quinta-feira, agosto 31, 2006

HILLSONG em Portugal


Durante esta e a próxima semana irei colocar no leitor (aqui ao lado) músicas dos Hillsong United, para assinalar a vinda desta banda a Portugal no próximo dia 20 de Outubro.

Mais informações aqui

Ainda não te inscreveste?

quarta-feira, agosto 30, 2006

HILLSONG UNITED em Portugal

O Centro Cristão da Cidade promove o congresso MaisQueMúsica 2006. Integrados nesse evento os Hillsong United participarão em Portugal no dia 20 de Outubro.
Os Hillsong United são o Ministério de Jovens da Igreja Hillsong e existem para despertar nos jovens de hoje o desejo de adorarem a Deus em espírito e em verdade, e servi-l'O com um coração completamente disponível, unido e apaixonado pela causa do Reino.

Inscrições aqui (eu já fiz a minha!):
HILLSONG UNITED em Portugal!


George Bush rezou?

A propósito desta notícia, gostava de esclarecer alguns jornalistas e tradutores de livros e filmes pouco informados que “rezar” não é a mesma coisa que “orar”.
"Rezar" é um exercício repetido de frases, credos ou ladainhas criadas normalmente por outra pessoa e verbalizado com a boca de quem reza.
"Orar" pressupõe uma conversa franca, espontânea e íntima com Deus sendo produzida essencialmente com o espírito da pessoa que a faz e podendo ou não ser verbalizada com a boca.
Rezar e orar são coisas bem distintas. Rezar é repetir; orar é dialogar com Deus. Rezar é um ritual; orar é uma comunhão. Uma coisa é a boca; outra é o coração.

terça-feira, agosto 29, 2006

IMAGO DEI

Uma das razões porque acredito que algumas das expressões criativas de descrentes e até de ateus podem exaltar a Deus e a sua graça admirável, é porque cada ser humano nasce com a IMAGO DEI. É este design e esta marca divina no ser humano que o torna singular, admirável e extraordinário. O Homem por si só é um argumento da existência de Deus e do seu poder.


“Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.” Salmo 139:14

segunda-feira, agosto 28, 2006

Algo melhor

"Nosso Pai celestial nunca tira nada de seus filhos, a não ser que pretenda dar-lhes algo melhor." George Muller

JesusCristo.com?

Se Jesus Cristo tivesse nascido neste presente século teria usado e navegado na Internet? Teria um site? Um blog?


com.JesusCristo

sexta-feira, agosto 25, 2006

A despromoção de Plutão

Plutão era considerado até à uns dias atrás o nono planeta do nosso sistema solar. Depois de intensas negociações entre os astrónomos, ele foi despromovido. Concluíram afinal que Plutão não é um planeta, antes um mero planeta-anão. Quer por causa do seu tamanho e por causa da sua órbita demasiado excêntrica, perdeu o seu estatuto e foi excluído da classe dos planetas. Pensava-se que tinha mais de 51.000 quilómetros de diâmetro, quando afinal só tem (para já) cerca de 2.300 quilómetros de diâmetro.
Claro que Plutão sempre se manteve fiel à sua órbita (dizem eles que é demasiado anormal e esquisita). Plutão sempre teve aquele mesmo tamanho e sorriso, as pessoas é que o viam com outros olhos. Pensavam que era muito grande mas ele não era assim tão grande. Rapidamente passou “de bestial a besta”. Passou de super-astro a rodar em todos os cinemas do planeta, a Cromo dos Morangos com açucar. Um destes dias os astrónomos vão inventar mais sete planetas anões e vão descobrir a Branca de Neve a dançar no meio deles...


Meditando nisto, lembrei-me que muitas pessoas já experimentaram aquilo que Plutão deve estar a sentir. Outrora foram belos, importantes e grandes mas depois a tribo mandou-os embora. Foram rejeitados. Despromoveram-nos a desprezíveis e insignificantes anões. A inveja e a cobiça têm destas coisas.
Mas precisamos compreender que a rejeição é às vezes o instrumento para o nosso crescimento.

Pensem por exemplo na história de José do Egipto. Um homem que viveu uma vida de rejeição, mas porque se manteve fiel à rota de Deus, no final brilhou como mais ninguém. A nossa atitude paciente e amorosa no meio da exclusão vai determinar o nosso brilho e a nossa caminhada. Porque mais importante do que a exclusão que somos sujeitos pelas outras pessoas, importa sermos quem somos. Sermos autênticos e fieis ao desígnio e à órbita - por mais excêntrica que seja - que o Criador nos deu.
O Inventor de Plutão não despreza ninguém. E mesmo quando todos à nossa volta nos abandonam ou não reconhecem o nosso valor, Deus permanece intensamente apaixonado e interessado por nós. Quer sejamos Júpiteres ou Plutões. Grandes ou anões. Tenhamos muitos ou poucos anéis.


Os homens baixos, na atitude, que se cuidem. Deus não se esqueceu de Plutão.


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Tirónini… Tirónini… Tirónini…