John Stott
segunda-feira, abril 27, 2020
Jesus Cristo conhece
"Jesus Cristo, o primeiro e o último, aquele que morreu e tornou a viver, conhece as nossas provações, controla o nosso destino e dar-nos-á, no final da corrida, a coroa da vida."
John Stott
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quarta-feira, abril 22, 2020
Tem bom ânimo, Jesus venceu!

"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." (João 16:33).
A teologia da prosperidade, a tal que defende que se os cristãos tiverem fé, nunca adoecem, não têm carências, nem dores, é falsa. Jesus alertou os seus discípulos que eles seriam perseguidos, afligidos e mortos. Infelizmente esta pandemia tem atingido centenas de bons cristãos e alguns líderes evangélicos já morreram. As aflições, lutas e dores neste mundo só vão terminar quando as primeiras coisas passarem (Ap 21:4).
É bom lembrar que as aflições do tempo presente, não são para comparar com a glória que há-de ser revelada na eternidade (Rm 8:18). Mesmo diante das nossas dores, Jesus assegurou-nos que nele podemos experimentar paz. Jesus é o Príncipe da paz e a sua paz transcende as circunstâncias e os sentimentos. A sublime presença do nosso Deus pacifica, serena e sossega a mais turbada das almas.
O bom ânimo está ligado a 3 factos: A vitória de Cristo, o perdão dos pecados e à nossa fé obediente. Temos bom ânimo porque confiamos na vitória de Jesus: "Tende bom ânimo; eu venci o mundo." O nosso ânimo resulta do facto de Jesus ter morrido pelos nossos pecados e do perdão que Ele nos disponibiliza. O bom ânimo também acontece quando cultivamos bons pensamentos, meditamos na Palavra de Deus, oramos e colocamos em prática aquilo que Deus nos manda.
Sim, contamos com aflições aqui, mas quando entregamos os nossos fardos, problemas e lutas a Deus, vamos desfrutar da paz e do bom ânimo do Senhor. Tem bom ânimo, Jesus já venceu!
domingo, abril 19, 2020
sexta-feira, abril 17, 2020
Os desigrejados estão felizes
Para os "desigrejados" este tempo de quarentena é um tempo normal. O "desigrejado" é um crente sem vínculo com uma igreja local, não quer pertencer formalmente a nenhuma instituição eclesiástica. Não quer participar nos cultos e não pretende estar sujeito a uma liderança. Quando havia a possibilidade do ajuntamento cristão escolheu não se juntar. Agora que não há essa possibilidade, tudo continua bem para ele.
Creio que só sente falta da comunhão real da Igreja quem de facto já o é. Ser cristão, obviamente, é muito mais do que assistir a cultos ou actividades religiosas. Ser cristão implica aceitar a miséria dos seus pecados, arrepender-se deles, acreditar na redenção de Cristo, mas também é desejar ardentemente a comunhão com os outros irmãos. É caminhar e aprender juntamente com outros cristãos.
Deus ama e instituiu a comunhão. Deus chamou-nos para a comunhão com o seu Filho Jesus Cristo e para a comunhão com os nossos irmãos. Para a comunhão real e efectiva, que a sombra do virtual nunca poderá substituir. Que esta disjunta pandemia sirva também para despertar a sede e a saudade da comunhão real. Possamos perseverar na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (Actos 2:42). Quando pudermos. Enquanto podemos.
Creio que só sente falta da comunhão real da Igreja quem de facto já o é. Ser cristão, obviamente, é muito mais do que assistir a cultos ou actividades religiosas. Ser cristão implica aceitar a miséria dos seus pecados, arrepender-se deles, acreditar na redenção de Cristo, mas também é desejar ardentemente a comunhão com os outros irmãos. É caminhar e aprender juntamente com outros cristãos.
Deus ama e instituiu a comunhão. Deus chamou-nos para a comunhão com o seu Filho Jesus Cristo e para a comunhão com os nossos irmãos. Para a comunhão real e efectiva, que a sombra do virtual nunca poderá substituir. Que esta disjunta pandemia sirva também para despertar a sede e a saudade da comunhão real. Possamos perseverar na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (Actos 2:42). Quando pudermos. Enquanto podemos.
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domingo, abril 12, 2020
Jesus é a ressurreição dos crentes
“Jesus é a ressurreição dos crentes que morrem e a vida dos crentes que permanecem vivos.”
John Stott
John Stott
sexta-feira, abril 10, 2020
O estranho silêncio da cruz
Na cruz de Jesus há um estranho silêncio divino. O silêncio do Cristo que sofre por nós, o silêncio do Pai que sofre com o sofrimento do Filho, o silêncio do Espírito Santo que emudece, sofre, conforta e aguarda.
O estranho silêncio na cruz foi interrompido com um grande brado de Jesus: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito." Cristo morreu.
O véu do templo foi rasgado de alto a baixo, tremeu a terra e fenderam-se as pedras. Mas o doloroso silêncio divino do madeiro estendeu-se por mais um dia. Uma grande pedra confinou o corpo de Jesus na tumba.
Domingo de manhã.
No silêncio daquele primeiro dia da semana ouviu-se a pesada pedra do sepulcro a rolar. Cristo ressuscitou!
"A este [Jesus] que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela." (Actos 2:23-24).
O estranho silêncio da cruz e do sepulcro vazio continuam a falar bem alto aos nossos corações. Aleluia!
O estranho silêncio na cruz foi interrompido com um grande brado de Jesus: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito." Cristo morreu.
O véu do templo foi rasgado de alto a baixo, tremeu a terra e fenderam-se as pedras. Mas o doloroso silêncio divino do madeiro estendeu-se por mais um dia. Uma grande pedra confinou o corpo de Jesus na tumba.
Domingo de manhã.
No silêncio daquele primeiro dia da semana ouviu-se a pesada pedra do sepulcro a rolar. Cristo ressuscitou!
"A este [Jesus] que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela." (Actos 2:23-24).
O estranho silêncio da cruz e do sepulcro vazio continuam a falar bem alto aos nossos corações. Aleluia!
domingo, abril 05, 2020
Jesus viveu e morreu por nós
"Jesus não somente morreu a morte que deveríamos ter morrido — Ele também viveu a vida que deveríamos viver, mas não podemos. Ele foi a perfeita obediência em nosso lugar."
Timothy Keller
Timothy Keller
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