segunda-feira, março 06, 2006
O espelho.
"Esta é a lição mais importante e útil que podemos aprender: conhecer a nós mesmos como realmente somos, admitir abertamente nossas fraquezas e fracassos, e ter um conceito humilde de nós mesmos por causa deles. Não nos firmar em nós mesmos e sempre ter pensamentos bons e respeitosos sobre os outros é grande sabedoria e perfeição." Thomas à Kempis.
sábado, março 04, 2006
sexta-feira, março 03, 2006
Liberdade de expressão
O problema da liberdade de expressão é um assunto actual e polémico. Torna-se ainda mais incomodativo quando estão envolvidas nações, etnias, crenças, princípios e políticas muito distintas. Por vezes a liberdade de expressão pode roçar a libertinagem e isso é contraproducente e nocivo. Porém, actos censórios ou tentativas castradoras da opinião, no meu entender são igualmente maus, até porque normalmente os meios usados para reprimir são idênticos ou piores que os meios da liberdade. Esconder e ocultar é um dos primeiros sintomas do erro, da falácia e do pecado. Muitas vezes, organizações, igrejas e mesmo crentes individuais tentam esconder e até reprimir algumas situações escandalosas e o resultado tem sido desastroso.
Penso que a revolta, a indignação e o não-conformismo, por vezes pode ser necessário e até enquadrar-se na maneira de Deus agir. Os antigos Profetas fizeram-no. Jesus indignou a muitos, os Apóstolos também. A igreja, ao longo da história afrontou preceitos e imposições que violavam a vontade de Deus. “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”.
Existirão alguns exageros, é certo, mas essencialmente a Reforma Protestante do Século XVI foi um grito de revolta. Os reformistas fizeram “uma caricatura” da igreja e dos seus líderes, expondo as coisas que iam contra a vontade de Deus e procuraram restaurar e reavivar as “boas coisas” que pareciam estar esquecidas e enterradas, nomeadamente a Bíblia traduzida e nas mãos de todo o povo, a salvação somente pela fé em Jesus Cristo, o sacerdócio universal de todos os crentes, etc…
Dentro e fora da Igreja têm havido muitos Diótrefes, que não passam de ditadores déspotas, tentando silenciar muitas vezes a obra de Deus no coração dos santos e a sua expressão. Mas Deus tem acabado por os silenciar a eles. Basta observar a História.
Não quero esgotar e muito menos ter a última palavra sobre este assunto, mas penso que não existe verdadeira liberdade sem Cristo. Ele é a nossa liberdade autêntica e efectiva. As armas e os meios da verdadeira liberdade de expressão cristã são a Verdade, a Paz, e o Amor, debaixo da direcção do Espírito Santo.
Jesus Cristo é Senhor!
Comentado por mim aqui.
Penso que a revolta, a indignação e o não-conformismo, por vezes pode ser necessário e até enquadrar-se na maneira de Deus agir. Os antigos Profetas fizeram-no. Jesus indignou a muitos, os Apóstolos também. A igreja, ao longo da história afrontou preceitos e imposições que violavam a vontade de Deus. “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”.
Existirão alguns exageros, é certo, mas essencialmente a Reforma Protestante do Século XVI foi um grito de revolta. Os reformistas fizeram “uma caricatura” da igreja e dos seus líderes, expondo as coisas que iam contra a vontade de Deus e procuraram restaurar e reavivar as “boas coisas” que pareciam estar esquecidas e enterradas, nomeadamente a Bíblia traduzida e nas mãos de todo o povo, a salvação somente pela fé em Jesus Cristo, o sacerdócio universal de todos os crentes, etc…
Dentro e fora da Igreja têm havido muitos Diótrefes, que não passam de ditadores déspotas, tentando silenciar muitas vezes a obra de Deus no coração dos santos e a sua expressão. Mas Deus tem acabado por os silenciar a eles. Basta observar a História.
Não quero esgotar e muito menos ter a última palavra sobre este assunto, mas penso que não existe verdadeira liberdade sem Cristo. Ele é a nossa liberdade autêntica e efectiva. As armas e os meios da verdadeira liberdade de expressão cristã são a Verdade, a Paz, e o Amor, debaixo da direcção do Espírito Santo.
Jesus Cristo é Senhor!
Comentado por mim aqui.
quinta-feira, março 02, 2006
Prisioneiros da Palavra
"My conscience is captive of the Word of God. To go against conscience is neither right nor safe. I cannot, and I will not recant. Here I stand. I can do no other. God help me."
Luther (Joseph Fiennes desempenhando o papel de Martinho Lutero no filme “Luther”)
"A minha consciência é cativa da Palavra de Deus. Ir contra a consciência nem é correcto, nem é seguro. Eu não posso, nem me retratarei. Aqui estou eu. Nada mais posso fazer. Que Deus me ajude." Tradução possível (aceitam-se sugestões).
Luther (Joseph Fiennes desempenhando o papel de Martinho Lutero no filme “Luther”)
"A minha consciência é cativa da Palavra de Deus. Ir contra a consciência nem é correcto, nem é seguro. Eu não posso, nem me retratarei. Aqui estou eu. Nada mais posso fazer. Que Deus me ajude." Tradução possível (aceitam-se sugestões).
quarta-feira, março 01, 2006
A Boémia dos Protestantes
Já aqui tinha revelado aqui um dos grandes segredos de Calvino. Ontem, e a conselho do meu amigo M., fui ao Carrefour comprar dois packs de cerveja Sagres Bohemia 1835 e recebi de oferta um DVD, com o filme que conta a vida (e alguns segredos) de Lutero. Decididamente as Empresas de Cerveja deram as mãos aos Protestantes - vá-se lá saber porquê - mas aceitam-se os dízimos das respectivas empresas. Hic! Hic!P.S. - O meu amigo Portu-Galês, Neil Mason, já tinha aconselhado este bom filme.
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