terça-feira, agosto 31, 2010

A singularidade do Fruto



No curso de discipulado que tenho a alegria de estar a ministrar, notámos ontem a multiplicidade e pluralidade das obras da carne. São muitas as suas variedades e manifestações. Por outro lado, relembrámos a singularidade e unicidade do fruto do Espírito. "Fruto" e não "frutos" como tantas vezes se ouve dizer. São gomos suculentos e nutritivos do mesmo fruto.

As obras da carne resultam do teimosia esforçada do EU em fazer o que lhe é próprio. O fruto do Espírito, esse advém naturalmente da presença e comunhão do Espírito Santo. As obras da carne destroem a vida, matam e levam à perdição. O Fruto do Espírito semeia o amor, a paz e multiplica a Vida. Se pendermos para a carne com as suas tenebrosas obras, definharemos; se dermos lugar ao Espírito, viveremos a vida abundante.

segunda-feira, agosto 30, 2010

As duas dietas

Platão afirmou que a comida da alma é o conhecimento. Jesus revelou aos seus discípulos que a sua comida era fazer a vontade do Pai e realizar a sua obra. Não sendo forçosamente dietas contraditórias, fazer a vontade do Pai supera qualquer outro conhecimento, seja ele platónico ou cristão.

O colapso do Neopentecostalismo

A ler este texto de Ricardo Gondim "O colapso do Movimento Evangélico".

domingo, agosto 29, 2010

Os leitores tornam-se aquilo que lêem

"Os leitores tornam-se aquilo que lêem. Se as Escrituras Sagradas são bem mais que um simples falatório sobre Deus, elas precisam ser interiorizadas. A maioria de nós tem opiniões sobre Deus que não hesita em verbalizar. Mas só porque uma conversa (ou um sermão, ou uma palestra) inclui a palavra «Deus», isso não a qualifica como verdadeira."

In: Eugene Peterson. Maravilhosa Bíblia. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p. 36.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Corações limpos

A propósito da podridão que enchia o coração dos Fariseus, lê-se assim no comentário de hoje do Nosso Pão Diário:

"(Os fariseus) estavam servindo no templo e instruindo os outros, mas os seus corações estavam longe de Deus.
Nós também podemos ensinar e servir na igreja, e estar longe de Deus. Nossas actividades religiosas ficam sem sentido quando a nossa atenção não está em Jesus. Se deixarmos de ter uma “dura cerviz” (Atos 7:51), o Senhor pode tirar os nossos olhos das coisas sem valor e reavivar o nosso coração."


Existem corações contaminados dentro e fora das igrejas. Somente Jesus pode dar-nos um novo coração. A responsabilidade de quem serve a Deus é maior. Olhar para Jesus, e depender dele em cada dia, é essencial para andarmos com um coração puro.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Faz bem ao coração



"Faz bem ao coração, largar o que há em vão."
Tiago Bettencourt. Concerto de solidariedade a favor da AMI.

Computador velho e cansado



Percebemos que o nosso computador está velho e cansado quando demora cerca de 15 minutos para iniciar e no final desse tempo, pede-nos para reiniciar outra vez. Isto para não falar no barulhos que faz a triturar (deve usar placa postiça).

quarta-feira, agosto 25, 2010

"Considerai-vos como mortos"

Uma coisa é entender que o nosso "EU" já foi crucificado com Cristo. Outra coisa, bem diferente, é viver na prática como aqueles que já estão mortos.

terça-feira, agosto 24, 2010

A efemeridade do tempo

O tempo é uma constante lembrança da nossa efemeridade e da grandeza d'Aquele que o supera. O que foi, passou; o que é agora, já era; e o amanhã também passará. Somente Deus é. A eternidade com Ele é o único presente real. "Ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará."

Funciono mais ou menos assim:

Quando mais me tentam sufocar, mais rosno, resisto e mordo.

segunda-feira, agosto 23, 2010

Chuvas de bênçãos

Espero que a maravilhosa chuvinha fresquinha desta manhã não estrague os planos de quem começou a trabalhar fervorosamente hoje. O frio e a chuva acordam a sostrice estival da alma. O trabalho é como a espiritualidade, quer-se bem regado com as chuvas do alto.

Pollo de luxo



Sabem qual é o guarda-redes mais caro do mundo?

Uma pequena ajuda: é vermelho e fala espanhol.

domingo, agosto 22, 2010

Deus é soberano

"A crença na soberania de Deus habilita-nos a descansar na certeza de que Ele é responsável por tudo o que está a acontecer na terra. Às vezes, o diabo parece estar ameaçadoramente perto, mas ele é fraco em comparação com Deus que tem a seu cargo as nossas vidas."

In: George Verwer. Fome de autenticidade. Queluz: Núcleo, 2007, pp. 59 e 60.

sexta-feira, agosto 20, 2010

Livros, caixas, sótãos, telhas e montes

Todas as férias de verão catalogo e arrumo os livros que fui lendo e acumulando ao longo do ano. Aproveitamos também para fazer algumas limpezas extraordinárias, como por exemplo arrumar o sótão. Caixas e mais caixas. Sacas, brinquedos e outros artefactos que se vão amontoando no amplo sótão. Limpar o lixo é uma óptima actividade para realizar nas férias (e fora delas também). Mas limpar cansa. Limpar o lixo da vida cansa, mas é essencial para podermos caminhar bem.

Este verão subi ao meu telhado para arranjar umas telhas que tinham descaído - actividade radical e aventurosa, diga-se, porque a cobertura é muito inclinada. Suei as estopinhas! Varri o lixo e substitui uma telha partida. Atirei essa telha lá do alto e parti o estendal da roupa que estava no terraço. Que pontaria! Quem precisa de subir montanhas para partir coisas? Suor (meu) e lágrimas (da minha esposa).

Por falar em subir montanhas, o Sermão do Monte continua a falar aos pequenos grandes corações dos jovens da minha igreja e ao meu. Coisas a evitar, como a falta de perdão, a ira, a hipocrisia, o adúltério e outras coisas a preservar, como as boas amizades, a verdade, a palavra de honra (lembram-se do que isso é?).

Estas férias adoptamos mais um hamster, parecidíssimo com o Oliver. Chamámos-lhe Alvin. Mas do Alvin falarei mais à frente porque a "posta" já vai longa e muito mais haveria para contar, querido blogue.


Deixo-vos um vídeo, não de um hamster, mas do Gato do Simon que tenta ajudá-lo a arrumar umas caixas. Para o sótão, quiçá.

quinta-feira, agosto 19, 2010

Sinais de oralidade

A comunicação escrita gera alguns equívocos porque lhe falta os sinais da oralidade.

A arte de não ler

"A arte de não ler é muito importante. Consiste em não sentir interesse algum por aquilo que está a atrair a atenção do público numa determinada altura. Quando um panfleto político ou eclesiástico, um romance ou um poema estão a causar grande sensação, não devemos esquecer-nos de que quem escreve para tolos tem sempre grande público. Uma condição prévia para ler bons livros é não ler os maus: a nossa vida é curta."

Arthur Schopenhauer, in "Aforismos" (via Livros só mudam pessoas)