terça-feira, dezembro 31, 2013
sexta-feira, dezembro 27, 2013
Felicidade partilhada
Um dos grandes presentes que recebemos este Natal (eu e a minha esposa) foi o novo livro do Tiago Cavaco: "Felizes para sempre e outros equívocos acerca do casamento". Já estou quase a acabá-lo e aconselho-o vivamente. Agradeço a Deus pela família Cavaco e pela família Correia, que têm servido de inspiração e bênção para a nossa vida. Obrigado!
quinta-feira, dezembro 19, 2013
Feliz Natal!
Desejo a todos os amigos visitantes desta humilde estrebaria, um Natal cheio da presença iluminadora de Jesus. Ele é a razão.
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terça-feira, dezembro 17, 2013
O presente maior no Natal
A encarnação de Jesus demonstra que o amor de Deus, mais do que um nobre sentimento, é uma atitude de entrega em direcção ao homem perdido nos seus pecados. O expoente maior do verdadeiro amor divino é permitir que o seu Filho unigénito tome forma humana, para que possa morrer por nós. A grande missionária na Índia, do princípio do século XX, Amy Charmichael, disse que "Você pode dar sem amar, mas não pode amar sem dar." O presente maior que o Homem pode receber é Deus no seu coração, aceitando pela fé a graça divina. Ele é o amor maior, a maior dádiva.
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domingo, dezembro 15, 2013
quinta-feira, dezembro 12, 2013
O Natal e a solidão
Um dos graves problemas da nossa sociedade é a solidão. No meio de tanta gente e ruído comunicacional, novos e velhos sofrem, enfermam e morrem sozinhos. Alguns matam-se porque não aguentam mais a agonia da solitude; outros, fenecem dolorosamente aos poucos, sem que nunca ninguém os ouça, acompanhe e ame.
A Bíblia diz que Deus amou-nos de tal maneira que enviou Jesus, o "Emanuel", que significa "Deus connosco". Deus não quer que o homem esteja só, na plenitude dos tempos, manifestou-se em Jesus para estar connosco. Cristo é a sua maior expressão de amor. Nele encontramos o Outro que o nosso solitário coração anseia. Encontramos propósito, paz e presença. O Natal é fundamentalmente isto: acolher Aquele que nos ama e deseja estar connosco. Os cristãos, mais do que todos, deviam ser os primeiros a entender isto. Espalhar esta presença e amor divino ao seu próximo, principalmente àqueles que continuam a sofrer e a morrer sozinhos.
"Nisto se manifestou o amor de Deus para connosco: que Deus enviou seu Filho unigénito ao mundo, para que por ele vivamos" (1 João 4:9).
A Bíblia diz que Deus amou-nos de tal maneira que enviou Jesus, o "Emanuel", que significa "Deus connosco". Deus não quer que o homem esteja só, na plenitude dos tempos, manifestou-se em Jesus para estar connosco. Cristo é a sua maior expressão de amor. Nele encontramos o Outro que o nosso solitário coração anseia. Encontramos propósito, paz e presença. O Natal é fundamentalmente isto: acolher Aquele que nos ama e deseja estar connosco. Os cristãos, mais do que todos, deviam ser os primeiros a entender isto. Espalhar esta presença e amor divino ao seu próximo, principalmente àqueles que continuam a sofrer e a morrer sozinhos.
"Nisto se manifestou o amor de Deus para connosco: que Deus enviou seu Filho unigénito ao mundo, para que por ele vivamos" (1 João 4:9).
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quarta-feira, dezembro 11, 2013
terça-feira, dezembro 10, 2013
Destruir os ídolos no Natal
Aqueles que descortinam mensagens subliminares e proféticas em tudo o que vêm e ouvem, facilmente entendem que neste vídeo do gato do Simon, ele odeia a idolatria e superficialidade natalícia. Só que os piores ídolos, são os que nós próprios esculpimos e se alojam no nosso coração. Bem dizia Calvino que “O coração humano é uma fábrica de ídolos”. Neste Natal, aproveitemos para derrubar os ídolos que temos erigido e afagado no nosso coração. São os que custam mais a cair.
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segunda-feira, dezembro 09, 2013
Cenas impróprias para toda a família
Um dia destes ofereceram-nos alguns bilhetes para o teatro. Como não conhecia a peça, e avisado que estou de certos conteúdos dramáticos dos nossos tempos, pedi à minha esposa para inquirir se a peça era apropriada para toda a família. Informaram-nos que sim, que era um espectáculo classificado para maiores de 16 anos, mas que a peça era adequada para toda a família, inclusive crianças. Que não tinha nada de mal.
Mas tinha. Decididamente não era um espectáculo apropriado para todas as idades. Felizmente que os amigos que convidámos não tinham crianças. No final da peça intrigavam-me duas perguntas: O indivíduo que nos deu a informação viu a mesma peça que nós vimos? Que tipo de vida leva a pessoa que concluiu que aquele espectáculo é adequado para toda a família? Por alguma razão, a peça estava (bem) classificada. Consolidei ainda mais a ideia que não se pode confiar nos parâmetros alargados e transigentes deste mundo. No que às artes (e à vida) concerne, nunca fiar demasiado nos olhos, ouvidos e boca dos outros.
Mas tinha. Decididamente não era um espectáculo apropriado para todas as idades. Felizmente que os amigos que convidámos não tinham crianças. No final da peça intrigavam-me duas perguntas: O indivíduo que nos deu a informação viu a mesma peça que nós vimos? Que tipo de vida leva a pessoa que concluiu que aquele espectáculo é adequado para toda a família? Por alguma razão, a peça estava (bem) classificada. Consolidei ainda mais a ideia que não se pode confiar nos parâmetros alargados e transigentes deste mundo. No que às artes (e à vida) concerne, nunca fiar demasiado nos olhos, ouvidos e boca dos outros.
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domingo, dezembro 08, 2013
"Eis o Cordeiro!"
"Os que mais têm feito pela causa de Cristo, em toda a parte do mundo, são os homens semelhantes a João Baptista. Não aqueles que clamam: 'Eis-me aqui! Eis a igreja! Eis as ordenanças!' antes, o que grita: 'Eis o Cordeiro!'"
J. C. Ryle
J. C. Ryle
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sexta-feira, dezembro 06, 2013
quinta-feira, dezembro 05, 2013
Todos se calaram, ante O Messias
Não foi por acaso que todos os profetas de Deus estiveram calados cerca de 400 anos, antes do Messias nascer. Zacarias, um dos últimos profetas a falar antes deste emudecimento divino, bradou: "Cala-te, toda a carne, diante do Senhor, porque ele se levantou da sua santa morada" (Zacarias 2:13). A voz do Messias precisava ser bem escutada - a todos cala e consola. Ele é a Palavra viva que se fez carne, O Logos. Ela infunde paz, sentido e esperança. Ainda menino, Jesus foi ao templo e "todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas" (Lucas 2:47). Hoje e sempre, quem tem ouvidos para ouvir, cale-se e ouça-O.
terça-feira, dezembro 03, 2013
O retrato salpicado pela lama
Nikolai Gógol termina um dos seus espantosos contos, da série "Contos de Petersburgo" ("O retrato" - Editora Assírio & Alvim), com os conselhos finais de um velho pai, outrora pintor, ao filho que tinha acabado os estudos na Academia com distinção. O sábio ancião roga ao seu filho para ele guardar a pureza da sua alma e conta-lhe uma história:
"Se um homem sai de casa com o seu fato de cerimónia claro, basta um salpico de lama provocado pela roda de uma carroça para toda a gente o rodear, lhe apontar o dedo e comentar a sua falta de asseio, mas não repara nas muitas nódoas nas roupas de todos os dias que envergam os outros transeuntes. É que na roupa do dia a dia não se vêem as manchas."
A seguir, o pai pede-lhe encarecidamente que destrua um terrível quadro que ele tinha pintado com a lama do seu próprio coração cobiçoso. O filho, demora quinze anos a encontrar a tenebrosa pintura. Quando encontra o quadro, ele desaparece misteriosamente. Ou talvez não.
"Se um homem sai de casa com o seu fato de cerimónia claro, basta um salpico de lama provocado pela roda de uma carroça para toda a gente o rodear, lhe apontar o dedo e comentar a sua falta de asseio, mas não repara nas muitas nódoas nas roupas de todos os dias que envergam os outros transeuntes. É que na roupa do dia a dia não se vêem as manchas."
A seguir, o pai pede-lhe encarecidamente que destrua um terrível quadro que ele tinha pintado com a lama do seu próprio coração cobiçoso. O filho, demora quinze anos a encontrar a tenebrosa pintura. Quando encontra o quadro, ele desaparece misteriosamente. Ou talvez não.
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segunda-feira, dezembro 02, 2013
Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Preguei ontem na Igreja Evangélica em Leça da Palmeira, a história que Jesus contou acerca de dois homens que foram orar ao templo. Um fariseu rigoroso, que se julgava justo, que confiava em si e nas suas realizações espirituais e que desprezava os outros. E um publicano, que considerando-se pecador, buscava a misericórdia divina.
Diz o texto bíblico que o fariseu “orava consigo”, de pé no altar, informando Deus dos muitos jejuns que fazia, das chorudas ofertas que dava, do seu “santo” proceder comparativamente com os outros homens, especialmente aquele infame publicano. Este, nem ousava levantar os olhos, reconhecia diante de Deus que era um pecador e, batendo no seu próprio peito, clamava pela misericórdia divina. John Piper disse que "a oração é o eco da liberdade e da suficiência de Deus no coração do homem impotente.”
Temos um problema sério em encarar e reconhecer a nossa própria miséria pessoal. De basearmos a nossa espiritualidade nas coisas que fazemos ou não fazemos. As comparações e os julgamentos que proferimos exibem sempre o nosso orgulho e manifestam a nossa falta de confiança em Deus e na sua graça. Somos todos da mesma massa estragada. Carecemos todos da misericórdia propiciatória de Deus. Aquilo que somos e o que fazemos no reino de Deus é somente por causa da graça e misericórdia de Deus (1 Co 15:10).
O “justo” fariseu saiu do templo contente consigo, mas do ponto de vista divino (que é o que verdadeiramente conta) continuava condenado. O pecador publicano, Jesus disse que saiu "justificado para a sua casa". Foi perdoado, transformado e será exaltado. “Porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18:14).
Diz o texto bíblico que o fariseu “orava consigo”, de pé no altar, informando Deus dos muitos jejuns que fazia, das chorudas ofertas que dava, do seu “santo” proceder comparativamente com os outros homens, especialmente aquele infame publicano. Este, nem ousava levantar os olhos, reconhecia diante de Deus que era um pecador e, batendo no seu próprio peito, clamava pela misericórdia divina. John Piper disse que "a oração é o eco da liberdade e da suficiência de Deus no coração do homem impotente.”
Temos um problema sério em encarar e reconhecer a nossa própria miséria pessoal. De basearmos a nossa espiritualidade nas coisas que fazemos ou não fazemos. As comparações e os julgamentos que proferimos exibem sempre o nosso orgulho e manifestam a nossa falta de confiança em Deus e na sua graça. Somos todos da mesma massa estragada. Carecemos todos da misericórdia propiciatória de Deus. Aquilo que somos e o que fazemos no reino de Deus é somente por causa da graça e misericórdia de Deus (1 Co 15:10).
O “justo” fariseu saiu do templo contente consigo, mas do ponto de vista divino (que é o que verdadeiramente conta) continuava condenado. O pecador publicano, Jesus disse que saiu "justificado para a sua casa". Foi perdoado, transformado e será exaltado. “Porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18:14).
domingo, dezembro 01, 2013
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