sexta-feira, junho 03, 2011

Todos os políticos e políticas são iguais?

Se todos os políticos e políticas neste país são iguais e não vale a pena votar, tenha-se a coerência de emigrar para um país que não o sejam, ou então, vá viver para um país onde não exista democracia e que não se pode escolher livremente os seus governantes. Por outro lado, se efectivamente vivemos num país livre e democrata (coisas que acredito), cada um assuma a sua responsabilidade no próximo domingo e vote segundo a sua consciência. O voto é a força do povo e da democracia. Pela parte que me toca, já fiz a minha escolha. Cada um faça a sua.

5 comentários:

Rubinho Osório disse...

Sobre a nossa responsabilidade, quase obrigação de votar, sugiro a leitura do livro de Jacques Ellul: "Cristianismo e Anarquia".

Jorge Oliveira disse...

Nunca li, mas já agora pergunto se o autor advoga a anarquia como escolha política para os cristãos? E tu o que pensas disso?

Rubinho Osório disse...

Sim, Jorge, advoga a Anarquia como "modus operandi" político mais adequado ao discípulo de Jesus. Leia-o, se puderes, e depois diga-me o que pensas... e eu dir-te-ei o que penso tb!
Abs

Jorge Oliveira disse...

Até pode ser que um deste dias eu leia o livro, mas não preciso de o ler para saber o que é o Anarquismo (mais uma "excelente" invenção do Iluminismo, embora alguns pensam que esse pensamento pode ser encontrado em um ou dois filósofos da antiguidade).

Obviamente que não concordo com essa forma de "governar" e "organizar" a sociedade. Para mim não há formas políticas perfeitas, mas acredito que existem algumas que são verdadeiramente antagónicas e incompatíveis com o cristianismo e a fé cristã, nomeadamente o marxismo, o anarquismo, entre outras políticas extremistas ou ditatoriais.

Um abraço.

Rubinho Osório disse...

Por isso que eu te disse pra ler o livro: o que ele propõe não é uma "forma política perfeita", nem uma "política extremista e ditatorial"... muito pelo contrário.
Ellul é interessantíssimo, mesmo que vc não aceite seus ponto de vista. Vale a pena conhecer seu pensamento não só sobre este assunto, mas sobre vários outros sobre os quais escreveu.
Desculpe escrever tanto...