domingo, abril 01, 2012

A estratégia essénia na Igreja

"A maioria de nós, ao menos às vezes, é poderosamente tentada pela estratégica essénia. Queremos uma igreja, uma organização comprometida e séria, com uma estratégia bem definida e uma meta clara a seguir - como os essénios. Mas Jesus não era um essénio. Ele disse "Segue-me" e acabou por ficar com muitos perdedores. E esses perdedores acabaram, por nenhuma virtude ou talento deles próprios, por se tornarem santos. Jesus não estava atrás dos melhores, mas dos piores. Ele veio buscar e salvar o perdido."

In: Eugene Peterson. O Caminho de Jesus e os atalhos da Igreja. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2009, p. 271 [adapt. pt].

3 comentários:

Dáuvanny Costa disse...

E foi devido à essa busca que Ele encontrou-me [...]. Terminei ontem "ânimo" do Peterson e, 'coincidentemente' (não creio em coincidências) encontrei essa citação de "os caminhos [...]" - que li há pouco. Sintonia...
Notório que Ele procurava fé, não regras. Abraço.

Jorge Oliveira disse...

Olá Dáuvanny,

Já te deves ter apercebido que também aprecio os livros de Eugene Peterson. Ainda não li esse "Ânimo" (nota-se, não? eheheh), mas tenho outros dois dele na minha lista de próximas leituras.
Fico muito feliz por saber que um dia Jesus também te encontrou, como a mim também.

Forte abraço, Doutora.
:)

Dáuvanny Costa disse...

"Ânimo" fala sobre Jeremias (meu profeta preferido). Gosto dos livros do Peterson pois afastam essa ideia atual de que Deus é sempre alegria. Deus é Deus. Ponto.
Amplexo.
Em tempo: tens um bom gosto :)