domingo, agosto 23, 2015
Dádivas de Deus
"Os evangélicos acreditam que Deus criou o mundo e cuidou dele com muito amor. Todo resíduo de bondade no planeta reflecte a 'graça universal' de Deus: o sol brilha, e a chuva cai sobre os que crêem. Todos os prazeres, inclusive beleza, sexualidade, arte e trabalho, são dádivas de Deus para nós, e dependemos da revelação de Deus para saber como apresentar os nossos desejos, para que neles encontremos satisfação, não escravidão."
In: Philip Yancey. Os sons da fé. Editora Vida, 2015, p. 205.
In: Philip Yancey. Os sons da fé. Editora Vida, 2015, p. 205.
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segunda-feira, agosto 17, 2015
A irrelevância do "relevante"
De um modo geral, há grande irrelevância naquilo que hoje é considerado relevante e indispensável. A vida é muito mais simples do que a fazemos.
quinta-feira, agosto 06, 2015
Ouvir por entre os silêncios
Aprendemos muito com as palavras ditas e as não ditas. Se não escutarmos bem as grandes lições que há no intervalo das palavras, nunca as iremos conseguir compreender.
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terça-feira, agosto 04, 2015
Sinceramente errado
Se há coisa que se valoriza hoje é a sinceridade. A franqueza para se dizer tudo que se pensa é um dos pináculos do pensamento moderno. Será a sinceridade prova de acerto e verdade? Não me parece. Martin Lloyd-Jones, no seu excelente livro "Sincero, mas errado", escreveu que é possível uma pessoa estar sinceramente errada e genuinamente errada.
Obviamente que a sinceridade é importante, mas ela não comprova que uma pessoa está certa. Como bem o refere Ryle, nas suas Meditações no Evangelho de João: "Nem toda a sinceridade é de confiança". Por exemplo nas coisas espirituais: existem pessoas que pensam estar a servir a Deus de uma forma sincera e zelosa, mas na realidade estão a lutar contra a própria verdade que dizem defender e seguir. Saulo de Tarso é paradigmático nisto. Ele perseguia e matava os primeiros cristãos, pensando estar a fazer um bom serviço para Deus. Mais tarde, este mesmo Saulo, já transformado pela graça de Deus, diria que o zelo pela obra de Deus sem entendimento é inútil (Rm 10:2). Uma sinceridade desprovida de orientação amorosa causa sempre grandes males. O zelo e a sinceridade são coisas boas, mas devem ser motivadas com o discernimento do Espírito Santo e objectivadas para a glória divina.
Obviamente que a sinceridade é importante, mas ela não comprova que uma pessoa está certa. Como bem o refere Ryle, nas suas Meditações no Evangelho de João: "Nem toda a sinceridade é de confiança". Por exemplo nas coisas espirituais: existem pessoas que pensam estar a servir a Deus de uma forma sincera e zelosa, mas na realidade estão a lutar contra a própria verdade que dizem defender e seguir. Saulo de Tarso é paradigmático nisto. Ele perseguia e matava os primeiros cristãos, pensando estar a fazer um bom serviço para Deus. Mais tarde, este mesmo Saulo, já transformado pela graça de Deus, diria que o zelo pela obra de Deus sem entendimento é inútil (Rm 10:2). Uma sinceridade desprovida de orientação amorosa causa sempre grandes males. O zelo e a sinceridade são coisas boas, mas devem ser motivadas com o discernimento do Espírito Santo e objectivadas para a glória divina.
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