terça-feira, setembro 30, 2014
Preencher o vazio
Na acção construtiva da criação divina, vemos Deus a preencher o vazio cósmico com plenitude, a irromper com luz as trevas e a ordenar o que estava em desordem. O plano mantém-se: no incompleto e truncado ser humano, Deus deseja ocupar, iluminar e construir. Deus não só enche os céus e a terra, quer habitar, transformar e orientar a vida que a Ele clama.
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segunda-feira, setembro 29, 2014
Começar bem no Twitter
É normal chegar ao Twitter e não perceber imediatamente como a coisa funciona. Parece monótono e sem graça. O Twitter tem um Tutorial que tenta ajudar, mas é um pouco extenso e confuso. Por isso, partilho aqui 10 dicas simples para começar bem no Twitter:
1 - Crie uma conta no Twitter.
2 - Siga os utilizadores (@nome) que mais se enquadram com os seus interesses e que gosta de ler. Algumas sugestões AQUI e AQUI.
3 - Privilegie as contas que se mantenham mais actualizadas (uma conta parada no Twitter não lhe vai acrescentar nada).
4 - Atribua e separe as pessoas que segue por listas. Quando se segue muitos utilizadores, elas são uma ajuda preciosa para ler mais rapidamente o que aprecia.
5 - Escreva frases até 140 caracteres (chamam-se "tweets", ou "tuítes"). Partilhe ideias, links e coisas interessantes. Se não escrever nada (de jeito), não espere muitos seguidores.
6 - Use os #hashtags (etiquetas de assuntos) para uma melhor identificação dos seus tuítes.
7 - Aproveite as melhores aplicações para o Twitter, por exemplo o TweetDeck, uma ferramenta essencial para usar o Twitter no computador.
8 - Faça generosos Retuítes ("Retweetar" ou "RT"), que são partilhas de tuítes das pessoas que segue.
9 - Favorite os tuítes que mais lhe agradam.
10 - Aprenda, divirta-se, interaja e partilhe!
1 - Crie uma conta no Twitter.
2 - Siga os utilizadores (@nome) que mais se enquadram com os seus interesses e que gosta de ler. Algumas sugestões AQUI e AQUI.
3 - Privilegie as contas que se mantenham mais actualizadas (uma conta parada no Twitter não lhe vai acrescentar nada).
4 - Atribua e separe as pessoas que segue por listas. Quando se segue muitos utilizadores, elas são uma ajuda preciosa para ler mais rapidamente o que aprecia.
5 - Escreva frases até 140 caracteres (chamam-se "tweets", ou "tuítes"). Partilhe ideias, links e coisas interessantes. Se não escrever nada (de jeito), não espere muitos seguidores.
6 - Use os #hashtags (etiquetas de assuntos) para uma melhor identificação dos seus tuítes.
7 - Aproveite as melhores aplicações para o Twitter, por exemplo o TweetDeck, uma ferramenta essencial para usar o Twitter no computador.
8 - Faça generosos Retuítes ("Retweetar" ou "RT"), que são partilhas de tuítes das pessoas que segue.
9 - Favorite os tuítes que mais lhe agradam.
10 - Aprenda, divirta-se, interaja e partilhe!
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domingo, setembro 28, 2014
Só aquele que crê é obediente
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sexta-feira, setembro 26, 2014
A problemática do poleiro
Este é um vídeo já antigo mas continua a fazer-me rir muito. O deputado do parlamento sul-africano Nhlanhla Nene tem uma surpresa em directo na SABC 2. Lembrança pertinente que o poleiro, seja ele político, económico, desportivo, religioso, ou outro qualquer, é transitório e falível. Tenham um excelente fim-de-semana e que ganhe o Sporting!
quarta-feira, setembro 24, 2014
Um Breve Artigo no Tempo
O cientista Shephen Hawking numa entrevista a um jornal espanhol, entre outras coisas, afirmou que: “Não há nenhum Deus. Sou ateu. A religião crê nos milagres, mas estes não são compatíveis com a Ciência”. A propósito destas declarações, João Pereira Coutinho escreveu ontem um brilhante artigo na Folha de S. Paulo:"O conhecimento é uma aventura em aberto. O que significa que aquilo que saberemos amanhã é algo que desconhecemos hoje; e esse 'algo' pode mudar as verdades de ontem. [...] Um cientista que diga como vai ser o futuro, sem obviamente conhecer todos os factores que irão moldar esse futuro, não é um cientista. É um charlatão.
[...]
Deus não é uma questão rigorosamente filosófica. E discutir a sua existência (ou inexistência) em termos filosóficos (leia-se: 'racionais') é um diálogo de surdos, que tentam falar racionalmente sobre um assunto do qual não possuem qualquer prova. Ou então é um diálogo de cegos, que insistem em descrever a paisagem que imaginam ter à frente.".
Todo o artigo AQUI.
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Um dia destes Jesus vai voltar!
Trailer do filme "Left Behind". Sim, é só mais um filme, baseado num livro, mas ilustra o Dia em que Jesus vai voltar e arrebatar a sua Igreja para si e muitas outras pessoas ficarão cá. Estás preparado para esse Dia?
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terça-feira, setembro 23, 2014
Cumpridor perverso
É possível cumprir com todas as legalidades e preceitos e ser ao mesmo tempo mau e perverso com o seu semelhante. Até numa alma zelosa há maldade escondida. Porventura a pior.
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segunda-feira, setembro 22, 2014
"Vai-te e não peques mais!”
Os religiosos judeus apanharam uma mulher casada na cama com outro homem e arrastaram-na até Jesus, para que Ele pronunciasse um juízo. A motivação deles, porém, não era pura. Aquela mulher estava a ser usada como uma espécie de armadilha jurídico-religiosa. Mais do que aquela mulher, eles queriam apanhar e acusar Jesus. Se Jesus dissesse para apedrejar a mulher, como ordenava a Lei mosaica, eles acusavam Jesus de ser um subversivo e de trair Roma, porque só o governo romano podia decretar a pena mortal e para os romanos o adultério não implicava a morte. Se Jesus dissesse para a largarem, diriam que Ele não respeitava a Lei que expressamente declarava que os adúlteros tinham que ser mortos (ver Lv. 20:10; Dt 22:22).
Surge uma inevitável pergunta inicial: Onde estava o homem adúltero? O adultério não se comete sozinho. Os Fariseus estavam, logo à partida, eles próprios a não cumprir a Lei que tanto invocavam.
Esta mulher teve três encontros. O encontro com o pecado, o encontro com os religiosos e o encontro com Jesus Cristo. A verdade, é que o pecado e os religiosos não a ajudaram em nada. O pecado, à semelhança da vã religião, ilude, rouba, destrói e seca a vida.
Jesus responde aos acusadores: “Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro a atirar uma pedra contra ela.” E continuou a escrever calmamente na terra. Talvez os seus nomes, os seus pecados ou mesmo algo das Escrituras. A começar pelos mais velhos, saíram todos de mansinho. Ficou a mulher sozinha com Jesus. “Onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?” Perguntou Jesus. “Ninguém, Senhor.” Respondeu ela. “Nem eu te condeno, vai-te e não peques mais.”
Concluímos desta história autêntica que, ao contrários daqueles Fariseus e Escribas, devemos ser rigorosos e implacáveis com os nossos erros e pecados, mas compassivos e perdoadores com os erros dos outros. Embora o pecado tenha consequências graves e severas, não há pecado demasiadamente grande que Jesus não possa perdoar. Cristo morreu pelos nossos pecados e n'Ele encontramos perdão, restauração, uma nova oportunidade na vida e um novo rumo. Jesus não só trata com o nosso pecado, mas trata também com o nosso passado, presente e futuro.
Surge uma inevitável pergunta inicial: Onde estava o homem adúltero? O adultério não se comete sozinho. Os Fariseus estavam, logo à partida, eles próprios a não cumprir a Lei que tanto invocavam.
Esta mulher teve três encontros. O encontro com o pecado, o encontro com os religiosos e o encontro com Jesus Cristo. A verdade, é que o pecado e os religiosos não a ajudaram em nada. O pecado, à semelhança da vã religião, ilude, rouba, destrói e seca a vida.
Jesus responde aos acusadores: “Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro a atirar uma pedra contra ela.” E continuou a escrever calmamente na terra. Talvez os seus nomes, os seus pecados ou mesmo algo das Escrituras. A começar pelos mais velhos, saíram todos de mansinho. Ficou a mulher sozinha com Jesus. “Onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?” Perguntou Jesus. “Ninguém, Senhor.” Respondeu ela. “Nem eu te condeno, vai-te e não peques mais.”
Concluímos desta história autêntica que, ao contrários daqueles Fariseus e Escribas, devemos ser rigorosos e implacáveis com os nossos erros e pecados, mas compassivos e perdoadores com os erros dos outros. Embora o pecado tenha consequências graves e severas, não há pecado demasiadamente grande que Jesus não possa perdoar. Cristo morreu pelos nossos pecados e n'Ele encontramos perdão, restauração, uma nova oportunidade na vida e um novo rumo. Jesus não só trata com o nosso pecado, mas trata também com o nosso passado, presente e futuro.
domingo, setembro 21, 2014
Não podemos ter Cristo e rejeitar a Igreja
"Os 'desigrejados' querem Cristo mas não querem a sua Igreja. Querem o noivo, mas rejeitam a sua noiva. Mas aquilo que Deus ajuntou, não o separe o homem. Não podemos ter um sem a outra."
In: Augustus Nicodemus. O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2011, p. 158.
In: Augustus Nicodemus. O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2011, p. 158.
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sexta-feira, setembro 19, 2014
A vontade final de Deus
Acredito que a vontade final de Deus sempre se cumprirá, independentemente dos erros e desvios humanos. Por vezes, Deus, na sua paciência, permite que apanhemos outras estradas e navios. Envia uma tempestade para refrescar as nossas rebeldes ideias. Põe-nos diante de pagãos que confiam mais em Deus que nós. Para nossa vergonha e contrição. Já quase a afogar-nos no mar da desobediência, O Senhor, na sua misericórdia e amor, recolhe-nos no ventre mal cheiroso de um grande peixe. É um bom lugar para reflectirmos na sua soberana vontade e poder. A seguir, coloca-nos novamente no seu Caminho. Estamos prontos para realizar a sua vontade. A vontade final de Deus será sempre realizada. Deus é Deus.
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O Reino unido
Numa votação com a taxa de participação de 84,59% (a mais elevada no Reino Unido desde 1950), mais de dois milhões de escoceses preferiram manter a ligação de 307 anos ao Reino Unido. O "não" à independência da Escócia venceu com 55,3% dos votos, contra 44,7% do "sim". Ainda que por uma margem pequena, a maioria dos escoceses escolheu a união à divisão. Sem querer forçar lições espirituais (ainda que elas estejam sempre presentes), está aqui um bom exemplo para muitos cristãos, igrejas e denominações protestantes. Há mais bênção e força na unidade prática do que na separação. O reino unido jamais será vencido! :)
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quinta-feira, setembro 18, 2014
Falsa realidade
Zilla van den Born, designer holandesa de 25 anos, enganou familiares e amigos relativamente ao seu destino de férias durante mais de um mês. Zilla terá dito a todos que iria passar uma temporada no sul da Ásia, despediu-se dos pais no aeroporto, mas em vez de embarcar, vestiu novas roupas e voltou para sua casa, onde se refugiou durante 42 dias. Durante todo esse tempo, construiu um registo minucioso de dados e imagens dos lugares por onde alegadamente teria estado, que foi partilhando com todos via Facebook.
Chamam-lhe Hiperrealidade, eu prefiro chamar-lhe de "Falsa realidade". A realidade virtual tem aspectos positivos, mas como escrevi aqui a semana passada, será sempre uma sombra pálida da realidade, logo falaciosa. Em entrevista a alguns meios de comunicação, Zilla van den Born terá dito que este projecto tinha sido desenhado e realizado com o objectivo de demonstrar às pessoas que não podem acreditar em tudo o que vêem no Facebook. A Zilla tem toda a razão.
Via Behind Media e Daily Mail.
Chamam-lhe Hiperrealidade, eu prefiro chamar-lhe de "Falsa realidade". A realidade virtual tem aspectos positivos, mas como escrevi aqui a semana passada, será sempre uma sombra pálida da realidade, logo falaciosa. Em entrevista a alguns meios de comunicação, Zilla van den Born terá dito que este projecto tinha sido desenhado e realizado com o objectivo de demonstrar às pessoas que não podem acreditar em tudo o que vêem no Facebook. A Zilla tem toda a razão.
Via Behind Media e Daily Mail.
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quarta-feira, setembro 17, 2014
A vontade de Deus é sempre a melhor
As primeiras instruções que Deus deu a Adão e Eva foram muito claras e precisas, não deixavam margem para qualquer dúvida: “Podem comer de tudo, menos do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois se comerem morrem.” A proposta da serpente, ao contrário, lançou imprecisões, dúvidas e ilusões trapaceiras: “Talvez não morram. Não é bem como Deus diz. Se comerem, vocês ficarão melhores, serão como Deus, conhecendo e dominando o bem e o mal!”
Saltam-me duas lições importantes daqui. A primeira é que as palavras e as ordens de Deus, ainda que não conheçamos todos os seus contornos, são sempre claras e verdadeiras. Já as propostas do diabo são sempre ambíguas, impostoras e mentirosas. Deus é luz, o diabo é trevas. Deus é a verdade, satanás é o pai da mentira.
A segunda lição relaciona-se com a ilusão satânica que a vontade de Deus não é assim tão boa e que o melhor é contrariar essa vontade. O velho ditado popular “o proibido é o mais apetecido”. A falácia vem embrulhada num apelo sensorial apetitoso e na promessa de uma satisfação imediata. Puro engano.
A história revela que as consequências da desobediência foram letais para todos. Não somos chamados a conhecer tudo, mas a obedecer a Deus e à verdade da sua Palavra. A Palavra de Deus esclarece e vivifica, a palavra do diabo confunde e mata. Não existe nada maior e melhor que obedecer à vontade de Deus. A sua vontade é “boa, agradável e perfeita”.
Saltam-me duas lições importantes daqui. A primeira é que as palavras e as ordens de Deus, ainda que não conheçamos todos os seus contornos, são sempre claras e verdadeiras. Já as propostas do diabo são sempre ambíguas, impostoras e mentirosas. Deus é luz, o diabo é trevas. Deus é a verdade, satanás é o pai da mentira.
A segunda lição relaciona-se com a ilusão satânica que a vontade de Deus não é assim tão boa e que o melhor é contrariar essa vontade. O velho ditado popular “o proibido é o mais apetecido”. A falácia vem embrulhada num apelo sensorial apetitoso e na promessa de uma satisfação imediata. Puro engano.
A história revela que as consequências da desobediência foram letais para todos. Não somos chamados a conhecer tudo, mas a obedecer a Deus e à verdade da sua Palavra. A Palavra de Deus esclarece e vivifica, a palavra do diabo confunde e mata. Não existe nada maior e melhor que obedecer à vontade de Deus. A sua vontade é “boa, agradável e perfeita”.
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segunda-feira, setembro 15, 2014
Uma oração
"Senhor, agradeço-te porque nunca estás ocupado demais para te esqueceres de mim. Perdoa-me porque eu não sou assim. Ajuda-me a pensar sempre em Ti em tudo o que fizer e antes de o fazer. Amém."
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domingo, setembro 14, 2014
quinta-feira, setembro 11, 2014
Criados para socializar
Fomos criados para socializar. Quando Deus criou o homem notou que tudo era bom; mas houve uma coisa que Deus viu que não boa: a solidão. Faltava algo a Adão. Eva foi criada por Deus para que homem e mulher desfrutassem da presença e do amor dos da sua espécie. O ser humano procura e precisa do outro. Somos seres sociais. Encontramo-nos e realizamo-nos também no nosso próximo.
Não é de estranhar por isso que as redes sociais tenham tanto êxito. O homem e a mulher continuam a procurar o seu semelhante. Contudo, e por mais avançada que esteja a tecnologia, a melhor socialização que se poderá ter é - e sempre será! - “ao vivo e a cores”. Cara a cara. Nada substitui o cheiro, o toque, o calor, o som da batida acelerada de outro coração humano que está perto. O virtual será sempre só isso - uma imitação. Uma sombra pálida da realidade. A realidade nem sempre é aquela coisa cor-de-rosa e feliz que transparece tantas vezes das redes sociais. A vida real não é assim. Se é verdade que muitas pessoas se escondem no virtual, também é certo que existem outras pessoas que se escondem da vida virtual, com medo que a sua vida mesquinha real se torne conhecida. O tempo irá demonstrar que a virtualidade não acrescenta nem diminui nada à verdade.
Fomos feitos para a comunhão: com Deus e com as pessoas. Quando um individuo não tem prazer em estar com outras pessoas, provavelmente sofre de algum tipo de patologia relacional, emocional e espiritual. As feridas de uma má sociabilização deixam sempre marcas interiores profundas. Na dinâmica relacional, a comunhão com o nosso criador é fundamental. Spurgeon disse que "se formos fracos em nossa comunhão com Deus, seremos fracos em tudo." Estando de boa comunhão com Deus, inevitavelmente estaremos bem com as pessoas que nos rodeiam. Seja no mundo real ou virtual.
“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só.” (Gén. 2:18)
Não é de estranhar por isso que as redes sociais tenham tanto êxito. O homem e a mulher continuam a procurar o seu semelhante. Contudo, e por mais avançada que esteja a tecnologia, a melhor socialização que se poderá ter é - e sempre será! - “ao vivo e a cores”. Cara a cara. Nada substitui o cheiro, o toque, o calor, o som da batida acelerada de outro coração humano que está perto. O virtual será sempre só isso - uma imitação. Uma sombra pálida da realidade. A realidade nem sempre é aquela coisa cor-de-rosa e feliz que transparece tantas vezes das redes sociais. A vida real não é assim. Se é verdade que muitas pessoas se escondem no virtual, também é certo que existem outras pessoas que se escondem da vida virtual, com medo que a sua vida mesquinha real se torne conhecida. O tempo irá demonstrar que a virtualidade não acrescenta nem diminui nada à verdade.
Fomos feitos para a comunhão: com Deus e com as pessoas. Quando um individuo não tem prazer em estar com outras pessoas, provavelmente sofre de algum tipo de patologia relacional, emocional e espiritual. As feridas de uma má sociabilização deixam sempre marcas interiores profundas. Na dinâmica relacional, a comunhão com o nosso criador é fundamental. Spurgeon disse que "se formos fracos em nossa comunhão com Deus, seremos fracos em tudo." Estando de boa comunhão com Deus, inevitavelmente estaremos bem com as pessoas que nos rodeiam. Seja no mundo real ou virtual.
“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só.” (Gén. 2:18)
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quarta-feira, setembro 10, 2014
Tudo para a glória de Deus
É por uma razão bem diferente que a religião não pode ocupar a totalidade da vida no sentido de excluir todas as nossas actividades naturais. É claro que, em certo sentido, ela deve ocupar a nossa vida toda. Não há dúvida quanto ao compromisso que há entre as exigências de Deus e as da cultura, ou da política, ou de qualquer outra coisa. A exigência de Deus é infinita e inexorável. Você pode recusá-la ou começar a tentar aceitá-la. Não há meio-termo. Entretanto, apesar disso, está claro que o cristianismo não exclui nenhuma das actividades humanas comuns.
Paulo recomenda às pessoas que continuem nos seus empregos. Ele até admite que os cristãos frequentem festas nocturnas; e mais, festas oferecidas por pagãos. Nosso Senhor participou de uma festa de casamento e até providenciou o milagre do vinho. O conhecimento e as artes floresceram sob a égide da sua Igreja e ao longo da maioria das eras cristãs. É claro que a solução desse paradoxo é bastante conhecida: “Quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, faça tudo para a glória de Deus”.
Todas as nossas actividades simplesmente naturais — até a mais humilde de todas —, serão aceitáveis se forem ofertadas a Deus, e todas elas, até a mais nobre, serão pecaminosas se não forem ofertadas a Deus. O que o cristianismo faz não é apenas substituir a nossa vida natural por uma nova; ele é, antes, uma nova organização que explora esses materiais naturais para os seus próprios fins sobrenaturais.
Retirado de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.
Paulo recomenda às pessoas que continuem nos seus empregos. Ele até admite que os cristãos frequentem festas nocturnas; e mais, festas oferecidas por pagãos. Nosso Senhor participou de uma festa de casamento e até providenciou o milagre do vinho. O conhecimento e as artes floresceram sob a égide da sua Igreja e ao longo da maioria das eras cristãs. É claro que a solução desse paradoxo é bastante conhecida: “Quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, faça tudo para a glória de Deus”.
Todas as nossas actividades simplesmente naturais — até a mais humilde de todas —, serão aceitáveis se forem ofertadas a Deus, e todas elas, até a mais nobre, serão pecaminosas se não forem ofertadas a Deus. O que o cristianismo faz não é apenas substituir a nossa vida natural por uma nova; ele é, antes, uma nova organização que explora esses materiais naturais para os seus próprios fins sobrenaturais.
Retirado de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.
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segunda-feira, setembro 08, 2014
Entrevista a Bono Vox sobre Jesus Cristo
Paul David Hewson (Dublin, 10 de maio de 1960), mais conhecido por seu nome artístico Bono é um cantor e músico irlandês vocalista principal da famosa banda musical U2. Foi nomeado para o prémio Nobel da Paz, foi-lhe concedido um honorário cavaleiro pela rainha Rainha Elizabeth II, e foi nomeado como "Personalidade do Ano" pela revista Time, conquistando outros prémios e nomeações.
Veja o que ele disse recentemente numa entrevista, quando foi interrogado sobre Jesus Cristo.
Via IQC.
Veja o que ele disse recentemente numa entrevista, quando foi interrogado sobre Jesus Cristo.
Via IQC.
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domingo, setembro 07, 2014
A Teologia da Cruz
"Lutero insiste no eterno retorno ao pé da cruz, a fonte da verdadeira teologia. Na brutalidade física, na feiura estética, na discrepância conceptual e na confusão espiritual da crucificação de Cristo, encontramos uma reafirmação e garantia da presença e acção ocultas de Deus neste mundo enigmático, perturbador e, muitas vezes, opressivo. Assim como Deus falou com Jó do meio do redemoinho, Lutero insiste que Ele fala connosco também, a partir da cruz, para proclamar a sua presença."
In: Alister McGrath. Teologia pura e simples. Viçosa, MG: Editora Ultimato, 2012, pp. 63, 64.
In: Alister McGrath. Teologia pura e simples. Viçosa, MG: Editora Ultimato, 2012, pp. 63, 64.
quinta-feira, setembro 04, 2014
A autoridade superior da Bíblia
Quando leio cristãos a questionarem a autoridade e a infalibilidade da Bíblia há uma sirene em mim que começa logo a soar. Para mim, negar a voz superior da Bíblia é rejeitar o cristianismo verdadeiro. Eu sei que nada disto é novo. A Bíblia sempre foi alvo de muitos ataques e questionamentos, principalmente dos que se dizem ateus e mesmo de muitos religiosos. Vindo de pessoas que se consideram cristãs esclarecidas é perturbante.
Um dos livros que li nestas férias, que aconselho, foi "O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja" de Augustus Nicodemus. Uma colecção reunida em livro de alguns dos seus textos publicados no brilhante "O Tempora, O Mores!". Na carta (fictícia) à "bispa" Evônia, Nicodemus escreve assim:
"Quando pastores, presbíteros e as próprias igrejas relativizam o ensino das Escrituras, considerando-o preso ao século I e irremediavelmente condicionado à visão do mundo antigo, a igreja perde o referencial, o parâmetro, o norte, o prumo – e como ninguém vive sem estas coisas, elege a cultura como guia."
Confinar a Bíblia apenas ao seu contexto histórico, à cultura e ao tempo em que ela foi escrita, é retirar o carácter vivo e eterno, distintivo das sagradas letras. É bom contextualizar a Bíblia, mas não fiquemos parados aí. A Palavra de Deus continua a iluminar, guiar, esclarecer e falar ainda hoje. Ela é "viva, eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes" (Hebreus 4:12a). A Bíblia deve ser a única regra de fé e prática dos cristãos.
Um dos livros que li nestas férias, que aconselho, foi "O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja" de Augustus Nicodemus. Uma colecção reunida em livro de alguns dos seus textos publicados no brilhante "O Tempora, O Mores!". Na carta (fictícia) à "bispa" Evônia, Nicodemus escreve assim:
"Quando pastores, presbíteros e as próprias igrejas relativizam o ensino das Escrituras, considerando-o preso ao século I e irremediavelmente condicionado à visão do mundo antigo, a igreja perde o referencial, o parâmetro, o norte, o prumo – e como ninguém vive sem estas coisas, elege a cultura como guia."
Confinar a Bíblia apenas ao seu contexto histórico, à cultura e ao tempo em que ela foi escrita, é retirar o carácter vivo e eterno, distintivo das sagradas letras. É bom contextualizar a Bíblia, mas não fiquemos parados aí. A Palavra de Deus continua a iluminar, guiar, esclarecer e falar ainda hoje. Ela é "viva, eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes" (Hebreus 4:12a). A Bíblia deve ser a única regra de fé e prática dos cristãos.
segunda-feira, setembro 01, 2014
Férias com Deus
Ontem participamos com alegria em três cultos, de três igrejas. De manhã celebramos Deus na Igreja Evangélica Internacional do Algarve (IECA); de tarde estivemos na Igreja Evangélica Baptista de Alfandanga, com o meu amigo Jaime Fernandes e no final do dia, na Igreja Evangélica de Vale Judeu (nas instalações da IECA), com os nossos amigos Barry e Raquel Henry. Nesta última a minha filha Rute cantou o hino “Sossega ó alma” (H. 449 - Hinos e Cânticos). Foi um tempo desafiador e muito abençoado nas três Igrejas. Deus não faz férias de nós, nunca devemos fazer férias dele.
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