
Ontem nos Simpsons, quando o gordo Homer Simpson toma conta do templo da igreja da cidade Springfield, resolve fazer uma festa de cerveja, assim tipo Rock-in-bock. Quando as coisas começaram a ficaram demasiadamente descontroladas e blasfemas, e já voavam cadeiras do templo da igreja, surge uma impetuosa chuva diluviana como que a castigar os hereges. Quando tudo parecia perdido nas mãos de um “Deus” irado, surge de repente, num helicóptero, o pastor da igreja, que tinha sido expulso. Faz uma pequena oração e resolve os problemas todos dos Simpsons, da igreja e da Cidade.
Pessoalmente não concebo Deus como a Pessoa masoquista e vingativa que eles (e muitas outras pessoas) caracterizaram e muito menos acredito em líderes heróis salvadores-nadadores, que num passe de mágica, tipo Luís de Matos em cinco dimensões, vão salvar instantaneamente igrejas afogadas.
O que eu acredito é que Deus é amor. Ele é incompreensivelmente compassivo e misericordioso, mas também é Justo e faz justiça. Mas a justiça d’Ele não tem nada a ver com a nossa, porque não é baseada na nossa performance ou num policiamento punitivo às nossas falhas e erros. Senão estavamos todos perdidos. Relaciona-se muito mais com a nossa atitude INTERIOR do que com a exterior. É mais pelo que somos e cremos do que pelo que fazemos ou não fazemos.
Creio também que Ele escolhe, dirige e capacita pessoas para conduzirem outras pessoas. Qualquer pessoa que se submeta a Deus, que creia n’Ele e que O ame, está habilitada a abençoar o Corpo e o mundo. Não como se fosse um
Lucky Luke Lone Ranger mas em cooperação mútua e dependente dos outros membros.
Afinal de contas, o único e verdadeiro Nadador-Salvador é Jesus. E Ele caminha sobre as águas!