quinta-feira, fevereiro 27, 2014
Crer e amar
Para mim não há dicotomia entre crença e atitude. As atitudes (ou a falta delas) apenas evidenciam aquilo que se crê. Por exemplo, quem diz que acredita em Deus e não ama o seu próximo, está a revelar que de facto não crê em Deus. Por outro lado, quem ama o seu próximo, demonstra que acredita e conhece a Deus, porque Deus é amor.
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segunda-feira, fevereiro 24, 2014
O milagre na Casa da Misericórdia
Em Jerusalém, na zona Norte, estava um tanque com 5 alpendres chamado Betesda, que significa “Casa da Misericórdia”. Junto a este tanque estavam muitos cegos, coxos, paralíticos, esperando o movimento das águas. Constava-se que um anjo agitava a água e o primeiro doente a entrar no tanque seria curado. Podemos perder muito tempo nos detalhes desta questão, dizendo que era uma tradição popular da época, que as águas tiram propriedades terapêuticas, mas João não tece muitas considerações acerca de um eventual lago milagroso e remete a nossa atenção para um homem que ali estava, doente há 38 anos.
Jesus viu este homem deitado. Por mais desprezada que seja a pessoa, Jesus vê e ama quem muitas vezes mais ninguém quer ver e amar. Faz-lhe uma estranha e quase ofensiva pergunta: “Queres ficar são?” As perguntas de Jesus estão sempre relacionadas com a necessidade real de lhe confessarmos algo. Será que aquele homem queria mesmo ficar curado? Seria a doença daquele homem uma fuga das exigências e responsabilidades da vida?
Pela sua resposta “não tenho ninguém!”, percebe-se que ele estava a olhar mais para aquilo que não tinha, para as impossibilidades do seu tolhimento, do que a confiar n’Aquele que estava diante dele e queria cura-lo. Não eram só as águas do tanque que estavam paradas para aquele homem, era a sua própria vida que estava toda paralisada. O pecado tolhe e atrofia sempre a nossa vida (v. 14).
Mas Jesus, O Logos criador, vai ordenar àquele homem: “Levanta-te, toma a tua cama e anda!” Werner de Boor diz que esta “é uma ordem criadora, que torna possível o impossível que exige.” Jesus é a Palavra viva e criadora. Lemos que aquele homem ficou imediatamente são e, tomando a sua cama, partiu. Nada é dito sobre a fé do enfermo, mas a sua pronta obediência evidencia o dom. Jesus é o único que nos levanta da paralisia espiritual.
Os Judeus, vendo o homem a carregar o seu leito, acusaram-no de estar a violar as leis do sábado. A ironia dos legalistas é curiosa: perante o grandioso milagre operado por Jesus, a sua atenção prendeu-se na quebra formal do seu código de regras religiosas. O pior cego é o que não quer ver a graça e a misericórdia do Messias (João 9:39-41). Talvez para evitar problemas, o homem que foi curado passou “a culpa” de levar a cama para quem o curou.
Mais tarde Jesus encontra-o no templo. Dá-lhe uma solene advertência: “Eis que já estás são; não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior.” A grande lição desta passagem é mesmo esta. O pecado é algo sério e que traz consequências dramáticas. Deus odeia o pecado e ordena-nos que não pequemos.
O sinal que Jesus fez naquela “Casa de misericórdia” foi pessoal – abençoou um só homem -, mas a lição é para todos nós. O que é que realmente nos incomoda e consome? São os detalhes, os pormenores, as minudências religiosas ou é o nosso próprio pecado? Deus ordena que deixemos todo o embaraço e o pecado, a indolência e a preguiça e levantemo-nos na força do seu poder!
Jesus viu este homem deitado. Por mais desprezada que seja a pessoa, Jesus vê e ama quem muitas vezes mais ninguém quer ver e amar. Faz-lhe uma estranha e quase ofensiva pergunta: “Queres ficar são?” As perguntas de Jesus estão sempre relacionadas com a necessidade real de lhe confessarmos algo. Será que aquele homem queria mesmo ficar curado? Seria a doença daquele homem uma fuga das exigências e responsabilidades da vida?
Pela sua resposta “não tenho ninguém!”, percebe-se que ele estava a olhar mais para aquilo que não tinha, para as impossibilidades do seu tolhimento, do que a confiar n’Aquele que estava diante dele e queria cura-lo. Não eram só as águas do tanque que estavam paradas para aquele homem, era a sua própria vida que estava toda paralisada. O pecado tolhe e atrofia sempre a nossa vida (v. 14).
Mas Jesus, O Logos criador, vai ordenar àquele homem: “Levanta-te, toma a tua cama e anda!” Werner de Boor diz que esta “é uma ordem criadora, que torna possível o impossível que exige.” Jesus é a Palavra viva e criadora. Lemos que aquele homem ficou imediatamente são e, tomando a sua cama, partiu. Nada é dito sobre a fé do enfermo, mas a sua pronta obediência evidencia o dom. Jesus é o único que nos levanta da paralisia espiritual.
Os Judeus, vendo o homem a carregar o seu leito, acusaram-no de estar a violar as leis do sábado. A ironia dos legalistas é curiosa: perante o grandioso milagre operado por Jesus, a sua atenção prendeu-se na quebra formal do seu código de regras religiosas. O pior cego é o que não quer ver a graça e a misericórdia do Messias (João 9:39-41). Talvez para evitar problemas, o homem que foi curado passou “a culpa” de levar a cama para quem o curou.
Mais tarde Jesus encontra-o no templo. Dá-lhe uma solene advertência: “Eis que já estás são; não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior.” A grande lição desta passagem é mesmo esta. O pecado é algo sério e que traz consequências dramáticas. Deus odeia o pecado e ordena-nos que não pequemos.
O sinal que Jesus fez naquela “Casa de misericórdia” foi pessoal – abençoou um só homem -, mas a lição é para todos nós. O que é que realmente nos incomoda e consome? São os detalhes, os pormenores, as minudências religiosas ou é o nosso próprio pecado? Deus ordena que deixemos todo o embaraço e o pecado, a indolência e a preguiça e levantemo-nos na força do seu poder!
domingo, fevereiro 23, 2014
O segredo do cristianismo vigoroso
"O segredo de um cristianismo vigoroso e poderoso para todos os dias é o que está sempre 'olhando para Jesus'"
J. C. Ryle
J. C. Ryle
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sexta-feira, fevereiro 21, 2014
A maior idolatria está em mim
A crença que culpabiliza as coisas como fonte de contaminação espiritual, será sempre uma crença deficiente e errática. A maior idolatria nunca é a que está fora de nós, é algo que está dentro. Não são as más notícias, as imagens provocantes, os livros, as palavras e os pensamentos maus dos outros que nos contaminam, é o que procede do nosso interior que nos corrompe espiritualmente. A podridão do pecado está em nós, e é essa que, pela obra graciosa de Deus, precisa ser erradicada. O meu maior problema não são as coisas e os outros, sou "EU".
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quarta-feira, fevereiro 19, 2014
O combustível certo e o errado
Deus criou-nos: inventou-nos como um homem inventa uma máquina.
Um carro que tenha sido feito para ser movido a gasolina não funciona bem com outro tipo de combustível. E Deus projectou a máquina humana para funcionar à base dele mesmo. Ele próprio é o combustível do qual os nossos espíritos se devem alimentar. Não há nenhum outro. É por isso que não é bom pedir a Deus que nos faça felizes à nossa maneira, sem nos preocuparmos com religião. Deus não pode dar-nos felicidade e paz fora de si mesmo, simplesmente porque não existem desse modo. Não existe tal coisa.
Eis aqui a chave de toda a história. Gasta-se uma energia enorme, civilizações inteiras são construídas, instituições excelentes são arquitectadas; mas sempre acontece algo errado. Algum defeito fatal leva sempre pessoas egoístas e cruéis ao topo e tudo cai novamente na miséria e ruína. De facto, a máquina está a trabalhar aos solavancos. Ela parecia ter começado bem e andado alguns metros, mas depois quebrou. Estavam a tentar fazê-la funcionar com o combustível errado. Foi precisamente isso que Satanás provocou em nós, seres humanos.
Retirado (e adaptado) de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.
Um carro que tenha sido feito para ser movido a gasolina não funciona bem com outro tipo de combustível. E Deus projectou a máquina humana para funcionar à base dele mesmo. Ele próprio é o combustível do qual os nossos espíritos se devem alimentar. Não há nenhum outro. É por isso que não é bom pedir a Deus que nos faça felizes à nossa maneira, sem nos preocuparmos com religião. Deus não pode dar-nos felicidade e paz fora de si mesmo, simplesmente porque não existem desse modo. Não existe tal coisa.
Eis aqui a chave de toda a história. Gasta-se uma energia enorme, civilizações inteiras são construídas, instituições excelentes são arquitectadas; mas sempre acontece algo errado. Algum defeito fatal leva sempre pessoas egoístas e cruéis ao topo e tudo cai novamente na miséria e ruína. De facto, a máquina está a trabalhar aos solavancos. Ela parecia ter começado bem e andado alguns metros, mas depois quebrou. Estavam a tentar fazê-la funcionar com o combustível errado. Foi precisamente isso que Satanás provocou em nós, seres humanos.
Retirado (e adaptado) de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.
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terça-feira, fevereiro 18, 2014
Baterias em Full Power
Sair da pregação do culto de Domingo de manhã com as "baterias" carregadas e constatar que o carro tem a bateria descarregada. Realidades irónicas da vida espiritual. Agradeço a Deus a disponibilidade de alguns bondosos irmãos dessa abençoada Igreja que prontamente deram um empurrãozinho. Para cima. As baterias ficaram ainda mais carregadas. Full power!
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domingo, fevereiro 16, 2014
Deus ouve as orações dos pecadores
"Deus ouve as orações dos pecadores pois, além do seu Filho, eles são a única classe de pessoas que oram."
In: R. C. Sproul. A Mão Invisível. São Paulo: Bompastor Editora, 2001, p. 266/267.
In: R. C. Sproul. A Mão Invisível. São Paulo: Bompastor Editora, 2001, p. 266/267.
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
Te agradeço, meu Senhor
Quanto mais penso em Deus, naquilo que Ele é, no que fez, faz e fará, mais agradecido fico. Uma música que costumamos cantar nos cultos da nossa igreja, tem andado no meu coração e na minha boca desde ontem.
Por tudo o que tens feito
Por tudo o que vais fazer
Por Tuas promessas e tudo o que És
Eu quero Te agradecer
Com todo o meu ser
Te agradeço, meu Senhor
Te agradeço por me libertares e salvares
Por ter morrido em meu lugar
Te agradeço
Jesus, te agradeço
Eu te agradeço
Te agradeço.
Por tudo o que tens feito
Por tudo o que vais fazer
Por Tuas promessas e tudo o que És
Eu quero Te agradecer
Com todo o meu ser
Te agradeço, meu Senhor
Te agradeço por me libertares e salvares
Por ter morrido em meu lugar
Te agradeço
Jesus, te agradeço
Eu te agradeço
Te agradeço.
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quinta-feira, fevereiro 13, 2014
Calippo de Inverno

A seguir ao almoço, um Calippo de morango. Ordens do meu dentista. Não foi fácil encontrá-lo. Era o último. Não comia isto há décadas e soube-me muito bem.
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quarta-feira, fevereiro 12, 2014
Ajude o Matthew a ouvir

O Matthew nasceu surdo e precisa da nossa ajuda. Para ouvir tem que colocar implantes cocleares. O primeiro implante é comparticipado pelo Estado, mas o segundo não e tem um custo de 30.000 €. Os pais do Mathew já conseguiram metade desse valor, mas falta a outra metade. Uma chamada telefónica pode fazer a diferença. Ligue para o 760 206 800.
Mais informações na página do Facebook: Silente Sculpture.
terça-feira, fevereiro 11, 2014
Prosseguir no caminho da graça
As abundantes riquezas da graça de Deus manifestaram-se na amorosa dádiva de Jesus Cristo a todos nós, que estávamos irremediavelmente perdidos nos nossos pecados. Somos salvos exclusivamente pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo (Efésios 2:8). Mas depois de receber a graça salvítica, o crente continua a depender da graça de Deus. Precisamos crescer, fortificar, permanecer e esperar inteiramente na graça de Deus (2 Pedro 3:18; 2 Timóteo 2:1; Actos 13:43; 1 Pedro 1:13). No que diz respeito à abundante graça de Deus, há sempre mais para receber e aprender. Um cristão sem a graça de Deus é um desgraçado cristão. O que trilha no caminho da graça, caminha feliz. Confia mais em Deus, do que em si próprio.
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segunda-feira, fevereiro 10, 2014
Extirpar a podridão que há em mim
Hoje extraí, melhor dizendo, o médico extraiu-me um dente do siso. Para além de estar a crescer deitado (uma das piores maneiras de se crescer), estava a empurrar e a destruir os dentes vizinhos, e a formar dolorosos abcessos. A recuperação até pode ser lenta e penosa, mas pela poderosa graça de Deus (e mestria do dentista), o malvado do siso podre foi extirpado. A cara está (mais) inchada, mas sinto-me aliviado.
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domingo, fevereiro 09, 2014
A importância dos ventos e das tempestades
"Nós precisamos de ventos e tempestades para exercitar a nossa fé, para arrancar o ramo podre da auto-dependência, e para nos enraizar mais firmemente em Cristo. O dia mau revela-nos o valor da nossa esperança gloriosa."
C. H. Spurgeon
C. H. Spurgeon
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quinta-feira, fevereiro 06, 2014
Abraçar a chuva
Kayden é uma menina de 15 meses que nunca tinha visto a chuva na vida. Assista ao vídeo da reacção dela quando sentiu a chuva pela primeira vez. Aprender a apreciar as pequenas, grandes coisas da vida.
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O coração do Evangelho
Na sequência da conversa de Jesus com Nicodemos (João 3), surge aquele que é considerado por muitos como o coração do Evangelho, o versículo que sintetiza melhor toda a Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
A entrada no Reino de Deus (no céu) não se dá por bom comportamento, pela conhecimento bíblico ou pelo cumprimento de leis ou rituais religiosos, dá-se exclusivamente pelo aceitação do amor de Deus, expresso na dádiva do seu Filho Jesus. O novo nascimento acontece quando se crê nele. A religião diz: “faça isto”, “faça aquilo” para ser salvo. Jesus diz-nos que precisamos aceitar, pela fé, o amor de Deus e o sacrifício expiatório de Cristo pelos nossos pecados. Quem receber esta graça divina tem assegurada a vida eterna.
Depois da crucificação de Jesus, Nicodemos ofertou um composto de mirra e aloés para preparar o corpo de Cristo. Esta oferta era usada igualmente para o enterro dos Reis. Estaria naquela oferta uma declaração implícita de que Nicodemos acreditava que Jesus era de facto o Messias e O Rei? Aceitou ele a expressão máxima do amor de Deus? Creu Nicodemos no Filho unigénito do Pai? Não sabemos ao certo. Mas, mais importante que saber isso, é cada um de nós ter a convicção firme que já tem e vive nesse amor, porque já recebeu Jesus. Você tem essa certeza?
Adaptado do Site.
A entrada no Reino de Deus (no céu) não se dá por bom comportamento, pela conhecimento bíblico ou pelo cumprimento de leis ou rituais religiosos, dá-se exclusivamente pelo aceitação do amor de Deus, expresso na dádiva do seu Filho Jesus. O novo nascimento acontece quando se crê nele. A religião diz: “faça isto”, “faça aquilo” para ser salvo. Jesus diz-nos que precisamos aceitar, pela fé, o amor de Deus e o sacrifício expiatório de Cristo pelos nossos pecados. Quem receber esta graça divina tem assegurada a vida eterna.
Depois da crucificação de Jesus, Nicodemos ofertou um composto de mirra e aloés para preparar o corpo de Cristo. Esta oferta era usada igualmente para o enterro dos Reis. Estaria naquela oferta uma declaração implícita de que Nicodemos acreditava que Jesus era de facto o Messias e O Rei? Aceitou ele a expressão máxima do amor de Deus? Creu Nicodemos no Filho unigénito do Pai? Não sabemos ao certo. Mas, mais importante que saber isso, é cada um de nós ter a convicção firme que já tem e vive nesse amor, porque já recebeu Jesus. Você tem essa certeza?
Adaptado do Site.
quarta-feira, fevereiro 05, 2014
Andar com um copo de água
Devíamos andar sempre com um copo de água gelada na mão. Teria, pelo menos, 3 grandes utilidades:
1) Em vez de dizermos disparates, enchíamos a boca com água.
2) Se ficássemos muito "quentes", refrescaríamos a nossa cabeça.
3) Algumas pessoas precisam levar com água fresca na cara para despertarem.
1) Em vez de dizermos disparates, enchíamos a boca com água.
2) Se ficássemos muito "quentes", refrescaríamos a nossa cabeça.
3) Algumas pessoas precisam levar com água fresca na cara para despertarem.
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terça-feira, fevereiro 04, 2014
O poder pertence a Deus
A oposição, as contrariedades, as lutas, as dificuldades na vida cristã são "normais" e servem, sobretudo, para confiarmos mais em Deus e menos em nós. A excelência e o poder estão em Deus, não no barro do pobre vaso. Contudo, o vaso sendo fraco, pode ser o receptáculo do maravilhoso tesouro. Se crermos que O poderoso Deus está em nós, não temos razões para deixar de prosseguir animados, sejam quais forem os obstáculos. "Em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou", recordou o sofredor apóstolo Paulo à Igreja perseguida. Não há nada, nem ninguém, mais forte e poderoso que o próprio Deus. O seu amor e o seu poder sempre prevalecerão.
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segunda-feira, fevereiro 03, 2014
A nossa teologia tem consequências
M. James Sawyer disse que “A nossa teologia tem consequências. Aquilo que acreditamos faz diferença. A História revela que o nosso sistema de convicções determina se vivemos de forma sábia ou não.” Um sistema religioso (e a nossa vida) é forte ou fraco, segundo a ideia que tem de Deus. Para além da doutrina acerca de Deus ser o ponto central do cristianismo, quanto mais conhecemos Deus, mais transformados ficamos. Lembrar que este conhecimento é muito mais do que uma compreensão mental. “Conhecer a Deus é comprometer-se com Ele", diz Alister McGrath. E prossegue afirmando que "colocar uma barreira entre teologia e espiritualidade é como pedir a duas pessoas apaixonadas que se relacionem friamente.”
Querendo Deus, estarei este mês a dar uma série de quatro estudos na Escola Dominical de uma amada igreja do Norte. O profeta Oséias lança o mote: "Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor." Que Deus nos ajude a conhecê-lO cada vez mais e melhor. E que nesse conhecimento, não só possamos ficar maravilhosamente tocados, mas, sobretudo, transformados.
Querendo Deus, estarei este mês a dar uma série de quatro estudos na Escola Dominical de uma amada igreja do Norte. O profeta Oséias lança o mote: "Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor." Que Deus nos ajude a conhecê-lO cada vez mais e melhor. E que nesse conhecimento, não só possamos ficar maravilhosamente tocados, mas, sobretudo, transformados.
domingo, fevereiro 02, 2014
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