sexta-feira, dezembro 03, 2010

Cristianismo implica comunidade

Cristianismo autêntico implica comunidade. Sem agremiação, identificação e sujeição na igreja local não há cristianismo verdadeiro. Essa coisa de dizer que se reúne na Igreja Universal do Senhor Jesus Cristo é uma grande falácia. Sem agregação prática não há vida, nem crescimento, nem reprodução. A multiplicação vem sempre no seguimento da adição.

4 comentários:

Rubinho Osório disse...

Desculpe, Jorge. Discordo em gênero, número e grau.

Jorge Oliveira disse...

Está no seu direito de ter uma opinião diferente da minha. Mas já agora, quer apresentar as razões da sua discordância (se possível com argumentos razoáveis e bíblicos)?

Rubinho Osório disse...

A discordância não é conceitual, mas na aplicação do conceito à identificação de "comunidade" com "igreja local". Claro está, para mim, pelo menos, que a vida, o crescimento, reprodução vem do fato de sermos fermento, sal, luz, isto é, estarmos inseridos no mundo, e não isolados em local específico, com pessoas específicas, em atividades específicas. Só isso.

Jorge Oliveira disse...

Eu percebo o seu ponto de vista Rubinho, mas a questão mantém-se: pode alguém ser sal e luz (essa do fermento não entendi) sem estar ligado ao Corpo de Cristo? Pode alguém pensar em evangelização sem estar em comunhão com a igreja local? De onde saíram Paulo e Barnabé? Que fizeram eles e os outros apóstolos?

Em última análise o foco da minha reflexão é sobre a importância da igreja sair para comunicar com este mundo perdido, mas antes disso, é urgente a igreja ser igreja.

Não falei em actividades eclesiásticas, mas em estar agregado, identificado e em sujeição com o Corpo visível. Ser igreja no templo, em casa, no emprego e na comunidade.