sábado, abril 25, 2015
Lembrar e declamar a liberdade
Este ano o 25 de Abril começou para nós no dia 24. A Jéssica cantou e declamou brilhantemente alguns poemas de Jorge de Sena, Sophia de Mello Andresen e outros escritores, num espectáculo multimédia, promovido pelo Conservatório Regional de Gaia. Nunca esqueçamos que a liberdade teve um preço. Continua a ser importante lembrar e cantar a Grândola. Ontem e hoje.
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quinta-feira, abril 23, 2015
Mil razões para ler livros
Um dia destes encontrei um pequeno livro de C. S. Lewis numa prateleira esquecida da histórica livraria da Porto Editora. Comprei-o logo. Em "A experiência de ler" Lewis discorre, com o brilhantismo que o caracteriza, do intrincado processo de escrita/leitura de um livro. Haverá realmente boa literatura? O que distingue um bom livro de um mau livro? É a capa? A história? A popularidade? O final? Lewis defende que o gosto pela leitura é, para os verdadeiros amantes de literatura, um fim em si mesmo e não um meio para qualquer outra coisa. A experiência de ler, com tudo o que isso abarca e envolve é o objectivo.
"A boa escrita incomoda sempre o leitor iliterato", diz Lewis. Mais importante que ler é saber ler-se. Quem chegou até aqui por causa do título deste post desengane-se. Não existem mil razões para ler livros precisamente porque os livros estimulam muito mais que mil neurónios por cada frase. Alguns dizem que o digital vai acabar por matar os livros no formato papel. Parece-me que os livros só acabam para quem nunca os lê. E isso, nota-se nos neurónios e em muitas outras coisas.
"O homem que se contenta com ser apenas ele próprio, e por conseguinte em ser menos vive numa prisão. Para mim, os meus olhos não são suficientes, quero ver através dos olhos de outras pessoas. A realidade, ainda que vista através dos olhos de muitos não é suficiente." C. S. Lewis.
Sim, há livros que são mais que palavras. Há palavras que são vida. Tenham um excelente dia.
"A boa escrita incomoda sempre o leitor iliterato", diz Lewis. Mais importante que ler é saber ler-se. Quem chegou até aqui por causa do título deste post desengane-se. Não existem mil razões para ler livros precisamente porque os livros estimulam muito mais que mil neurónios por cada frase. Alguns dizem que o digital vai acabar por matar os livros no formato papel. Parece-me que os livros só acabam para quem nunca os lê. E isso, nota-se nos neurónios e em muitas outras coisas.
"O homem que se contenta com ser apenas ele próprio, e por conseguinte em ser menos vive numa prisão. Para mim, os meus olhos não são suficientes, quero ver através dos olhos de outras pessoas. A realidade, ainda que vista através dos olhos de muitos não é suficiente." C. S. Lewis.
Sim, há livros que são mais que palavras. Há palavras que são vida. Tenham um excelente dia.
domingo, abril 19, 2015
É impossível ser intencionalmente humilde
"A humildade é uma realidade essencial da vida cristã. Calvino disse que o cristianismo é, em primeiro lugar, humildade; em segundo lugar, humildade; e em terceiro lugar, humildade. Quanto mais eu penso nisso, mais impossível é ser intencionalmente humilde, porque se for bem-sucedido na sua intenção, você não foi humilde. Em outras palavras, você está consciente de que é humilde - uma vez consciente disso, a humildade é arruinada. Portanto, nesse momento forma-se um ciclo vicioso."
In: John Piper (& Justin Taylor). Palavras. São Paulo: Hagnos, 2012, pp. 225 e 226.
In: John Piper (& Justin Taylor). Palavras. São Paulo: Hagnos, 2012, pp. 225 e 226.
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sábado, abril 18, 2015
O bom governo começa em casa
Quem não sabe governar bem a sua casa não é bom para governar. Isto aplica-se na esfera familiar, religiosa, política, laboral e outras lideranças.
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quinta-feira, abril 16, 2015
Sim, Nespresso!
Não sei se alguém da Nespresso leu a minha nota de desagrado expressada aqui, mas ontem telefonou-me um gentil senhor da parte dessa empresa. Depois de analisarem a trapalhada que envolveu o arranjo da minha máquina de café, pediram-me desculpas. Num gesto simbólico, resolveram presentear-me com 2 chávenas Nespresso, uma pequena caixa de chocolates e o pedido para reatar a minha confiança na marca. O reconhecimento das faltas (quem as não tem?) é sempre a atitude mais sensata e se acompanhado de uma xícara com um bom café, ainda melhor. Para que se saiba que este blogue também é grato, fica aqui registado o agradecimento à Nespresso. Por estas e (mais) por outras, continuo a acreditar que vale a pena ser protestante. Vai um Arpeggio?
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segunda-feira, abril 13, 2015
domingo, abril 12, 2015
segunda-feira, abril 06, 2015
NÃO!
Depois de ter expressado o meu grande desagrado em todo o processo que envolveu a reparação de uma máquina NESPRESSO nova, depois de ter contado algumas peripécias desagradáveis, depois de lhe ter dito que a reparação demorou imenso tempo, a operadora que averiguava a minha satisfação concluiu: "então pode-se dizer que ficou satisfeito, certo?"
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