domingo, janeiro 25, 2015

A fé e as obras vêm de Deus

“É a fé sozinha que nos justifica, mas no entanto, a fé que justifica não está sozinha.”

João Calvino

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Deus (também) está nos detalhes

Não sei se foi o arquitecto Ludwig Mies van der Rohe que inventou a interessante frase "Deus está nos detalhes". Algumas pessoas atribuem-na a Albert Einstein. Acrescento que Deus está nos detalhes e no todo. Não que Deus, o todo e os detalhes sejam uma mesma coisa, como alguns erroneamente sugerem. É nas finas teias com que Deus vai cerzindo e entrelaçando a história, as gentes e as coisas, que também se pode descobrir a amorosa presença divina. Deus podia ocultar-se de nós, mas escolheu revelar-se. Deus faz-se presente na sua providência geral e específica, mas também nos pormenores, detalhes e minudências da vida. Quem o quiser ver e ouvir, basta abrir os olhos, os ouvidos e o coração.

terça-feira, janeiro 20, 2015

Os bons protestantes são como os coelhos

Não é só em questões espirituais que os protestantes estão distanciados do discurso católico. Ao contrário do bom católico, o bom protestante procura ser parecido com os coelhos. O salto que se impõe não é para a modernidade, nem retórico, é mesmo físico. E não pedimos desculpa por isso.

domingo, janeiro 18, 2015

Deus, a fé e a razão

"Certamente concordo que Deus é maior do que a lógica e que a fé é maior do que a razão. Concordo com todo o meu coração e com toda a minha cabeça. O que quero evitar é um Deus que seja menor do que a lógica e uma fé que seja inferior à razão. Um Deus que fosse menor do que a lógica seria e deveria ser destruído pela lógica. Uma fé que fosse inferior à razão seria irracional e absurda."

In: R. C. Sproul. Eleitos de Deus. Editora Cultura Cristã, 2002, p. 24.

quarta-feira, janeiro 14, 2015

Obrigado, amigos do CANTO!


Só o amor de Deus transforma o mundo

Aquilo que se pode fazer para mudar este mundo perdido, não é ridicularizar, satirizar, ironizar, odiar ou até revidar violentamente contra alguém ou alguma coisa que não se concorda. O que pode transformar o mundo é o amor e o perdão. Estas atitudes são impossíveis ao homem, por si só, por mais bem intencionado ou bondoso que ele seja, porque o verdadeiro amor e perdão são divinos (1 João 4:7). Amámos, porque Deus é amor; amámos porque Deus nos amou primeiro; amámos quando recebemos, pela fé, o seu amor e perdão.

terça-feira, janeiro 13, 2015

Na cauda dos Euros

Em Maio de 2013 entrou em vigor em Portugal e no resto da Europa a nova nota de 5 euros. Em Setembro de 2014 foi introduzida a nova nota de 10 euros. Passado esse tempo, existem em Portugal máquinas para pagamento (de estacionamento e outras) que ainda não as reconhecem. Compreende-se. As notas não foram pensadas para serem usadas pelo comum dos portugueses.

domingo, janeiro 11, 2015

Guias cegos

“Pastores não convertidos são a ruína da igreja. Quando um cego guia outro cego, ambos caem no barranco.”

J. C. Ryle

sábado, janeiro 10, 2015

Os limites da vida e o Charlie

A ultrapassagem dos limites de liberdade de expressão nunca legitima actos violentos e muito menos assassinatos ignóbeis a cobro de ofensas de crenças religiosas. Penso que aquilo que está na ordem do dia, em França e no resto do mundo, é isto e pouco mais.

No que concerne ao "Charlie", temos um cá em casa que tem feito algumas traquinices e fugas e mesmo assim continuamos a gostar muito dele.

segunda-feira, janeiro 05, 2015

O princípio do fim do gelo

A despeito de tanto gelo,
rejeito que me congelem.
Sacudo o frio cantando e
mesmo mancando, caminho.
A força que me compele não é minha.
É a chama do porvir,
que no entretanto presente,
se me ferve neste bulir.

Pode o gelo tolher-me
os pés,
as mãos,
a boca...
até paralisar a acção.
Nunca matará a alma.
O gélido reino pode feri-la
Mas nunca em mim
conseguirá calar o coração
d'Aquele que no princípio do fim
Ordenou: Haja Luz!

Jorge Oliveira

domingo, janeiro 04, 2015

A diferença entre o santo e o cientista

"O cristão sabe que, quanto mais se aproxima de Deus, mais se torna consciente do seu próprio pecado. Essa é a diferença entre o santo e o cientista. Quanto mais o cientista descobre, mais aprecia os mistérios que estão à sua espera para serem descobertos. Quanto mais o cristão se torna semelhante a Cristo, mais percebe o quanto está distante do Mestre."

In: John Stott. Cristianismo básico. Editora Ultimato, 2007, p. 48.