio 28, 2007

As melhores praias do País são as de Gaia

Vila Nova de Gaia, é o único Concelho do País que tem a totalidade das suas praias atribuídas com o galardão da bandeira azul. São dezassete praias com bandeira azul. É de reconhecer o excelente empenho e trabalho desenvolvido nos últimos anos por parte da autarquia para limpar e valorizar a orla marítima. Lamento porém as palavras expressas no sítio do Município, por parte do Presidente Luís Filipe Menezes ao desconsiderar o dedo de Deus na obra. Não nos esqueçamos que basta uma pequena rabanada de vento, para deitar abaixo as bandeirinhas. O mar é verde mas o céu pode ser azul ou não.