O designer Izhar, amante de bicicletas, um dia tem uma ideia interessante: fazer uma bicicleta de cartão. E assim nasce o sonho que se torna realidade.
terça-feira, julho 31, 2012
Bicicleta de cartão
O designer Izhar, amante de bicicletas, um dia tem uma ideia interessante: fazer uma bicicleta de cartão. E assim nasce o sonho que se torna realidade.
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Mexam-se!
Numa simpática e acolhedora igreja perto de Espinho, preguei neste domingo ao fim da tarde com base em Mateus 28:19-20, naquela que é apelidada de "Grande Comissão" dada por Jesus Cristo a todos os seus discípulos. Porque o "Ide", segundo Dale Bruner pode ser traduzido por “Mexam-se!”, foram três os verbos que deram o mote ao movimento: "Ir, discipular e guardar." Ou então, como sugere Donald A. Hagner, pelos três grandes imperativos: “Vão, baptizem e ensinem!” Esta Grande Comissão, que a história da Igreja tem tornado tantas vezes em Grande Omissão, no dizer de Karl Barth é um “imperativo abrangente”. Uma ordem para ser obedecida por todos os crentes para alcançar todos os descrentes, de todas as nações. Os de longe e os de perto. Onde estivermos e onde o Senhor Deus nos enviar, na força e autoridade do Senhor Jesus (Mateus 28:18) e no poder do Espírito Santo (Actos 1:8), possamos viver e falar de Cristo, a tempo e fora de tempo. A grande alegria e incentivo para obedecermos a esta Grande e urgente Comissão, é que Jesus está sempre connosco. É Ele que nos convoca, envia e acompanha. Amém!
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segunda-feira, julho 30, 2012
À Beira de Água
Estive sempre sentado nesta pedra
escutando, por assim dizer, o silêncio.
Ou no lago cair um fiozinho de água.
O lago é o tanque daquela idade
em que não tinha o coração
magoado. (Porque o amor, perdoa dizê-lo,
dói tanto! Todo o amor. Até o nosso,
tão feito de privação.) Estou onde
sempre estive: à beira de ser água.
Envelhecendo no rumor da bica
por onde corre apenas o silêncio.
In: Eugénio de Andrade. Os Sulcos da Sede. Quasi, 5ª Edição, 2007, p. 51.
escutando, por assim dizer, o silêncio.
Ou no lago cair um fiozinho de água.
O lago é o tanque daquela idade
em que não tinha o coração
magoado. (Porque o amor, perdoa dizê-lo,
dói tanto! Todo o amor. Até o nosso,
tão feito de privação.) Estou onde
sempre estive: à beira de ser água.
Envelhecendo no rumor da bica
por onde corre apenas o silêncio.
In: Eugénio de Andrade. Os Sulcos da Sede. Quasi, 5ª Edição, 2007, p. 51.
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domingo, julho 29, 2012
A tendência patológica da Igreja
“Hoje em dia muitos dos nossos cristãos evangélicos não hesitam em ceder à tendência patológica que temos de fragmentar-nos. Para tanto, refugiamo-nos nas nossas convicções sobre a unidade invisível da igreja, como se a sua manifestação visível não importasse. E o resultado disso é que o diabo acaba tendo maior sucesso na sua velha estratégia de ‘dividir e conquistar’. A nossa desunião continua sendo o grande empecilho para o evangelismo.”
John Stott
John Stott
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sexta-feira, julho 27, 2012
Filosofia dos sapatos
Que ninguém tenha a veleidade de pensar que muda a sua vida toda num dia. Comece por apertar os atadores dos sapatos e dê um passo de cada vez. Se cair, caminhe mais devagar. Se ainda não tiver sapatos, procure uma pessoa que já os tenha e aprenda com ela.
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quinta-feira, julho 26, 2012
Mais vasto que tudo
Mais vasto que o mundo
Ainda mais alto que os céus
Mais fundo que os mares
É o amor do meu Deus
Eu sou tão fraquinho
Tenho porém no Senhor,
Santa alegria e prazer
Todo dia no seu amor.
Ainda mais alto que os céus
Mais fundo que os mares
É o amor do meu Deus
Eu sou tão fraquinho
Tenho porém no Senhor,
Santa alegria e prazer
Todo dia no seu amor.
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quarta-feira, julho 25, 2012
Pregar o Evangelho!
É muito fácil os cristãos, nomeadamente os pregadores da Palavra, perderem-se nos detalhes acessórios da fé, nos pormenores secundários, nas controvérsias e esquecerem-se do seu chamado primordial: pregar o Evangelho. O Evangelho do Senhor Cristo, que é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, deve ser o grande assunto do cristão, seja no púlpito ou fora do púlpito. Devemos partilhar e anunciar as boas novas de Deus, que salvam o mais vil dos pecadores. Era esta a principal preocupação dos primeiros apóstolos. Paulo diz à Igreja de Coríntios, que "se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho!" (1 Coríntios 9:16). Jesus Cristo, o autor, executor e consumador do Evangelho, estava focado num assunto: "Arrependei-vos e crede no evangelho." Precisamos continuar centrados nisto. "Back to the basics". O grande chamado da igreja é pregar o chamado de Deus.
terça-feira, julho 24, 2012
Simpatia ZON
Por ter aderido ao pacote IRIS, a ZON enviou-me um código promocional para usufruir de um aluguer grátis no seu serviço de Vídeoclube. Qualidade, rapidez, simpatia, tratar bem os seus clientes, são algumas das receitas do sucesso. Esta é a segunda vez que falo bem desta operadora portuguesa de televisão, internet e telecomunicações. Se continuarem assim, não será a última.
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domingo, julho 22, 2012
A Igreja é o povo de Deus
"A igreja não é um lugar. Não é um prédio. Não é um ponto de pregação. Não é um provedor de serviços espirituais. É um povo - o povo da nova aliança, comprado por sangue, o povo de Deus. Essa foi a razão porque Paulo disse: 'Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.' (Efésios 5:25)"
In: Mark Dever. O que é uma Igreja saudável?. São Paulo: Editora Fiel, 2009, p. 30.
In: Mark Dever. O que é uma Igreja saudável?. São Paulo: Editora Fiel, 2009, p. 30.
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sexta-feira, julho 20, 2012
Comentadores há muitos
Orgulhava-se de não ser filiado em nenhum partido político, até costumava dizer que era apolítico. Ganhava a vida como comentador. Criticava todos os políticos e a política em geral. Era um comentador político.
quarta-feira, julho 18, 2012
Estranhas reincidências divinas
Na semana seguinte à que iniciei os estudos do livro de Jonas, Deus enviou um pregador à nossa igreja, que sem saber o que eu tinha falado, pregou precisamente sobre Jonas. Alguns podem ver aqui uma mera coincidência, mas isso existe no reino de Deus? Muito se pode inferir desta estranha reincidência, tanto que se pode ignorar. Quem será o fugitivo Jonas, que está a desconsiderar a Palavra do Senhor? Serei eu o surdo dormente a precisar de uma tempestade para acordar? Quem geme desesperado dentro das entranhas de um "grande peixe"? Estará alguém a omitir-se da grande comissão? Haverá alguém ressentido sem razão?
Deus, pacientemente, vai continuar a falar. As baleias andam por aí.
Deus, pacientemente, vai continuar a falar. As baleias andam por aí.
segunda-feira, julho 16, 2012
A vida pecaminosa do eu
Brennan Manning no seu livro "O obstinado amor de Deus" (Mundo Cristão), socorre-se de Thomas Merton e do grande Agostinho para clarificar o que verdadeiramente está envolvido na problemática do pecado.
«O conceito de pecado de Thomas Merton não se centra em actos pecaminosos isolados, mas fundamentalmente no acto de optarmos por uma vida de fingimento. A vida em torno do falso eu gera o desejo compulsivo de apresentar ao público uma imagem perfeita, de modo que todos nos admirem e ninguém nos conheça. “Só pode haver dois amores fundamentais”, escreveu Agostinho, “o amor a Deus, numa negligência do meu eu, ou o amor do eu, numa negligência de Deus.”
Merton disse que a vida dedicada à sombra é uma vida de pecado. Pequei em minha recusa covarde — por temer ser rejeitado — de pensar, de sentir, de agir, de responder e de viver a partir do meu eu autêntico. Recusamos ser nosso verdadeiro eu até mesmo com Deus — e depois nos perguntamos por que nos falta intimidade com ele.
O ódio pelo impostor é na verdade o ódio de si mesmo. O impostor e eu constituímos uma só pessoa. O desprezo pelo falso eu dá vazão à hostilidade, o que se manifesta como irritabilidade geral — irritação pelas mesmas faltas nos outros que odiamos em nós mesmos. O ódio próprio sempre redunda em alguma forma de comportamento auto-destrutivo.
Aceitar a realidade da nossa pecaminosidade significa aceitar o nosso eu autêntico. Judas não conseguiu encarar sua sombra; Pedro conseguiu. Este fez as pazes com o impostor interior; aquele se levantou contra ele. Quando aceitamos a verdade do que realmente somos e a rendemos a Jesus Cristo, somos envoltos em paz, quer nos sintamos em paz, quer não. Quero dizer com isso que a paz que ultrapassa o entendimento não é uma sensação subjectiva de paz; se estamos em Cristo, estamos em paz, mesmo quando não sentimos nenhuma paz.»
O escritor do Salmo cinquenta e um, atribuído ao Rei David, homem que era "segundo o coração de Deus" mas que conhecia muito bem a realidade que Manning descreve, grita desesperado: "Eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim."
O Apóstolo Paulo também conhecia bem esta verdade quando declara "eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo."
Os versículos iniciais do Salmo 51, são a chave para toda esta intrincada problemática do pecado: "Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado." Quando conhecemos e reconhecemos quem somos, e clamamos pela misericórdia e bondade de Deus, Ele perdoa-nos e purifica-nos. Só mesmo Deus sabe lidar com o nosso pecado. Ele pode.
«O conceito de pecado de Thomas Merton não se centra em actos pecaminosos isolados, mas fundamentalmente no acto de optarmos por uma vida de fingimento. A vida em torno do falso eu gera o desejo compulsivo de apresentar ao público uma imagem perfeita, de modo que todos nos admirem e ninguém nos conheça. “Só pode haver dois amores fundamentais”, escreveu Agostinho, “o amor a Deus, numa negligência do meu eu, ou o amor do eu, numa negligência de Deus.”
Merton disse que a vida dedicada à sombra é uma vida de pecado. Pequei em minha recusa covarde — por temer ser rejeitado — de pensar, de sentir, de agir, de responder e de viver a partir do meu eu autêntico. Recusamos ser nosso verdadeiro eu até mesmo com Deus — e depois nos perguntamos por que nos falta intimidade com ele.
O ódio pelo impostor é na verdade o ódio de si mesmo. O impostor e eu constituímos uma só pessoa. O desprezo pelo falso eu dá vazão à hostilidade, o que se manifesta como irritabilidade geral — irritação pelas mesmas faltas nos outros que odiamos em nós mesmos. O ódio próprio sempre redunda em alguma forma de comportamento auto-destrutivo.
Aceitar a realidade da nossa pecaminosidade significa aceitar o nosso eu autêntico. Judas não conseguiu encarar sua sombra; Pedro conseguiu. Este fez as pazes com o impostor interior; aquele se levantou contra ele. Quando aceitamos a verdade do que realmente somos e a rendemos a Jesus Cristo, somos envoltos em paz, quer nos sintamos em paz, quer não. Quero dizer com isso que a paz que ultrapassa o entendimento não é uma sensação subjectiva de paz; se estamos em Cristo, estamos em paz, mesmo quando não sentimos nenhuma paz.»
O escritor do Salmo cinquenta e um, atribuído ao Rei David, homem que era "segundo o coração de Deus" mas que conhecia muito bem a realidade que Manning descreve, grita desesperado: "Eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim."
O Apóstolo Paulo também conhecia bem esta verdade quando declara "eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo."
Os versículos iniciais do Salmo 51, são a chave para toda esta intrincada problemática do pecado: "Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado." Quando conhecemos e reconhecemos quem somos, e clamamos pela misericórdia e bondade de Deus, Ele perdoa-nos e purifica-nos. Só mesmo Deus sabe lidar com o nosso pecado. Ele pode.
domingo, julho 15, 2012
Palavras inspiradas
"Para mim sempre foi claro que não podemos ter ideias inspiradas sem palavras inspiradas."
Billy Graham
Billy Graham
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sábado, julho 14, 2012
sexta-feira, julho 13, 2012
Fazendo a digestão com Berkhof
Se me perguntarem para que serve ter um smartphone com um ecrã enorme, respondo que, entre outras coisas interessantes, serve para ler e consultar a Teologia sistemática de Wayne Grudem ou a de Louis Berkhof. Hoje ao almoço, para fazer a digestão de uma saborosa espetada de porco com legumes, devorei quatro capítulos de Escatologia, de Berkhof. Fiquei satisfeito, mas vou continuar a comer.
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quinta-feira, julho 12, 2012
A culpa é sempre do mordomo?
Enquanto no Vaticano as autoridades judiciais decidiram manter por mais uns dias em prisão o mordomo do papa Bento XVI, detido desde maio por suspeita de furto de documentos confidenciais, no Brasil a Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu cinco pastores evangélicos por alegada fraude na venda de veículos. Assim são as "fezes" de alguns religiosos.
Via Jornal i e PavaBlog.
Via Jornal i e PavaBlog.
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terça-feira, julho 10, 2012
Escrevo
Escrevo já com a noite
em casa. Escrevo
sobre a manhã em que escutava
o rumor da cal ou do lume,
e eras tu somente
a dizer o meu nome.
Escrevo para levar à boca
o sabor da primeira
boca que beijei a tremer.
Escrevo para subir
às fontes.
E voltar a nascer.
In: Eugénio de Andrade. Os Sulcos da Sede. São Paulo: Quasi, 5ª Edição, 2007, p. 41.
em casa. Escrevo
sobre a manhã em que escutava
o rumor da cal ou do lume,
e eras tu somente
a dizer o meu nome.
Escrevo para levar à boca
o sabor da primeira
boca que beijei a tremer.
Escrevo para subir
às fontes.
E voltar a nascer.
In: Eugénio de Andrade. Os Sulcos da Sede. São Paulo: Quasi, 5ª Edição, 2007, p. 41.
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Ninguém é inocente
"Nenhum inocente vai para o inferno, porque ninguém é inocente."
Confesso que não me lembro onde li ou ouvi esta frase, mas ela encerra tanta verdade que merece ser aqui reproduzida.
Confesso que não me lembro onde li ou ouvi esta frase, mas ela encerra tanta verdade que merece ser aqui reproduzida.
segunda-feira, julho 09, 2012
Saber silenciar
Se há coisa importante a aprender na arte difícil da comunicação verbal é o saber silenciar. Saber ouvir e calar. Calar, sem replicar nem revidar, mesmo diante das mais ignóbeis insinuações ou acusações, é por vezes a melhor resposta que se pode dar. Custa-me aprender isto. Mas não foi precisamente este exemplo que nos deu O Mestre e criador da Comunicação?
domingo, julho 08, 2012
sábado, julho 07, 2012
"Dolce ardor"
"O del mio dolce ardor" de Chrisoph Willibald von Gluck.
Interpretada por Rute Oliveira em 03 de Julho de 2012.
Vila Nova de Gaia, Portugal.
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sexta-feira, julho 06, 2012
Do roubo dos subsídios
O Tribunal Constitucional chegou à conclusão que o roubo dos subsídios de férias ou de Natal aos funcionários públicos e aposentados é inconstitucional, mas determinou que os efeitos desta decisão não tenham efeitos para este ano. Ou seja, o Governo pode continuar a roubar à vontade este ano com o consentimento do Tribunal. No próximo ano, prevê-se que para cumprir o princípio invocado da igualdade, consagrado no artigo 13.º da Constituição, o roubo, em vez de ser só para sector público vai abranger igualmente o sector privado. Haja igualdade e equidade! Assim vai o nosso pobre país.
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quinta-feira, julho 05, 2012
A Ler vamos
Pergunto à senhora do quiosque se tem a revista Ler. "Tenho!!!" responde entusiasmada. Depois de me explicar que também é fã da revista, lamenta o facto de ser tão cara. É verdade que nem todos podem (conseguem?) ler a Ler, mas a extraordinária entrevista a Nuno Portas, a crónica de José Mário Silva, o artigo de Inês Pedrosa e, claro, o comentário brilhante de Tiago Cavaco ao livro de Alain Botton "Religião para ateus", entre outras pérolas, são priceless. A senhora do quiosque contou-me que está a pensar vender livros no seu pequeno espaço. A Ler vamos.
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quarta-feira, julho 04, 2012
Políticos a 4 euros à hora!
Porque é que não se paga 4 euros à hora aos políticos?
Para quem tem desgraçado o país, já era um ordenado elevadíssimo.
Para quem tem desgraçado o país, já era um ordenado elevadíssimo.
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O verdadeiro arrependimento
O lamento, a choradeira e mesmo a constatação do erro podem não traduzir verdadeiro arrependimento. Somente a tristeza, que é segundo Deus, ou seja, operada por Deus, é que leva ao arrependimento. Segundo a Bíblia, arrependimento implica conversão, uma profunda transformação interior iniciada por Deus que vai gerar a mudança. Mudança de rumo, de palavras, de atitudes, de paixões, de foco, como diz no livro dos Actos, a conversão que produz "obras dignas de arrependimento". Estar arrependido não é tentar ser mais cuidadoso no caminho que se calcorreava, ou voltar atrás e tentar tapar buracos, é mesmo mudar de caminho. Mudar para O Caminho: o caminho do arrependimento. O caminho do erro leva ao erro, o da verdade ao triunfo. Andar no caminho do arrependimento não significa que nunca mais se tropece ou erre, antes que se reconhece os erros e não se permanece caído. Deus, com a sua graça e misericórdia ajuda-nos nesse grande milagre. Hoje também é tempo de mudança.
terça-feira, julho 03, 2012
Há esperança!
"A Bíblia inspira esperança. De Génesis a Apocalipse, há uma corrente animadora de antecipação. A catástrofe no Jardim de Éden provocou a ira de Deus contra os culpados e contra a terra que os sustentaria, mas não falta a nota cristalina de esperança. O Proto-evangelho (Gn 3.15) anuncia a boa-nova de um futuro bem melhor, Deus não abandonou o pecador à sua miséria."
Russel Shedd, em Teologia Brasileira. Para ler o devocional completo clique aqui.
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domingo, julho 01, 2012
Simul justus et pecator
R. C. Sproul identifica uma "dupla imputação" na justificação: o nosso pecado é imputado a Cristo e a justiça de Cristo é transferida para nós. Comentando esta "dupla transacção", Sproul relembra a famosa frase de Martinho Lutero:
"Simul justus et pecator."
«Simul é uma palavra latina da qual se origina a palavra simultâneo. Significa "ao mesmo tempo". Justus significa "justo" ou "recto". Et significa "e". Pecator é a palavra latina para "pecador". Portanto, Simul justus et pecator significa "ao mesmo tempo justo e pecador". Esta é glória da doutrina da justificação unicamente pela fé. A pessoa que está em Cristo é, ao mesmo tempo, justa e pecadora. Essa é a boa-nova, porque, se eu precisasse esperar até não ter nenhum pecado para entrar no Reino de Deus, jamais conseguiria.»
In: R. S. Sproul. Salvo de quê?. São Paulo: Editora Vida, 2002, p. 91.
"Simul justus et pecator."
«Simul é uma palavra latina da qual se origina a palavra simultâneo. Significa "ao mesmo tempo". Justus significa "justo" ou "recto". Et significa "e". Pecator é a palavra latina para "pecador". Portanto, Simul justus et pecator significa "ao mesmo tempo justo e pecador". Esta é glória da doutrina da justificação unicamente pela fé. A pessoa que está em Cristo é, ao mesmo tempo, justa e pecadora. Essa é a boa-nova, porque, se eu precisasse esperar até não ter nenhum pecado para entrar no Reino de Deus, jamais conseguiria.»
In: R. S. Sproul. Salvo de quê?. São Paulo: Editora Vida, 2002, p. 91.
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